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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Notícias e linguagens

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Hoje é um dia cheio de notícias, das grandes e pesadas...

Em França, Macron finalmente falou. E, sem dizer, disse que estava encurralado, sem rumo e sem saber o que fazer. Como tinha que fazer alguma coisa, aumentou o salário mínimo nacional em 100 euros, deixando-o agora nos 1598 euros. Quase o triplo - 2,7 vezes, para ser rigoroso - do de Portugal, o que dá uma boa ideia donde estamos nestas coisas dos salários. Mas nem por isso que a anunciada revolução dos coletes amarelos à portuguesa, prevista já para o próximo dia 21, tem pernas para andar. E ainda bem...

Em Inglaterra, Theresa May, sabendo que o Parlamento não teria contemplações, adiou a votação do acordo do Brexit que negociara com a União Europeia, e saiu a correr Europa fora, que nem uma barata tonta, à procura não se sabe bem de quê. Ainda se fosse de asilo político...

E, por cá, transitou finalmente em julgado a condenação de Armando Vara, um dos mais loquazes espécimes da fauna política portuguesa. Depois de esgotar todos os recursos ao longo de mais de quatro anos, vai hoje entrar na prisão de Évora para cumprir a pena de cinco anos de prisão.

No entanto, nenhuma destas notícias me tocou tanto como a do pagamento ao FMI. A notícia do pagamento dos últimos 4,7 mil milhões de euros do empréstimo concedido pelo FMI no chamado resgate da troika, foi a que mais me chocou. Bem, não terá sido exactamente a notícia. Aqui a forma ultrapassa vertiginosamente a substância...

Pagar ao FMI nem sequer deveria ser notícia. É simplesmente uma medida normal de gestão corrente, que qualquer pessoa ou empresa toma, e que o Estado não pode deixar de tomar. Quando as circunstâncias - conjunturais, estruturais, internas ou externas, whatever - permitem negociar condições mais favoráveis, é da mais elementar exigência que se usem. O que o Estado fez, como não poderia deixar de fazer, e como deveria ter feito há mais tempo e com maior intensidade, foi financiar-se a taxas de juro mais baixas para pagar financiamentos com juros bem mais caros.

Não é, portanto, a notícia que nem notícia deveria ser que choca. O que choca é o ministro das finanças a anunciá-la. Porque, se nem deveria ser notícia, muito menos deveria ser anunciada com pompa e circunstância pelo  ministro das finanças?

Sim. Também. Mas acima de tudo porque Mário Centeno é o rosto que se vislumbra por trás deste pico de contestação social por que passa o país, e é a cara das cativações no esgotamento dos serviços públicos. E porque, a falar, não pode limitar-se a referir friamente que esta antecipação representa uma poupança de 100 milhões de euros. Bastar-lhe-ia adiantar um destino para essa poupança para tudo mudar de figura... "Poupamos 100 milhões de euros em juros que reforçarão directamente o orçamento da saúde" - por exemplo, faria toda a diferença.

Mas, se esta é uma linguagem difícil para o ministro das finanças, passa a absolutamente inacessível ao chefe do eurogrupo! 

 

 

Hoje é dia de festa...

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Faz hoje 20 anos que José Saramago recebeu, em Estocolmo, o prémio Nobel. O segundo a distinguir um português, e o primeiro a premiar a literatura portuguesa...

Mas hoje assinala-se outro aniversário importante. Faz hoje 70 anos a já velhinha Declaração Universal de Direitos Humanos. Em 10 de Dezembro de 1948 a Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou a Declaração Universal de Direitos Humanos, um marco civilizacional único na História do desenvolvimento humano.

É hoje ainda letra morta em muitas partes do mundo, e objecto de traição noutras. Queremos todos crer que seja cada vez menos assim. Há ainda muito caminho a percorrer, mas ninguém tem dúvidas que é por aí. Que o caminho é esse, iniciado há 70 anos, e onde, também Portugal, demorou quase 30 anos a chegar.

 

 

 

Crime de Xistra: matou o melhor golo do campeonato!

 

Tarefa complicada para o Benfica, esta noite em Setúbal. O Porto, somando a enésima vitória consecutiva, inVARiavelmente com ajudas das forças de desbloqueio, já tinha ganho e fixado a diferença em 7 pontos. Tal como o Braga que, com a estrelinha que lhe faltara no Dragão, acabara de sair de Tondela já com 4 pontos de avanço. Neste cenário, e com este Vitória cheio de moral na sequência dos bons resultados que atravessa, e cheio de força e querer, como sempre acontece nas equipas de Lito Vidigal (que hoje esteve no Bonfim, mas não viu o jogo, viu outro completamente diferente) as dificuldades só podiam ser muitas.

O inicio do jogo confirmou isso de imediato. A equipa de Vidigal entrou pronta a bater em tudo o que mexesse e vestisse de vermelho. Quando assim é, e o árbitro é Carlos Xistra ... 

Na primeira vez que foi possível jogar futebol o Benfica marcou. Por Jonas, Who else?

Ia o ponteiro já perto dos 20 minutos. Até ao intervalo não foram possíveis muitas mais jogadas de futebol. Antes, o guarda-redes do Vitória - já é outro, não é aquele do golo do Porto - defendeu com a mão fora da área. Não deu em nada, porque o Benfica continua a não saber o que fazer das bolas paradas que, de resto, são já mais perigosas para a equipa que para o adversário, como se viu naquele contra-ataque do Vitória que só foi anulado já dentro da área, por ... Jonas e Zivkovic. Refiro esse lance do guarda-redes do Vitória simplesmente porque, não tendo dado em nada, deu para Carlos Xistra mostrar o primeiro amarelo (e único da primeira parte) a um jogador de Setúbal. Pelo arraial de pancadaria que distribuiram, nem um!

Mesmo assim o Benfica poderia ter chegado ao intervalo com o jogo fechado, em termos de resultado. Zivkovic, com um grande remate ao poste, e Rafa, desperdiçaram ocasiões suficientes para isso.

No regresso para a segunda parte Lito Vidigal reforçou a brigada de choque com um velho conhecido - Rúben Micael. A coisa prometia... Com Carlos Xistra a passar todos os limites, e a cair no domínio do verdadeiramente escandaloso.

A propósito, e já que o Sérgio Conceição ontem voltou a falar do jogo do Bessa, e se lembrou de o comparar com o que o Benfica lá disputara, é agora oportuno lembrar o que foi o jogo do Porto em Setúbal. Lembro-me que o Vitória jogou à bola - e bem melhor que o Porto - e não deu "porrada". Deu foi o golo que decidiu o jogo, num frango indesculpável do seu guarda-redes... Do outro.

Mas a segunda parte não foi só faltas e agressões dos jogadores de Vidigal e provocações de Carlos Xistra. Foi ainda mais uma série de oportunidades de golo desperdiçadas, no que Rafa foi rei. E foi o golo do campeonato, que Xistra decidiu matar, assinalando fora de jogo a Zivkovic no seu próprio meio campo!

Um crime de lesa futebol, apagar deste campeonato um chapéu do meio-campo. Um golo simplesmente irrepetível!

Fecho com uma referência a Rui Vitória. Não tem culpa nenhuma dos golos falhados, nem no que adversários e árbitro tornaram o jogo. Mas o estado emocional dos jogadores continua frágil e é confrangedora a falta de soluções nas bolas paradas. 

Valha-lhe o fato novo. Aquele fatinho cinzento, com aquela gravata de malha às listas grenat, já enjoava...

 

 

Ilusões de óptica*

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Nos últimos anos temos conquistado uma série de novos direitos. Ou novas regras e novas roupagens em velhos direitos. Novos direitos, ou simplesmente novas formulações de velhos direitos, - a diferença não tem qualquer relevância para o caso – a verdade é que têm sido implementadas novidades no nosso quotidiano que nos deixam uma sensação de protecção. De, enquanto cidadãos e consumidores, enquanto elo mais fraco das diversas cadeias que integramos na nossa pacata vida comum do dia-a-dia, nos sentirmos mais protegidos no confronto sempre desigual com as grandes organizações com que temos todos os dias de lidar.

Aqui há uns anos a legislação obrigou os bancos, e de um modo geral as empresas do negócio financeiro, a especificarem tudo nos contratos – taxa de juro, despesas, valor total do desembolso… Tudinho, supostamente para que o cidadão/consumidor tomasse consciência de tudo o que iria pagar.

Toda a gente sabe que nada disso altera nada nessa relação desigual entre quem tem o dinheiro para satisfazer o consumo e o consumidor sem dinheiro que não resiste ao ímpeto de consumir. Mesmo assim, logo bancos e sociedades financeiras lhe deram a forma de letra miudinha, daquelas que ninguém lê, que já conhecíamos das seguradoras, porventura os mais antigos malfeitores. Engraçada foi a maneira encontrada para a comunicação oral, na publicidade na rádio e na televisão, onde a letra miudinha foi convertida na leitura dessa parte do conteúdo a uma velocidade estonteante, que torna completamente imperceptível o que está a ser lido.

Engraçada também é a legitimação da coisa manhosa: o tempo em publicidade é demasiado caro para ser gasto com mensagens laterais, e ainda apor cima obrigatórias.

Também já percebemos como funciona a legislação sobre a protecção de dados, em vigor desde Junho passado. Melhor, como não funciona. Porque, lá está outra vez, a desigualdade em confronto.

Nos contratos escritos, lá regressa a velha fórmula das letras pequeninas em páginas e páginas que ninguém consegue ler. Mas com que tem de se concordar. Nas plataformas, ou nas diferentes apps que agora há para tudo e para nada, é a mesma coisa. Mas pior - enquanto não concordar não sai do mesmo sítio. A cada click na internet temos invariavelmente que autorizar tudo o que nos põem à frente, e ceder em toda a nossa privacidade a troco de coisa nenhuma … É simples: ou desistimos do que procuramos, ou fintamos as barreiras todas que nos põem à frente para lá chegar. Não há terceira via, ler aquilo tudo para decidirmos se aceitamos ou não, nunca é alternativa. Simplesmente ninguém tem tempo para isso e, se tiver, quando acabar já nem se lembra exactamente do que estava à procura.

Pois é. Alegremente convencidos que estamos cada vez mais protegidos, estamos afinal cada vez mais entregues à bicharada!

 

* Da minha crónica de hoje na Cister FM

Notícias do parlamento

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Sabemos que são 230 os deputados na Assembleia da República. E sabemos que nada sabemos da maioria deles. Não sabemos o que lá estão a fazer, nem para que servem. 

Acabamos de ter notícias, o que revela que esses deputados se preocupam com as nossas preocupações. A notícia é a confirmação que servem para assinar as presenças dos que lá não estão.

Não é uma grande notícia, mas é o que se pode arranjar!

 

Macron e os "gilets jaunes"

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Os movimentos populares de protesto, caracterizadamente inorgânicos, estão a espalhar-se por todo mundo, em resultado da progressiva falência dos mecanismos políticos de representação e da crescente influência das redes sociais no papel da comunicação.

A França tem, no entanto, bastante tradição em movimentos sociais inorgânicos. Do nada, surgem frequentemente grandes fenómenos de contestação, movimentos de massas espontâneos à margem de mecanismos de organização, que acabam normalmente em grandes expressões de violência.

Os chamados "gilets jaunes" que, ao que parece, acabam de obter ganhos de causa perante Macron, não são por isso grande novidade. Mas não deixa de ser surpreendente que um movimento desta natureza e dimensão tenha surgido tão cedo no mandato de Macron, cuja eleição não é, ela própria, alheia ao último suspiro dos mais convencionais mecanismos de representação da sociedade e da democracia francesas.

Recorde-se que Macron foi eleito há apenas ano e meio, depois de um terramoto político que reduziu a pó os partidos políticos convencionais, e de poder. Que veio de fora do sistema, e que é, também ele, uma emanação do esgotamento dos velhos instrumentos de representação, que entregou o eleitorado a Marine Le Pen. Que, em última instância, acabou em factor crítico de sucesso da sua eleição.

O que me parece que isto quer dizer é que desengane-se quem achar que o sistema é reconvertível através de uma nova geração de políticos mais ou menos assépticos, pragmáticos e ideologicamente virgens. 

Negócios da China

 

Depois de, nos tempos da troika e de Passos Coelho, ter entrado com tudo na economia portuguesa, a China,  com visita oficial do presidente Xi Jinping que hoje se inicia, arranca para o aprofundamento da sua relação de domínio sobre este jardim à beira mar plantado.

Portugal é, a seguir à Finlândia, o país europeu onde a China mais investiu, na circunstância um eufemismo de comprou. No entanto, tendo comprado mais na Finlândia, é em Portugal que o Estado Chinês maior domínio exerce sobre a economia, ao nível do que faz na Grécia e na Hungria, onde nem comprou tanto.

Em Portugal o Estado Chinês tem já na mão sectores fundamentais da economia, dominando na produção e distribuição de electricidade, na banca, nos seguros e até na saúde.  Isto é, a China, que não é nem nunca foi um aliado estratégico mas, antes, a grande potência global  das próximas décadas, detém já uma grande fatia da soberania nacional. 

Com a visita de hoje fala-se, mesmo que baixinho, da velha Rota da Sede. Ou das rotas, da terrestre e da marítima. Ou da ligação de ambas. Ou seja, fala-se de Sines. E da sua ligação ferroviária à Europa. Não temos mais nada que interesse para lhe vender, mas o Sr Xi Jinping também não vai mal servido com portos e transportes ferroviários... Mais um negócio da China à vista!

 

Viagem pelo fim-de-semana

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Não foi um fim-de-semana sem História, este que acabamos de largar. Mesmo que o calendário lhe tenha roubado um dia com muita História, ao encavalitar o 1º de Dezembro no sábado...

Em Buenos Aires, sem condições de segurança para organizar um jogo de futebol, teve condições para reunir o G20. Onde Trump não pôde dar muita confiança a Putin, que acabou por ter que se entreter com o jovem Mohammed bin Salman, mas pôde fazer um intervalo no braço de ferro com Xi Jinping, já a caminho deste nosso cantinho, onde coisa que não tem é problemas de comércio. Cá já manda ele...

Para que Putin não ficasse chateado, Trump não se podia esticar com o chinês. E aproveitou a morte de George H W Bush para dar a conversa por acabada. Não dá para continuar, tenho que ir tratar do funeral ...

Também Macron teve que se despachar porque Paris já estava a arder. Nada escapou aos protestos dos gilets jaunes, infiltrados de activistas do terror e do vandalismo... Nem mesmo o sagrado Arco do Triunfo, lá no alto dos Campos Elísios.

Em Bruxelas marchou-se pelo clima, como que a fazer a ponte de Buenos Aires para Katowice, onde o palco já está montado para a 24.ª Conferência da Partes (COP24), da Convenção-Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, às voltas com as metas para a limitação do aumento da temperatura.

Por cá? Bom, por cá foi fim-de-semana gordo para os supermercados. E para o Estado... 

Viragem

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A extraordinária paixão que o futebol desperta resulta de muita coisa que está mais que explicada. Mas resulta acima de tudo da sua extraordinária capacidade de surpreender. "O que hoje é verdade, amanhã é mentira", como Pimenta Machado eternizou há muitos anos, tornando o cromo que foi, quase num filósofo.

Depois de uma viragem de 360 graus a meio da semana, a Luz esperava hoje pelos efeitos da chicotada psicológica.  Os cinquenta mil que nunca desistem começaram por ver as anunciadas palmas de Rui Vitória para a entrada dos jogadores em campo, representasse isso a viragem que representasse. 

Duvidava-se que representasse alguma coisa, até porque o jogo cedo começou a mostrar que o futebol apresentado representava, também ele, uma viragem de 360 graus relativamente aos jogos anteriores. Estava no mesmo sítio, o mesmo futebolzinho previsível, para o lado e para trás. Notava-se no entanto uma pequena diferença na entrega dos jogadores. A forma como discutiam cada bola, já era outra. Condição necessária, mas não suficiente para melhorar a fraca qualidade de jogo, que se mantinha. 

Percebia-se que os jogadores (já) queriam, mas não podiam. Faltava-lhes confiança para fazer melhor, e velocidade para surpreender o adversário. Os minutos passavam e os jogadores do Feirense mantinham-se confortáveis a dar conta do recado. Do Benfica, nem remates quanto mais oportunidades de golo... Nada, de nada. 

No estádio, mudo e calado - as claques, melhor, os grupos organizados de adeptos, fizeram greve durante os primeiros 30 minutos - já só se esperava que, como nos últimos jogos, o Feirense chegasse ao golo na primeira vez que atingisse a baliza de Vlachodimos. Até porque Tiago Silva, o 10 do Feirense e o melhor em campo nesse período, tinha tempo espaço para mostrar a sua qualidade. Que, sendo muita, nos parecia ainda maior!

A saída para o intervalo deixava a Luz longe das boas sensações.

Só que, sem que nada o fizesse esperar, o Benfica regressou ao campo com uma viragem - agora sim - de 180 graus no seu futebol. E, como que por magia, vimos de volta o melhor futebol que por cá se vê. Com tudo o que tem de ter: futebol corrido, de toque, desmarcação e recepção, velocidade, variação de lances, pressão sobre o adversário e sobre a bola.

Um autêntico vendaval de futebol. O golo surgiu de imediato, como nunca deixa de acontecer quando assim se joga. Apenas 4 minutos depois do apito para o reinício e quando, 7 minutos depois, surgiu o segundo (que um defesa do Feirense roubou ao Jonas), já o Benfica tinha criado mais três ou quatro claríssimas oportunidades de golo.

A avalanche de bom futebol não abrandava, e as oportunidades sucediam-se em perdidas para todos os gostos. Ora em falhanços clamorosos, ora em puro azar, ora ainda em simples acidentes de jogo, como no golo anulado a Jonas, num fora de jogo indiscutível à luz da letra da lei, mas inaceitável à luz da própria jogada.

Esta segunda parte de luxo não rendeu mais que quatro golos, como na Madeira, com o Nacional. Justificou pelo menos o dobro mas, acima de tudo, justificou os aplausos com que a Luz se despediu dos jogadores. 

Não sei onde cairam as palmas de Rui Vitória à entrada. Mas estas, do Estádio inteiro à saída, não podem ter caído em saco roto. Estas imagens da Luz em festa, esta comunhão imensa, como a chama, entre adeptos e equipa, terão de ficar como a imagem da reviravolta.

Quando tudo ficara como dantes, agora, nada pode ficar como dantes!

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