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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Segundas linhas, há. Terceiras é que não!

Portugal empata com os EUA em Leiria com 'perú' de Horvath

 

Como se tinha visto, segundas linhas, há. Terceiras é que não, viu-se hoje. E quarenta jogadores, como diz Fernando Santos, também não.

Está explicado que não... O que não está explicado é o rendimento do Nelson Semedo na selecção. Não se entende como é que um jogador sempre em alto nível no seu clube, chega à selecção e não passa de uma sombra triste de si próprio. Não tem explicação. A continuar assim é bem capaz de perder o avião para a Rússia...

 

 

 

 

Insólito. Injusto, só para Buffon...

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O mundo do futebol está incrédulo, com o afastamento da Itália do Campeonao do Mundo do próximo ano, na Rússia.

Tem o seu quê de insólito. É apenas a terceira vez que a Itália falha um Mundial, antes falhara em 1930 e em 1958, há 60 anos; e é o único campeão do mundo - e a Itália conquistou o antepenúltimo campeonato do mundo, na Alemanha, foi quatro vezes campeão mundial, tantos quanto os germânicos, e apenas menos um que o Brasil - ausente da Rússia. Mas não se pode dizer que seja uma grande surpresa...

A Itália tem hoje um único jogador de nível mundial: chama-se Gianluigi Buffon, é  guarda-redes e tem 40 anos. É um Senhor - ainda ontem, quando o público italiano assobiava o hino da Suécia, ele aplaudia - e é a grande vítima da actual falta de qualidade do futebol italiano, falhando o feito único, e de todo irrepetível, de jogar seis campeonatos do mundo!   

É insólito. Mas, injusto, só para Buffon... 

Não será por falta de jogadores...

Manuel Fernandes celebra o golo de Portugal diante da Arábia Saudita com Pepe.

 

O adversário não era um colosso do futebol mundial, mas é um dos finalistas do próximo campeonato do mundo, na Rússia. O resultado também não foi assim tão esmagador, embora pudesse ter sido. Mas foi bonito de ver esta selecção feita de estreias e de regressos. Foi bonito o que jogou, e foi bonito ver que não vai ser por falta de jogadores que não continuaremos a ter uma grande selecção. Que não será por falta de bons jogadores que a selecção deixará de praticar um grande futebol. E que não será por falta de grandes jogadores que não se fará a necessária renovação da selecção.

E não podemos deixar de pensar que futebol é este que, numa equipa de estreias - tantas que até os marcadores dos três golos (Manuel Fernandes, um regresso à titularidade dez anos depois, Gonçalo Guedes e João Mário) foram nisso estreantes - não há jogadores a actuar em Portugal. 

Sim, há uma excepção. Mas só para confirmar a regra. No onze inicial, onde até havia nomes que não conhecíamos - digam lá, quantos é que conheciam Kevin Rodrigues? - apenas Danilo joga na Liga portuguesa. O improvável Danilo, já um consagrado, e campeão da europeu em França.

Tão improvável, e tão pouco excepção, que estará por pouco...

Nada como dantes!

 

Nada como dantes. O Benfica surgiu em Guimarães, para um jogo decisivo, completamente diferente daquilo que tem sido nos últimos largos tempos. 

Tacticamente diferente, com um 4x3x3 que há muito não se via. O Benfica, especialmente nos jogos da Champions, com o Manchester United, tinha já abandonado o 4x4x2 herdado de Jorge Jesus - que Rui Vitória tivera de recuperar logo no arranque da sua primeira época, quando as coisas também não estavam a correr bem - e passado a jogar em 4x3x3. Só que esse era um 4x3x3 de tracção traseira, era um modelo táctico montado para introduzir mais uma peça no meio campo com os olhos postos no reforço da consistência defensiva.

O que hoje apareceu em Guimarães foi o mesmo modelo mas virado para a frente. Com os olhos postos na baliza contrária, montado para atacar, não para defender. E aquilo que era um jogo previsível, com a bola invariavelmente a morrer na meia lua dos adversários, que já todos sabiam como anular, deu lugar a um jogo com mais espaços e muito mais intensidade.

O golo, o 13º de Jonas, voltou a surgir cedo - assinalava o relógio 21 minutos mas, de jogo, por força da interrupção logo aos 4 minutos por desacatos numa das bancadas vimaranenses, pouco mais de dez. E não produziu os efeitos habituais, de desligar a equipa, que esteve sempre por cima durante toda a primeira parte. Criou mais duas oportunidades de golo, sem que o Vitória fizesse sequer um remate à baliza de Svilar.

Na segunda parte o Vitória subiu linhas, aumentou a agressividade na disputa da bola e praticamente abdicou do meio campo para se entregar ao jogo directo. Foi assim praticamente durante toda a primeira meia hora, com mais bola, mais intensidade, mas pouco mais. À entrada do último quarto de hora o Benfica pôs fim a esse estado de coisas, com dois golos em três minutos.

Com o jogo fechado e completamente dominado, a 4 minutos dos 90, reapareceu o Benfica desconcentrado - provavelmente pela indefinição que as duas últimas substituições introduziram na equipa - que permitiu ao Vitória marcar um golo e desperdiçar ainda uma grande penalidade.

Foram meia dúzia de minutos que retiraram brilho e expressão a uma grande vitória num jogo que o Benfica não podia deixar de ganhar. E que esperemos não tenham consequência na retoma que se deseja, e que agora parece começar a ganhar sustentação. Mesmo com esse apagão final, neste jogo nada foi como dantes!

 

 

 

 

Miserável. Outra palavra seria tretas...

 

Nova derrota - a quarta, em quatro jogos na Champions. Miserável campanha!

Esta noite, em Old Trafford, até se poderá invocar essa coisa da sorte e do azar. E a arbitragem. Que foi deplorável, negando um penalti claro ao Benfica para, no minuto seguinte, assinalar um, inexistente, a favor do Manchester United. Que o miúdo defendeu. 

A sorte e o azar de uma bola no poste. Que sai pela linha de fundo, quando o remate foi do Raul Jimenez. Ou vai contra as costas do guarda-redes, e daí para a baliza, quando foi Matic, agora na equipa de José Mourinho, a rematar. É certo que que foi assim. Que a equipa não tem sorte, mas também parece que não faz por a merecer. Também tem que haver revolta contra a falta de sorte. E revolta é coisa que não se vê no Benfica. Não faz parte do discurso, não se sente em ocasião nenhuma...

Pelo capricho dos resultados, os 6 pontos que ainda estão em disputa poderiam chegar para o segundo lugar, e o consequente apuramento para os oitavos. Seria inédito, mas não deixa de ser uma hipótese. Também poderão dar para a Liga Europa. E também poderão não dar para coisa nenhuma, o mais provável do improvável cenário. Não ter conseguido um único ponto em quatro jogos, e achar que consegue todos os pontos dos dois jogos que faltam, é pouco credível.

Mesmo assim, mesmo que desse para acreditar, era ainda preciso que, quem em quatro jogos marcou apenas um golo, e sofreu dez, marcasse agora um mínimo de seis, sem sofrer nenhum. Deixemo-nos de tretas!

Já não há festa na Luz!

 Benfica-Feirense, 1-0 (crónica)

 

Começo pela Luz, pela Catedral. Comemorava o 14º aniversário, mas sem festa, que as coisas não estão para festas. E longe de estar cheia, como ainda há pouco sempre estava. Tudo se paga, e o que se está a passar no futebol do Benfica paga-se também na participação dos adeptos. Já não há colinho, já lá vai esse tempo...

Não há retoma nenhuma. Queríamos muito que houvesse, mas não há. Está tudo na mesma, só que cada vez mais incompreensivelmente. A mesma coisa: a equipa entra bem, procura o golo que invariavelmente alcança, e depois ... acaba. Acaba à meia hora, como no domingo passado, como acaba no primeiro minuto, como já aconteceu. Hoje acabou aos 10 minutos, por Jonas, como (quase) sempre!

É uma fatalidade. Até os adversários já sabem que é assim. Jogam fechados e sem qualquer ambição até sofrerem o golo, e soltam-se logo depois. Vêm para a frente, ganham bola, ganham livres, ganham cantos...

O Feirense até parecia que ansiava pelo golo do Benfica para poder sustentar os tais 50% de favoritismo que o seu treinador dera por garantido.

Nos 35 minutos que então teve pela frente na primeira parte, o Feirense não equilibou apenas o jogo. Foi claramente melhor. E continuou melhor na primeira meia hora da segunda, com dois bons remates, muito bem defendidos pelo miúdo que está na baliza do Benfica, que continuava sem futebol, sem intensidade, sem chama, e permitindo que os adversários chegassem sempre primeiro à bola. 

No último quarto de hora o Benfica voltou a superiorizar-se, criou até três ou quatro oportunidades. Mas até isso não deu para mais que reforçar a falta de qualidade e de confinaça que marca a equiipa, com finalizações escandalosas. E falando em finalização tem que se falar dos que estão e dos que não estão. Tem que falar de Mitroglou, e tem que dizer que Seferovic desapareceu, e já não existe. E que o Raul, enfim... E falando de jogadores tem que falar da insistência em Salvio, e de Zirvkovic na bancada. E do que Rui Vitória vê em Filipe Augusto que não vê em krovinovic ou mesmo em João Carvalho. Ou que não viu em André Horta...

Do mal, o menos. Ao ter conseguido voltar a pegar no jogo na parte final, para além do próprio peso das últimas imagens, o Benfica livrou-se - e livrou os adeptos - do pesadelo dos últimos minutos. Em boa verdade o espectro do empate não passou pela Luz no último quarto de hora.

 

 

 

 

 

Cheira a retoma. Não estraguem!

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Não foi uma grande exibição, nem poderia ser, mas cheirou a retoma. O jogo do Benfica, hoje no mal tratado relvado da Vila das Aves, foi bem diferente dos do passado recente.

Entrou forte, mas isso também tinha acontecido na maioria dos jogos anteriores. A ponto de sempre ter marcado cedo. Talvez tenha aí começado a diferença: o Benfica não marcou cedo, e teve de continuar dominador. Quando o golo surgiu já os ponteiros do relógio roçavam a meia hora; a equipa já tinha de ter os motores aquecidos, e portanto com menos facilidade em engasgarem.

É certo que no perído final da primeira parte, durante cerca de 5 minutos, vieram-nos à memóra estes fatídicos últimos jogos. O Aves criou então duas boas oportunidades de golo, e o Benfica pareceu abanar. Valeu que o intervalo estava mesmo ali...

Rui Vitória manteve, não a equipa que na quarta-feira tinha perdido com o Manchester United, mas as apostas que então fizera. Desde logo os miúdos: Svilar na baliza, Rúben Dias, na defesa e Diogo Gonçalves, na frente. No Banco, quase dois anos depois, Pizzi, para o regresso de Jonas à equipa. E desta à dupla de pontas de lança, também com o regresso de Seferovic, um dos muitos jogadores com assinalável quebra de rendimento.

O Benfica tinha rematado muito na primeira parte. E só não rematou mais porque falhou bastante na finalização de muitas jogadas. Na segunda parte melhorou significativamente neste aspecto, com duas consequências directas: rematou ainda mais e o Quim defendeu ainda muito mais. E como defendeu!

Não sei se à meia dúzia seria mais barato, mas foi mesmo meia dúzia de golos que Quim evitou, com outras tantas defesas portentosas. Francamente: já não tem idade para aquilo!

Na segunda parte o Benfica chegou cedo ao segundo, e foi acentuando a sua superioridade no jogo. À entrada do último quarto de hora, em mais um período de 3 ou 4 minutos de algum desacerto, consentiu mais um golo parvo. É mesmo isso, um golo parvo, como tem sido tão frequente...

Não deu em nada de mais porque, logo a seguir, de penalti, Jonas repetiu e repôs a diferença. E estabeleceu o resultado final - porque o velho Quim continuou a fazer impossíveis, e porque ainda ficou mais um penalti por assinalar.

Termino como comecei: sem grandes alardes, nem razões para grandes optimismos, há um cheirinho a retoma. Não estraguem! 

Tuda na mesma, tudo pior!

 

 

Pelo que se viu hoje no jogo da Taça com o Olhanense, no Estádio do Algarve, teme-se o pior para quarta-feira. E o pior, depois dos cinco de Basileia, é inimaginável!

Haja as paragens que houver, joguem os jogadores que jogarem, sejam os adversários quais forem, por mais fracos que sejam, tudo está na mesma. Cada jogador corre para o seu lado, sem nunca chegar a lado nehum. Parecem desconhecidos, que se encontraram ali pela primeira vez para jogar à bola. Cada bola dividida é cada bola perdida. E neste estado de coisas, na mesma, é pior. Cada jogo consegue ainda ser pior que o anterior. Cada nova solução é pior que a anterior.

Imaginar este Douglas - mas o que é que terá passado pela cabeça de quem manda no Benfica com esta contratação? - que em 90 minutos não ganhou uma bola a um jogador do Olhanense, a jogar contra os jogadores do Manchester, é um pesadelo que tem que ser poupado aos benfiquistas. É penoso ver jogar, para além deste Douglas, Rafa, Gabriel Barbosa, Pizzi, Seferovic e até já Grimaldo... Tão penoso como ouvir Rui Vitória!

Ou ver. Sem capacidade para inverter o que seja, limitando-se, desta vez, a atirar miúdos para a fogueira. Porventura para queimar, como já fez com Varela, tendo agora, no jogo com o Manchester, que entregar a baliza a um miúdo de 17 anos a quem entregaram o número 1 do Benfica. E que hoje se estreou numa equipa principal...

Para que tudo esteja igual ao que estava antes destas duas semanas de interrupção competitiva, e portanto pior, até o golo chegou cedo: logo aos quatro minutos. Mas não chegou para dar moral a ninguém, nem ao marcador, o tal Gabigolo. Foi seu primeiro golo no Benfica, mas não lhe serviu de nada. Serviu apenas para evitar que a equipa se ficasse pela primeira eliminatória!

 

 

 

Olá Rússia, aí vamos nós...

 

Não foi uma grande, grande exibição, mas foi uma grande, grande vitória!

No tal jogo em que não restava alternativa a ganhar, a selecção ganhou bem. E sabe-se que é frequente as coisas não correrem bem quando são postas nestes termos... 

Começaram a correr bem com um golo da Suíça na própria baliza, já muito perto do intervalo. Não se pode dizer que até aí a equipa nacional tivesse justificado a vantagem, as coisas nem estavam a sair lá muito bem, pese embora algumas boas exibições individuais, como Bernardo Silva, William Carvalho ou João Mário. O colectivo não estava brilhante, como brilhante não estava - nem esteve - Cristiano Ronaldo. E sabe-se como a equipa depende dele.

A equipa da Suíça mostrava-se sólida, sabendo bem o que tinha a fazer e, como sempre faz, à espreita de um erro do adversário. Nada de novo, havia assim sido bem sucedida no primeiro jogo, o tal que lhe dava a preciosa vantagem com que hoje se apresentava na Luz, Cheia ... e com Madona!

Com o segundo golo a chegar cedo, na segunda parte, o jogo ficou resolvido, e a exibição da selecção nacional solidificou-se ainda mais. Sem nunca atingir o brihantismo, mas com muita segurança e, aqui e ali, com uma ou outra jogada bem conseguida, e com alguns pormenores de categoria de um ou outro jogador. Cristiano Ronaldo, sem nunca atingir o seu nível, quis chegar ao golo que lhe faltava para, pelo menos, igualar Lewandowski na tabela dos melhores marcadores da fase de apuramento. Sabe-se como dá importância a essas coisas, e isso poderá ter custado dois ou três golos à equipa.

No fim o que conta é o quinto apuramento consecutivo para um Campeonato do Mundo. E mais uma demonstração de que as coisas agora são bem feitas. Já nada é deixado ao acaso, como sempre acontecia. Claro que, ter (bons) jogadores, também ajuda! 

 

 

 

Agora é ganhar, ou ganhar!

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A selecção nacional de futebol vai discutir, com a da Suíça, o apuramento para o Mundial da Rússia do próximo ano, na próxima terça-feira, no Estádio da Luz. Porque hoje ganhou, em Andorra, a um adversário que, não sabendo jogar à bola, e num campo esquisito, se previa complicado.

E foi. Sabe-se que, a quem não sabe jogar à bola, tudo serve para dar pontapés. Nem precisa de duas balizas, basta-lhe uma - aquela em que não quer que a bola entre. Mas também a selecção portuguesa estava condicionada por circunstâncias que tornariam o jogo ainda mais complicado, especialmente pela sua constituição inicial, marcada por meia dúzia de jogadores, entre os quais Cristiano Ronaldo, no limite dos cartões amarelos, em risco de serem excluídos do próximo e decisivo jogo com a Suíça. 

Dir-se-á que, para ganhar à selecção de Andorra, qualquer que seja a equipa nacional dá. É verdade, mas os melhores resolvem senpre melhor os problemas que têm pela frente. Por isso Fernando Santos teve mesmo de lançar mão de Cristiano Ronaldo, no arranque da segunda parte. Nunca se poderá provar que, sem o melhor do mundo - não gosto nada de expressão, mas vá lá... -, Portugal ganharia o jogo. Mas a verdade é que foi ele a marcar o golo que desbloqueou a partida - e já lá iam 66 minutos - e que a qualidade do jogo da selecção subiu claramente depois da entrada de Cristiano Ronaldo. E que o André Silva, que até aí parecia que nem sabia jogar à bola, passou a ser outro jogador. Ao ponto de marcar o segundo, que a 10 minutos do apito final fechou o resultado.

E pronto. Agora é esperar pela Suíça, e esperar que só haja as duas hipóteses que Fernando Santos coloca: ganhar ou ganhar!

Porque os helvéticos até agora só ganharam: nove vitórias. A primeira no tal jogo inicial com a selecção nacional, recém campeã da Europa, e sem Ronaldo... Com mais golos marcados e menos sofridos que o adversário de terça-feira, a Portugal basta ganhar para assegurar o primeiro lugar no grupo de qualificação, e garantir desde já, sem os sobressaltos do play-off, a presença na Rússia.

 

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