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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Mudar é preciso.

Táxis a mais, venda de licenças e queixas do serviço. Taxistas reconhecem  problemas - Renascença V+

 

Mudar, fazer diferente, é um imperativo normal de quem acaba de chegar a qualquer posto de poder, seja el qual for. Para deixar tudo na mesma não é preciso mudar, mesmo que muitas vezes seja preciso mudar para que tudo fique na mesma.

O que é preciso é fazer diferente, pensou também Carlos Moedas. Se calhar havia muita coisa por onde começar, de preferência uma das que não estivesse assim tão bem. Mas o novo Presidente da Câmara de Lisboa resolveu fazer diferente na primeira coisa que lhe chegou às mãos, sem se preocupar muito se, para fazer diferente, fazia pior. E logo na vacinação. E logo nesta altura, em que o alarme social volta a soar.

Não é fácil perceber que seja uma boa medida fechar dezenas de centros de vacinação espalhados pela cidade, e abrir um único numa ponta, olhe-se por que perspectiva se olhar. Mas é diferente, e isso é que importa a Carlos Moedas. E dinamiza uma das principais actividades da cidade, por acaso uma das que mais visivelmente tinha apoiado a sua candidatura, revoltada com as ciclovias - o táxi, pois claro. A Câmara paga, não se importem!

 

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas

A entrevista do primeiro-ministro foi formalmente certinha. Pedro Passos Coelho é um entrevistado sereno e tranquilo. Transmite um ar de seriedade e de sinceridade que, conjuntamente com a serenidade, a tranquilidade e mesmo alguma simpatia em doses Q B, o coloca nas antípodas do tom arrogante e conflituoso de Sócrates, que em vez de responder às perguntas do entrevistador debitava apenas um discurso formatado e repetitivo e, também por isso, digno de pouco (ou nenhum) crédito. Pese embora a utilização de uma linguagem tecnocrática, que não ajudou na entrevista, Passos Coelho passa bem em televisão, como se sabe!

Deixando de lado a forma e virando-me para a substância diria que não houve novidades. É certo que pareceu indicar uma mudança de discurso quanto ao papel do BCE, que nesta altura do campeonato nem aquece nem arrefece. E que disse que havia um plano para a saída do euro, que não sei se será realismo se sinal descrença. Mas não teve medo de o afirmar, o que me parece reforçar os créditos da seriedade da sua comunicação!

Claro que com este cenário nem sequer vale a pena enfatizar o facto de, enquanto declarava que o orçamento hoje aprovado era o mais difícil de sempre, adiantar que mais e mais gravosas medidas de austeridade estarão a caminho… Quer dizer, o inferno que nos espera é bem pior do que aquele que se espreita a partir do orçamento!

Também não se fala de economia. Nem das inadiáveis reformas estruturais. Mas que importa tudo isso se nem sabemos se daqui por duas semanas ainda existe euro! Assim é conversa fiada…

Frank Williams (1942-2021)

Faleceu Frank Williams (1942-2021) - Autoportal

 

É uma lenda da Fórmula 1. Foi mecânico e piloto, mas foi ao leme da escuderia que criou, como o seu próprio apelido, que a lenda cresceu. 

Da cadeira de rodas, a que ficou preso depois de um acidente de automóvel nos anos 80, comandou a equipa que dominou a fórmula 1 nas décadas de  80 e 90 do século passado, levando-a à conquista de 9 títulos mundiais de construtores e 7 de pilotos, todos diferentes. Ninguém repetiu. O primeiro campeão ao volante dos carros azuis da Wlliams foi o australiano Alan Jones, em 1980, em disputa acesa com Nelson Piquet, então na Brabham. Dois anos depois, em 1982, seria a vez do filandês Keke Roberg, o piloto que mais anos consecutivos (quatro) lá permaneceu. Em 1987 chegaria Nelson Piquet para ganhar, e alcançar na Williams o seu terceiro título mundial. Em 1992 seria o regresso de Nigel Mansel à equipa, para ser finalmente campeão do mundo. No ano seguinte seria  a vez de Alain Prost, no seu quarto e último título mundial, discutido com Senna (Mclaren), que logo a seguir, no fatídico ano de 1994, chegaria à equipa de Frank Williams para também atingir o seu quarto título, mas onde acabaria por encontrar a morte trágica. O penúltimo título de pilotos chegaria em 1996 através de Damon Hill, filho de outra lenda e bicampeão mundial, Graham Hill, em disputa com o seu colega de equipa Jacques Villeneuve - também filho de outra lenda, Gilles - que no ano seguinte fecharia a lista dos campeões no último título mundial de pilotos  e  o ciclo absolutamente dominador da mítica escuderia de Frank Williams.

Nestes 7 anos juntou o título de pilotos ao de construtores. Que conquistaria ainda em 1981, quando Piquet ganhou pela Brabham, e no trágico 1994, quando Michael Schumacher ganhou com a Benetton, com motores Ford (1980 e 81), Honda (1986 e 87) e Renault, com que dominou a fórmula 1 entre 1992 e 97, período em que só não ganhou em 1995, no segundo título de Schumacher e primeiro da Benetton, também com motor Renault.

 

O mais partido

É oficial: Rui Rio reeleito presidente do PSD com 52,43% dos votos

 

Rui Rio voltou a ganhar as eleições internas no PSD. Pela terceira vez consecutiva, e sempre, mais décima menos décima, dentro dos mesmos números. É quem mais vezes ganhou o Partido, mas sempre partido ao meio. 

Diz-se que á vitória do Povo do partido contra as élites, e talvez assim seja. Mas é aí que começa o problema do PSD. O povo, sem elites, tem um problema de projecto.. 

Mais que um problema de estratégia, Rui Rio terá um problema de quadros. Tem o povo do partido consigo, mas olha à volta e não vê quadros que lhe sustentem um credível projecto de poder. E por isso o projecto de Rui Rio terá alguma dificuldade em levantar voo. E mesmo que o consiga dificilmente dará para grandes voos. Mesmo que o poder dê asas...

O PSD já não é apenas o mais português Partido de Portugal. É o mais partido de Portugal!

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas

 

Portugal não tem grandes tradições senatoriais. Desde logo porque não tem um Senado e, sem Senado, não há senadores… Mas, a exemplo de outros países que também não dispõem de uma câmara alta entre as suas instituições, há figuras que, pelo seu passado, adquirem um estatuto de grande peso específico na nossa sociedade.

Mário Soares, mas também Freitas do Amaral, serão provavelmente as figuras nacionais que mais atributos apresentam para reivindicar esse estatuto. É certo que não basta reivindicá-lo e que há quem trate melhor ou menos bem desse papel.

O atributo primeiro para garantir e sustentar esse papel é a autoridade, uma autoridade que decorre da própria história pessoal. Depois virá a independência. E depois mais uma série de outros, entre as quais uma adequada gestão do discurso e, especialmente, uma certa contenção.

Não vislumbrando muitas outras, também não me parece que as duas figuras que se digladiaram em 1986 sejam exactamente os melhores exemplos de gestão desse estatuto. Desbaratam frequentemente atributos, por actos, incongruências e, às vezes, por omissões. Por coincidência ou não, são ambos hoje notícia!

Freitas do Amaral pelas suas referências à ditadura europeiaa Europa é hoje um conjunto de democracias governada em ditadura – afirmou. Mário Soares, pelo seu apelo à revoluçãose a Europa não muda terá de haver uma revolução – expressou hoje em entrevista ao jornal i.

Uma matriz comum – a Europa – sobre o mesmo pano de fundo: o afundamento do projecto europeu. E uma linguagem também comum na falta de rigor e mesmo numa certa leviandade. É certo que no actual drama em que a Europa de transformou não será fácil encontrar um discurso lúcido e coerente. O desespero grassa em Portugal e por essa Europa fora, sem saídas à vista. Nem os mais optimistas conseguem vislumbrar outro cenário que não o fim deste projecto europeu, a implosão de um espaço que se tinha como adquirido de paz, progresso económico e social e de liberdade. Mas, daí até justificar tudo com as actuais lideranças alemã e francesa, ou encontrar a saída através de uma revolução – que teria de ser pan-europeia e que ninguém faz a mínima ideia do que poderia ser – vai uma grande distância. Que não está ao alcance de nenhum senador!  

O beco sem saída a que chegamos foi projectado há muito tempo. Pela mão de alguns dos que hoje, para estes senadores e não só, são os grandes impulsionadores do projecto europeu. Quando Helmut Khol e Miterrand resolveram que uma mão - a unificação alemã – lavava a outra - a moeda única -, e Jacques Delors decidiu dar gás a um euro artificial sem olhar aos cuidados que vozes avisadas lhe recomendavam. Nessa altura, quando, como sempre, em cima da mesa estavam os interesses alemães – com o mesmo miúdo atrás, como agora Freitas refere – ninguém falou em ditadura. Nem ninguém se lembrou da democracia, deixando estas coisas sempre à margem da consulta dos europeus que, então, não contavam para nada. A Europa tinha verdadeiros líderes, elites de grande craveira. Para quê a democracia?

E se alguém tivesse o arrojo de submeter as decisões democráticas do eixo franco-alemão – então constituído por gente de bem – ao veredicto popular já sabia que o teria de fazer tantas vezes quantas as necessárias para as sufragar. Nem que para isso fosse necessário lançar mão de chantagens de toda a ordem. Tudo muito democrático e sem necessidade de revolução nenhuma!

 

Vergonha e hipocrisia

B SAD e Benfica termina aos 48 minutos por falta de jogadores 'azuis'

Deu à costa no Jamor mais uma vergonha do futebol português, que será certamente notícia pelo mundo fora. O B SAD, atingido por uma severa vaga de Covid, entrou em campo com nove jogadores, e o Benfica com os 11 regulamentares. Na bola de saída aconteceu o primeiro golo do Benfica, aos 30 segundos. Marcado na própria baliza, por um defesa azul. Seguiram-se mais seis - três de Darwin, dois de Seferovic e um de Weigl -  até ao 7-0 e ao intervalo, No reatamento, e depois de longa espera, a B SAD surgiu com apenas 7 jogadores. Ao apito do árbitro para o reinício um deles sentou-se no relvado e cumpriu-se a condição regulamentar para terminar ali o jogo 

A vergonha deu à costa no Jamor, dessa forma. Mas não foi no relvado do Estádio Nacional que nasceu. Aí aconteceu a única coisa digna no meio desta vergonha, e foi protagonizada pelos jogadores do Benfica e do B SAD. Estes, porque enquanto estiveram em campo fizeram o que puderam, sempre com grande dignidade. Os do Benfica não foram menos dignos. Foram sérios, não foram sobranceiros, não brincaram com as fragilidades do adversário, e limitaram-se a jogar aquele jogo nas suas circunstâncias. Outra coisa não poderiam ter feito.

Os responsáveis pela vergonha são os senhores da FPF e da Liga e ... Rui Pedro Soares, o presidente da SAD que é em si mesma uma vergonha. Os dirigentes do futebol nacional porque permitem que estas coisas aconteçam, ao terem na época passada aberto os precedentes para o que hoje aconteceu. No período mais crítico da pandemia, há pouco menos de um ano, quando o Benfica teve 26 jogadores e técnicos infectados, Fernando Gomes e Pedro Proença entenderam que tinham interesses mais altos a defender, e que nada havia a fazer a não ser jogar os jogos que tinha que disputar. Antes, na época anterior, num jogo do Sporting em Setúbal, com o Vitória em idêntica situação, se bem que não em circunstâncias de Covid, que ainda não tinha surgido, permitira ao Sporting recusar o adiamento solicitado pelos setubalenses.

Rui Pedro Soares porque, depois de ter passado os últimos dias e horas a dizer que não pedira, nem pediria, o adiamento do jogo, apareceu depois do jogo a disparar para todos os lados por o jogo não ter sido adiado, como se ele próprio não tivesse nada a ver com o assunto. Ainda esta manhã dizia:

"Não pedimos o adiamento do jogo a ninguém. Nem ao Benfica nem à Liga, nem às autoridades de saúde. Até este momento isso não aconteceu nem vai acontecer. O Belenenses não vai pedir o adiamento do jogo. As únicas conversas que teriam validade para adiar o jogo seriam entre mim e Rui Costa. Estivemos em diálogo ontem e nunca a hipótese de adiar o jogo foi colocada por mim ao presidente do Benfica. Olhamos para o calendário e percebemos o constrangimento de um possível adiamento."

Para a história não fica apenas esta vergonha. Ficam os falsos moralistas e os oportunistas. E o mar de hipocrisia em que navega o futebol português. 

 

 

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas

 

Godinho Lopes, o presidente do Sporting, não sabe quem lançou o fogo à bancada da Luz. Como já o seu vice, estando lá – in loco – também não sabia. Mas sabe que vai pedir um inquérito à Liga, porque tem registos de ocorrências graves junto ao balneário que envolvem Luís Filipe Vieira, o presidente do Benfica.

No Dragão, o narrador da TVI em serviço – o jornalista Valdemar Duarte - foi insultado por Pinto da Costa, presidente do FC Porto, e agredido por um elemento do satf portista.

Os chamados comentadores, que representam os clubes nos painéis dos múltiplos programas que enchem o espaço mediático, não comentam nem esclarecem coisa nenhuma. São apenas caixas de ressonância de tudo isto, amplificando tudo o que de pior fazem e dizem os respectivos dirigentes, de quem são meras correias de transmissão!

Gosto muito de futebol Mas não tolero este futebol desta gente …

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas

Poderá não ter sido um grande jogo, mas foi um jogo grande!

Como aqui tinha antecipado, o árbitro cumpriu a nova lei do futebol que proíbe os adversários do Sporting de jogar com 11. De resto, um grande ambiente! Nota alta para o Benfica, que ganhou um jogo tão difícil quanto importante. E nota também alta para a equipa do Sporting – que demonstrou claramente ter condições para disputar o título – e para os adeptos do Benfica e do Sporting que conviveram saudavelmente nas bancadas da Luz (á minha volta havia quase tantos sportinguistas – alguns deles conhecidas figuras públicas - como benfiquistas, desfrutamos juntos do jogo e das suas incidências e, no final, despedimo-nos com todo o fair play) a provar que, fora do enquadramento das direcções dos clubes e das claques, o ambiente que se vive no futebol chega até a ser afectuoso.

A nota negra viria – pois claro - das claques sportiguistas que resolveram, sob a passividade cúmplice das autoridades, incendiar toda a zona onde estavam instalados, precisamente a polémica zona de protecção agora criada. Uma zona de protecção que faz todo o sentido ( e é utilizada nos mais modernos estádios da Europa) quando se fala de grupos de adeptos organizados – sempre claques, como se sabe – e que os responsáveis do Sporting começaram por incendiar bem antes de aqueles energúmenos terem desatado a pegar fogo nas cadeiras, no final do jogo. Antes, bem antes do fim do jogo, já aquela gente havia partido tudo o que era vitrina naquela zona!

Antes, mais de três semanas antes do jogo, já os dirigentes sportinguistas começavam a criar matéria inflamável quando, de forma absolutamente gratuita e infundada, como se provaria com a devolução de bilhetes enviados pelo Benfica, reclamavam 10 mil ingressos, bem acima do que as regras da Liga prevêem e do que a história e o bom senso justificavam.

Mal está esta classe de dirigentes que pensa que pode viver disto… Estou certo que os sportinguistas que foram meus vizinhos de circunstância, e com quem tive o gosto de partilhar aquelas duas horas, ficaram envergonhados!

Cada um tem a sorte que merece

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No "caminho" torto para o Mundial do Qatar a selecção nacional juntou-se às que, em teoria, eram a selecção mais forte e a mais fraca entre todas as que disputam este play-off. Acontece que a mais fácil, a Macedónia do Norte, calhou em sorte à mais forte, a Itália. Fácil, portanto, para os campeões europeus.

À selecção nacional não calhou a mais fácil. Saiu-lhe a Turquia. E depois, se tudo correr bem, lá decidirá o apuramento com a Itália. Pior era difícil, mas é assim ... a factura da miserável prestação da selecção de Fernando Santos na fase de apuramento teria de aparecer. E é esta!

Disputa os dois jogos em "casa", mas também foi em casa que perdeu o apuramento direcro, que lhe competia. Como as coisas estão, nem essa é uma vantagem que se possa levar em conta.

Já se sabia que o caminho era torto. Agora sabe-se que também é difícil. E se calhar o castigo merecido para esta selecção!

 

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