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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

Vi – muito à posteriori, porque passei todo o fim-de-semana em posição off - o que toda a gente viu naquela absurda cena que envolve o Luisão naquela espécie de jogo de Dusseldorf. E tendo visto o que toda a gente viu, não me sinto orgulhoso da atitude do capitão da equipa do meu clube. Não tendo a gravidade de muito do que se vê nos campos de futebol, e especialmente em Portugal, preferiria que o capitão do Benfica se tivesse dirigido ao árbitro de outra forma. Sim, porque aquela corrida não foi para afastar os seus colegas do árbitro!

Dito isto, é tempo de dizer que não vi - como ninguém viu – qualquer agressão ao árbitro. Nem vi – como ninguém viu – donde pudesse ter vindo! Não vi – como ninguém viu – qualquer razão para a queda do árbitro com todo aquele aparato, mas confesso-me impressionado com a encenação: demasiado realista e, a ter sido treinada, foi-o na perfeição.

O árbitro – ou artista? – quis fazer crer que tinha sido agredido. De outra forma não se entende que tenha dado o jogo por concluído. Mas também acabou por não mostrar o segundo amarelo – e o correspondente vermelho - ao Javi. Nem ao próprio Luisão! Mas nem isso é de relevar, porque de arbitragem, tinha-se já percebido, não entende ele nada. Ao contrário da arte de representação, onde se mostrou credenciais. Que lhe faltam nas lides do marketing, porque se aquilo foi para ganhar notoriedade… Mas sempre há uns milhões que ficaram a saber que se chama Christian Fischer. Sem isto ninguém saberia o seu nome!

Onze Chalanas sem cheirinho a Chalana

Em Leiria, hoje casa emprestada ao Casa Pia, no seu regresso ao escalão maior do futebol nacional, com o Estádio esgotado e todo vestido de vermelho, o Benfica entrou com 11 Chalanas, repetindo a homenagem que já tinha acontecido com Eusébio. E com a novidade de Diogo Gonçalves a ser um deles, a única na constituição da equipa inicial. Porque já chega de Chiquinho, e David Neres continua afastado. E a falta que faz... logo ele que é o único capaz de nos trazer vagamente um cheirinho a ... Chalana. 

O jogo começou com sensações estranhas. Duas falhas de Morato - primeiro num passe, e depois num corte - logo seguidas de uma falta, empurraram o Casa Pia para um arranque atrevido, e o jogo para uma inesperada zona de instabilidade.

Durou cinco minutos essa instabilidade. Depois o jogo normalizou-se, com o Benfica a atacar - muito, mas nem sempre bem - e o Casa Pia a defender. Também muito, mas bem. E com muitos. Com todos, num 5x4x1que deixava frequentemente nove jogadores dentro da sua área.

A meio da primeira parte, e apesar do acerto defensivo dos jogadores casapianos, ficava a ideia que a asfixia haveria de dar resultado. Mesmo sem grandes criar grande oportunidades para sequer rematar, em algum momento aquilo iria dar em atrapalhação, e a bola haveria de acabar dentro da baliza.

Esteve quase. Mas só por uma vez, aos 24 minutos. Entretanto o Casa Pia começava, de quando em vez, a conseguir sair num ou noutro lance de contra-ataque, sempre pela esquerda (uma novidade, o habitual é tentarem as apregoadas fragilidades de Grimaldo), e sempre por Godwin, um nigeriano que desconfio que vai dar que falar.

Acaba por se poder resumir a primeira parte a um jogo em que o Benfica atacava mas não conseguia rematar, porque o adversário não lho permitia; e o Casa Pia rematava sem conseguir atacar, porque tinha espaço para isso. E no fim, só mesmo nos remates, e no resultado, conseguiu empatar.

A segunda parte foi diferente, mas nem tanto. Foi diferente porque o Benfica aumentou a intensidade, porque ao intervalo Roger Schemidt trocou Gilberto ( castigado pelo Godwin, e ineficaz no ataque) por Bah, e resultou bem ... e porque conseguiu marcar. Mas nem tanto, porque continuou com grandes dificuldades em rematar; e porque o Casa Pia continuou a defender com bem, e com todos os jogadores. Mesmo depois de sofrer o golo, ainda antes de se ter esgotado primeiro quarto de hora.

O golo de Gonçalo Ramos, aos 58 minutos - quando o treinador já aprontara as entradas de Yaremchuk e Weigl em substituição de Diogo Gonçalves, o mais apagado dos da frente, e Florentino, já com amarelo - concluindo "à ponta de lança" mais uma boa jogada de ataque, não mudou apenas o resultado. Mudou também o jogo, mesmo que nada tivesse mudado no adversário. O Benfica manteve o mesmo domínio de jogo, mas agora com mais circulação de bola, e em segurança absoluta. E até com mais remates, e mais ocasiões para marcar. Não tantos assim mas, ainda assim, mais!

Claro que a vantagem mínima, mesmo com bola e com o controlo total do jogo, comporta sempre riscos. Sabe-se como há acidentes. E incidentes.

Não chegou a haver acidentes, e valeu que o incidente da expulsão de Otamendi - incidentes nas arbitragens de Tiago Martins não são contingências, são tão certos como é certo o sol nascer todos os dias - aconteceu já no segundo dos 6 minutos de compensação. 

No fim este acabou por ser um dos tais jogos com que os profetas da desgraça vinham ameaçando Roger Schemidt. Dos tais jogos com as competitivas equipas do nosso futebol, orientadas pelos sagazes treinadores portugueses, que defendem com 10 com um ala velocíssimo à espreita do contra-ataque. E se não se poderá dizer que o Benfica tenha passado no teste com distinção, também não se poderá dizer que tenha sido "à rasquinha"!

Onze Chalanas sem cheirinho a Chalana

Em Leiria, hoje casa emprestada ao Casa Pia, no seu regresso ao escalão maior do futebol nacional, com o Estádio esgotado e todo vestido de vermelho, o Benfica entrou com 11 Chalanas, repetindo a homenagem que já tinha acontecido com Eusébio. E com a novidade de Diogo Gonçalves a ser um deles, a única na constituição da equipa inicial. Porque já chega de Chiquinho, e David Neres continua afastado. E a falta que faz... logo ele que é o único capaz de nos trazer vagamente um cheirinho a ... Chalana. 

O jogo começou com sensações estranhas. Duas falhas de Morato - primeiro num passe, e depois num corte - logo seguidas de uma falta, empurraram o Casa Pia para um arranque atrevido, e o jogo para uma inesperada zona de instabilidade.

Durou cinco minutos essa instabilidade. Depois o jogo normalizou-se, com o Benfica a atacar - muito, mas nem sempre bem - e o Casa Pia a defender. Também muito, mas bem. E com muitos. Com todos, num 5x4x1que deixava frequentemente nove jogadores dentro da sua área.

A meio da primeira parte, e apesar do acerto defensivo dos jogadores casapianos, ficava a ideia que a asfixia haveria de dar resultado. Mesmo sem grandes criar grande oportunidades para sequer rematar, em algum momento aquilo iria dar em atrapalhação, e a bola haveria de acabar dentro da baliza.

Esteve quase. Mas só por uma vez, aos 24 minutos. Entretanto o Casa Pia começava, de quando em vez, a conseguir sair num ou noutro lance de contra-ataque, sempre pela esquerda (uma novidade, o habitual é tentarem as apregoadas fragilidades de Grimaldo), e sempre por Godwin, um nigeriano que desconfio que vai dar que falar.

Acaba por se poder resumir a primeira parte a um jogo em que o Benfica atacava mas não conseguia rematar, porque o adversário não lho permitia; e o Casa Pia rematava sem conseguir atacar, porque tinha espaço para isso. E no fim, só mesmo nos remates, e no resultado, conseguiu empatar.

A segunda parte foi diferente, mas nem tanto. Foi diferente porque o Benfica aumentou a intensidade, porque ao intervalo Roger Schemidt trocou Gilberto ( castigado pelo Godwin, e ineficaz no ataque) por Bah, e resultou bem ... e porque conseguiu marcar. Mas nem tanto, porque continuou com grandes dificuldades em rematar; e porque o Casa Pia continuou a defender com bem, e com todos os jogadores. Mesmo depois de sofrer o golo, ainda antes de se ter esgotado primeiro quarto de hora.

O golo de Gonçalo Ramos, aos 58 minutos - quando o treinador já aprontara as entradas de Yaremchuk e Weigl em substituição de Diogo Gonçalves, o mais apagado dos da frente, e Florentino, já com amarelo - concluindo "à ponta de lança" mais uma boa jogada de ataque, não mudou apenas o resultado. Mudou também o jogo, mesmo que nada tivesse mudado no adversário. O Benfica manteve o mesmo domínio de jogo, mas agora com mais circulação de bola, e em segurança absoluta. E até com mais remates, e mais ocasiões para marcar. Não tantos assim mas, ainda assim, mais!

Claro que a vantagem mínima, mesmo com bola e com o controlo total do jogo, comporta sempre riscos. Sabe-se como há acidentes. E incidentes.

Não chegou a haver acidentes, e valeu que o incidente da expulsão de Otamendi - incidentes nas arbitragens de Tiago Martins não são contingências, são tão certos como é certo o sol nascer todos os dias - aconteceu já no segundo dos 6 minutos de compensação. 

No fim este acabou por ser um dos tais jogos com que os profetas da desgraça vinham ameaçando Roger Schemidt. Dos tais jogos com as competitivas equipas do nosso futebol, orientadas pelos sagazes treinadores portugueses, que defendem com 10 com um ala velocíssimo à espreita do contra-ataque. E se não se poderá dizer que o Benfica tenha passado no teste com distinção, também não se poderá dizer que tenha sido "à rasquinha"!

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

Há documentação sobre a famosa compra dos submarinos desaparecida do Ministério da Defesa.

Louçã deu uma pista, e lembrando a maratona de fotocopiadora de Paulo Portas na última noite da sua anterior passagem pelo governo, sugeriu que se procurassem esses documentos nas fotocópias do então Ministro da Defesa. Que, em resposta, se limitou a dizer que a história está mal contada: a melhor maneira para continuar a passar entre os pingos desta chuva!

O actual Ministro não faz melhor e pede à Procuradoria Geral da República que lhe diga "quais são os documentos, quando desapareceram e onde desapareceram". Só lhe falta pedir que lhe diga onde estão!

E pronto: isto não tem importância nenhuma. Como já se sabia!

É o costume: há corrupção, mas se há corruptores nunca há corrompidos. E se há corrompidos nunca há corruptores… E há sempre pingos demasiado largos por onde passa sempre muita gente sem se molhar!

Caem em Portugal, e não se lhe chama chuva. Chamam-se-lhe brandos costumes!

Trump e a Quinta Emenda

Volta dos que não foram: Ex-presidente Trump retorna a Washington | VEJA

O cerco a Trump continua. Depois das provas sobre o seu envolvimento no assalto ao Capitólio, e das sucessivas tentativas para reverter a vitória eleitoral de Biden, de há quase dois anos, surgiram as investigações sobre a retirada de documentos oficiais da Casa Branca e acusações de fraudes nos seus negócios, que culminaram com as buscas à sua mansão na Florida, no início da semana.

Trump, que começou por falar sem parar, certo de que a sua estratégia de barulho, de berrar mais alto e por cima de tudo, sai sempre bem, quando as provas começaram a falar mais alto do que a esfarrapada desculpa de que tudo tinha apenas em vista impedi-lo de concorrer - e ganhar - a próxima corrida presidencial, para a qual nem sequer é certo que consiga garantir a nomeação republicana, remeteu-se ao silêncio. E invocou a Quinta Emenda!

Não esta, e ainda bem. A outra, que deu o mote a esta, e que é sempre o último refúgio, até para os insolentes, que fazem do barulho forma de sobrevivência!

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

Quando o desafio é escolher o melhor primeiro-ministro sabemos que a tarefa não é fácil. Se o desafio fosse, pelo contrário, escolher o pior, também não o seria!

Talvez por isso mesmo, por ser deveras desafiante, o Económico pôs mãos à obra e colocou o assunto à votação no seu site. O resultado foi este: Sócrates!

À primeira vista ficamos estupefactos. Mas logo recuperamos o fôlego e deixamos cair o ar de espanto. Nem sequer precisamos de recorrer ao tradicional beliscão para confirmar que é mesmo aquilo que estamos embasbacados a ver. É que, logo a seguir, a votação deu Pedro Passos Coelho.

Querem mais? Pois aí vai: a seguir - em terceiro lugar – deu Santana Lopes!

Sei que muitos dirão que isto é para rir. Mas não é!

Continua a haver gente que acha que tudo serve para ser apresentado como resultado de votação. Uns tipos vão a um site e descarregam lá um click qualquer, e chamam-lhe voto. Outros ligam para um número de telefone e pagam chamadas de valor acrescentado, e chamam-lhe voto. No fim apresentam os resultados da votação: Salazar é o maior português da História, isto e aquilo é a maior maravilha do país e arredores, este ou aquele e esta ou aquela é o ídolo do não sei quê, o gordo ou o magro, o que ganha ou o que perde. E Sócrates o melhor primeiro-ministro… E Passos Coelho logo a seguir… E Santana Lopes…

Já era tempo de alguma decência. E de se darem ao respeito, se é que querem ser respeitados…

Já nos basta o Otelo a dizer, no Jornal de Negócios (será também isto a concorrência?), que precisamos de um primeiro-ministro como o Salazar. Não precisamos de mais palhaçada!

Fernando Chalana (1959-2022)

A BOLA - Liga despede-se de Chalana (Benfica)

Partiu o maior génio do futebol português. Quando a bitola for génio puro, o puro génio da arte da bola, Chalana é o maior de todos. A sorte não lhe foi talhada à medida da sua genialidade, e a vida acabou por ser-lhe madrasta, negando-lhe o seu verdadeiro lugar no futebol mundial.

Como é habitual, o reconhecimento chega com a morte. E os vivas a Chalana só chegam agora, quando ele já os não pode ouvir.

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

Os Jogos Olímpicos estão a chegar ao fim, e podem dividir-se em duas fases: a primeira, de Phelps e a segunda, de Bolt.

Ao vencer ontem a prova de 200 metros Usain Bolt tornou-se no primeiro a ganhar os 100 e os 200 metros em duas Olimpíadas consecutivas e, com cinco medalhas de ouro em Jogos Olímpicos, sentou-se ao lado de Michael Phelps no lugar mais alto do Olimpo!

E a Jamaica é definitivamente o local da Terra onde se corre mais rápido. Domínio total nas provas de velocidade e com dinastia assegurada. Se Bolt é o rei, Blake é o príncipe!

Usain Bolt deixou no ar a ideia de que poderá abandonar: antes que Blake o apanhe, disse!

 

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

Há muito que desconfiava que a Supertaça era uma grande prova do calendário nacional de futebol. Quando via a contabilidade dos títulos ela lá aparecia, lado a lado com os campeonatos nacionais e as taças de Portugal. Contava tanto como qualquer um daqueles dois. Cheguei a pensar que era assim porque dava jeito, mas estava certamente enganado!

O que eu estava longe de imaginar era que a Supertaça fosse mesmo o principal troféu das competições nacionais de futebol, o título por que, afinal, as equipas competem ao longo de todo ano. Ninguém está interessado em ganhar o campeonato ou a taça, o que todas as equipas procuram é garantir o apuramento para a final da supertaça. O campeonato nacional e a taça de Portugal não são mais que simples fases de apuramento para a grande final que se disputa em Agosto!

É preciso ter lata!

Brilho nos golos

Poderia perceber-se que houvesse quem achasse que o Benfica cumpriu hoje na Dinamarca a sua obrigação de eliminar o Midtjylland nesta terceira pré-eliminatória da Champions, e até de ganhar este jogo de hoje, sem grande brilho. Uma visão geral do jogo poderia deixar essa ideia. Basta porém ver os golos - todos os três do Benfica - para encontrar neles o brilhantismo que pode ter parecido que o jogo, e a vitória, poderia não ter mostrado.

No primeiro, a meio da primeira parte, o passe de Gonçalo Ramos e a desmarcação de Enzo Fernandez para o golo, são momentos de brilho a grande intensidade. No segundo, aos 10 minutos da segunda parte, o cruzamento de João Mário e a cabeçada de Henrique Araújo para o golo, são igualmente dois momentos brilhantes. Bom ... e que dizer do fabuloso golo de Diogo Gonçalves, que surgiu pela primeira vez na equipa, onde entrou para substituir Chiquinho, já perto do fim do jogo?

Se outras coisas não houvesse - e houve, desde logo os outros dois - bastaria este extraordinário golo para abrilhantar a exibição menos empolgante com que o Benfica cumpriu a sua obrigação.

No resto foi um jogo marcado pelo resultado da primeira mão na Luz, há uma semana, e talvez mais ainda pela superioridade então demonstrada, com os jogadores convencidos que não era preciso apertar muito. Depois, no jogo, o facto de, sempre que a equipa apertou mais, com pressão e com velocidade, vir claramente ao de cima a superioridade sobre o adversário, também ajudou.

Os adeptos não gostam que assim seja. Que a displicência substitua o rigor e a concentração, seja em que condições for. Até porque há sempre o risco de destas coisas se instalarem na equipa. É esse o maior perigo destas intermitências por excesso de confiança, ou por critérios de poupança.

Podem compreender-se estes comportamentos, mas não podem deixar de ser lembrados. Custaram um golo, e poderiam ter até custado mais. E ficou a ideia que Roger Schemidt tomou nota disso.

No resto lá estiveram os atributos deste futebol do Benfica de Schemidt que passam pela rápida recuperação da bola para depois a jogar a um ou a dois toques. E lá estiveram Florentino e Enzo Fernandez, os dínamos daquele futebol.

Fica agora a faltar o Dínamo de Kiev, no play-off final. Que, sem competição interna por força da guerra, está em regime de dedicação exclusiva na tarefa de chegar à Champions. Por enquanto  bem sucedida, depois de eliminar o Fenerbahçe, de Jorge Jesus - a quem parece que as coisas continuam a não correr bem - e, também hoje, os austríacos do Sturm Graz. 

  

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