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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Há 10 anos

10 anos como professor – HOJE! | EvangeBlog

Os nossos amigos e vizinhos assinam a requisição da encomenda dos serviços do FMI: hoje, o Der Spiegel e o El Mundo apontam-nos o caminho do fundo de estabilização europeu e do FMI. Assinam a requisição que há muito tempo está em cima da mesa!

A revista Der Spiegel, porque é alemã, diz que essa é a opinião dos chefes – da França e da Alemanha! O El Mundo, porque os espanhóis estão a sofer as consequências do fogo ao pé da porta, limita-se a dar-nos esse conselho!

Um facto e as suas interpretações. O facto: Portugal voltou a estender a mão esta semana – 500 milhões, apenas 500 milhões de dívida pública a seis meses colocada esta semana a uma taxa acima dos 3,6%, seis vezes a taxa de há apenas um ano (0,59%). E, no mercado secundário, a taxa a 10 anos a bater recordes, acima dos 7%. As interpretações: para o governo português … correu bem! Para o governo português a despesa desceu, a receita fiscal aumentou e o objectivo do deficit para 2010 foi alcançado.

Qualquer um vê que nada correu bem: paga-se o sêxtuplo dos juros de há um ano e a tal barreira dos 7% definida há dois meses por Teixeira dos Santos já lá vai. E alguma coisa está errada quando a despesa diminui, a receita fiscal aumenta (pudera: depois do agravamento de impostos com os sucessivos PEC´s), ainda se inventam receitas extraordinárias - 3,2 mil milhões do fundo de pensões da PT -, e o défice se mantém.

Mas o primeiro-ministro diz que está a passar um sinal de credibilidade e confiança aos mercados.

Pois... Vê-se!     

Quanto pior, melhor!

PSD apresenta queixa-crime contra Costa por acusação ″delirante″ - JN

As coisas não estão a correr bem. Diria mesmo que tudo corre mal. A terceira vaga que aí está da pandemia está a revelar-se ainda mais forte que as anteriores, como que a sugerir uma espécie de retaliação do vírus por ter sido encontrada a vacina.

Ah...encontraram uma vacina para dar cabo de mim? Então esperem lá que já vos conto. 

Não é para rir, porque nem há vontade nem é o momento. Mas esta agressividade do vírus, com consequências nunca tão sentidas, quase que dá  para o vermos com uma cabeça, com aquele pensamento reactivo lá dentro.

No meio disto tudo, com o número de infectados a passar a barreira diária dos 10 mil, o número de mortes a disparar - esperam-se 2500 mortos neste mês -, e hospitais e profissionais de saúde em colapso, as trapalhadas do governo para entregar um dos melhores tachos europeus a um procurador amigo não seriam o maior problema do país. 

O problema do país, é que é. É dramático, mas é assim. E é assim porque está na natureza da política tuga. Deu até António Costa acusar três figuras (entre as quais um figurão) do PSD de traição nacional, o para uma resposta em queixa crime na Procuradoria  Geral da República. 

Quanto pior, melhor. É este o lastro da política tuga.

Há 10 anos

10 anos como professor – HOJE! | EvangeBlog

 

Banco? Bom, se fosse há uns tempos, responder-se-ia: banco é Caixa. Nos tempos que vão correndo é BPN. Ou mesmo BPP, hoje trazido para a berlinda!

Mas também aqui? Mau…mas isto não é o Futebolês?

Claro que sim: é o futebolês, sim senhor!

Não há bancos só na política. Nem só no mundo das finanças, nas maiores praças financeiras, daqueles que nos puseram todos a fazer contas à vida. Nem só nos mais nobres cantos de todas as nossas cidades. Também há bancos no futebol: logo, há banco no futebolês!

Não é exactamente um sítio onde notas e moedas convivam com letras e livranças, embora muitos deles valham uma enorme pipa de massa: incomparavelmente mais dinheiro que o depositado na maioria dos bancos! Como os outros, são, nuns momentos fonte de felicidade, noutros de dores de cabeça. Fazem a felicidade de muitos treinadores, quando as coisas não estão a correr bem lá no rectângulo verde (não, não é uma nota de dólar) e há que tomar decisões. Mas também, exactamente nas mesmas circunstâncias, levam outros ao desespero.

banco faz passar o treinador exactamente pela condição comum de qualquer cidadão. Há os que perante um qualquer contratempo vão ao banco e resolvem o problema, e os que nem lhes vale a pena pensar em lá ir – não têm lá nada! Como há os que do banco só lhe vêm problemas!

Mas também os jogadores têm uma relação com o banco com algum paralelo com a que nós, cidadãos comuns, temos. Não gostamos muito de ir ao banco e, hoje, com isto do home banking que a Internet nos permite, vamos lá o menos possível. E, se lá vamos, se lá temos que ir, não gostamos nada de lá ficar a secar. O mesmo se passa com os jogadores: não gostam muito de ir ao banco. E não gostam mesmo é de ficar no banco, por muito confortáveis que já sejam, de marca e tudo. Mesmo por muito confortáveis que sejam as suas contas nos bancos, nos outros. São muitos os casos conhecidos de jogadores que, muito confortáveis nas suas contas no banco, não escondem o desconforto do banco!

Conforto é coisa que, como se sabe, não falta aos jogadores de futebol. Aos de elite, bem entendido! Nem pode faltar. Ninguém quer que lhes falte nada… nem sequer umas mantinhas para cobrirem as penas quando estão no sofá … perdão, no banco; a fazer lembrar as esplanadas dos bares de Oslo que tentam fazer com que o prazer (ou do vício) do cigarro se não divorcie do prazer do copo nas noites gélidas daquelas paragens.

banco presta-se ainda a muitas e singulares expressões. “A solução estava no banco”, “saltou do banco para resolver o jogo” ou “o trunfo que veio do banco” são expressões utilizadas quando o jogo foi resolvido por um jogador que entrou a substituir um colega. Ou seja, o problema nunca está no banco: é sempre a solução. Bem gostaríamos que nos outros fosse sempre assim!

São expressões como estas que nos remetem para a original designação da coisa: banco de suplentes. E para a sua dimensão dramática!

Independentemente de lá se sentarem treinadores e outros membros daquilo que hoje e em futebolês se chama grupo de trabalho, o banco é dos jogadores suplentes. Um simples e velho banco corrido ou um moderno conjunto de poltronas aquecidas não deixará de ser um local de frustração e de lamentações. Onde se sentam as segundas escolhas, mas também as terceiras, as quartas …e os que nunca o chegarão a ser. Onde germina e cresce, como na relva à sua volta, uma sensação de abandono que cedo se transforma numa semente de revolta que não vai acabar bem.

Estranha forma de vida esta a de jogador de banco. Há excepções, há jogadores que convivem bem com a sua condição de suplente: são os que têm o condão de transformar um onze num catorze. São os que sabem que lhes está destinada uma missão, em tempo parcial mas nem por isso, menos importante. Alguns têm mesmo um estatuto especial: chamam-lhes arma secreta. Estatuto que, como está bem de ver, não é muito duradouro: se outras razões não houver porque deixa de ser secreta!

Era uma vez na América

Após invasão do Capitólio, Bolsonaro se diz ligado a Trump e fala sem  provas em "denúncia de fraude" Por Reuters

 

O Capitólio, a casa da democracia americana que alberga as duas câmaras legislativas do país, foi invadida, assaltada e saqueada por uma multidão de fiéis de Trump liderada pelas suas milícias armadas, os auto-designados "prowd boys", naquilo que Biden classificou o maior assalto à democracia americana da História.

Nada semelhante alguma vez acontecera na História da América. É ainda inacreditável.

Sempre se disse que a democracia americana resistiria a Trump, que a solidez das Instituições americanas era suficiente para impedir este louco de a destruir. Hoje temos dúvidas, que se adensam com a constatação da actuação da polícia. Da mesma polícia que reprime com a maior das eficácias as inúmeras manifestações pacíficas na sociedade americana, seja pela defesa do clima, ou contra o racismo, mas que foi incapaz de salvar a América de tão triste imagem.

Sabia-se que Trump não aceitaria a derrota facilmente. A sua estratégia estava há muito anunciada. Logo que começou a perceber que não seria reeleito anunciou que estava a ser preparada uma fraude eleitoral. À medida que as eleições se aproximavam reforçava essa ideia força: as eleições são fraudulentas. Realizaram-se, perdeu, como bem sabia, e "passaram mesmo a ser fraudulentas". Litigou por todo o lado e de toda a maneira. Aceitou a derrota, mas continuou. A ponto de, já esta semana, ter sido apanhado a ligar ao secretário de Estado da Geórgia, o republicano Brad Raffensperger, ordenando-lhe que recontasse mais uma vez os votos e que encontrasse os votos necessários para inverter o resultado eleitoral: "só quero encontrar 11.780 votos" - dizia.

Como este seu colega de partido, e autoridade eleitoral daquele Estado, lhe respondeu que os resultados divulgados tinham sido mais que recontados e estavam correctos, não hesitou em mandar assaltar o Capitólio, para impedir a sessão em que o Congresso ia certificar a eleição de Biden.

Uma situação limite, mas nem por isso de todo imprevisível. Por isso menos aceitável ainda a passividade da polícia, na imagem trágica que a maior potência mundial dá ao mundo.

Tudo foi destruído e vandalizado. E só a lucidez e o sangue frio de um funcionário impediu a destruição dos caixotes dos boletins de voto.

Veremos o que se segue. Há imagens chocantes, mas são também imagens que identificam pessoas. Veremos se servirão para alguma coisa. E veremos também o que virá a acontecer na tomada de posse de Biden, daqui a menos de duas semanas.

A tragédia que não se vê

Sobe a procura nas urgências e aumentam doentes com covid internados |  Coronavírus | PÚBLICO

Ainda Janeiro vai no sexto dia e já aí está a terceira vaga da pandemia. Anunciada para Janeiro pelas pessoas do conhecimento que não se costumam enganar - que não se têm enganado - nestas coisas, não se atrasou. Há determinismos nas pandemias e no comportamento humano que são incontornáveis!

É o Natal. Foi a abertura do Natal que fez que acontecesse o que os especialistas garantiam ir acontecer? 

Talvez. Em parte. Talvez, e em parte, porque foi acima de tudo o comportamento das pessoas, individualmente ou em grupo. Se houve pessoas que se privaram de juntar a família, ou de se juntar à família, outras houve que não se privaram de se juntar em grupo a festejar não se sabe o quê, e em condições em que a limitação do número de pessoas por mesa era apenas o limite do próprio grupo.

Hoje, rigorosamente ao dia de hoje, na maior parte do país, os hospitais não podem receber nem mais uma pessoa, não têm oxigénio para acudir a toda a gente, muitos morrem e não têm já espaço para os cadáveres. O país não sabe disto, porque isto não vem assim para os jornais, e as televisões andam mais preocupadas em fazer perguntas parvas a quem está a vacinar ou a ser vacinado. E continua generalizadamente a negligenciar nos comportamentos, e a fazer alarde de uma enorme falta de educação cívica, indiferente à tragédia.

Que está aí, à frente dos olhos, e ninguém vê!

 

 

Há 10 anos

10 anos como professor – HOJE! | EvangeBlog

Aí está: o défice de 2010 já está apurado. É mesmo 7,3%, como anunciado e, já agora, como convém!

Bom, se não aparecer por aí nenhuma surpresa. Sim, porque isto de acreditarmos num défice anunciado logo ao sexto dia do novo ano, tem alguma coisa que se diga. Ou alguma coisa que o Ministério da Saúde diga…

Bem sabemos que era importante anunciar isto aos mercados. Tranquilizá-los! Que, afinal, as contas de 2010 não andavam assim tão descontroladas. Nada que o fundo de pensões da PT não resolvesse!

Saudade

Qual a palavra do ano 2020? - A Verdade

 

Saudade, esse termo tão português que nem tem tradução noutras línguas, é a palavra do ano. 27% dos portugueses que quiseram participar na iniciativa da Porto Editora, que já vem de 2009, escolheram a "nossa" saudade. 

"Covid 19", "pandemia" e "confinamento", que provavelmente são os principais "responsáveis" por essa escolha - na verdade fizeram apertar a saudade - foram as escolhas que se seguiram. Ou como em 2020 tudo andou à volta do mesmo!

 

 

 

Há 10 anos

10 anos como professor – HOJE! | EvangeBlog

 

Concordo em absoluto que o caso BPN esteja a secundarizar ou mesmo eliminar tudo o que seja relevante discutir nesta campanha, seja no que respeita ao passado, de avaliação do desempenho presidencial do candidato à reeleição, seja no que se projecte no futuro, de avaliação das propostas dos candidatos.

Mas não concordo nada com a tese de que tudo o que tenha a ver com avaliações de carácter não deve caber nesta campanha. O carácter é o primeiro e mais decisivo factor de avaliação da pessoa, de qualquer pessoa, indissociável da avaliação quer do seu desempenho e da sua história quer das suas potenciais capacidades de desempenho futuro.

O que neste caso, ou neste particular do chamado caso BPN, está em causa, não é qualquer relação do negócio de Cavaco com a ruína do BPN. Nem é um negócio particular realizado 6 anos antes do estoiro. Nem a gestão do BPN, antes e depois. Nem o regulador.

Tudo isso é importante! Mas não é, neste particular, o que conta. O que conta, o que está aqui em causa, é que o negócio deve ser esclarecido.

Esta é uma exigência incontornável perante a qual toda a gente assobiou para o lado. O Expresso que, de resto e tanto quanto sei, foi quem trouxe o negócio a público, tentou, aqui há uns anos, obter esse esclarecimento junto de Cavaco Silva. Em vão: Cavaco não deu cavaco! E o Expresso meteu a viola no saco

O assunto apenas regressaria pela mão de Defensor de Moura no debate televisivo com Cavaco Silva. E o que fez a Comunicação Social? Tratou-o como se de um terrorista se tratasse e anunciou aos sete ventos que não era por aí … Que não era pela via do carácter e da honorabilidade de Cavaco que se poderia entrar. Isso era inexpugnável e acima de toda e qualquer suspeita.

E o que fez Cavaco? Pura e simplesmente disse que “era preciso nascer duas vezes para ser mais honesto que ele”!

Mas esclarecer é que nada!

Surge então o debate entre Cavaco e Alegre, na passada semana, dia 30. Foi com evidente medo – sim, medo – que Alegre tocou ao de leve no assunto. Afinal os media já tinham dito de que lado estavam e Alegre não quis correr riscos.

Que fez agora Cavaco? Atacou a gestão CGD do BPN, meteu os pés pelas mãos com os exemplos dos bancos ingleses, e voltou a mandar o pessoal para a Internet!

E a Comunicação Social, que fez agora? Parece-me que também não quis correr riscos…

É a partir deste tiro de aviso e amedrontado que acaba por abrir a caça ao Cavaco. Acredito que por uma razão: porque aos media pareceu que, depois de Alegre ter dado o tiro – já não era um dos candidatos de segunda – se estava perante um caçador e não um aprendiz de terrorista. E, claro, amplificou o tiro a medo de Alegre que, depois disso, e vendo que já não corria qualquer risco, correu a casa a pegar na espingarda e nunca mais parou de atirar.

Evidentemente que abriu a caça a Cavaco. Mas só isso: ele continuará a esquivar-se dos chumbos e será reeleito nas calmas. Nada será esclarecido, a imprensa – especialmente aquela onde os tentáculos do monstro estão, ou chegam mais facilmente – vai branqueando como já se vê por aí, e mais ninguém voltará a tocar no assunto. E alguns (poucos) portugueses continuarão a ter dúvidas sobre um negócio de que apenas sabemos que vendeu acções. Nunca saberemos o que comprou!

Milagres e vinténs

 

Já não há palavras... Nem milagres!

O Benfica iniciou o jogo desta tarde, no Estádio de S. Miguel, já com cinco minutos decorridos. Foram os que ontem o árbitro Hélder Malheiro permitiu que decorressem no charco de Ponta Delgada, num campo evidentemente impraticável. Uma teimosia que nos traz à memória um certo jogo em Setúbal, aqui há uns anos, quando o então árbitro, e hoje "dono disto tudo", Pedro Proença passeava pelo campo à procura de poças de água, fazendo tudo para que a bola não rolasse, para não dar início a um jogo que ao Porto, então, não convinha nada que se realizasse.

Como agora também não convinha nada ao Benfica, com sete jogadores impedidos, e a precisar mesmo é de não jogar.

Mas lá teve de comparecer hoje, para dar continuidade à maré negra que se prolonga, e que uns milagres têm mitigado, que não escondido. Agora nem já os milagres lhe valem!

Mais uma vez, como fizera no último jogo com o Portimonense, Jorge Jesus veio dizer que a equipa fez uma boa primeira parte. Não fez, como não tinha feito na passada quarta-feira. A grande primeira parte do Benfica resumiu-se a uma boa jogada de futebol, que começou e acabou em Darwin, e no único golo da equipa, ao minuto 33. E a uma prestação simplesmente aceitável nos doze minutos que se seguiram, onde mais não conseguiu que criar uma segunda oportunidade (Waldschimidt) para voltar a marcar.

A segunda parte arrancou com um choque de cabeças entre Jean Patric e Gilberto, que assustou toda a gente e atirou ambos para fora do jogo. É o movimento do avançado do Santa Clara que projecta a sua cabeça contra a do lateral direito do Benfica, pelo que não há penalti nenhum, como reclamou o treinador da equipa açoriana.

O jogo esteve parado largos minutos e, quando foi outra vez retomado, já só estava uma equipa em campo. Vestia de vermelho, mas não era a do Benfica. Esta foi com Gilberto para os balneários, no dizer de Jorge Jesus, que imputa à falta do lateral direito a quebra da equipa.

Até chegar ao empate, que era o que os açorianos realmente queriam do jogo, aos 60 minutos do relógio, mas no início da segunda parte em jogo jogado, o Benfica não foi capaz de fazer rigorosamente nada para contrariar a superioridade dos adversários. Que ganhavam todos os duelos e chegavam sempre primeiro à bola. De tal forma que o golo do empate não surpreendeu ninguém.

Um golo comum na baliza do Benfica. Um lance de bola parada, com a redondinha a cruzar toda a área, para chegar à pequena área na sequência de um remate falhado na esquerda, em que o central Fábio Cardoso, formado no Benfica, meteu a cabeça onde os jogadores benfiquistas não foram capazes de meter os pés.

Faltava meia hora para o fim do jogo. Muito tempo, tempo para mais um milagre, terão pensado os jogadores do Benfica. Por isso continuaram como se lá não estivessem. Este Jesus não faz milagres, mas acredita neles. Tanto, que até Ferreyra mandou lá para dentro!

Pode continuar a acreditar, Mister Jesus. Mas olhe que se acontecessem todos os dias deixavam de ser milagres!

Um milagre é um milagre. É como um vintém. Lembra-se?

 

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