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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Contas feitas

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Jogaram-se os últimos jogos do campeonato, e fizeram-se as últimas contas, soberanas como sempre, que ditaram as últimas decisões. Com as contas do título arrumadas há uma semana, bem como as da primeira despromoção, e as do último apurado para a Liga Europa, fechadas no sábado, já só restava saber quem acompanharia o Nacional, da Madeira, na viagem para a segunda Liga.

As contas faziam-se entre o Moreirense e o Tondela. Ambos fizeram pela vida, ganhando os seus jogos, e claramente. O Tondela ao Braga, e o Moreirense ao Porto. Por isso acabou por cair o Arouca (quem diria, Lito Vidigal?), que perdeu no Estoril.

Mas é a vitória do Moreirense que tem História. Marcou o primeiro golo ainda bem cedo, à pasagem do minuto 16. Vinte minutos antes da passagem de um drone, com o número 36 do minuto 36 quando, das bancadas, já com as gargantas bem aquecidas com aquela coisa que gostam de chamar a certas mães, se ouvia um cântico qualquer com um desejo qualquer. "Quem me dera"...Subitamente interrompido pelo segundo golo do Moreirense. 

Isso mesmo. Um golo calou, o que, pelos vistos, ninguém se preocupa em calar. Como se percebeu na Sport TV... 

Mas o resultado não ficou por aqui. O Benfica tinha empatado a dois golos, na festa, no Porto. À entrada para a última jornada, Benfica e Porto tinham exactamente o mesmo número de golos marcados e sofridos. Estavam empatados nas contas do melhor ataque, com 70 golos marcados, e da melhor defesa, com 16 golos sofridos. Quer dizer, o resultado perfeito era mesmo 3-1. 

O Moreirense não se limitou a ganhar para assegurar a permanência. O Moreirense, de Petit, calou um cântico vergonhoso que mais ninguém cala. E só parou no resultado perfeito. Sim, porque o que é perfeito, é, no fim, quando se fazem as contas, o campeão ficar com o melhor ataque e com a melhor defesa

 

 

Festa, saber e raça

 

Boavista fala em uso desadequado de bilhetes destinados aos seus adeptos

 

 O Benfica levou a festa do tetra ao Porto, que também a merece. O pretexto foi a disputa do último jogo do campeonato, com o Boavista.

Que seria sempre um jogo de festa, mas também um jogo cheio de pontos de interesse. Desde logo porque Rui Vitória, e muito bem, porque é assim que se gerem recursos humanos, e é assim que se constrói a coesão da equipa, quis que todos os jogadores do plantel se sentissem campeões. Mais do que fazê-los campeões, Rui Vitória quis que se sentissem campeões. 

Por isso apresentou um onze que não repetia nenhum dos titulares dos últimos jogos, promovendo logo de início a estreia de três dos quatro jogadores que ainda não tinham participado no campeonato - os júniores Kalaica e Pedro Pereira, central e lateral direito, e Hermes. Paulo Lopes ficava no banco, para entrar com a mística debaixo do braço, lá mais para a frente, quando fosse necessário. Claro que a qualidade de jogo da equipa teria de se ressentir. As rotinas não estavam lá, e a equipa não podia apresentar o entrosamento que normalmente exibe. Mesmo assim, na segunda parte já nem se deu muito por isso e, com a troca de Hermes por Rafa, logo ao intervalo, a qualidade de jogo subiu e a superioridade do Benfica passou a ser notória. E evidente.

O próprio desenrolar do jogo viria a acrescentar novos pontos de interesse. Vários. A começar pelo golo do Boavista, logo no final do primeiro quarto de hora, na primeira oportunidade de golo do jogo. Como nunca, ao logo de todo o campeonato, o Benfica tinha virado um resultado, nunca ganhara qualquer jogo em que tivesse sofrido o primeiro golo, ficava lançada a expectativa de, no último jogo, quebrar esse enguiço. Depois, num campeonato de evidente superioridade competitiva, o Benfica não conseguira ganhar a nenhum dos adversários que tinham empatado na Luz. E o Boavista era um desses três adversários (os outros tinham sido o Setúbal e o Porto), naquele escandaloso empate a três.  

Por aí, ficamos conversados. Esses são dois enguiços que ficam a marcar este campeonato do tetra.

Havia mais dois pontos de interesse, também paralelos, como aqueles dois. O jogo teria de dizer alguma coisa sobre André Horta e Zivkovic, desaparecidos na bancada parte final da época. E o jogo foi claro, a esse respeito. Tão claro que começou por explicar que não são assim tão paralelos, quando se viu André Horta pegar logo no jogo. Tão claro que ficou claro que, mesmo sendo o melhor há, mais para a frente, Rafa. E, mais para trás, Pizzi. Por muito que gostemos - e gostamos - daquele que é um de nós lá dentro... 

Também foi claro na resposta que nos deu sobre Zivkovic: a jogar assim, está explicado. O que o jogo não pôde explicar é do domínio metafísico, é a questão do ovo e da galinha, uma velha inquietação da humanidade. Zivkovic passou a ir para a bancada porque está assim? Ou está assim porque passou a ir para a bancada?

Mas este jogo do Bessa que fechou o campeonato não se limitou a responder as estes pontos de interesse. Mostrou muito mais, e teve muitos outros pontos de interesse. Mostrou um Boavista interessante e a jogar bem à bola, coisa que nem faz parte dos hábitos da casa. Com jogadores interessantes, um deles muito interessante mesmo. Não é da casa, mas está lá, e deu cabo da cabeça à inovada defesa do Benfica. Que o digam Eliseu e Lizandro. Hoje pintou a manta, mas já na Luz o Iuri Medeiros tinha feito das suas. E já no ano passado, no Moreirense.  

E mostrou a raça do campeão. O Boavista, que marcara na primeira oportunidade que criara, voltaria a marcar na segunda, aos 7 minutos da segunda parte, precisamente quando o Benfica tinha tomado conta do jogo. Quando já só se defendia como podia. 

Mesmo sentindo o golo, e percebeu-se como os jogadores o sentiram, o Benfica reagiu. Chegaria ao golo vinte minutos depois, já com Jimenez em campo, no lugar de Fillpe Augusto, numa jogada típica do Rafa, que levou a bola até a entregar a Mitroglou para, já dentro da área, rematar cruzado para a baliza. Logo a seguir, a terceira substituição, para ganhar o jogo: entrou Paulo Lopes, para o lugar do Júlio César, que sofrera dois golos, sem ter feito uma únca defesa.

Levou a mística lá para dentro, para que, à beirinha do minuto 90, um miúdo que já não engana ninguém, o novo Lindelof que se chama Kalaica, ainda júnior, na estreia, fazer o empate. E a festa. Grande. E merecida. No fim, do fim do campeonato deste incrível tetra!

 

Excessos*

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Ainda estamos todos ressacados dos excessos dos últimos dias. Aquilo é que foi, não faltou nada. Foi até deitar fora. Foi o Papa, foi o Benfica, foi o Salvador … Foi a economia a crescer para além do imaginável … Foi os juros negativos, mais negativos que nunca, como se fossemos a Alemanha…

Uma bebedeira, é o que é. “Tá” tudo bêbado! Até Marcelo – olha quem? - já veio pedir juizinho. Por acaso não reparei se a língua se lhe enrolava, mas que é mesmo conversa de bêbados, lá isso é!

Andávamos nós nesta vida boémia quando o Correio da Manhã se lembrou de avisar que os excessos são perigosos, e às vezes correm mal. Para ilustrar a coisa, nada melhor que um ambiente de queima das fitas. Melhor ainda, um autocarro especialmente fretado para – já se vê – combater excessos.  De álcool, mas apenas ao volante.

Fê-lo à “Correio da Manhã”. Porque não sabe fazer de outra maneira. E porque lhe continuam a permitir que o faça dessa maneira. A divulgação de um vídeo de uma alegada violação de uma rapariga num autocarro da cidade do Porto, durante a Queima das Fitas, não é jornalismo. É falsa informação, é a receita manhosa para maximizar audiências que choca, frontal e violentamente, com a ética e a deontologia do jornalismo. É nojento. É repugnante.

Há jornais assim em todo o mundo. É verdade que sim, com mais ou menos exageros. Não há é gente que estivesse tão encantada, tão lá em cima, como nós estávamos…

Até parece um murro no estômago. Para quem ainda o tenha, evidentemente!

 

* Da minha crónica de hoje na Cister FM

 

Falta aqui alguém...

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Com o país em euforia desmedida, numa excitação sem fim, a ganhar tudo o que há para ganhar, a crescer como já ninguém se lembrava e, imagine-e, até com gente a pagar para nos emprestar dinheiro, sente-se a falta de Passos Coelho. 

Não é que, em bom rigor, alguém sinta a falta dele. Mas sempre gostaríamos de saber se continua mal disposto, com ar de poucos amigos, zangado com tudo e com todos... Mas ninguém o vê. Deve estar bem certamente. De férias, quem sabe?.

Notícia

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Dado que, do rival Trump, a única notícia que agora se aguarda é a do impeachement, Bruno de Carvalho volta hoje ao topo da notícia. Anunciou no facebook - e isso, como se sabe, é notícia -  que vai abandonar ... o facebook. Não que se tenha transferido para o tweeter de Trump - nem isso nunca poderia ser, o Bruno não é gajo que se satisfaça com 150 caracteres - mas porque, concluiu, aquela é uma casa mal frequentada. Insuportável para uma pessoa de bem, como ele!

E agora? Onde é que a criatura vai poder despejar, todos os dias, os disparates que produz como mais ninguém (o Trump continua no tweeter)?

Não sei. Mas desconfio que alguma coisa vai entupir...

 

 

Deprimentes. Até a matar o diabo...

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À medida que são anuncados novos e mais resultados positivos da  economia portuguesa, aumenta a depressão da nossa direita radical, com reacções cada vez mais deprimentes.

Primeiro, o diabo estava em todo o lado. Depois passaria a estar no défice, essa coisa sagrada em nome da qual tudo teria de ser sacrificado. Não estava no défice, ou, se lá esteve, foi tão rapidamente escorraçado que nem se deu por ele. Tinha-se passado para o crescimento, só podia.... Tem que estar no crescimento, daí não dá para escapar!

Afinal, também não. Também não está aí. Se calhar não há mesmo diabo...

Ah... esperem aí. Não há diabo mas ainda há por onde pegar nisto: o crescimento não vale. Existe, está aí à vista, mas é a derrota da política da geringonça, não tem nada a ver com o modelo económico que nos venderam. O modelo apostava no consumo interno, e este crescimento vem das exportações. Exactamente! As exportações que ganhariam competitividade com a redução dos custos do trabalho, a tal reforma estrutural que Passos lamentou não ter concluído. 

Mesmo assim, lembra Maria Luís, mesmo sem ter concluído essa patriótica tarefa, e nuclear reforma, de deixar os custos do trabalho em Portugal ao nível dos do Vietnam, os resultados estão à vista. Este crescimento é nosso, sem a nossa missão visionária, a economia portuguesa continuaria a passo de caracol. 

Deprimentes. Até a matar o diabo...

No meio disto tudo apanho com o Salvador Sobral, num daqueles seus apartes, em pleno corredor do triunfo, no "off" a que agora perdeu direito, a dar-lhe com esta: "... ganhamos o europeu, ganhamos a eurovisão, temos um governo de jeito..." Pois é!

Coisas extraordinárias

                                                     Capa do Jornal NegóciosCapa do Jornal Negócios

 

Se não se visse, não se acreditava...

Na manchete da sua última edição, à esquerda - edição de fim de semana, para que não restem dúvidas - o Jornal de Negócios diz-nos que a economia da geringonça já deu o que tinha a dar. "Não dá mais"!

Na seguinte, na edição de hoje, no mesmo Jornal de Negócios, no mesmo espaço de manchete, diz-nos que a "Economia acelera para máximo de sete anos".

O que um fim de semana faz!

Todos sabemos que este foi o fim de semana de 13 de Maio. Como foi extraordinário e provavelmente irrepetível. Mas ninguém imaginaria que tivesse virado do avesso as perspectivas da economia portuguesa. Mas é para isso que temos jornais como o Jornal de Negócios: é para nos mostrar com tanta clareza aquilo que nem nos passa pela imaginação.

E se agora vos disser que a manchete de hoje não tem nada a ver com o fim de semana? Que tem apenas e só a ver com o que o INE vai hoje anunciar, que o crescimento económico do primeiro trimestre é o maior dos últimos sete anos? 

Desconfio que me dirão que é ainda mais extraordinário que o extraordinário fim de semana que acabamos de viver...

TETRA. Fez-se História!

"Façam História" - pedia-se na extraordinária coreografia nas bancadas, cheias como nunca, com todos os seus 65 mil lugares ocupados. pela primeira vez.

Benfica vs Vitoria de Guimaraes

 

"Façam História" - pedia-se na extraordinária coreografia nas bancadas, cheias como nunca, com todos os seus 65 mil lugares ocupados. Pela primeira vez.

E fez-se História, a 13 de Maio, na Catedral da Luz... pouco depois de o Papa Francisco ter abandonado solo português. Com o 36, o TETRA! E fez-se festa. Faz-se a festa. E vai continuar a fazer-se festa, pela noite fora, no Marquês. E durante toda a semana, pelo país fora.

Mas primeiro foi preciso jogar. Com o Vitória Sport Club, uma das melhores equipas do campeonato, no seu melhor momento da época. A quarta. A segunda mesmo, no campeonato dos jogos fora, só atrás do Benfica. E ganhar, mas ganhar com tudo: com golos, cinco que bem poderiam ter sido o dobro; e com a melhor exibição da época.

Guardado estava o bocado... E o Benfica tinha mesmo guardado o melhor bocado da época para este momento único da conquista do TETRA. Para que na memória de todos se não apaguem as imagens do futebol brilhante que selam esta conquista histórica. Se alguém viu melhor futebol esta época em Portugal, que se levante e fale. Se não, que se cale para sempre... No que respeita à justiça deste título, evidentemente!

Quando não podia falhar, o Benfica não falhou. Mas fez mais e melhor: foi categórico e brilhante. Absolutamente brilhante!

A primeira parte foi um autêntico hino ao futebol. Aos 11 minutos; à segunda oportunidade, o primeiro golo. De Cervi, numa recarga a uma excelente defesa, do também excelente Douglas, ao remate de Jonas, que culminara mais uma grande jogada de futebol. Cinco minutos depois, numa sensacional assistência de Ederson (a jogada faz parte do cardápio de soluções do Benfica, mas "estava escrito" que hoje é que era o dia de resultar), Jimenez fez o segundo. 20 minutos mais tarde, depois de Jonas, por duas vezes ter permitido que o guarda-redes adversário lhe roubasse o golo, Pizzi, na mesma posição e numa jogada fotocopiada das outras duas, mostrou como se fazia. E foi o terceiro. E logo a seguir Jonas redimiu-se dos golos falhados e marcou, de forma portentosa, num chapéu fantástico, o quarto. Sempre com os jogadores do Vitória perdidos, sem saberem onde se haviam de encontrar no meio daquele turbilhão de futebol em que se viram metidos.

Na segunda parte o jogo não foi muito diferente, pesem as alterações que o treinador Pedro Martins promoveu na equipa. Não havia muito a fazer. Pouco mais que proteger-se como pudesse do temporal de futebol que assolou hoje a Luz. 

Só deu mais um golo, é certo. De Jonas, de novo, e agora de penalti. Mas isso foi apenas porque o acaso, o poste, o guarda-redes e os defesas do Vitória não permitiram que as sucessivas oportunidades de golo fossem bem-sucedidas.

E agora vamos para o Marquês, que se faz tarde.

Que coisa!*

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Bem sei que o Papa Francisco está a chegar, que os pastorinhos estão a passar a santinhos, e que o dia é de fé e comoção. Bem sei que nunca é bonito falar de merda, e que é bem possível que hoje seja o pior dia para falar disso.

Mas a actualidade é o que é – podia dizer de maneira diferente, mas tento ser comedido – e também não podemos todos estar a falar do Papa, dos pastorinhos, ou da aparição, que afinal, 100 anos depois, já não precisa de ser aparição e se aguenta com o estatuto de visão. 

E a actualidade que não passa por Fátima, passa por Caracas, onde a revolta merda – perdão: medra - a olhos vistos.

A Guarda Nacional venezuelana não se tem poupado a esforços para garantir a tranquilidade de Maduro, para que o homem possa dançar e beber uns copos sem ser incomodado. Carrega com tudo, ferindo e matando sem dó nem piedade, numa luta sempre desigual, com tanques, metralhadoras, jactos de água e bastões de um lado, e apenas pedras do outro.

Os manifestantes, maioritariamente jovens, como é normal, e fartos de levar porrada, acharam que tinham que queimar etapas, e saltar rapidamente da idade da pedra - literalmente - para a actualidade.

Encheram frascos de merda, chamaram-lhe "poopootov", e desataram a mandá-los para cima dos polícias. O sucesso foi ainda maior que o do Salvador Sobral na Eurovisão.

Mas durou pouco. Rapidamente o regime de Maduro acusou os manifestantes de batota. Essa é uma arma proibida!

O "poopootov", sentenciou a Inspetora Geral dos Tribunais da Venezuela, é uma arma biológica. E o uso de armas bioquímicas é um crime severamente punido!

Que merda!

 

PS: a imagem não deixa dúvidas sobre a sofisticação da arma, nem sobre a exigência dos procedimentos de artilharia.

* Da minha crónica de hoje na Cister FM

Assim é que é!

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O governo apresentou o projecto para duas novas estações no Metro de Lisboa: Estrela e Santos. Foi acusado de eleitoralismo, de estar a favorecer a campanha de Fernando Medina.

Assunção Cristas, uma mãos largas, não faz a coisa por menos de vinte novas estações. E chama-lhe "rasgo e ambição"... 

Grande Assunção. Assim é que é!

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