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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Estado de graça

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Tem graça... Se há alguma coisa que não é de graça é o Estado. Nem sequer barato, é bem caro, por sinal. 

O estado de graça é um estádio do exercício do poder. No Estado e em todos os estados dentro do Estado.  O estado de graça não é o estado da piada, porque não é com piadas que se chega ao poder, mesmo que lá cheguem muitos palhaços. Como o Tiririca, mas isso é no Brasil onde o Estado até tem muitos Estados, e por isso é federal. Que não tem nada a ver com o feder, que por lá fede nos últimos tempos... Também não é o estado em que se encontrava Maria, quando um anjo lhe anunciou o estado interessante em que o Espírito Santo a deixara, antes de ser nome de banco e de nos ter feito a todos o que  teria então ficado por fazer. Esse estado de graça, sem pecado nem mácula, não dá para chegar ao poder. Alma limpa não dá para agarrar as tarefas do Estado, mas é preciso um estado de alma que não valorize o que a suja. Todas as manchas sujas têm de estar todas bem escondidinhas ... nem que seja umas atrás das outras. 

O estado de graça também não é por isso um estado da alma, por muitos estados de alma que possa deixar em estado de sítio. O estado de sítio é que não tem graça nenhuma, nem mesmo quando é declarado em estado de graça, o que às vezes, em estado de emergência, até acontece.

Mas o que é, afinal, o estado de graça? 

O estado de graça é, como comecei por dizer, um estado no exercício do poder. Por isso um bom estado, um estado interessante, sem que seja o tal estado. É temporário, como tudo, afinal - não há mal que sempre dure, nem bem que nunca acabe... Nem no Estado. É um período de benevolência, aquele espaço de tempo em que tudo o que está mal, foi feito pelos outros, e em que, mesmo sem fazer nada, tudo tem graça. 

No exercíco do poder, especialmente quando conquistado no tal regime que é o pior, à excepção de todos os outros, saber gerir o estado de graça é mais que uma arte. Há gente capaz de o fazer magistralmente, guardando essa competência como verdadeiro segredo de Estado, porque é em cima do estado de graça que se constrói o verdadeiro poder, aquele que domina sobre a estrutura e que agarra numa só mão o aparelho de Estado, nome por que invariavelmente é conhecida a sala das máquinas do Estado. Quanto mais se prolongar o estado de graça, maior é o tempo de aconchego no poder. Sim, porque isto de chegar ao poder tem muito que se lhe diga. Não é chegar, sentar e ficar confortavelmente instalado, com tudo no seu sítio, ajustado à medida. Nada disso...

Repare-se como até para o próprio Estado Novo que, como se sabe, era um de todos os outros regimes da excepção que Churchill deixou famosa, foi importante o estado de graça. Na altura chamou-se-lhe Primavera, nome que estaria então certamente na moda... Que vinha, como continua a vir, de Paris, mas também de Praga. E durou pouco, depressa se voltou a fazer inverno. Daí que que a sala das máquinas tenha começado a deixar entrar água até rebentar, e cair de podre naquela madrugada de Abril!

 

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Sabemos e não podemos ignorar

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Surpreendentemente, o Relatório da auditoria da Ernst & Young à gestão da CGD nos primeiros 15 anos deste século acabou nos jornais. Por obra e graça da Joana Amaral Dias, que começou por divulgá-lo no domingo à noite na televisão que lhe paga, antes de o entregar aos jornais.

Apesar de todas as enormidades reveladas, da dimensão pornográfica do buraco, e da chocante revelação que mais de mil milhões de euros foram derretidos em crédito concedido contra a opinião das comissões de avaliação de risco do crédito, nada disto é grande novidade. Já toda a gente sabia que tinha sido assim, e nem os nomes na lista dos maiores "caloteiros" são novidade. Toda a gente já tinha falado deles!

A única coisa nova é a própria divulgação pública deste Relatório. Se não tivesse sido divulgado tudo ficaria na mesma, como sempre ficou no passado. É que, com esta divulgação pública, sabemos, e  não podemos ignorar!

Sabemos, e não podemos ignorar, quem foi quem. Quem foi que roubou ao país milhares de milhões de euros em proveito próprio. Quem foi que se locupletou com prémios de gestão por resultados falsificados por crédito irrecuperável. Quem foi que durante mais de 10 anos deixou passar isto na auditoria às contas. Sabemos, e não podemos ignorar, que eles andam aí... E eles sabem, e não podem ignorar, que nós sabemos!

(V)AR da sua graça

Polémica no Benfica-FC Porto: Pizzi empatou mas golo foi anulado por fora de jogo

 

Foi um grande jgo de futebol, este clássico em versão meias finais da Taça da Liga. E, se não foi uma grande exibição do Benfica, também não andou lá muito longe. 

Não lhe valeu de muito, porque não evitou a derrota, a primeira de Bruno Lage. Injusta, e tão mais injusta por ter sido ditada pela inaceitável anulação do segundo golo do Benfica, por um fora de jogo inexistente que o árbitro assistente assinalou sem qualquer motivo, e que o VAR não quis contrariar. Vá lá saber-se por quê.

Estava então a primeira parte no fim, e o jogo teria ido para intervalo empatado a dois golos. Que seria o resultado justo para uma primeira parte jogada a alto nível, com uma intensidade rara no futebol que se joga em Portugal, se outras anormalidades não tivessem acontecido.

Não foi assim, e a segunda parte iniciou-se mesmo com o Porto a ganhar. Nada que levasse os jogadores do Benfica a desistir de ganhar o jogo. Logo no arranque Seferovic, isolado e com o guarda-redes do Porto batido, podia ter refeito o empate, mas a bola acabou por sair a milímetros do poste direito. Pouco depois seria João Félix a fazer o mesmo, ainda dentro dos primeiros cinco minutos da segunda parte.

Não foi por falta de oportunidades de golo que o Benfica não ganhou o jogo. Na segunda parte esteve sempre por cima do Porto, que passou largos períodos em cima da sua área, onde aglomerou todos os seus jogadores. Depois, nos minutos finais, quando o Bruno Lage apostou tudo, porque não tinha outra coisa a fazer, uma perda de bola resultou num lançamento, ainda no meio campo do Porto, que permitiria ao recem entrado Fernando correr sozinho até à baliza de Svilar e fechar o resultado num mentiroso 1-3.

Mentiroso pelo jogo jogado e mentiroso porque a arbitragem lhe roubou a verdade. Carlos Xistra é já um clássico. E o VAR, que se estreou nesta competição com muito ar da sua graça fez o resto: tentou levar Carlos Xistra a anular o primeiro o golo do Benfica, vendo o que se não via, e não o contrariou na anulação do segundo, sem ter visto qualquer razão para o fora de jogo (porque ningué vê), nem conseguiu ver as faltas (no primeiro, falta clara de Oliver sobre Gabriel e, no segundo, de Marega sobre Grimaldo) que precederam os dois golos do Porto. 

Foi pena que alguns benfiquistas tenham abandonado a Pedreira antes do fim do jogo, porque os jogadores mereciam os aplausos de todos, e não apenas dos que ficaram. Porque este jogo não deixou razão nenhuma para abalar o trajecto que está a ser feito. Este resultado, e as suas circunstâncias, não podem pôr nada em causa! 

 

Formalidades

(Foto AFP/Getty Images)

Está cumprida a formalidade. Cristiano Ronaldo entrou no tribunal pela porta da frente, como o meritíssimo decidiu, e não pela garagem, como pretendia. Sentou-se no banco, coisa que não aprecia particularmente, e declarou-se culpado, como se tivesse acabado de sofrer uma entrada por trás, sem bola,  e se tivesse de levantar a pedir desculpa ao adversário... E saiu, poucos minutos depois, pela mesma porta da frente, com o mesmo bom ar com que entrara, porque a formalidade também tem cara ...

Entregues os 18,8 milhões de euros, já só dois anos de prisão de pena suspensa ligam Cristiano Ronaldo a Espanha. Vão ter muitas saudades dele... Muitos, já têm!

 

RASURANDO

Rasurando

 

Acaba de nascer na blogosfera um novo projecto, no qual tenho o prazer de participar. Chama-se Rasurando, e nasce da vontade de um conjunto de mulheres (sempre em maioria, não há volta a dar...) e homens que se conhecem apenas deste espaço aberto que é o mundo dos blogues (Gaffe, Júlio FarinhaMami, Naomedeemouvidos, Pedro VorphSarin e eu próprio) que decidiram-se reunir-se no Opus Grei para discutir, e convidar à discussão, o Estado e a Cidadania.

Passem por lá. Garanto que não se vão arrepender ... E... não. Ninguém pensa que vai mudar o mundo. Nem ninguém quer, por muito que quisesse ...

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Insustentável!

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Aí está o novo Relatório da Oxfam a confirmar que o capitalismo e a globalização não arrepiam caminho, e que continua a aumentar abissalmente a diferença entre ricos e pobres no mundo. Já não são precisos mais que 26, entre os mais ricos do planeta, para terem tanto dinheiro como as 3,8 mil milhões de pessoas da metade mais pobre deste nosso rico planeta. E isto é insustentável!

O assunto chega a Davos, todos os anos. Mas fica sempre à porta...

Hoje

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Os dias, mesmo quando correm todos iguais, não são todos iguais. São curtos e cinzentos no Inverno e longos e luminosos no Verão. Sucedem-se no calendário sem que nada os distinga!

Mas nunca são todos iguais… Os dias são o que são, não têm identidade. Somos nós que lha damos, pelo que nos recordam e pelo que nos marcam!

O sol dá-lhes o brilho que as nuvens logo lhes roubam. E o calor que foge da chuva e do frio. Mas é a memória, a nossa memória, que faz a identidade de cada dia. O frio ou a chuva e o sol ou o calor mexem com a nossa disposição – versão light do nosso estado de alma –, com a forma como, logo pela manhã, encaramos mais um dia que temos para agarrar. Mas é a nossa memória que talha a marca que timbra os nossos dias. E que faz com que nalguns se nos tolham os movimentos e se nos arrefeça a alma… Que alguns, por mais que brilhe o sol, nunca deixem de ser cinzentos e frios. De reflexão, de memórias e de muita saudade!

Não, os dias não são todos iguais. Hoje é um dia diferente dos outros. Diferente, muito diferente do de ontem. Diferente do de amanhã!

Como canta o Rui Veloso: “… para mim hoje é Janeiro, está um frio de rachar…”

Hoje, é assim há dez anos... Já partiste há dez anos, mãe. Há já dez anos que esta saudade cresce. Sem fim!

E no fim... uma delícia!

V. Guimarães-Benfica, 0-1 (crónica)

 

Foi bem difícil este segundo jogo de Guimarães em três dias. Como se esperava mas, se calhar, diferente do que se esperava. Até porque o jogo foi completamente diferente do que selara a passagem do Benfica às meias-finais da Taça, há apenas três dias.

Ambas as equipas mudaram alguns jogadores, mas por razões perfeitamente inversas. O Vitória porque recuperou lesionados (André André) e castigados (Tozé), o Benfica porque perdeu, por lesão, Fejsa e, por castigo, Rúben Dias. Às balizas de ambas as equipas regressaram os habituais titulares no campeonato e, ao Benfica, regressou (?) Castillo, a preencher a quota de surpresas que Bruno Lage tem reservado para cada jogo, para o lugar de Seferovic. 

O Vitória apostou numa equipa mais subida e na dimensão física do jogo, muito forte nos duelos individuais e muita rasgada na disputa de todas as bolas. E com isso criou bastantes dificuldades ao Benfica durante muitas partes do jogo, especialmente na segunda parte. Mesmo assim, e passados os primeiros dez minutos, na primeira parte o Benfica foi quase sempre melhor, com mais bola e mais remates, sete contra quatro, mesmo sem grandes oportunidades claras de golo.

Na segunda parte o Vitória reforçou a agressividade e a pressão alta, e na verdade esteve mais por cima do jogo. Essa dinâmica entusiasmou os jogadores vitorianos, e criou-lhes a sensação de que poderiam ganhar o jogo. Acabaria por lhes ser fatal. Bruno Lage mexeu bem na equipa, lançando Seferovic e o regressado Rafa, e começou a aproveitar o espaço que a equipa vimaranense deixava nas costas da sua defesa, virando decisivamente os dados do jogo.

Quando aos 80 minutos Seferovic fez o golo, numa belíssima jogada de futebol que passou por um passe sensacional de Gabriel, já o Benfica tinha deixado sérios avisos do que estava para vir, incluindo duas jogadas de golo erradamente anuladas pela equipa de arbitragem por foras de jogo inexistentes. O Vitória sentiu o golo e, em vez de uma equipa de futebol, pouco mais foi que onze jogadores de cabeça perdida. Onze, porque o árbitro Tiago Martins, também ele, e apesar da juventude, um velho conhecido, permitiu que André André permanecesse em campo depois de, consecutivamente, na mesma jogada, completamente de cabeça perdida, se ter aplicado os pitons nos pés e nas pernas de João Felix e André Almeida. Foi ao minuto 84, e se na primeira entrada sobre o miúdo nada assinalou quando, no segundo seguinte, atingiu André Almeida, mostrou amarelo a ambos!

Teve que ser Luís Castro a fazer o que Tiago Martins devia ter feito, tirando-o do jogo logo a seguir. Mas fazendo entrar outro, naturalmente.

Fica mais uma vitória a alimentar a crença, e a certeza que há treinador. Esta é uma vitória com muito dedo de Bruno Lage. Na estratégia (Castillo não decidiu, mas cumpriu com as tarefas que lhe destinou), na forma como especialmente Gabriel, mas também Samaris, foram importantes no jogo, na forma como corrigiu os jogadores ao longo do jogo e, finalmente, nas substituições. Decisivas!

E, depois, no fim, é uma delícia ouvi-lo falar do jogo. Sem rodriguinhos nem frases feitas, apenas a explicar aquilo que aconteceu. E o que todos vimos!

Exageros*

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Esta semana fomos surpreendidos com a notícia que a China já plantava algodão na Lua.

Assim. Sem mais nem menos. Depois de na semana passada termos tido a notícia que a China tinha chegado ao outro lado da lua, ao seu lado escuro, cuja existência dávamos por adquirida há quase 50 anos, desde que os Pink Floyd nos mostraram pela primeira vez, em Março de 1973, esse soberbo “dark side of the moon”. Que provavelmente descobriram logo a seguir à épica viagem inaugural de Amstrong e Aldrin, em 20 de Julho de 1969.

Não sei se isto tem a ver com alguma atracção chinesa pelo escuro – não é por acaso que não há sombras mais famosas que as chinesas – mas seria bom que não. É que são eles os donos da nossa luz, só por isso…

Mas é provável que tenha. Eles nunca iriam fazer aquilo à vista de toda a gente… Gostam de ver, mas não gostam de mostrar…

Mas vamos lá à notícia. Ou às notícias, já que estamos com a mão na massa, mas também porque andam de mãos dadas. Logo ao terceiro dia do ano uma nave espacial chinesa pousou na Lua, no tal lado oculto, soube-se a semana passada. Soube-se agora que levava sementes de algodão, colza, batata, ovos de mosca da fruta e algumas leveduras, tudo estranhamente muito bem acondicionado, num cilindro de alumínio com 18 centímetros de altura e 16 de diâmetro, que custou 1,3 milhões de euros. Estranhamente, porque com temperaturas de 100 graus Celsius durante o dia, e dos mesmos 100, mas negativos, à noite, tudo passa o dia a ferver e a noite congelado, sem hipótese de se estragar…

Não há notícias dos outros habitantes do pequeno cilindro, mas – e esta é a segunda notícia, a desta semana - uma semente de algodão já está a brotar. E com ela brotou a notícia que a China se preparava para plantar algodão na Lua.

Já me deu vontade de contactar o cientista chinês responsável pelo projecto, para lhe perguntar por que é que não mandaram, também, uns exageros de fabricantes de notícias, para se saber como é que se davam por lá. Mas logo percebi que essas sementes não caberiam num cilindro de 18 centímetros de altura por 16 de diâmetro, e que o chefe do projecto o deu por encerrado, pela simples, mas escondida razão, que a mais famosa semente de algodão rapidamente deixou de brotar…

Nem sei por que é que isto me faz lembrar o Pantufa (1). Se calhar não faz… Se calhar é só porque também ele deixou de brotar… e partiu para o “dark side” que se mantém desconhecido. Que descanse em paz!   

 

(1) O Luís Cândido, o Pantufa, como era conhecido, desapareceu ontem e era, sem "exageros", uma figura incontornável de Alcobaça dos últimos 40 ou 50 anos, e porventura o mais emblemático boémio alcobacense da minha geração.  

 

* A minha crónica de hoje na Cister FM

A lógica do tubérculo

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Parece-me muito discutível a convocação de um Conselho de Estado para analisar o Brexit. Não parece nada que seja matéria de Presidente da República, e menos ainda da mais alta estrutura institucional da magistratura presidencial. Mas ... convidar o FMI?

Convidar a Drª Cristina Lagarde para a reunião do Conselho de Estado, porquê? Para quê? Por que "carga de água"?

Não vejo outra justificação que não mais um dos excessos em que o presidente Marcelo vem sendo pródigo nos últimos tempos. Os excessos presidenciais são pecadilhos a que, em regra, nenhum presidente tem conseguido escapar. Uns com mais estardalhaço que outros, mas todos percorreram esses corredores mais extravagantes. Todos, no entanto, o fizeram sempre no segundo mandato.

A regra tem sido um primeiro mandato tranquilo e cordato, para garantir a reeleição, ficando o segundo para partir a loiça toda, quando daí já não lhe venha mal nenhum. Parece que Marcelo está a entrar nesses corredores à entrada da segunda metade do seu primeiro mandato pelo que, se a lógica não for uma batata, está desfeito o tabu da sua candidatura para um segundo mandato.

Se a lógica não fosse uma batata, pela primeira vez um presidente iria abdicar de um segundo mandato. Coisa que, com o mais popular de todos, faria da lógica precisamente uma batata. A não ser que a noticiada quebra de popularidade de Marcelo nos últimos meses ("quanto mais alto se sobe maior é a queda") empurre o tubérculo para fora da lógica...

 

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