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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Na melhor relva cai o melhor o futebol

Missão cumprida. Benfica goleia Famalicão e acaba o ano na liderança da I Liga  

Foto da Lusa

O jogo de hoje, na Luz, com o Famalicão - terceiro classificado - começou com a entrega dos prémios aos melhores jogadores da Liga de Outubro e Novembro: o melhor defesa, Rúben Dias; o melhor médio, Pizzi; e o melhor avançado, Vinícius. Os árbitros andam doidos, é colinho de mais!

Ah...não são os árbitros que fazem estas escolhas. São os treinadores da Liga...

Pois é. Que chatice!

Entregues os prémios aos melhores, a bola começou a rolar. E começou um grande jogo de futebol, entre duas equipas que sabem jogar à bola e interessadas em demonstrá-lo. Logo que o árbitro apitou para o início da partida o Famalicão não esteve com meias medidas e partiu para a área benfiquista.

Estava dado o mote. Depois começou o festival do Benfica, mesmo numa primeira parte bem dividida, e com algum equilíbrio durante algum tempo. Tempo que ia passando sem que o marcador se mexesse. Dizem as teorias do futebol que, quando assim acontece, a equipa favorita enerva-se, o adversário cresce em motivação e crença, e o jogo complica-se.

Pois, isso é a teoria. Na prática nunca se passou nada disso. Este jogo não era para essas teorias. Quando se joga bem as coisas fucionam de outra maneira, e apenas se espera que o golo chegue. Há-de chegar, se não foi agora, será a seguir.

E chegou, pelo pé direito de Vinícius, embrulhado numa grande jogada de futebol, ao minuto 39. O 1-0 ao intervalo era curto para o que se passara no novo e impecável relvado da Luz, responsável - na opinião incontestável de Bruno Lage - pelo regresso do (seu) futebol do (seu) Benfica. Mas nunca "um resultado perigoso".

Até porque a segunda parte abriu como a primeira. Só que, como desta vez a saída de bola naturalmente se inverteu, coube ao Benfica partir de imediato para a baliza do Famalicão. E ao segundo minuto, o segundo golo saía fulminante do pé esquerdo de Pizzi.

A qualidade do jogo mantinha-se alta, e ia ainda refinando-se cada vez mais. Dava gosto ver. O Famalicão, mesmo com mais dificuldades, continuava ligado ao jogo e apenas interessado em jogar. Não dava abébias, como vimos dar noutro jogo, não perdia bolas à saída da sua área, mas disputava o jogo e apenas o jogo. Um jogo com 14 faltas, sete para cada lado. Como se vê nos grandes campeonatos, e raramente se vê por cá.

Depois veio o terceiro, o bis de Pizzi, numa enorme execução, pouco depois da hora de jogo. Faltava ainda meia hora, e esperava-se nova goleada.

As oportunidades de golo sucediam-se, e o nível individual das exibições dos jogadores do Benfica atingia padrões de requinte. Todos, mas claro, com Pizzi superlativo.

Acabou por dar apenas para mais um golo, o primeiro do suplente Caio, já ao minuto 89. O suficiente para dar uma moldura ao resultado condizente com a excelência da exibição, em mais uma noite de festa na Luz.

 

Paradoxos*

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Laurent Simons é um menino-prodígio, filho de pai belga e mãe holandesa, que entrou na escola primária aos quatro e, cinco anos depois, estava na faculdade. Com apenas nove anos estava a estudar engenharia electrónica na Universidade de Tecnologia de Eindhoven.

O pai da criança fez questão que o filho concluísse a licenciatura ainda neste mês de Dezembro, para que se formasse aos nove anos de idade, já que o seu décimo aniversário ocorrerá no próximo dia 26.

O que não significaria apenas que, aos nove anos, o Laurent concluiria em dez meses um curso de três anos. Implicaria toda uma bateria de exames que simplesmente não seria possível realizar a tempo, e foi esse o óbice apresentado pela Universidade. O problema não era a criança fazer os exames, era o tempo para os fazer, pelo que propôs um calendário se estenderia pelo primeiro semestre de 2020.

O pai não gostou, não aceitou o programa e resolveu suspender os estudos do filho.

Não sei o que mais choca nesta história. Mas sei que não lhe faltam motivos de choque.

Choca a obsessão do pai por um desempenho do filho, eventualmente recordista. Os prodígios escasseiam, mas pais a hiperbolizar as capacidades dos filhos, não. São a banalidade dos nossos dias sempre, evidentemente, à espera de eles próprios lucrarem muito com isso

Choca que crianças sobredotadas não possam ser crianças. E choca ainda mais que, não podendo ser crianças, não possam elas próprias dispor para si mesmas das suas superiores capacidades. Choca uma ideia larvar de escravatura, que torna estas crianças em escravas dos seus superpoderes.

Na verdade, em nenhuma parte desta história entra a vontade da criança.  Não entra porque não conta para nada E não é possível que uma criança de 9 anos não tenha vontade…

* A minha crónica de hoje na Cister FM

Get brexit done

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Boris Johnson ganhou as eleições no Reino Unido, numa vitória esmagadora, com maioria absoluta. Tudo normal, e nada que  estivesse por completo fora das previsões.

O que já não parece tão normal é o que se vai ouvindo por aí a respeito do senhor. Que o homem é brilhante e que não tem nada a ver com Trumps e Bolsonaros. De comum só tem a mentira. Mente, mas não é ignorante e é mesmo uma mente brilhante. E é muito culto.

Apenas mente, mente compulsivamente. Ser mentiroso já não é nada de criticável num político, nem mesmo no chefe do governo da mais antiga democracia do planeta.

Ao que chegamos...

"Big Four"

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Concluída a chamada fase de grupos da Champions League, pela primeira vez, apenas estão apurados para a fase a eliminar, que se inicia com os oitavos de final da competição, clubes das cinco principais ligas europeias.

Acontece pela primeira vez aquilo que se sabia que acabaria por acabar assim. Inglaterra e Espanha, sede das duas mais importantes competições nacionais, fizeram o pleno, com o apuramento dos quatro clubes participantes. Alemanha e Itália, as restantes ligas que têm garantida a participação de quatro equipas na prova rainha do futebol de clubes, perderam apenas uma e seguem com três cada.   

As quatro grandes ligas, com direito a quatro participações na competição, garantem 14 das dezasseis vagas da próxima fase da competição. As duas restantes são ocupadas por duas equipas da liga francesa, a quinta do ranking da UEFA.

Do sexto lugar desse ranking, que voltará a ser ocupado por Portugal - tudo o indica que a ultrapassagem à Rússia feita esta época é já irreversível - o melhor que dá para esperar é mesmo a Liga Europa. Tudo indica, e há muito, que a tendência é para este fosso se aprofundar. E os oitavos de final da Champions dos próximos anos só não serão exclusivamente disputados entre as equipas dos big four enquanto subsistir o fenómeno financeiro do Paris Saint Germain.

Insólitos

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Esta obra de arte - sim, uma banana madura colada à parede com fita adesiva - exposta na Art Basel, uma feira de arte contemporânea que se realiza anualmente em Miami, tinha sido vendida por 120 mil dólares. 

Como se a criação artística do italiano Maurizio Cattelan não fosse ela própria um monumento ao insólito, um tipo passou pelo local e, perante dezenas de câmaras, levantou a fita, retirou a banana, desceu-lhe a casca e, perante estupefacção mundial, devolveu-a à sua condição natural.

Dizem que se chama David Datuna, um artista performativo nova-iorquino, nascido na Geórgia, e é agora o herói da banana!

 

 

Como tudo poderia ter sido diferente...

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O Benfica saiu da Champions de cabeça erguida, ao contrário do que em certa altura chegou a parecer. Fez um grande jogo na despedida, com uma bela exibição coroada com uma vitória expressiva sobre o Zenit, que saiu da Luz sem nada, quando entrara com a possibilidade de sair com tudo. Ou até com alguma coisa, com a única coisa a que o Benfica podia aspirar.

 Os primeiros momentos do jogo pareciam querer mostrar um Benfica com o tal bloqueio mental da Champions. Foi no entanto coisa passageira, aos poucos a equipa foi-se libertando desse espartilho mental e começou a soltar o seu futebol, claramente de volta, depois de tanto tempo desaparecido. 

Na primeira parte, sem criar grandes situações de golo, é certo, o Benfica esteve sempre por cima do jogo, mesmo que por duas ou três vezes a equipa do Zenit tenha conseguido ameaçar a baliza de Odysseas, que nunca teve grande trabalho. Fez apenas uma defesa, e logo das grandes, mas já a segunda parte ia alta, e o resultado em 2-0.

Na segunda parte tudo foi ainda melhor, e o Benfica voltou aos  momentos de grande brilhantismo. Logo ao segundo minuto chegou ao golo, por Cervi, com assistência do suspeito do costume, numa brilhante jogada de futebol que partiu por completo uma defesa que até aí parecia intransponível. 

A equipa continuou com o seu futebol corrido, variado e alegre não permitindo aos jogadores da equipa russa muito mais que fazer faltas, e acumular amarelos. Quinze minutos depois do primeiro golo, e de mais três claras oportunidades de golo, o Benfica chegou ao segundo. De penalti (corte da bola com a mão, a evitar a finalização de Chiquinho), com o suspeito do costume a marcar. E com expulsão, por segundo amarelo, do defesa brasileiro do Zenit.

Com 2-0, com mais um jogador em campo, e com cerca de meia hora para jogar, o Benfica tinha tudo para consolidar uma exibição notável e reduzir a equipa russa à banalidade. E foi o que fez!

O resultado atingiria a marca final de 3-0 num auto-golo (a retribuição do que, lá, tinha feito Rúben Dias) que escreveu direito. É que surgiu do canto que resultou de um golo cantado de Vinícius, que ainda está por saber como lhe tiraram aquela bola de dentro da baliza.

Entretanto em Lyon, onde se faziam as outras contas do grupo, a equipa francesa, a perder com o Leipzig desde muito cedo, estivera fora das competições europeias durante muito tempo. O mesmo tempo em que, mesmo a perder, o Zenit estivera apurado para os oitavos da Champions. Como o empate o Lyon acabou nos oitavos da prova rainha, atirando com os russos para fora da Europa, mesmo que tivesse sido o Benfica a fazê-lo.

É certo que fica um certo amargo na doce vitória de hoje, que garantiu a passagem para a Liga Europa. Como poderia ter sido diferente esta participação na Champions... 

O preço da escapadela está pela hora da morte...

 

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A uma semana da apresentação do Orçamento na Assembleia da República fazem-se contas. Não as do Orçamento, que essas aparentemente estarão feitas, mas as que lhe garantam a imprescindível aprovação.

Deitada fora a geringonça, António Costa tem que se voltar para as pequenas franjas do Parlamento à procura dos oito votos que lhe faltam. Tudo indica que terá lançado um olhar de flirt para o PAN (4 deputados) e para o Livre (se a Joacine estiver pelos ajustes...) que terá sido correspondido, pelo que lhe ficariam a faltar três. 

Continuando a olhar à volta os olhos caíram nos deputados do PSD Madeira, ali bem à vista e, por ordem do chefe (apetecia dizer do chulo, mas fica chefe), em modo casa de alterne. Das finas. Ali não há flirts, nem cumplicidade no olhar. Apenas negócio, puro e duro: casa, carro e cartão de crédito de plafond ilimitado. Nada de mais!

Toda a gente sabe que as aventuras não ficam baratas... Nem uma simples escapadela!

 

 

Dia internacional contra a corrupção

Capa Jornal de Notícias

Assinala-se hoje o dia internacional contra a corrupção, instituído pela ONU em 2003, para sensibilizar a opinião pública para uma chaga que custa 5% do PIB mundial.

Acabar com a corrupção representaria acabar com os grandes problemas que o mundo tem por resolver. Mas sabe-se que nem uma coisa nem a outra acaba.

Em Portugal, a data é assinalada com o anúncio que os principais intérpretes da Justiças estão a participar na definição de uma estratégia nacional de combate à corrupção. Dessa estratégia ficaram hoje conhecidas algumas medidas: facilitar a denúncia premiada e alargar os prazos para o efeito, permitir a negociação de sentenças em fase de julgamento, isto é, introduzir a possibilidade de existir um acordo na fase de investigação entre arguido e Ministério Público sobre a pena reduzida a aplicar a quem confessa um caso de corrupção, evitar os mega-processos e criar juízos especializados nos tribunais para o efeito. Uma especialização que já acontecera na fase de investigação do Ministério Público, e que poderá fazer todo o sentido. Mas também poderá apenas dizer que, até aqui, e em processos com esta gravidade, não haveria grande preocupação em assegurar que os juízes que apreciassem estes processos tivessem a experiência requerida para o fazer. 

E com diversas celebrações por todo o país, com as oficiais a decorrerem em Guimarães, é notícia de jornal (capa acima) que um cidadão lesou o Estado em 60 milhões de euros, foi condenado a sete anos de prisão, mas não tem que pagar nem um cêntimo... E vamos entretanto continuando a esperar pelos resultados do julgamento de José Sócrates, de Ricardo Salgado e de mais uns tantos...

Linhas manhosas

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Aos primeiros minutos do jogo de ontem, no Bessa, o Benfica marcou um golo, por Pizzi, com o assistente de Jorge Sousa a assinalar prontamente fora de jogo ao marcador, confirmado pelo VAR. Das imagens televisivas, mostradas de vários ângulos e captadas por várias câmaras, não havia uma única que confirmasse o fora de jogo. Passados largos minutos lá surgiram as famosas linhas, com umas setas a indicarem 50 centímetros. Pizzi, dizia a tecnologia, estava adiantado em 50 centímetros relativamente ao penúltimo adversário. Poderiam ter apresentado dois, três ou cinco centímetros, e esconderem-se atrás de uma unha do pé que Pizzi se teria esquecido de cortar. Mas não. Não fizeram a coisa por menos de meio de metro, deixando que a decisão atingisse a dimensão do escândalo.

Hoje, no jogo entre o Aves e o Braga, foi anulado, também por fora de jogo, do avançado bracarense Paulinho, claramente adiantado, sem qualquer tipo de dúvida, como as imagens claramente comprovavam. E também prontamente assinalado pelo árbitro assistente, e confirmado pelo VAR. E lá vieram as linhas ... com a indicação de ... 47 centímetros.

Ficamos todos esclarecidos sobre a tecnologia. Já tínhamos algumas provas que havia marosca na tecnologia ao serviço do VAR. A partir de hoje não temos dúvidas que é tão manhosa como as linhas que apresenta. 

Como Pinto da Costa bem sabe. Sabe-a toda e, se vergonha nunca teve, por que haveria de a ter agora?

 

      

Competência e valentia

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O Benfica passou com distinção este difícil desafio do Bessa, na abertura da jornada treze deste campeonato. Difícil porque são sempre grandes as dificuldades que o Boavista coloca aos adversários, e em especial ao Benfica, com um tipo de jogo sempre feito de muita agressividade e pouco futebol. E difícil ainda porque Jorge de Sousa assume normalmente o papel de mais um adversário. E hoje voltou a fazê-lo.

Logo de entrada o Benfica mostrou ao que vinha. Mostrou que estava ali para ser competente, jogar bem, e ser valente. Porque só com muita valentia foi possível enfrentar este Boavista que levou o jogo para a dimensão do combate, a bater como ninguém, e com faltas consecutivas que não só massacravam os jogadores do Benfica como lhes quebravam o ritmo de jogo.

Percebeu-se que equipa estava preparada para isto, para ser intensa, competente e valente. Entrou forte, e fez um golo logo no arranque do jogo. Invalidado, por fora de jogo. Um fora de jogo que no jogo corrido ninguém percebeu, mas que, no entanto, o auxiliar de Jorge de Sousa não teve nem dificuldade nem dúvida em assinalar. Depois, o VAR deu-lhe razão com uma linha que dava off side por uns inacreditáveis 50 centímetros.

Nada que abalasse a equipa, que continuou a fazer o seu futebol atractivo, sério e competente. E a dominar completamente o jogo, sempre sob forte apoio da massa adepta e indiferente às peripécias do jogo. Ao amarelo a Cervi, por ter levado um toque dentro da área adversária e caído. Ou ao amarelo a um defesa do Boavista que carregou por trás o Chiquinho, completamente isolado à entrada da área e só com Bracali pela frente. 

Mesmo que a qualidade de jogo fosse grande, como era, as oportunidades de golo não abundavam. Daí a importância da competência também na finalização, e isso, como se vai vendo, é atributo do Carlos Vinícius. Que aos 34 minutos não falhou, e fez o primeiro golo da partida. Foi um alívio!

Um alívio que a equipa sentiu, levando-a crer que o mais difícil estava feito, que em vez de mandar no jogo podia controlá-lo. E relaxar um bocadinho... Correu mal, e o Boavista chegou ao empate na primeira vez que chegou à baliza do Odysseas, já em cima do intervalo.

Ao contrário do Boavista, que nunca mais chegava para o reatamento, o Benfica mostrou pressa em arrancar para a segunda parte. E logo que os jogadores axadrezados resolveram aparecer foi para cima deles, no mesmo ritmo que tinha mantido na primeira parte, até ao golo. E o segundo, por Cervi, apareceu meia dúzia de minutos depois. 

Avisado que tinha ficado, o Benfica continuou sem tirar o pé. Forte reacção à perda da bola, versatilidade, intensidade, dinâmica... Nada faltava. E o terceiro, bis de Vinícius, não demorou mais que 10 minutos. E nem aí a equipa abrandou. 

O quarto golo, por Gabriel, que acabaria por chegar já nos minutos finais, serviu apenas para deixar um colorido no pacard ajustado à categórica exibição do Benfica. À campeão!

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