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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Finalmente uma reviravolta

 

Foi um Benfica complicativo, que começou por prometer, com jogadas bem desenhadas como forma de penetrar na defesa bem fechada do Portimonense.

O problema foi que começaram a tornar-se cada vez mais raras, e o Benfica passou a encontrar cada vez mais dificuldades em entrar no meio das duas linhas defensivas, muito juntas, que o Portimonense foi reforçando à medida que, ia apostando em descidas rápidas, sempre através de um miúdo japonês que parece ter muito futebol.

A primeira parte não foi muito mais que isto. E isto foi pouco para ganhar o jogo.

A segunda foi muito mais que isso. Mas não foi melhor, mesmo que Rui Vitória tenha tentado outras opções. Desde logo com a troca de Cervi, claramente longe do seu melhor, por Salvio. Que deu bem mais ao jogo!

O Benfica continuou a falhar passes, muitos deles comprometedores, e o jogo não fluía. Até que o Portimonense fez o golo, apenas 10 minutos depois do reatamento.

Se as coisas estavam difíceis, mais ficaram. Sabe-se que as reviravoltas andam há muito afastadas da história dos jogos do Benfica. Valeu que o empate demorou menos de 5 minutos, num penalti que deu também em expulsão para o autor da falta.

Rui Vitória voltou a ver bem, com as entradas de Filipe Augusto - com a saída de Lizandro e recuo de Samaris, que a partir daí pareceu que andava à procura do autogolo – e de Raul, com a saída de Eliseu. Viu bem, mas as coisas não saíram bem. A ideia era boa, mas na prática não funcionou.

A reviravolta no resultado, essa coisa de que os benfiquistas estavam desabituados, surgiu a 10 minutos dos 90, num golão de André Almeida. Pensou-se que, com esse golo, e com o adversário com menos um e previsivelmente a adiantar-se no terreno, a tranquilidade voltaria à equipa e mais golos viriam.

Nada disso. Esses últimos 10 minutos foram tenebrosos, com a Luz de coração nas mãos. E o Portimonense fez aquilo que já se esperava: o golo do empate, aos 88 minutos.

Valeu que o jogador do Portimonense estava em fora de jogo. Que, se o árbitro assistente não viu, o vídeo-árbitro teria de ver. Mas também já no primeiro golo não tinha visto que fora precedido de falta sobre um jogador do Benfica.

Mas desta vez viu. E a Luz suspirou de alívio.

Mais que as muitas incidências de um jogo muito complicado, e pouco auspicioso para o que aí vem, fica a certeza que o futebol do Benfica exige aos jogadores o pleno da inspiração. Com um ou dois jogadores desinspirados, e mais um ou outro a quem as coisas não corram pelo melhor, está a tornar-se fácil aos adversários encontrarem o antídoto.

 

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