Enquanto a Matemática o permitir ... Era esta ideia simples que alimentava a Luz, não cheia como um ovo, mas vibrante e muito bem composta. Antes de tudo, em primeiro lugar, era preciso manter viva a chama da ... Matemática.
A chama imensa, com que os jogadores do Benfica entraram hoje no relvado da Luz para defrontar o campeão italiano, e líder da série A. A Matemática também é isso, nem sempre é fria, exacta e implacável. Às vezes alimenta sonhos ...
Mourinho apresentou duas novidades no onze inicial, se bem que apenas uma surpresa. A de Ivanovic, no lugar do titularíssimo Pavlidis. Percebia-se daí que o plano de jogo passaria por uma contenção mais recuada, cabendo ao ponta de lança croata a tarefa de acrescentar profundidade. O jogo encarregou-se de mostrar que era bem mais que isso que Mourinho esperava de Ivanovic.
A outra novidade, Tomás Araújo no lugar de António Silva, não foi surpresa. Justificar-se-ia pela maior velocidade do Tomás, mas talvez encontremos a justificação no dérbi da passada sexta-feira.
O Benfica entrou muito bem no jogo. Muito compacto, mas também a confundir e a baralhar os jogadores do campeão italiano, que não atinavam com as marcações, eram sucessivamente surpreendidos em todas as zonas do campo, e passaram a cometer erros com que António Conte nunca contaria.
À passagem dos primeiros 10 minutos um enorme passe de Sudakov isolou Ivanovic que, com tudo marcar, permitiu a defesa ao gigante Milinkovic-Savic. A bola ficaria ainda viva para, na recarga, Aursnes fazer o golo que o colega desperdiçara. Rematou a rasar o poste, gorando-se a segunda grande oportunidade de golo no mesmo lance. Repetiu tudo pouco depois, quando, na cara do guarda-redes Milinkovic-Savic rematou à malha lateral da baliza uma bola que o próprio lhe tinha entregue de bandeja, num daqueles erros que o Benfica tinha forçado o Nápoles a cometer.
Nem deu tempo para as bancadas lamentarem tanto e tamanho desperdício porque, logo a seguir, um minuto depois, aos vinte, o Benfica marcou. Depois de um cruzamento de Dahl, e de McTominay e Ivanovic a terem disputado, de cabeça bem dentro da área do Nápoles, a bola sobrou para Richard Ríos, em pantufas, a desviar para dentro da baliza.
O golo, que o Benfica mais que já justificara, pouco mudou o jogo. Os dados estavam lançados, e assim continuaram. O Benfica controlava um jogo em que o Nápoles continuava meio perdido. Jogava claramente melhor, mesmo que volta e meia se percebesse a grande qualidade, individual e colectiva, dos napolitanos.
Ao intervalo António Conte mexeu na equipa, e renovou as alas lançando Politano, para a direita, e Spinazzola, para a esquerda. Parecia que a alteração iria produzir efeitos imediatos. A qualidade dos dois novos alas, somada à de Neres - que passou para a esquerda - e Di Lorenzo que se manteve na direita, era suficiente ameaçadora para o Benfica.
Só que, na primeira saída para o ataque, ainda antes de esgotados os primeiros cinco minutos, numa espectacular jogada de futebol, uma combinação entre Ivanovic e Richard Ríos (homem do jogo) acabou num desvio de calcanhar de Leandro Barreiro, na pequena área napolitana, a enganar Milinkovic-Savic e a fixar o 2-0.
A partir daí o jogo mudou. Conte continuou sucessivamente a mexer na equipa, reforçando o poder ofensivo. E o Benfica recuou, e passou a abdicar de ter bola. Parecia perigoso. Mas na realidade nunca o foi. E voltaram a ser do Benfica as melhores oportunidades para marcar. O 3-0 esteve sempre mais perto que o 2-1!
Pavlidis, já no lugar de Ivanovic, desde a entrada para o último quarto de hora, por duas vezes - aos 80 e aos 84 minutos - poderia ter marcado. E foi Milinkovic-Savic, e não Trubin, quem passou pelos maiores calafrios.
E os 7 minutos de compensação acabaram até na oportunidade para as estreias de Tiago Freitas, e José Neto, o recente campeão do Mundo sub-17. Logo na Champions. E numa vitória tão clara quanto importante!
Já quase tínhamos saudades... Mesmo que não se tenha mantido calado por muito mais que uma semana. Nem sei como iremos passar sem as suas provocações... Sim, porque aquilo que andamos há tanto tempo a ouvir de Cavaco não são simples disparates pronunciados com mais ou menos rancor, e invariavelmente com pouca sensatez e ainda menor consistência. São provocações, é a maneira que ele encontra de se meter connosco. De nos dizer que está vivo e que nós, apesar dele, também. Vamos resistindo...
Montenegro fez uma festa, pudera. Serviu-lhe para tudo, mas utilizou-a, em primeira ordem, para atacar a greve geral que aí vem. Anunciou o salário mínimo de 1 600 euros, e médio de 3 000. Assim é que é!
Mas houve quem fosse mais longe. Analistas e comentadores que andam há anos a fazer a cabeça à malta foram lá mais atrás, para dizer que este sucesso todo é a herança da troika, que tudo se deve às reformas da troika que gloriosa governação de Passos Coelho corajosamente interpretou.
A classificação da "The Economist", que no ano passado premiou a economia espanhola, desta vez em quinto lugar, parte de cinco indicadores centrais: inflação, amplitude da inflação, crescimento económico, evolução do emprego e desempenho bolsista. Em (tecnicamente) pleno emprego, com uma bolsa marginal e, num país de percepções, em que a inflação pesa muito mais no bolso que nos índices, no fim do dia o que fica é o crescimento económico.
Que a prestigiada revista britânica classifica de "significativamente superior à média da Zona Euro", por força do crescimento do turismo - "que continua a ser um dos principais motores da economia portuguesa", refere -, da "chegada de residentes estrangeiros com maior capacidade financeira que alimentou a procura e o investimento". Quer dizer - consumiu e comprou casas!
Pois é ... Mas isto, mesmo que que lá esteja escrito, já ninguém refere. Nem Montenegro, nem os ditosos que louvam a troika e o passismo. E, se não dizem o que lá está escrito, menos dirão que o lá não é mencionado. Que o PRR, o irrepetível PRR, também entra nestas contas. Ou que não há um único indicador apontado à qualidade de vida dos cidadãos.
Mas é a vida. À pantominice tudo serve. E a Montenegro ainda mais, ou não fosse ele o pai da doutrina que separa a vida do país da das pessoas. Já há mais de onze anos que diz que "a vida das pessoas não está melhor mas a do País está muito melhor"!
É verdade que, de Donald Trump, o candidato à investidura republicana para as presidenciais americanas, já nada nos surpreende. Nem mesmo aquilo que a nossa capacidade de imaginação como, por exemplo, fechar a internet: a "sua" solução para acabar com o radicalismo. Que não o seu próprio, esse nem fechando a internet!
NInguém, por isso, ficou muito surpreendido com a sua proposta de proibir a entrada de muçulmanos na América. As palavras e as ideias de Trump não o desqualificam apenas como "candidato a servir como presidente",na expressão eufemística utilizada pela Casa Branca. Qualificam-no como lixo. Pior que lixo: trampa!
Que a FIFA é uma organização de duvidosa seriedade, historicamente suspeita dos interesses mais obscuros, ninguém tem muitas dúvidas. Que Infantino corresponde ao padrão de dirigentes que dela tomaram conta nos últimos 50 anos, também não.
O suíço, e ao mesmo tempo italiano, Giovanni Infantino, no topo da hierarquia do futebol mundial desde o início de 2016, é farinha do mesmo saco do brasileiro João Havelange (presidente ente 1974 e 1998), e do também suíço Joseff Blatter, que lhe sucedeu em 1998, até ser banido em 2015. É a mesma farinha de Platini - também banido com Blatter, com quem tinha preparada a sucessão - de quem foi discípulo na UEFA, e a quem não teve pejo em virar as costas na hora de lhe pegar na candidatura.
Por isso ninguém foi muito surpreendido com a "venda" dos campeonatos do mundo de futebol à Rússia, de Putin, e aos petro-dolares da Península Arábica. Nem com a propaganda que serviu Putin, nem com o fechar de olhos à exploração esclavagista na construção dos estádios e demais infra-estruturas no Catar.
O que ninguém imaginava possível era que a FIFA criasse um "prémio da paz” para entregar a Donald Trump. Não porque este seja um acto de maior corrupção que todos os outros que se lhe conhecem. Não é. Comprar Trump desta forma não é muito diferente do que os seus outros parceiros fizeram com estátuas douradas, aviões de milhares de milhões, ou com investimentos nos muitos negócios da família. Só que neste prémio de Infantino não há apenas bajulação, suborno e corrupção. Há também política!
E todos sabemos que a FIFA não permite qualquer espécie de manifestação política no futebol!
Dividir os pontos com o Atlético de Madrid nesta fase de grupos da Champions seria o melhor que se poderia esperar. À partida dava-se por certo que o primeiro lugar estava reservado para a equipa de Simeone, e que ao Benfica caberia discutir com o Galatasaray o segundo lugar, para garantir o apuramento.
A brilhante vitória em Madrid, à segunda jornada, alterou as contas e, não tivesse o Benfica perdido - mal, muito mal mesmo, como o prova o facto de ter sido o único jogo que a equipa turca ganhou - o jogo na Turquia, e com isso dividido os pontos também com o Galatasaray, alteraria até o destino escrito nas - pelas - estrelas.
Para alterar o destino, o Benfica não podia perder o jogo de hoje. O empate bastava-lhe, mas percebeu-se a força que o destino tem. Este Benfica pode ganhar um jogo a este Atlético de Madrid, como ganhou. Mas, ganhar dois em dois, é altamente improvável.
O Benfica apenas se superiorizou no primeiro quarto de hora e no último. No primeiro, com o jogo a jeito: calmo, sem intensidade, com a equipa de Madrid na expectativa e o Benfica a segurar a bola - o que é já um avanço - a jogar para os lados. No último, com a revolta daquele menino de 18 anos, que carregou a equipa às costas, com a ajuda do golo de MItroglu. No resto do jogo, simplesmente não houve comparação entre uma equipa de excelentes jogadores - nem só os nomes mais sonantes são jogadores de excelência - que sabe de olhos fechados o que tem para fazer e outra, com dois excelentes jogadores e mais dois ou três bons jogadores, quase sempre perdida à procura do que tem para fazer.
No fim cumpriu-se o destino. E fica o apuramento, apenas manchado pela derrota na Turquia, e a honra de ter rigorosamente dividido o resultado com uma equipa claramente de outra dimensão.
Terminou o GP de Abu Dahbi, com a vitória de Verstappen - a terceira, nos três últimos GP`s do campeonato mundial de Fórmula 1. E a sexta, nos últimos nove!
Começo por aqui porque é isto - o súbito reaparecimento de Verstappen - o que mais ressalta deste mundial de Fórmula 1, completamente dominado pela Mclaren, que há muito havia assegurado o título de construtores.
Ao indiscutível mérito do piloto holandês na inesperada competitividade do final da temporada não pode, no entanto, tem que se juntar o demérito da Mclaren. Se a superioridade da equipa britânica lhe garantiu facilmente o título de construtores, também, ao usar essa superioridade em favor de Norris, e contra Piastri, facilitou a tarefa do tetracampeão do mundo. E assim se chegou hoje à Yas Marina, com o título em aberto para Norris, Piastri e Verstappen.
O holandês, confirmando a sua superioridade pessoal das (largas) últimas corridas, largou na pole position. À frente de Norris, e de Piastri. Que, numa ultrapassagem sensacional, saiu no fim da primeira curva à frente do seu colega (na foto). Curiosamente, e mesmo com todos os incidentes e estratégias ao longo das 58 voltas, o pódio da corrida - e o do campeonato (de pilotos) - ficaria logo definido, logo ali, no arranque da primeira volta.
Para conquistar o seu primeiro título mundial, Norris precisava de ser terceiro. E foi. E só por escassos minutos, e seis das 58 voltas, poderá ter corrido o risco de o não ser. Foi quando, à 17ª volta, foi pela primeira vez trocar de pneus, saindo das boxes em nono.
No regresso à pista, rápida e espectacularmente ultrapassou logo Lawson e Stroll. Mais à frente, para lhe dificultar o objectivo, estava Tsunoda, colega de Verstappen na Red Bull. Fez o que pôde, e até o que não podia (obrigando-o a sair da pista na ultrapassagem, o que lhe valeu uma penalização) para lhe dificultar a ultrapassagem mas, à 23ª volta, já Norris recuperava o terceiro lugar.
Nessa altura Verstappen decidiu, então, trocar de pneus deixando para Piastri a liderança, e o desafio de resistir ao máximo à inevitável paragem nas boxes. O astraliano resistiu tanto que só foi mudar de pneus quando se viu ultrapassado pelo holandês, à volta 41, quando Norris já mudara de pneus pela segunda vez. Garantindo, ainda assim, a segunda posição.
No fim, Norris foi campeão do mundo com 423 pontos, mais dois que Verstappen, e mais 13 que Piastri. É o primeiro título de Norris, e isso é que fica para a História. Mas, mais uma vez na História da Fórmula 1, ela - a História - podia ter sido diferente.
Aprovado o programa de governo, ultrapassada toda a excitação que marcou este último mês e de regresso à normal espuma dos dias, aí temos António Costa de voltaà quadratura do círculo.
Não, não estou a dizer que esteja de regresso a essa velha tertúlia mediática que a televisão herdou da rádio, e donde saiu exactamente para chegar onde está. Não estou a dizer que vá voltar a sentar-se na cadeira que deixou para o Jorge Coelho, onde é bem melhor na arte de mexer os cordelinhos da intriga política. Estou mesmo a falar do velho desígnio do PS que tende a eternizar-se na missão impossível de dar ao círculo a forma de quadrado.
Aí está, logo na primeira entrevista como primeiro-ministro: "Não temos condições para eliminar integralmente a sobretaxa para todos". O problema é que, não eliminar a sobretaxa para todos, é precisamente não eliminar a sobtretaxa. Porque eliminá-la para os 2/3 que pagam 67 cêntimos por ano, não resolve nem uma coisa nem outra. E mantê-la apenas para os 0,23% dos portugueses que têm rendimentos anuais acima dos 80 mil euros não resolve as tais condições financeiras.
Acreditem que cheguei a pensar que António Costa estivesse decidido a aplicar-se noutros exercícios. Para andar às voltas com a quadratura do círculo mais vale entreter-se com as palavras cruzadas. Pelo menos poupa-nos à demagogia!
Marine Le Pen - diria que sem surpresa - ganhou a primeira volta das regionais francesas. Para agora evitar a tomada do poder pela extrema direita francesa é necessário repetir o que aconteceu há anos, quando o pai ganhou também a primeira volta das presidenciais, obrigando à união da esquerda e da direita na segunda volta.
Dessa vez, em 2002, ganhou Chirac. Desta vez ... será Sarkozy.
A Frente Nacional da extrema direita xenófoba ganhou agora com 30% dos votos, que na região norte, de Calais, passou dos 40%. Resta saber se por ser a região de origem dos Le Pen, se por ser onde estão instalados os desumanos campos de refugiados...
Ambiente de dérbi na Luz. É diferente o ar que se respira na Catedral em dia de dérbi, sem dúvida. Começa logo pelo aparato policial. Parece que em vez de estarmos a caminho de um espectáculo de futebol vamos entrar num qualquer campo de batalha.
A coluna de adeptos que vem desde o Campo Grande até à Luz mais parece uma manada de animais perigosos enjaulada. Rebentam petardos por todo o lado. Portões que habitualmente estão abertos ficam fechados, para garantir que ninguém se cruza com a jaula. Centenas de adeptos ficam ali, pregados aos portões fechados, vendo o inimigo do lado de dentro.
Não é bonito. É mesmo muito feio!
Minutos - ou horas - depois, lá dentro é outra coisa. A águia Vitória voa, e os lagartos vaiam. Os 65 mil benfiquistas não perdoam. Isso não se faz ao nosso símbolo vivo!
A bola começa a rolar, depois de uma pequena espera para que dissipasse o fumo que chegara do topo sul. E os jogadores do Sporting desataram a correr para cima dos adversários, pelo campo todo. Parecia que nem queriam deixar respirar os do Benfica. Que, por não conseguirem respirar, ou por estranha surpresa, desataram a fazer asneira.
José Mourinho tinha escalado aquele que é, agora, o 11 habitual. Os mesmos, e tudo na mesma. Quatro defesas, cinco no meio campo e Pavlidis lá à frente. Mas os cinco do meio campo nem conseguiam ver-se livres do bafo dos adversários, nem conseguiam acertar dois passes seguidos.
Não se pense que os do Sporting entraram a exercer uma pressão asfixiante, a obrigar os do Benfica a errar. A obrigar ao chamado erro forçado. Não. Não foi nada disso, e foi por não ser nada disso que as bancadas se enervaram, enervando ainda mais os já enervados jogadores.
Os jogadores do Sporting corriam a todas as bolas, mas era só isso. O golo, logo aos 12 minutos, é a melhor prova disso. Numa saída de bola apenas estúpida, sem nenhuma pressão por aí além que não a de acorrer a todas as bolas, Trubin, António Silva e Enzo Barrenechea trataram de oferecer o golo ao Pedro Gonçalves.
Na fotografia ficou o trinco argentino, mas António Silva já tremia como varas verdes e foi Trubin quem começou e acabou. Começou com o passe para o central, e acabou sem que tivesse feito tudo para evitar o golo.
E assim se passou mais de metade da primeira parte. Os jogadores do Sporting ganhavam a grande maiorias das bolas divididas, chegavam sempre primeiro ... e corriam que nem desalmados. Até que, aos 27 minutos, na primeira vez que o Benfica acertou mais de dois passes seguidos, construiu o primeiro lance de futebol com princípio, meio e fim que o jogo até então teve, e no primeiro remate, o Benfica marcou e chegou ao empate.
A bola chegou ao Richard Rios, no meio, deu-a para a entrada de Dedic, na direita, que centrou forte para o segundo poste, onde Sudakov entrou a marcar.
A partir daí o jogo mudou. Passou a ser outro. O golo não fez apenas crescer o Benfica, reconciliou as as bancadas com os jogadores e acordou a Luz, mesmo sem inferno. De tal forma que, ao intervalo, o resultado poderia até já ser outro.
A supremacia do Benfica acentuou-se na segunda parte. De uma forma tão evidente que ficou a ideia que, depois de ter tido medo de perder, o Benfica teve medo de ganhar.
Rui Borges tentou segurar o jogo e o empate, entrando bem cedo no jogo das substituições. Tentou, não conseguiu já dar a volta ao jogo, mas segurou o empate que, mostrou-o em toda a segunda parte, era já o objectivo. Mourinho tentou, mas já tarde. Mais tarde ainda porque o Prestiani foi expulso - pelo VAR, quando o Benfica carregava e impediu Catamo de sair para um contra-ataque perigoso - cinco minutos depois de ter entrado, obrigando o Benfica a disputar os 7 minutos da compensação com menos um jogador.
Nunca se saberá como seriam aqueles 7 minutos finais, sem a expulsão, e com as alterações que Mourinho promoveu. Tal como nunca se saberá como seria se tivesse mexido mais cedo na equipa. E em especial se tivesse em tempo oportuno arriscado nas substituições de Enzo e Barreiros, sempre em rendimento comprometedor.
Só se sabe que ficou mais difícil a vida neste campeonato. Que Hjulmand é inimpuntável. E que o Maxi Araujo é mesmo "ranhoso".
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