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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Mais decepcionante que o jogo só o público dos Barreiros

O abraço dos estreantes Sandro Cruz e Tiago Gouveia (twitter SLB)

 

Mais um jogo decepcionante do Benfica, este da antepenúltima  jornada do campeonato, nos Barreiros, contra o Marítimo. 

Nelson Veríssimo, já  com despedida confirmada, promoveu muitas alterações na equipa. De fora ficaram os  laterais Gilberto e Grimaldo, à beira do quinto amarelo, e por isso poupado para o jogo com o Porto; Diogo Gonçalves, suspenso por acumulação de amarelos, Taarabt e Gonçalo Ramos. O miúdo Sandro Cruz estreou-se na equipa principal, a lateral esquerdo. Não foi brilhante na estreia, mas ninguém o foi. Gil Dias repetiu a titularidade, desta vez na ala direita, onde pareceu mais adaptado. Começou bem, mas depressa desmentiu quem tivesse chagado a pensar que ... desta é que iria ser. João Mário regressou à titularidade, e foi mais do mesmo - sabe jogar à bola, mas não traz nada para o jogo. Tal como André Almeida, também regressado à titularidade, mas apenas a justificar a despedida.

Mas, no meio de tanta decepção, a maior chama-se Paulo Bernardo. Há um mês, mais coisa menos coisa, os jornais anunciavam que iria ser aposta total até ao fim da época. É verdade que a jovem promessa não tinha conseguido afirmar-se nas oportunidades que se lhe tinham deparado, mas tem um potencial de qualidade que justificaria uma aposta continuada. Liberto da ansiedade da "prestação de provas",  o jogador ganharia tranquilidade para afirmar a sua qualidade. Fosse isso para se mostrar ao mercado, fosse para se consolidar na equipa.

Ainda não resultou. Quando falta inspiração a toda a equipa, não sobra nada para Paulo Bernardo. E só pode voltar a desiludir.  

E no entanto o jogo teve tudo para se tornar confortável para os jogadores do Benfica, e para lhes permitir exibirem-se sem grandes constrangimentos. O golo surgiu logo ao expirar do primeiro minuto, e não deu sequer para o Marítimo entrar por outro caminho que não fosse o de discutir o jogo no campo todo. O Benfica tem sempre grandes dificuldades quando encontra um autocarro à frente da baliza. Nunca pareceu que o adversário tivesse tido essa ideia, mas aquele golo logo a abrir também lha permitiria. O Benfica parecia ir tomar conta do jogo, mas aos poucos ia deixando cair essa ideia.

Depois, para ajudar ao contexto, o Marítimo ficou reduzido a 10 jogadores, perto do fim da primeira parte, com a expulsão de Cláudio Wink - que até estava a ser o jogador de melhor rendimento da equipa - por entrada violenta, e muito perigosa, sobre o estreante Sandro Cruz.

Mas nem nesse contexto, ainda mais favorável, os jogadores encontraram condições para dominar completamente os acontecimentos e deixar fluir a inspiração. Nunca, em 55 minutos jogados com mais um jogador, a equipa soube lidar com essa superioridade no campo. Arrisco a dizer que, neste campeonato, nenhuma outra equipa a jogar tanto tempo em inferioridade numérica dividiu tanto o jogo como hoje fez o Marítimo. É certo que não criou oportunidades para marcar, mas também é verdade que, a dois minutos do fim dos cinco de compensação, foi Vlachodimos, com a defesa do jogo a um remate de Alipour que sofreu um desvio num defesa do Benfica, que evitou o empate.

À parte o resultado, o melhor que o jogo teve foi a estreia de outro miúdo, Tiago Gouveia. Entrou para o lugar de João Mário, então já a jogar na ala direita, depois da saída de Gil Dias, e foi também o melhor que por lá passou. 

Quando todos já só queremos queremos que isto acabe depressa, depois da conquista da Youth League no início da semana, é bom ver estes miúdos a chegar. Mau - mau de mais - foi o comportamento dos adeptos do Marítimo com o Sandro Cruz. Vaiaram-no cruel incessantemente durante todo o tempo depois da expulsão do jogador do Marítimo. Onde foi apenas vítima. Nunca culpado. Fazer isso a um jovem que se estreia na equipa, exactamente o mesmo jovem que passou pelo que  passou há duas semanas em Vila do Conde, é desumano. Ignóbil, e mais um flagrante exemplo da falta de decência no nosso futebol, e da inexistente cultura desportiva no nosso país.

Mais decepcionante que o jogo. Muito mais!

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas

A pergunta que há muito andava no ar e sem resposta, com não respostas atabalhoadas ou com lapsos, está agora finalmente respondida: os subsídios de Natal e férias retirados aos funcionários públicos e aos pensionistas estarão repostos em … 2018!

Até poderá não ser assim, já sabemos bem que estas respostas nunca são definitivas. Sabemos até que, muitas vezes, são objecto de lapsos. Mas pelo menos aí temos a resposta, pausada e firme: serão repostos gradualmente a partir de 2015 à razão de 25% ao ano. O que dá 2018!

O corte, que representa uma poupança de 1.065 milhões de euros neste ano, foi apresentado pelo ministro das finanças na altura da apresentação do Orçamento para este ano acompanhada da sua garantia de que se trataria de um corte “temporário, durante a vigência do programa de ajustamento, e esse período acaba em 2013”. O tal lapso. Um lapso colossal!

A resposta veio, claro, de Vítor Gaspar, quando apresentava hoje o Documento de Execução Orçamental aprovado em conselho de ministros. Que, como também esclareceu, não é um PEC: tem tudo o que tem o PEC, tem as mesmas funções do PEC, parece-se mesmo como o PEC, mas não é um PEC… E como não é um PEC não precisa de ser comunicado a ninguém!

Porque quem está sob intervenção externa não tem PEC. Nada de confusões, portanto, com aquela história do PEC IV…

A absurda obstinação do PCP

SEMANÁRIO#2583

Há cerca de um mês a embaixadora da Ucrânia denunciou a participação de associações pró-russas na recepção de refugiados ucranianos, que assim teriam acesso aos seus dados, e aos dos seus familiares que ficaram na Ucrânia, em serviço militar, que entregariam à espionagem russa. Essa denúncia foi feita numa entrevista à CNN Portugal, e não teve grande eco no restante espaço mediático. 

Era uma declaração generalista e pouco precisa mas hoje, um caso concreto e fundamentado é notícia de primeira página no Expresso. E passa-se na Câmara Municipal de Setúbal, de gestão comunista. Mais precisamente da CDU, já que o presidente, André Martins, é do PEV. Que já reagiu, negando que os refugiados sejam questionados sobre os seus familiares que ficaram na Ucrânia, e garantido que está assegurada a confidencialidade dos seus dados pessoais, obtidos por fotocópia dos respectivos documentos, cuja necessidade não explica. Não nega, nem perante os factos o poderia fazer, o envolvimento de um casal russo - a mulher intervém como técnica superior da Câmara, recrutada através de concurso público em Dezembro passado; e o marido intervém sem qualquer ligação funcional ou profissional com os órgãos do Município - ao serviço de uma associação pró-regime russo, num gabinete que o Município criou para o efeito, a  Linha Municipal de Apoio aos Refugiados — LIMAR. E já adiantou que retirou a senhora do processo acolhimento de cidadãos ucranianos, não negando, assim e no mínimo, o desconforto e o evidente contra-senso de entregar pessoas que fogem a pessoas que identificam com as de que fogem.

O PCP é que não perde tempo para negar o que quer que seja. A Câmara de Setúbal ainda deixa entender que ... "ups", alguma coisa pode ter corrido mal. Para o PCP nada de anormal aconteceu em Setúbal, pelo que não há nada para negar, nem nada a esclarecer. Para o PCP "o trabalho com imigrantes que há muito se desenvolve no município de Setúbal caracteriza-se por critérios de integração e amizade entre os povos onde não prevalecem nem exclusões nem sentimentos xenófobos". Para o PCP, um refugiado ucraniano, acabado de chegar da sua terra ocupada e martirizada pelas tropas de Putin, que encontra pela frente pessoas a falar russo, a pedir-lhe os documentos e fazer-lhe perguntas sobre os familiares que deixou para trás, não tem que sentir medo. Tem que se sentir "integrado" e entre "amigos". Para o PCP,  evitar a participação de cidadãos russos - sejam eles quem forem, e façam eles as perguntas que fizerem - na recepção e integração destes refugiados ucranianos, não é simples bom senso. É "exclusão" e "xenofobia".

Não há limites para tão absurda obstinação. 

 

 

 

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas

E tudo se resolveu com penalti do costume. Não, desta vez não foi o árbitro. Que nem o viu – e não viu mesmo porque, como já era notório, ele tinha pressa em resolver as coisas – quem o viu foi o árbitro assistente. O árbitro assistente e toda a gente!

E ainda bem, porque só mesmo visto. Contado ninguém acredita: a bola, de um canto, vem pelo ar e dois jogadores do Marítimo resolvem discutir uma bola que não tinha sequer discussão. Sobem ambos, sozinhos, sem nenhum adversário por perto – nem ao lado, nem à frente, nem atrás – e um deles sobe tanto que até leva a mão à bola. Aí estava o penalti do costume…

Depois! Bem, depois o jogo pouco mais teve para contar que os cartões amarelos para os jogadores da equipa da Madeira. Um deles para um jogador que caiu na área do Porto, depois de um ligeiro empurrão de Hulk – a tal famosa questão da intensidade. Que ali, na área do Porto, nunca é a suficiente…

E já no fim, com o Porto a defender lá atrás o que conquistara com o penalti do costume, o Djalma cai na área do Marítimo. O árbitro Paulo Batista apita e vê-se um cartão amarelo na sua mão. Para pagar com a mesma moeda, poderia pensar-se. Não, estava lá também um vermelho. E a outra mão apontaria para a marca de penalti: agora sim, era este afinal o penalti do costume!

A mesa do desentendimento

A longa mesa de Putin: espanhol e italiano disputam a autoria da peça | CNN  Brasil

 

É uma mesa, mas mais parece um muro. Podia até chamar-se-lhe o nome dado a tantos muros - a mesa da vergonha.

São seis metros de comprimento por quase três de largo. O tampo é uma peça única de madeira, lacada a branco e, dizem, que com folhas de ouro e  pintada à mão.  Obra do italiano Renato Pologna, dono da Oak, uma empresa familiar italiana, de Como,  que diz tê-la feito em 1995-96. Ou será do espanhol Vicente Zaragozá, dono de uma empresa homônima com sede na localidade de Alcàsser, na Comunidade Valenciana?

Se nem quanto à sua autoria há entendimento, como poderia não ser esta a mesa do desentendimento. Não admira que Putin apenas a utilize para encontros a dois com quem não se entende. Lá não se vê gente que seja visita habitual. Nunca se viu por lá Lukashenko. Nem Bolsonaro... Naquela mesa Putin só recebe gente com quem não se entende. Que lá vai fazer coisas que não se entendem!

 

 

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas

Prolongamento parece um vocábulo de expressão comum. Parece e é, mas a verdade é que, no futebolês, tem … um sabor especial. É certo que também significa acrescento, que acrescenta jogo ao jogo. Mas é mesmo especial. Onde é que se vai para prolongamento se não no futebolês?

Na expressão comum prolonga-se qualquer coisa. Prolongavam-se as férias e até os fins-de-semana, mas nem isso já se prolonga. Mas mesmo quando se prolongava, nunca ninguém dizia que o fim-de-semana ia a prolongamento. O mês prolonga-se cada vez mais, para um ordenado cada vez mais encurtado. Mas ninguém diz que o mês vai a prolongamento

Pronto. Já estamos todos de acordo que prolongamento é mesmo futebolês. Se ainda subsistir alguma dúvida lembro que é tanto assim que até serve para nome de um programa de televisão da especialidade...

O jogo da passada quarta-feira em Madrid foi a prolongamento. E sabe-se que se isso só servir para prolongar o resultado, vai a penaltisIr a penaltis também é futebolês, tão digno como qualquer outro e mais digno que resolver a coisa doutra maneira! Ainda chegou a haver a morte súbita, mas, só pelo nome, nunca poderia ser forma digna de resolver o que quer que fosse. A selecção portuguesa até passou uma vez pelo dois em um. Foi no Europeu de 2000, quando fomos afastados da final pela França com aquele penalti de morte súbita, quando passou mais uma coisa esquisita pela cabeça do Abel Xavier. Sabemos que é um rapaz atreito a muitas coisas esquisitas, mas aquela de meter a mão à bola em cima da linha final, quando até tinha os joelhos à mão, foi a mais esquisita de todas as coisas esquisitas da vida dele!

prolongamento do jogo de Madrid não levou a nada – porque o Real não podia e o Bayern parecia que não queria – lá se foi para penaltis. Que, ao contrário do que é corrente, serviram para prolongar a permanência de Mourinho em Madrid. Corrente é que treinador que perde, sai. Mas até nisso ele é diferente: sairia se ganhasse e ficou por ter perdido!

Já Guardiola, que também perdeu mas sem ter ido a prolongamento, cumpriu a regra. E não se prolongou no comando blau grana, saiu! O que não deixa de mostrar como ainda está longe do seu rival… Mourinho raramente vai em prolongamentos nas suas equipas, sai sempre pelo seu pé e bem por cima. Remetendo-as para baixo logo que sai. Até mesmo na equipa de Abramovich: não saiu pelo seu pé, é certo, mas saiu por cima. E com as contas bancárias a abarrotar…

Pepe Guardiola saiu mas deixou lá o prolongamento, o que até poderá querer dizer que fica por perto e que até poderá regressar em breve, para outras funções. Nunca outras que não a presidência! Certo é que não estarão para breve novos duelos com Mourinho, que na próxima época lá terá que se debater com o tipo a quem enfiou o dedo no nariz. Se já lhe meteu o dedo no nariz…

À beira do prolongamento esteve o Sporting. Faltaram-lhe dois minutos, os mesmo que sobraram ao jogo, mas nem isso impede o prolongamento do estado de graça de Sá Pinto – um novo herói verde. Incrível!

Em Leiria – bem, agora é mais na Marinha Grande - onde Sá Pinto iniciou a sua carreira de treinador (adjunto, mas treinador) no início da época, também há questões de prolongamento. Bartolomeu – não farto do prolongamento da sua liderança – insistiu no prolongamento da vergonha a que conduziu a União de Leiria. Com o prolongamento dos meses sem salário os jogadores decidiram rescindir os contratos, não se deixando prolongar pelas três últimas jornadas. Já se vê esta Liga com encurtamento nos jogos e com prolongamento nos problemas!

Negócio relâmpago

Twitter está a considerar aquisição multimilionária de Elon Musk

 

Poucos negócios se terão feito em tão pouco tempo. E no entanto é um dos maiores de sempre, e certamente o mais importante.

Em 4 de Abril Elon Musk anunciou a compra de 9,2% do Twitter. Dez dias depois diz que afinal não chega, quer ficar com tudo só para ele.  Oferece 43 mil milhões de dólares, e os accionistas dizem que se trota de uma OPA hostil. E onze dias depois, a  25 de Abril, o negócio é dado por fechado por 44 mil milhões.

O homem mais rico do mundo, de quem se diz que tem tudo o que quiser,  quis ter o Twitter.  Para ganhar dinheiro, talvez não. Diz-se que aquilo não dá... Não é a maior rede social, mas é a mais influente. É a que políticos e jornalistas de todo o mundo não dispensam. 

O casamento do homem mais rico do mundo com a plataforma de comunicação mais influente do mundo, não é nada de espantar nos tempos que correm. Que o homem mais rico do mundo tenha as suas excentricidades, também não. Já se tem tanto de génio como de teórico da conspiração, as coisas podem correr mal. É mesmo muito provável que corra mal!

E não é porque depressa e bem não haja quem...

A mesa do tudo na mes(m)a

Putin diz a Guterres que ainda acredita em solução diplomática

 

Putin recebeu Guterres, lá na ponta da intimidatória mesa de 6 metros. E disse-lhe que ele estava a ser enganado sobre o que se estava a passar em Mariupol, como já tinha sido enganado sobre o que tinha acontecido em Bucha. Guterres também lhe disse que ele estava enganado, que a Ucrânia não é palco de uma operação militar especial mas de uma invasão. O mesmo que já tinha dito ao ministro dos negócios estrangeiros, mas sem o gancho com que, segundo boa parte da imprensa portuguesa, deixara Lvarov completamente grogue: «Há um facto verdadeiro e óbvio: não há tropas ucranianas na Federação Russa, mas há soldados russos na Ucrânia!». O Luís Delgado, na Visão, até diz que "Lavrov engoliu, ficou roxo, e sem pulsação visível"... 

Querem dizer que correu tudo bem para Guterres, e tudo mal, para o Kremlin. E no fim com tudo na mesma. Parece um bom resultado para uma negociação de paz transmitida em directo!

Francamente...

Guterres sem as chaves da porta

Ukraine war live: Guterres calls for independent war crimes investigations  during Moscow visit | Euronews

 

Ao 62º dia de guerra, depois de meio mundo lhe ter pedido que fizesse alguma coisa, que deixasse de se limitar a contemplar a guerra à distância,  de lamentar e de simplesmente  se mostrar abalado, Guterres, na fatiota de Secretário Geral da ONU que lhe assenta que nem uma luva, chegou hoje a Moscovo. Foi falar com o Ministro dos Negócios Estrangeiros russo,  Serguei Lavrov, que ainda ontem falava de III Guerra Mundial. E com Putin. 

Depois segue para a Ucrânia, onde depois de amanhã falará então com Dmytro Kuleba, e com o presidente Zelensky, que queriam ter sido os primeiros da ser visitados

Não é quem deveria ser primeiro que importa. O que importa é que esta iniciativa do Secretário Gerar da ONU é tardia. Tardia de mais de dois meses. O que já aconteceu já não pode ser evitado. E, pior ainda, torna inevitável o que ainda está para acontecer.

Criada para guardar as chaves das portas da paz, a ONU ou perde-as ou chega atrasada!

 

 

Há 10 anos

O retrovisor da vida: olhando para trás e vendo coisas boas

 

“A ignorância da juventude é um espanto”. Esta era frase de um programa de humor do Jô Soares, há já muitos anos. A ignorância da juventude feita deputados da nação é um escândalo que não espanta!

Se não fossem estas cenas dignas de um qualquer programa de apanhados, nem sequer saberíamos que eles existiam. Sabíamos que eram ignorantes, porque nos apercebemos disso a todo o momento, não sabíamos é que também eram deputados…

Se, com os políticos que temos, são estes os que iremos ter, o melhor é mesmo fugir daqui. Depressa!

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