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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

A campanha não pode ir à praia!

Por Eduardo Louro

 

Cavaco empurra as eleições o máximo possível para a frente. Dá até ideia que gostaria mesmo era de as ir empurrando para as calendas... Por causa das férias, se fossem em Setembro a campanha eleitoral iria cair nas férias...

Não se importa nada que a campanha eleitoral se arraste por 7 ou 8 meses. Que paire sobre tudo, e tudo condicione. Que ande por todo o lado... Só não pode ir à praia.

E isso do orçamento não tem importância nenhuma ... Só importa às vezes, quando dá jeito. Ou quando lhe serve para sacudir a água do capote!

Mãe

Por Eduardo Louro

 

Não ligo nenhuma aos dias disto e daquilo, que todos os dias se repetem. Não há dia que não seja dia de qualquer coisa, porque as mentes dedicadas ao marketing não param. E este é um templo cheio de vendilhões... Mas o dia da mãe é outra coisa. É outro dia, mesmo que já lhe tenham dado a dimensão comercial de todos os outros.

Desde sempre me lembro dele. Era a 8 de Dezembro, fosse essa data em que dia fosse. Mudaram-no para um domingo, para o primeiro de Maio. Para o primeiro domingo de Maio, que até pode ser o próprio 1º de Maio. Também dia do trabalhador, como o outro também era o dia de Nossa Senhora da Conceição... O tal em que o anjo veio explicar a Maria o que Maria teve certamente dificuldade em explicar a José...

Mas disso não digo mais nada, porque é dia da mãe e a minha nunca gostava que eu dissesse coisas dessas. Digo apenas que mãe não é toda aquela que pariu um filho. Mãe é quem o ama incondicionalmente, como só as mães sabem. E para isso às vezes nem é preciso pari-lo!

A todas, um beijinho do tamanho do seu colo, sem fim e único. O beijinho que eu tanto queria dar à minha...

À campeão

Por Eduardo Louro

Gil Vicente vs Benfica

 

Com cinco golos de Capela, o Benfica arrumou com o primeiro dos quatro últimos jogos que o separavam do título... Não, temos pena sr (F)LOPetegui... Não foi assim, eu é que ainda estava com o balanço da sua miserável conversa da treta. Não foi assim porque esse tal Capela passou o tempo todo, por tudo e por nada - a maior parte das vezes por nada -, a assinalar faltas aos jogadores do Benfica, e não lhe sobrou tempo para mais nada.

Não foi com golos do Capela, mas foi com golos do Maxi. O primeiro aos quinze minutos - onde o finalmente reaparecido Sulejmani foi pouco menos que brilhante - e logo roubado ao Jonas, que alcançaria o Jackson na lista dos melhores marcadores. Mas não faz mal, Maxi. Só faz bem, porque os golos só fazem bem, mesmo o primeiro, que já fez tão mal. E o Jonas não é o Cristiano Ronaldo...

Até porque não foi preciso esperar muito mais de cinco minutos para chegar a sua vez. E que golo. Um golo à Jonas, já se pode dizer assim. Simplesmente fantástico, de primeira, como tinha de ser. Com a bola a ir direitinha ao sítio onde a coruja dorme. O golo do jogo, porque foi um grande golo, daqueles com marca... Porque deixou finalmente o Jonas no topo da tabela dos marcadores...Mas acima de tudo porque foi o segundo, que acabava com aquela mala pata do primeiro golo marcado cedo, que tão maus resultados tinha já dado. 

Mas nem assim, nem com o segundo golo os rapazes do Gil Vicente quebraram. Tinham as pilhas bem carregadas, percebia-se. Pena que as gastassem mais a fazer teatro que a jogar à bola. Compreende-se a ideia: os jogadores da casa terão tido ordem para acrescentar um espectáculo de teatro ao do futebol, como forma de justificarem o absurdo preço dos bilhetes. O dobro dos preços praticados na recepçâo ao Sporting e ao Porto, com o mais barato em 30 euros. Por isso os estádio não esgotou, por isso algumas clareiras... Porque nem todos os benfiquistas estão dispostos a pagar tanta distinção!

No reinício, logo no primeiro minuto da segunda parte, o capitão Luisão resolveu tudo com o terceiro, e pôs um pedregulho em cima do resultado, como diria aquele comentador que a gente conhece. 

O Gil Vicente desapareceu do jogo, entregou-se exclusivamente ao teatro e dexou espaços por onde o Benfica passou a entrar para fazer o que queria. Pintou a manta. Fez mais dois golos e só não fez muitos mais porque a bola passou a não entrar. E porque o Gaitan, depois de tanta pancada que levou, tinha sido obrigado a abandonar o jogo ainda na primeira parte. Ah... com aquele espaço todo, se lá estivesse lá o génio do argentino...

Tem sido sempre assim. Quando foi preciso aparecer o Benfica afirmativo, sem deixar dúvidas a ninguém, ele apareceu. Assim mesmo, á campeão. O resto é conversa da treta, como diria o Jorge Jesus...

 

Mais um caso de dupla personagem

Por Eduardo Louro

 

 

A greve dos pilotos da TAP lá vai fazendo o seu percurso, os seus estragos - mesmo que pouco passe de um flop - e a sua história, cheia de estórias. Uma delas foi-nos contada pela RTP, e passa-se à volta de uma dupla personagem: o piloto Lino da Silva, que é o consultor financeiro do Sindicato Paulo Rodrigues, a lembrar outras estórias, também de viagens e aviões, em que o árbitro Carlos Calheiros encarnava o passageiro José Amorim.  

Lino da Silva é um piloto de longo curso que os colegas respeitam.  Paulo Rodrigues é o Lino da Silva que deixa de ser piloto para passar a ser economista e consultor de quem os pilotos desconfiam, e a quem o sindicato paga os serviços a 280 euros por hora. Valor que a direcção do sindicato acha normal, e que só na preparação desta greve já rendeu a um e custou à outra 170 mil euros.  

Paulo Rodrigues não é sindicalizado, mas os pilotos sentem-no dono do sindicato. A direcção garante que não, que ele só faz as contas que lhe manda fazer. Mas acha justo o preço de 280 euros por hora para simplesmente lhe fazeram as contas que lhe entende mandar fazer.

Diz ainda a direcção que a contratação dos serviços do consultor/piloto constava do programa eleitoral da candidatura.  Acha que isso lhe legitima a decisão, sem perceber que mais aprofunda ainda a suspeita.

Às vezes, e quase sem darmos por isso, lá vão aparecendo umas pontas das cordas do enforcamento colectivo a que este país foi condenado

Não pode continuar a valer tudo!

Por Eduardo Louro

 

 

Não há volta a dar-lhe: o Porto não conhece outros métodos. Não consegue aceitar que as coisas se decidam dentro de campo, e não abdica dos velhos métodos.

Que depois dos jogos inventem favorecimentos, critiquem, pressionem ainda vá que não vá. Que antes dos jogos, antes que haja o que quer que seja para comentar, criticar ou inventar, façam o que o Sr Lopetegui anda a fazer é intolerável. O que esse senhor está a fazer com o nome do árbitro João Capela é inqualificável. Não deixa de ser um mau caracter que não sabe perder, mas é claro que está apenas uma vez mais a emprestar a voz. Só alguém sem a mínima dignidade pessoal se presta desta forma à miserável condição de voz do dono.

 Ninguém conseguirá perceber que o intolerável comportamento do treinador do Porto passe impune.

Se esta não é a República das bananas que Lopetegui quer fazer crer que é, se a Liga e a Federação têm alguma coisa a ver com a administração do futebol; ou se Fernando Gomes e Luís Duque não existem apenas para servir outros interesses que não os do futebol português, Lopetegui tem que ser clara e severamente punido.

Não vale tudo. Não pode continuar a valer tudo!

Como Luís Filipe Vieira não pode continuar em silêncio. Nenhum benfiquista lhe perdoará que perante isto continue calado… E entregue ao abraço do urso!

 

Também acredito na desconvocação da greve...

Por Eduardo Louro

 

Mais do que Pires de Lima sempre acreditou, eu acredito que a greve dos pilotos da TAP seja ainda desconvocada. Eles só não queriam por nada perder a surpresa que o Pingo Doce sempre reserva para este dia... Agora que já perceberam que desta vez Soares dos Santos se fica pela compra do Oceanário, vão voltar ao trabalho. Vão ver que sim...

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