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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

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Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Rússia 2018#16 Os melhores

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Os melhores da FIFA:

Melhor guarda-redes: Courtois

Melhor jogador: Modric

Melhor jóvem: Mbappé

Melhor marcador: Kane (6 golos)

 

O meu onze - uma equipa sem Ronaldo, sem Messi, sem Neymar, sem Lewandowsky...

Estranho!

 

 Courtois

      

         Trippier

 

     Varane

        Godin

 

                        L.Hernandez

  

 

 

   
  

      Witsel        

  

        

          Mbappé

  De Bruyne 

    Hazard

  

 

 Modric

  
      
 

           

Lukaku              

 

Rússia 2018#15 - A França, mas...

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A França é campeã mundial de futebol, vinte anos depois. Os franceses vieram à Rússia para ganhar e... ganharam!

O jogo da final de Moscovo confirmou isso mesmo, o pragmatismo do futebol da selecção francesa, cheia de grandes jogadores, dos melhores para cada posição, simplesmente programados para ganhar. Foi isso que mais se notou nesta final, num jogo disputado entre uma equipa preparada para jogar futebol, do bom, e outra para ganhar. Entre o futebol cínico e o futebol sexy,

Ganhou o futebol cínico. Ganha muitas vezes, ganha mais vezes ainda quando é servido por grandes jogadores. Pelos melhores!

 Ao intervalo a França ganhava por 2-1. Com um remate à baliza. Um único, e mesmo esse num pontapé de penalti. E com 31% de posse de bola. Na segunda parte não melhorou a posse de bola, mas rematou um pouco mais: fez quatro remates. Que lhe renderam mais dois golos.

Poderia dizer-se que foi esta a história do jogo, uma história de eficácia. E que, dito isto, fica a estória contada. Fica tudo dito sobre o jogo. Mas não, há mais qualquer coisa a dizer.

A Croácia surgia mais desgastada que a França. Porque se desgasta mais - o seu futebol de construção é mais desgastante - e porque, obrigada a jogar o prolongamento de 30 minutos em todos os jogos a eliminar, jogou mais 90 minutos, mais um jogo completo. E porque teve menos um dia de descanso. Mas isso não se notou, e os jogadores croatas depressa tomaram conta do jogo, com o seu futebol envolvente, de circulação pelos flancos e de cruzamentos a pedir conclusão na zona de golo.

Não lhe valeu de muito. Na primeira invasão francesa aos terrenos defensivos da Croácia, Griezmann fez uma das suas fitas e sacou um falta já próximo da área adversária, sobre a esquerda. Encarregou-se ele próprio da cobrança, e Mandzukic voltou a marcar. Só que desta vez na própria baliza, no décimo segundo auto-golo deste mundial - recordista na especialidade - mas o primeiro numa final do campeonato do mundo.

Sem rematar à baliza, pouco depois de esgotado o primeiro quarto de hora, a França já ganhava. E sabe-se no que isso costuma dar...

Mas não deu. A Croácia, qual formiguinha, não se deixou impressionar e voltou ao trabalhinho, como se nada se tivesse passado. Estava bem habituada a isso - em todos os jogos tinha começado a perder, e no entanto estava ali, na final a discutir o título mundial. Continuou a dominar o jogo, a jogar melhor, a mandar no ritmo e a ter a bola só para si. E apenas 10 minutos depois repunha o empate, num excelente golo de Perisic. A bola veio de um canto, é certo, mas não é justo dizer que foi mais um golo de bola parada...

Só que, mais 10 minutos, e um penalti do VAR voltaria a colocar a França na frente do marcador. Penalti de Perisic, na sequência de um canto, mas tão falso como o livre do primeiro golo. O VAR... tem destas coisas.

E lá voltou de novo a Croácia ao trabalhinho... Até ao intervalo, a deixar  incólume um resultado cheio de mentiras...

No início da segunda parte LLoris negou o golo do empate, e percebeu-se a importância do momento. Até porque a equipa francesa subia as linhas e o desgaste croata começava a vir ao de cima. Até chegarem aqueles cinco minutos fatais, depois de fechado o primeiro quarto de hora. Primeiro foi Pogba, aos 60 minutos, num contra ataque que acabaria no aproveitamento de um ressalto, em que Modric acabou ainda por perder a noção do espaço e da bola, a desferir um golpe decisivo no melhor futebol desta final. E aí acabou a resistência da Croácia, já sem capacidade física e mental para voltar mais uma vez ao trabalhinho.

Cinco minutos depois Mbappé, já em compelto aproveitamento das circunstâncias, desferia o golpe de misericórdia numa Croácia finalmente derrotada. O caricato golo de Mandzukic, 4 minutos depois (três golos em 14 minutos numa final de um mundial, é obra!) teve apenas o condão de pôr algum gelo na arrogância francesa.

A França sempre foi uma das favoritas, e não surpreende que tenha sido campeã. Mas, com os jogadores que tem, francamente... Tem que jogar muito mais.

 

 

 

Rússia 2018#14 - Bélgica: um monumento ao contra-ataque!

 

Confirmando o seu estatuto de grande equipa, de uma das melhores selecções do mundo na actualidade, a Bélgica concluiu a sua participação no mundial da Rússia no terceiro lugar, com a medalha de bronze, depois de vencer a Inglaterra, outras das melhores selecções da actualidade. E com grande futuro, a próxima década será certamente de grandes feitos para a selecção inglesa!

Foi mais um bom jogo. Passada que foi a primeira fase, feita a primeira selecção natural, o campeonato do mundo foi outro. Não é novidade nenhuma, é (quase) sempre assim, e faz por isso alguma impressão que a FIFA esteja a anunciar a possibilidade de alargar a 48 selecções o próximo mundial, no Qatar e no inverno. Foi outro porque ficaram as melhores equipas e os melhores jogadores, mas também porque ficaram os melhores árbitros: acabaram-se as macacadas do VAR, não mais se deu por ele, mesmo que lá tenha continuado. E acabaram-se e os penaltis!

Mesmo que na primeira parte tenha havido alguns períodos de menor interesse, mesmo que o golo da Bélgica tenha surgido logo no início, o jogo nunca desceu do nível de qualidade exigido a estas equipas. E na segunda parte foi quase sempre espectacular, com a Inglaterra à procura do golo do empate, e com a Bélgica a dar um recital de futebol de contra-ataque.

Esta selecção belga é um monumento ao contra-ataque. Não só porque o usa como mais ninguém mas, acima de tudo, porque lhe introduz uma espectacularidade nunca vista. Há muito que há muito futebol a viver do contra-ataque, há muito que muitas equipas fazem do contra-ataque plano de jogo. Mas nunca nenhuma o elevou ao nível que Witsel, De Bruyne, Hazard e Lukaku fizeram. Os melhores jogadores fazem sempre tudo melhor que os outros, e estes são mesmo do melhor que anda por aí...

E foi - tinha de ser - em mais uma fantástica jogada de contra-ataque que, quando a Inglaterra estava por cima na procura do empate, Hazard fez o segundo golo da Bélgica, a cerca de 10 minutos do fim. Acabando com o jogo e garantindo, pela melhor selecção de sempre, a melhor classificação de sempre da Bélgica.

Lição de vida*

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Apesar das longas horas que as televisões dedicaram ao assunto, das muitas explicações de quase sempre os mesmos, que sabem de tudo, de tudo, e que sobre tudo têm sempre alguma coisa a acrescentar que nunca acrescenta nada, sabemos muito pouco do que se terá passado naquela gruta tailandesa donde acabaram de sair, se não sãos, pelo menos salvos, 18 dias depois, aquelas 12 crianças e o jovem adulto – bem adulto, certamente - que os ensinava a jogar à bola.

Saber-se-á mais, aos poucos. E dentro de pouco tempo, Hollywood acabará por nos contar tudo. E mais alguma coisa… Como é inevitável.

Sabe-se que muito pouca gente acreditou no sucesso da operação. Que, mesmo assim, foram envolvidos infindáveis recursos e largos milhares de pessoas, de todo o mundo. E que nem Elon Musk quis ficar de fora, queremos crer que sem outros objectivos que não fossem ajudar. Por pura vontade de ajudar, acreditemos...

Que morreu um mergulhador tailandês, logo no início das operações de salvamento. E que 100 outras pessoas envolvidas na gigantesca intervenção na gruta correram sério risco de vida, já no fim de tudo, depois de concluído o resgate. Ao que se diz por avaria das bombas de água.

O que não se sabe é como foi possível manter 12 rapazes, ainda crianças, calmos durante todo aquele tempo. Como foi possível evitar-lhes o caos emocional e mantê-los num quadro da mais férrea disciplina de sobrevivência durante as quase duas semanas em que permaneceram incontactáveis, sabendo que ninguém sabia, e que provavelmente nunca viria a saber, nada deles. Num espaço reduzido, nas profundidades do subsolo, sem qualquer tipo de comunicação com o exterior, sem luz de qualquer espécie, sem alimentos, sem água potável… Ou como foi possível, depois de se saberem finalmente encontrados, gerir a ansiedade da espera, da incerteza, dos limites de cada um…

Poderá até acontecer que algumas das respostas estejam numa cultura que desconhecemos, provavelmente bem distante da que é a nossa. Mas, para mim, não tenho dúvidas: aquele jovem de 25 anos que os ensinava a jogar à bola soube ensinar-lhes muito mais coisas. Coisas que farão destes 18 dias toda uma vida inteira de sabedoria! 

 

A minha crónica de hoje na Cister FM

Rússia 2018#13 - A Croácia, pois claro!

 

É a Croácia quem vai discutir com a França o título mundial de futebol. E com toda a justiça, mesmo que lá chegue quase em modo "Portugal Europeu de França", ao fim de três prolongamentos consecutivos.

Foi assim, mas ainda nos penaltis, que afastou a Dinamarca, nos oitavos de final, e a Rússia, nos quartos. Foi assim, mas com vitória no prolongamento, que hoje garantiu pela primeira vez presença na final da maior competição de futebol, afastando a surpreendente jovem selecção inglesa. Foi assim, mas também com muito futebol.

A Croácia é uma das quatro melhores selecções (com o Brasil, a Bélgica e a França, todas diferentes mas todas iguais no mais alto patamar deste mundial) da competição, com um futebol atractivo, feito de ataque, sempre virado para a frente. Também ela a viver de uma grande geração de jogadores em plena maturidade...

À excepção da primeira parte, onde a Inglaterra esteve quase sempre por cima do jogo, a Croácia foi sempre melhor em todos os capítulos do jogo, sob a batuta do extraordinário Modric. Um jogador fabuloso, que encontra na selecção croata o espaço de luz para o brilho que o Real Madrid lhe esconde.

A selecção inglesa ultrapassou todas as expectativas, e deixou bem claro que, com a margem de crescimento que a sua juventude lhe garante, será no Qatar um fortíssimo candidato. Se aquilo vier a conseguir ser uma competição de futebol...

Rússia 2018#12 - o grande futebol

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No dia em que Cristiano Ronaldo foi confirmado na Juventus, e em que o mundo pôde assistir ao assalto final à gruta de Tam Luang, e ao resgate dos últimos jovens tailandeses, ficou conhecido o primeiro finalista deste campeonato do mundo, a primeira das duas selecções que no próximo domingo disputarão a grande final, que terá eventualmente como espectadores especiais justamente estes jovens que nas últimas semanas  emocionaram o mundo.

Depois de um grande jogo de futebol é a França que segue para a final de Moscovo, mercê de um golo do central Umtiti, em mais um golo de bola de parada, num pontapé de canto ainda na fase inicial da segunda parte. A Bélgica não chegou ao céu, foi empurrada para o purgatório, a que chamam jogo de consolação, mesmo que o consolo seja pouco. Ou nenhum...

Este seria sempre o jogo da final antecipada, este seria sempre o confronto entre as duas melhores equipas da competição. Seria assim, se lá estivesse o Brasil. Como foi assim com a Bélgica, uma grande equipa de futebol que explodiu finalmente. Depois de tantos anos de promessas, cumpriu. Cumpriu tudo o que vinha prometendo nos últimos três ou quatro anos, quando esta fantástica geração de jogadores atingiu a maturidade plena.

Passou a França, o único dos grandes favoritos que nunca falhou. Confirmou que é uma grande equipa, cheia de jogadores de altíssimo nível. A maioria deles ainda jóvens - apresentou a mais baixa média de idades num mundial - mas todos eles jagadores feitos, e já em plena maturidade, o que faz desta selecção francesa um caso sério do futebol mundial. 

Deve provavelmente grande parte do seu sucesso a esta maturidade. Já evidenciara, antes deste jogo, clara vantagem sobre a Bélgica na forma como geria os jogos, com muito mais tranquilidade, doseando bem a carga emocional, sabendo arrefecer o jogo. Por isso se desgastou sempre menos, física e mentalmente.

Hoje isso foi mais uma vez decisivo. A Bélgica foi muito superior na primeira parte, tal como acontecera no jogo com o Brasil. Mas, também como nesse jogo, não aguentou o mesmo ritmo na segunda parte. A diferença foi que desta vez não conseguiu capitalizar a sua superioridade técnica e táctica (o seleccionador, o espanhol Roberto Martinez, um verdadeiro estratega, consegue sempre surpreender tacticamente o adversário) da primeira parte, acabando por não tirar qualquer rendimento do seu melhor período. Após o intervalo, que Deschamps aproveitou bem, a França entrou melhor. E com o golo, logo ao fim dos primeiros 5 minutos, o jogo mudou por completo. E veio ao de cima toda a sua maturidade, que lhe permitiu gerir o jogo como mais gosta e melhor sabe.

Pode não ganhar a final do próximo domingo, mas que é bem provável que a França conquiste na Rússia, na sua terceira final, o seu segundo título mundial, lá isso é. 

E quando faltam três jogos para que o pano caia, já se pode dizer que, ao contrário do que a determinado momento se chegou a recear, o grande futebol passou pela Rússia. Chegou atrasado, mas a tempo de nos mostrar como eram descabidas, num mundial discutido por equipas europeias, as ditas ambições do campeão europeu.

 

 

Agora as coisas são mais assim...

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Que o leite materno e a amamentação é o melhor para a criança, para o seu desenvolvimento físico e emocional, em particular no domínio imunitário e no afectivo, não é novidade para ninguém. Novidade é que a Assembleia Mundial da Saúde, o órgão de decisão da Organização Mundial de Saúde (OMS), não tenha conseguido aprovar uma resolução a confirmar isso mesmo. A sustentar aquilo que a ciência provou e que já toda a gente sabe!

É verdade. O mercado dos substitutos do leite materno vale qualquer coisa como 70 mil milhões de dólares, e os Estados Unidos não permitiram que tal coisa pudesse ser aprovada. Interromperam a votação e passaram a ameaçar, e a obrigar a mudar de posição, tantos países quanto os necessários para impedir a aprovação da resolução. E até a própria OMS, o que também já não é novidade...

As coisas nunca foram muito diferentes disto. Sempre foram mais ou menos assim. Só que agora, com Trump, são mais assim! 

 

 

 

Guterres é também isto...

 

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Com o mundo de olhos postos naquela gruta da Tailândia à espera de mais um desfecho feliz em mais uma fantástica história de sobrevivência humana, na Turquia, o todo poderoso Erdogan avança pela sua lista de purgas com vista à destruição de todo e qualquer foco de oposição e de desobstruição do mínimo sinal de resitência ao seu projecto de poder pessoal e totalitário.

Aproveitando o estado de emergência que ainda vigora antes da (re)tomada de posse, e aproveitando o domingo, Erdogan fez publicar no "diário da república" lá do sítio a lista de 18500 funcionários públicos despedidos por razões de segurança nacional, elevando para 110 mil o númeos de funcionários do Estado expurgados nos últimos dois anos. 

Desta nova lista publicada ontem às 5 da manhã não consta, no entanto, o nome de Aydin Sefa Akay, o juiz do Tribunal Penal Internacional, sedeado em Haia, que António Guterres não reconduziu. Renovou por mais dois anos todos os mandatos de todos os juízes do Tribunal Penal Internacional, à excepção do deste turco por quem Erdogan não nutre especial simpatia.

Quando não dá para inscrever na lista a publicar no "diário da república", Erdogan sabe como fazer. E Guterres é também isto... Lamentavelmente, como sabemos... 

 

 

Rússia 2018#11 - o mundial europeu

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E ao primeiro dia de quarto de final só resta Europa. Os mundiais sempre estiveram fortemente sujeitos à lei da continentalidade mas, de forma tão flagrante, nunca. Seis em seis. As seis selecções que ainda estão em prova são europeias. As semi-finalistas serão europeias, e o campeão do mundo é europeu!

Primeiro foi o Uruguai, às mãos da França, como se esperava. Talvez não se esperasse era que o jogo fosse tão marcado de circunstâncias. Circunstâncias do jogo, também muitas vezes chamadas de sorte e azar.

E o Uruguai, tantas vezes, como no jogo do nosso descontentamento, com a sorte do jogo, desta vez viu-a do outro lado. Desde logo com a ausência de Cavani, que simplesmente aviara a selecção portuguesa. Depois, a França marcou na primeira oportunidade que teve, como também tinha acontecido ao Uruguai, no sábado passado, mas como não lhe aconteceu desta vez. E nunca mais teve como agarrar o lado confortável do jogo. E por fim os guarda-redes... Enquanto Lloris defendeu tudo o que lhe apareceu pela frente, negou mesmo o empate logo a seguir ao golo francês com aquela que terá sido a melhor defesa do mundial, Muslera, pelo contrário, fez o segundo golo, numa casa inimaginável e acabou com o jogo.

A França é melhor, muito melhor e mesmo, agora, a melhor equipa em prova. Mas teve a sorte do jogo.

Depois... Foi o escândalo, mais um neste campeonato do mundo, com a Bélgica a mandar o Brasil para casa, no melhor jogo de futebol que a Rússia teve para nos oferecer. Note-se que os melhores nacos de futebol que nos foram servidos tiveram por protagonistas estas duas equipas. 

Na primeira parte foi a Bélgica a dar espectáculo. Na segunda foi o Brasil. E no fim foram, mais uma vez, os guarda-redes a fazer a diferença. Não que o Alison tenha tido alguma responsabilidade nos golos sofridos, mas sofreu os que teve para sofrer. Ao contrário do Courtois, que apenas sofreu um dos quatro ou cinco que teve para sofrer.

E pronto, lá se foram as minhas previsões. Eu bem dizia que estava a pôr o carro à frente dos bois. Como todos os brasileiros, afinal... Numa coisa não me enganei - aquela meia final é mesmo a final antecipada. Só que em vez de ser com o Brasil é com a Bélgica. 

Porque, sem dúvida nenhuma, França e Bélgica são agora as duas selecções mais fortes que lá estão. A França é globalmente melhor, e está física e mentalmentem mais fresca. Mas isso pode nem querer dizer muita coisa. Outra coisa é o mundial ter virado europeu. E diz-se por aí que a França tem umas contas a ajustar com o europeu...

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