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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

Não é costume escrever sobre os jogos do Porto. É esta a primeira vez que o faço, e para começar por dizer que o Porto entrou forte no seu jogo de hoje com o Nacional, na Madeira, com boa dinâmica colectiva e com duas ou três exibições individuais muito boas - os suspeitos do costume - mas, acima de tudo e de todos, com Varela em excelente nível, não dando qualquer hipótese ao adversário. Na primeira parte, porque na segunda já não foi nada disso: o Porto regressou ao jogo fraquinho, fraquinho, fraquinho que tem vindo a apresentar nos últimos dois ou três meses, e o Nacional, mesmo sem qualidade nem ambição, esteve por cima do jogo, desperdiçando, não propriamente oportunidades de golo, mas oportunidades de finalização.

Em 10 minutos o Porto fez três golos, aos vinte da primeira parte já ganhava por 3-0. Não sendo fácil justificar um resultado tão desnivelado ainda antes de ser atingido o meio da primeira parte, a verdade é que a boa exibição do Porto e o pouco menos que miserável desempenho dos comandados de Manuel Machado, justiçava-o. No entanto, esses três golos em dez minutos, têm uma história que não é limpinha, limpinha, limpinha… No primeiro, quando o Varela cruzou a bola, que foi parar ao Jakcson para depois seguir para o James, que fez o golo, já ela tinha saído pela linha final. No segundo, o Mangala – que marca com um vistoso toque de calcanhar, com nota artística, como diria o outro – está fora de jogo. E o terceiro, o penalti – finalmente aparece alguém que não falha – convertido pelo Lucho, é bem assinalado. A falta sobre o Varela existe e é dentro da área… Mas é exactamente um daqueles – e são muitos - penaltis que os árbitros em Portugal só assinalam se a favor do Porto. Da posição em que o árbitro se encontrava, nunca conseguiria ver o toque que o justificou. Nem o árbitro auxiliar, que estava precisamente do outro lado do campo… Cosme Machado - o árbitro de Famalicão que, curiosamente, havia assinalado o penalti falhado no tal jogo do Dragão com o Olhanense, hoje muito chorado, que terminou empatado, sem que o Porto tirasse vantagem do último empate do Benfica, fabricado nessa mesma jornada pelo senhor Pedro Proença, justamente neste mesmo campo – assinalou a marca de grande penalidade sem qualquer certeza. Mas também sem nenhuma dúvida que, na dúvida, pró Porto!

É no entanto curiosa a forma como tudo isto é branqueado. Ou, pegando nas palavras da moda, como tudo isto fica limpinho, limpinho, limpinho: na enésima mão de jogadores do Porto dentro da sua área, na enésima menos qualquer coisa mão de Mangala, Cosme Machado marca, finalmente, o primeiro penalti contra os andrades neste campeonato. À 28ª jornada, a antepenúltima, quando o Porto ganhava por 3-0… Para a história deste campeonato não fica que Cosme Machado, na Choupana, validou erradamente dois golos ao Porto e assinalou um penalti de cruz, tendo influência decisiva no resultado. Fica antes que assinalou o primeiro penalti contra o Porto!

Claro que o Vítor Pereira – tolinho, tolinho, tolinho - não deu por nada. Nem o Manuel Machado, que tão preocupado andava com as arbitragens de terceiros.

Mas há mais outra primeira vez. Pela primeira vez, num jogo em que participa o Porto, que não na Luz, se entoou o SLB…SLB…SLB …sem filhos da puta. O que incomodou seriamente o comentador da Sport TV – o insuspeito Luís Freitas Lobo, com enorme dificuldade em ver quer a mão quer o fora de jogo de Mangala - que nunca manifestou qualquer incómodo quando, em Braga, no Dragão ou em tantos outros campos por onde o Porto passe, o tom é dado em filhos da puta SLB!

É inacreditável, mas é assim...

 Marcelo desvaloriza ″problema de comunicação″ com Governo da Madeira

Se, há dois dias, o primeiro-ministro, António Costa, surpreendeu, hoje, na resposta, o Presidente Marcelo, não!

Fez, e disse, tudo o que, dois dias depois, se esperava que dissesse. No fim, tudo baralhado e resumido, disse que, pela sua parte, irá fazer tudo o que puder para fazer o que, em vão - e irresponsavelmente, há que dizê-lo - anda a ameaçar há muito. E que espera que a CPI à TAP faça o resto.

Se António Costa o tinha empurrado para a dissolução do Parlamento - se é para dissolver, o melhor é que seja já -, a resposta de Marcelo - embaraçada, evidentemente, porque foi apanhado no bluf - é que não. Não é já, é quando eu quiser, e puder!

Se António Costa foi "jogador político", Marcelo, como não se podia deixar de esperar, não foi menos. De jogadores de política está o país bem servido. De políticos é que não!

Da mesma forma que, no fim da sua comunicação ao país de terça-feira, António Costa deixou "o dito" mostra, hoje, Marcelo não deixou menos à vista. A habilidade política do presidente acabou por ser a "exoneração", de facto, do ministro João Galamba. Que não lhe tinha servido, que não tinha considerado suficiente - e bem -, na terça-feira.

 A "jogada" de Marcelo foi "demitir" o ministro que, na "jogada" anterior, António Costa se "recusara" demitir. E "ganharam" ambos: Costa porque porque o obrigou a meter a fanfarronice da remodelação no bolso; e Marcelo porque "demitiu" - João Galamba não é mais ministro, será, no limite, um "zombie" no governo por mais uns dias - o ministro que queria que fosse demitido. Pelo meio, um falou de dever e consciência; o outro de responsabilidade, e de credibilidade.

É inacreditável, mas é assim a política em Portugal. Que, por isso, é assim. E não passa disso!

 

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

Uma reformada expulsou os reformados das galerias do Parlamento. Reformada de contribuição curta (desde os 41 anos) e pensão longa (até dá para rejeitar o vencimento de direito - tal e qual a primeira figura da hierarquia do Estado) a número dois do Estado não teve vergonha de expulsar os reformados de contribuição longa e pensão curta...

Não sei se é uma questão de pudor se de telhados de vidro...

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

O resultado que o Benfica trazia de Istambul – apesar de tudo, incluindo mesmo a forma como surgiu o golo da vitória da equipa turca, de um falso canto, naquilo que foi um festival de equívocos da equipa de arbitragem, melhor que a exibição – era daqueles a que se chamam traiçoeiros. Diz-se que, com um golo no campo do adversário, o 1-0 caseiro transforma-se logo num grande resultado.

O Benfica entrou bem no jogo, precisamente para evitar isso, que o resultado de Istambul se dilatasse. Bem cedo fez o primeiro golo, e bem cedo deixou a ideia que o mais difícil estava feito. Só que, na primeira vez que os turcos chegaram próximo da área, o árbitro arranjou maneira de marcar um penalti que, ao contrário do que sucedera há uma semana, foi convertido em golo. Aí estava o tal golo que praticamente duplica a vantagem do magro 1-0, transformando-o num resultado quase confortável.

Mas não foi assim. E aquilo que poderia ter sido o marco fundamental do jogo não passou de um simples incidente. De um dos muitos criados por uma equipa de arbitragem francesa que até poderá não ter sido mal intencionada, mas foi confusa, atabalhoada e trapalhona. Porque o Benfica, mesmo sem jogar em permanência a alto nível, foi sempre muito superior ao adversário. Em todos os capítulos do jogo, em todas as zonas do terreno e, naturalmente, na mais importante: no meio campo. Que Matic – de novo, como sempre, o melhor em campo - sem oscilações, sempre em altíssimo nível e Enzo Perez – mais outra enormíssima exibição deste médio ala que Jesus transformou num dos melhores 8 do futebol europeu da actualidade - dominaram de forma soberba.

 E pronto, lá estamos na final de Amesterdão. Na nona final europeia da História do Benfica, na cidade onde, faz precisamente hoje 51 anos, ganhou a última: a sua segunda Taça dos Campeões Europeus. Conta-se que vem daí a famosa maldição de Guttman….

Lá estaremos na segunda final da época, à entrada das portas do céu, prontos a enterrar em definitivo essa maldição cinquentenária, frente a um Chelsea campeão europeu, com outros recursos, é certo, mas que ainda há pouco mais de ano, no caminho para esse título que ostenta - e ostentará ainda na final - levou a melhor sobre o Benfica por outras razões que não exactamente por ter sido superior!

"Obviamente demito-o"

Costa segura Galamba e faz xeque a Marcelo: "Cabe-me a mim decidir" -  Expresso

"Obviamente demito-o" - a frase com que Humberto Delgado prometia demitir Salazar se ganhasse as presidenciais de 1958, é uma das mais célebres da política portuguesa.

Obviamente demito-o - era a frase que toda a gente esperava ter ouvido hoje a António Costa, relativamente ao ministro João Galamba. Toda a gente, e mais ainda, depois das suas declarações de ontem, à chegada a Lisboa, e à saída do aeroporto.

Durante toda a manhã ambos - e não só - discutiram o assunto. João Galamba saiu de S. Bento, a meio da manhã, sem gravata, indumentária que lhe "sustentava" a posição de ministro. Tendo entrado com gravata, e saindo sem ela, "a leitura" era  que João Galamba ... já era...

Ao início da noite João Galamba apresentou o pedido de demissão. Estranhou-se que fosse tão tarde. Só uma agenda o poderia ter determinado e, essa, teria que ser a da reunião de Belém, ao fim da tarde.

Surpreendentemente, poucos minutos depois, o primeiro-ministro anuncia ao país que não tinha aceitado o pedido de demissão do ministro das infra-estruturas. Estava ainda a comunicar ao país a sua surpreendente decisão quando a Presidência da República emitia um comunicado, informando que discordava dela. 

Obviamente demito-o - é o que o Presidente diz nas entrelinhas do comunicado. Obviamente, António Costa não lhe deixa alternativa.

António Costa, como qualquer observador minimamente atento, sabia que Marcelo exigia que esta oportunidade fosse aproveitada para uma remodelação do governo. Que não se contentaria com a simples substituição de Galamba que, já o tinha dito, não poderia continuar no executivo. O primeiro-ministro, mesmo que quisesse - e admito até que quisesse - não tem condições para a fazer. Ou, pelo menos, para fazer uma remodelação credível e verdadeiramente renovadora. E por isso levou a Belém apenas "a cabeça" de Galamba, retirando-a logo que pôde confirmar que, para Marcelo, não chegava.

Quem ouviu a comunicação de António Costa, sem mais dados, terá ficado surpreendido pela atitude política. Via-lhe coragem. Desafiava o Presidente da República, perante o permanente cenário de dissolução que vinha alimentando. Se é para dissolver, então dissolva agora, e não quando mais lhe der jeito. Por outro lado, deixava uma mensagem exactamente contrária àquela que tem sido dada - a do passa culpas. A da culpa passar sempre para segundas figuras, deixando cair toda a gente para salvar a pele que mais importe salvar, sem sombra de solidariedade. Costa assumia toda a responsabilidade, e todo o risco. Entre "a espada e a parede", António Costa enfrentou a espada.

Isto, em política, rende!

Na realidade, Costa não surpreendeu. Não foi corajoso, não teve sentido de Estado. Foi, tão só, político. E, para isso, habilidade não lhe falta. O Galamba que, "corajosamente" e obrigado pelo "dever de consciência", segurou lá bem alto, é o mesmo da cabeça que ele levara a Belém. Por isso, e só por isso, o Galamba demitido a meio da manhã, acabou a pedir a demissão ao fim da tarde. 

A batata quente está agora a queimar as mãos do Presidente Marcelo. Só que, antes das dele, estão as de todo um país. Escaldadas!

 

Estranha-se, depois entranha-se

Costa elege Carlos César como o apoiante "N.º1" do Governo - Renascença

Quando é impossível esconder mais a "chafurdice" onde o governo está atolado, Carlos César, que dispensa apresentações, reclama remodelação. Uma remodelação que associe "a experiência de uns e o entusiasmo de outros".

A primeira coisa que se estranha - mas que pode ser que se entranhe - é que o Presidente do PS não tenha passado este conselho ao chefe do governo num dos, seguramente muitos, momentos de encontro. Ou, vá lá, numa pausa para café ou, no limite, numa simples chamada telefónica. Que, ao contrário,  tenha escolhido "pôr a boca no trombone", numa entrevista ao "Público".

Claro que a remodelação - e profunda - do governo, é a única coisa que resta a António Costa para sair do atoleiro em que está metido. E a única que tem à mão para tentar acalmar as tentações do Presidente Marcelo, mais que anunciadas e, desta vez, à beira de registos mais solenes.

É por ser tão claro que mais estranho é, ainda, que Carlos César tenha guardado este conselho para o anunciar com este estrondo. E, assim, deixar ainda mais a claro as dificuldades do primeiro-ministro. Até porque, se esta proeminente figura dos socialistas, não "andar na lua", saberá muito bem que não haverá por aí muitos "uns" com "experiência" disponíveis para se mandarem de cabeça para a lama imunda onde esta maioria se enfiou, empurrada justamente pelo "entusiasmo" dos "outros".

Gente entusiasmada é que não tem faltado. Tanta, e com tanto, que deu nisto. 

A não ser que Carlos César esteja a reivindicar um lugarzinho no governo. Ou, se calhar, até dois - associando nele próprio a "experiência" e o "entusiasmo". Então sim, já não se estranha. O pior é que se entranha!

 

 

 

Há 10 anos

RECORDAR O NO RECORDAR, ESTA ES LA CUESTIÓN | Alas de escritor

Vestido a rigor, bem cedo o povo saiu à rua. Primeiro de Maio há só um, e há que aproveitar… antes que esgote. Que acabe, como tudo está a acabar… Nunca se sabe se vai haver mais, quando tudo se está a ir, como se tudo o vento levasse…

Chegar bem cedo, como o povo gosta. Porque, cedo erguer, mesmo no feriado, dá saúde e faz crescer. E depois é esta coisa estranha que temos dentro de nós, esta vontade indómita de chegar primeiro. De sermos os primeiros, os maiores… Quem primeiro alça, primeiro calça!

Vestido o melhor fato de treino domingueiro, foi um ver se te avias… A corrida começou logo à saída da porta e ainda mal o sol raiava já lá estavam todos, ordeiramente arrumados em fila. Sim, porque não é primeiro quem quer, se assim fosse seríamos todos primeiros. E somos ordeiros, mau grado um ou outro exagero, um ou outro excesso em situações limite.

E ali, em fila ordeira, depressa passaram aquelas duas ou três horas. Que seriam sempre de seca, de enorme seca, não fossemos também dados à conversa. Rapidamente fazemos conversa, de tudo fazemos tema, sobre tudo temos opinião: a melhor – claro, não fazemos isso por menos. A facilidade com que temos opinião sobre tudo, mesmo sobre aquilo de que nem fazemos ideia, é a mesma com que a transformamos numa verdade insofismável dos factos.

Fala-se de tudo e de nada. Da novela ao futebol, mas fala-se sobretudo deles. Eles, essa entidade mítica criada no imaginário da condição portuguesa, são as estrelas das conversas que temos. Eles, os culpados de tudo o que nos acontece a todos e a cada um de nós. Eles, os responsáveis pelo estado a que isto chegou. Eles, que só existem para tratar da vida…deles. E para nos tramar!

Entretanto começavam a chegar uns polícias. O povo é sereno. E ordeiro, mas as coisas às vezes descambam … Os ajuntamentos comportam sempre riscos, e aí está a História para ajudar a lembrá-los. E, como o homem, polícia prevenida vale por dois. Por duas!

O grande momento aproxima-se. Os ponteiros do relógio marcam já as nove horas, as portas abrem-se e rapidamente engolem aquela multidão, já desordenada que não, ainda, desordeira. Ouvem-se as primeiras exclamações de surpresa, logo seguidas de outras, mais fortes, de desilusão. Daí à revolta foi menos que o tempo de um foguete no ar: malandros, enganaram o povo!

Então? Mas isto é só descontos de 25%... E durante toda a semana, exactamente como está aqui no folheto…Foi para isto que viemos para aqui às seis da manhã?

Isto não se faz Andam a gozar com o povo...

Pouco a pouco começavam a sair com os seus carrinhos cheios. Uns, de compras, outros de raiva!

Foi assim, no sítio do costume: um pouco por todo o país, neste primeiro de Maio!

Estes tipos do marketing são tramados... 

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