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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Há 10 anos

Olhe pra trás para conseguir olhar pra frente - hubpme - portal de negócios  do Noroeste Paulista

Entrando no jogo sem Talisca - dir-se-ia que poupado a um eventual amarelo que o pudesse retirar do jogo de Alvalade, não fosse ter entrado para jogar a última meia hora - e com Pizzi, cada vez mais em fase pirilampo, no seu lugar, o Benfica começou por não esconder a frustração e a inquietação da inesperada derrota de Paços de Ferreira. Que as sucessivas ocasiões de golo acabariam por mitigar e que, mais tarde, os dois primeiros golos acabariam por decidamente enterrar.

Ficou clara a sensação que Paços não passou de um acidente, com o Benfica, na despedida de Janeiro, a regressar às exibições de ... Janeiro. Jogadas de bom recorte, jogadores sempre em movimento, muita bola, muitas ocasiões, e apenas poucos golos. Muito poucos golos para tantas ocasiões criadas. Apenas três, dois na primeira parte e outro logo a abrir a segunda, na conversão de um penalti assinalado para punir uma falta sobre o Samaris cometida ainda fora da área. Que não compensou nada dois outros que o árbitro Hugo MIguel - mais um mau árbitro - deixou por marcar por faltas sobre o Lima!

Tivesse o Benfica aproveitado um terço das ocasiões criadas e estaríamos perante uma goleda das antigas. O Boavista fez dois remates. Ambos ao minuto 69: o primeiro, à baliza - com grande defesa de Júlio César - e o segundo, na sequência do canto consequente a essa defesa, muito por cima da trave. 

Fica um amargo de boca, e não é pela oportunidade falhada de uma goleada histórica. É pela estúpida lesão muscular de Júlio César, que o afastará, para já, de Alvalade. Lesionou-se a correr para uma bola que ia sair pela linha de fundo, junto à lateral. Não, não foi para evitar um canto. Para evitar um pontapé de baliza...

E já agora outro lamento: por que é não está já resolvida a situação do Maxi Pereira? Não é que se note em campo. É precisamente por isso!

Há 10 anos

Olhe pra trás para conseguir olhar pra frente - hubpme - portal de negócios  do Noroeste Paulista

 

"Os portugueses podem confiar no BES" - em que parte do mundo é que isto é tranquilizar alguém sobre o BES?

O homem estava apenas a referir-se ao Banco de Portugal. Nada mais... Para serem mais honestos que ele têm que nascer duas vezes. Está tudo dito, não há nada a esclarecer, o presidente da República não deve explicações a ninguém...

Palavras para quê? É o chefe do estado a que isto chegou!

Há 10 anos

Olhe pra trás para conseguir olhar pra frente - hubpme - portal de negócios  do Noroeste Paulista

Em carta enviada - mais uma - à Comissão de Inquérito Parlamentar do BES, Ricardo Salagado veio agora informar que, para além dos pedidos de apoio escondidos mas já conhecidos, também bateu á porta do Presidente da República e do vice-primeiro ministro, Paulo Portas. Em Maio, poucos dias antes do aumento de capital!

Quer isto muito simplesmente dizer que, somando estes dois contactos aos outros já conhecidos e igualmente ocorridos em Maio, que antes do aumento de capital, tiveram conhecimento das dificuldades do BES e do GES, através do pedido de apoio que Ricardo Salgado - que pelos vistos todos lhe negaram -, o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, o presidente da República, Cavaco Silva, o primeiro ministro, Passos Coelho, o vice-primeiro ministro, Paulo Portas, a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque o secretário de estado Carlos Moedas, e o governador do Banco de Portugal, Carlos Costa. 

Com o chico-espertismo que caracteriza Paulo Portas, o CDS emitiu um comunicado pretendendo matar a notícia com a simples nota que não tinha dado provimento às pretensões do líder do BES. Todos os restantes - à excepção de Cavaco, que esse acha que não deve explicações a ninguém -, depois de conhecidos esses encontros disseram, exactamente o mesmo. Ele veio pedir ajuda, mas nós negamo-la. Não nos envolvemos com interesses privados, disseram em coro!

Não é evidentemente isso que está em causa. Em causa está simpelsmente que, curiosamente ao contrário de todos os administradores do BES já ouvidos na Comissão de Inquérito, toda a gente, do governo ao presidente da República, passando por Durão Barroso, conhecia as dificuldades do grupo e do banco. E todos eles, com Cavaco em primeira linha e, manhoso, escudando-se em informações recebidas do governo e do governador do Banco de Portugal, proclamaram a saúde financeira do banco, e as almofadas financeiras para fazer face à exposição ao grupo. O que quer rigorosamente dizer que foram coniventes com a gigantesca burla que foi o aumento de capital do BES, em que cairam milhares de pequenos aforradores. E não só, embora os outros tenham tido tempo e informação para virar a agulha e minimizar perdas! 

Note-se que, ao contrário do que Cavaco já quis fazer crer, é completamente irrelevante que as declarações tenham sido proferidas antes ou depois do aumento de capital. O que releva é que essas afirmações foram feitas por quem conhecia os problemas do banco e do grupo. Que os conhecia e que sabia que não tinham solução. De outra forma não se perceberia a recusa de qualquer tipo de ajuda ...

A Comissão de Inquérito quer agora chamar Paulo Portas e Cavaco, sendo que ao Presidente da República assiste o direito - de que, sendo quem é, evidentemente não abdicará - de não comparecer, e responder por escrito. Saberá certamente encontrar mais uma boa desculpa, mas já não encontrará certamente quem o desculpe. Está em todas!

Inacreditável - Parte II

Há uma semana foi inacreditável como o Benfica perdeu aquele jogo. Hoje foi inacreditável como o Benfica ganhou este jogo, em Turim, e acabou a garantir o apuramento para o play-off de acesso aos oitavos de final da Champions.

Há uma semana foi inacreditável porque o Benfica esteve em vantagem folgada no marcador, e acabou traído - também por falhas próprias, é certo, mas que fazem parte do jogo - por uma arbitragem escandalosa, que transformou uma vitória numa derrota.

Hoje foi inacreditável como, depois da exibição e da derrota de sábado passado, com o Casa Pia, e especialmente de tudo o que de lamentável se lhe sucedeu, a equipa se apresentou em Turim para jogar com a Juventus. Ir ganhar à Juventus de forma tão clara, demonstrando uma competitividade, um espírito de equipa e uma organização de tão elevado nível, era de todo improvável depois do terramoto do fim-de-semana com epicentro naquele áudio deplorável. 

Que Rui Costa prometera explicar e esclarecer em Turim, depois do jogo. Não explicou nada, e apenas deixou esclarecido que a exibição e o resultado resolveram tudo. O futebol é isto, é também um jogo do gato e do rato, em que as vitórias ora curam tudo, ora escondem tudo.

O contexto do jogo, todos o percebemos, não podia ser pior. Bruno Lage estava mais que fragilizado, e crescia o impedimento de Carreras, há meses o jogador do Benfica em melhor forma. Muito mais que um lateral esquerdo - ele é defesa, é ala e é até o 10, e o melhor  transportador de bola da equipa. E no entanto tudo saiu perto da perfeição.

Com Bah, a fazer de lateral esquerdo, na única alteração àquele que é o onze base de Bruno Lage, o Benfica entrou no jogo decidido a mostrar que trazia fragilidades de nenhuma espécie. Que a haver fragilidades elas estavam na Juventus. Começou logo aos 32 segundos, com Pavlidis a centímetros de desviar para a baliza um centro de Di Maria. Continuou aos dois minutos, com Schjelderup a falhar uma grande oportunidade, que repetiria cinco minutos depois, na primeira grande defesa de Perin, o tal que esteve na Luz, há pouco mais de cinco anos. Pelo meio a única defesa a sério de Trubin na primeira parte. 

A superioridade do Benfica começou a ganhar expressão no marcador logo à passagem do primeiro quarto de hora, como o golo de Pavlidis, a concluir uma jogada simples: passe longo, a rasgar, de Otamendi, Bah a ganhar na antecipação ao central Gatti e a deixar bola para o grego fuzilar Perin. E poderia ter-se aproximado mais da realidade da exibição mesmo ao fechar a primeira parte, se o mesmo Pavlidis, isolado em frente a Perin, e ainda com Schjelderup e Di Maria em linha de passe, não tivesse optado por rematar e permitir uma fantástica defesa ao guarda-redes italiano, com a bola a acabar por cair sobre a barra da baliza, quando parecia levar o caminho das redes. 

Na segunda parte o registo do jogo não se alterou. O Benfica continuou a controlar o jogo e a Juventus apenas por meia dúzia de minutos, na transição do primeiro para o segundo quarto de hora, com as duas substituições operadas por Thiago Motta, empurrou o Benfica para trás e ameaçou a área de Trubin. 

Bruno Lage refrescou a equipa, retirando Di Maria e Schjelderup para entrarem Aktürkoğlu e Leandro Barreiro. Que trouxe uma nova dimensão às saídas da equipa e, à entrada do último quarto de hora, falharia um golo feito. O segundo, já mais que justificado. 

Que chegaria pouco depois, aos 80 minutos, em mais uma fantástica jogada colectiva do Benfica, com Aursnes a conduzir pela direita, o passe de Pavlidis e a simulação de Akturkoglu, a deixar a bola redondinha para Kokcu atirar colocado para o 2-0. E deixar o jogo definitivamente arrumado, e a Juventus sem capacidade de reacção.

Foi notável o trajecto do Benfica fora de casa. Apenas perdeu em Munique, com o Bayern, no tal jogo do 0-1. Ganhou claramente os restantes três. Ao contrário, em casa, apenas ganhou naquela goleada de 4-0 ao Atlético de Madrid. Na verdade apenas perdeu bem o jogo com o Feyenoord, em teoria o mais acessível. Mas é o oito ou oitenta desta equipa. Acabou no 16º lugar, o segundo do grupo dos 13 pontos, atrás do PSG, que ao marcar quatro golos em Estugarda (4-1) ficou com um golo de vantagem.

Não fossem os muitos oitos e, na Champions, o Benfica tinha atingido o apuramento directo para os oitavos de final. E no campeonato, em vez dos 6 pontos de atraso, levaria mais de 10 de avanço.

E para isto não há explicação. Na verdade, para o resto também não.

Solos inundados por um mar de conflitos

Governo adia apresentação da revisão da lei dos solos — idealista/news

Ao final do dia, ontem, depois do Presidente Marcelo ter metido mãos à massa, obrigando Luís Montenegro a obrigar o secretário de Estado, Hernâni Dias lá apresentou a demissão. A contragosto  Montenegro lá teve que aceitar a primeira baixa no seu governo. Sem falar, sem dizer nada...

E no entanto teria muito para dizer, se não quisesse "mandar às urtigas a ética e a moral que na oposição sempre apregoou"

É que, soube-se entretanto, Carlos Lobo, professor de Direito e ex-Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, que foi contratado pela secretaria de Estado da Habitação para a elaboração da dita lei dos solos (as leis nunca são feitas pelos órgãos do Estado, acabam sempre nas mãos do lobbying) é, também ele,  sócio de várias empresas imobiliárias.

Não é membro do governo, não é ministro, nem secretário de Estado, é consultor do Governo para esta lei em concreto. E, também como Hernâni Dias, não vê nesta acumulação de funções qualquer conflito de interesses. Exactamente tal e qual Luís Montenegro não viu, não via e continua a não ver!

 

Há 10 anos

Olhe pra trás para conseguir olhar pra frente - hubpme - portal de negócios  do Noroeste Paulista

Surpreendentemente e à última hora, Luís Figo apresentou a sua candidatura à presidência da FIFA. E fê-lo na CNN, o que não é de desprezar e poderá querer dizer muita coisa. Desde logo ambição!

Platini, mesmo que institucionalmente a UEFA não apoie qualquer candidatura, já veio dizer que Figo é o melhor candidato. E é unânime que é tempo de pôr fim a uma FIFA velha e cheias de infecções. Opaca e corrupta que Blatter, como no passado Havelange, corporiza!

Não ficam agora dúvidas que Figo, mesmo que não seja um modelo de comunicação, irá ser presidente da FIFA. Se não for já - é difícil que seja - será da próxima!

Nunca nada é mau para todos

Almirante Gouveia e Melo - NOVA School of Law | Faculdade de Direito da  Universidade NOVA de Lisboa

O secretário de Estado do Ordenamento do Território, Hernâni Dias, já membro do governo, criou duas empresas que podem beneficiar com a nova Lei dos Solos, da tutela do Ministério a que pertence. E, como é fácil de perceber pela própria designação da Secretaria de Estado, das suas próprias funções governamentais.

É grave, claro que é. Mais, ainda, é que Montenegro não tenha uma palavra, ou uma acção, sobre o caso. Que deixe seguir a marcha, mandando às urtigas a ética e a moral que na oposição sempre apregoou. Ou que não perceba, ou finja não perceber, que não tem, nem ele nem já ninguém - já todos esgotaram os créditos todos -, espaço para proteger e defender os seus à margem dos princípios.

Como isto soma - no espaço de poucos dias -  aos princípios mandados às urtigas pelo Bloco de Esquerda no despedimento de duas mães de recém-nascidos; e à atabalhoada troca de princípios de Pedro Nuno Santos, ninguém se salva. 

Estamos lixados, é o que é!

Todos. Até os que pudessem estar mesmo convencidos que seria o Chega a limpar isto. Depois das malas do deputado Miguel Arruda, e de tudo o que se tem sucedido, desses já não há. Só restam os da fé. Podem até continuar a ser muitos, mas apenas e só por fé!

Todos, menos o Almirante. Esse - claro! - esfrega as mãos de contente com isto tudo. Nunca nada é mau para todos!

 

 

 

Há 10 anos

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Não sei se, para a Europa e para o discurso político em geral, as reformas estruturais são uma panaceia se uma obsessão.

Pouco mais de seis meses depois da saída da troika de Portugal, a Comissão Europeia manifestou a sua desilusão com a capacidade reformista do governo. E no entanto tinha dado o programa português por concluído!

Ainda agora, na Grécia, quando se esperava que na sequência da vitória do Syriza – em consonância aliás com toda a pressão, e até chantagem, a que a União Europeia recorreu antes das eleições – a Europa desatasse a levantar reservas e obstáculos, apenas se ouviu falar de reformas estruturais. Não há problema nenhum desde que o novo governo grego avance com as reformas estruturais, foi o que de Bruxelas se ouviu.

Por cá, o governo afirma-se como campeão das reformas… Mesmo que na principal, na mãe de todas as reformas, a reforma do Estado, se tenha ficado por aquelas inacreditáveis e inconsequentes duas páginas que Portas, depois de mais de um ano de incumbência na tarefa, apresentou e chamou Guião.

Toda a gente fala de reformas estruturais, mas nem todos querem dizer o mesmo. Para uns são uma coisa, para outros são outra. Coisas completamente diferentes, e muitas vezes opostas!

Para a União Europeia germanizada, e para aplicar nos países do Sul, reformas estruturais são cortes. Cortes de salários e cortes de despesa social. Para o governo de Passos Coelho, sempre afinado pelo diapasão germânico, é exactamente o mesmo, e por isso não há nada a reformar – no Estado, na Justiça, na Educação, na Economia… – que não seja cortar salários e recursos. O governo cortou salários aos funcionários públicos e fez a reforma da função pública. Cortou salários a médicos e enfermeiros e cortou nos quadros de pessoal, e fez a reforma da saúde. E o mesmo na Educação e na Justiça… Com isto destroçou o mercado interno, fecharam milhares de empresas e foram para o desemprego centenas de milhares de pessoas. Resistiram as exportadoras e, sem consumo nem investimento, equilibram-se as contas externas pela quebra nas importações. E aí está a maior reforma de sempre na economia portuguesa, complementada depois com a sucessiva, imparável e insaciável reforma da legislação laboral...

Isto não é reforma estrutural nenhuma. Isto é austeridade!

Vem isto a propósito do que está para acontecer na Grécia. O Syriza declarou de imediato o fim da austeridade, e a União Europeia respondeu logo que não havia problema nenhum desde que se fizessem as reformas estruturais. Que podem acabar com a austeridade desde que continuem com a austeridade!

Entretanto hoje, na primeira reunião do conselho de ministros, o novo governo grego parou com todas as privatizações que estavam em curso. Isto é, tocou justamente na outra face da moeda das reformas estruturais que a União Europeia tem para o Sul. Nem mais, reformas estruturais são austeridade e privatizações!

O sucesso do Syriza passa fundamentalmente pela resolução destes equívocos. Ou destas contradições, numa linguagem mais própria... É tarefa para Hércules. Ou para Herácles, com mais propriedade!

Auschwitz - 80 anos!

Relatos de sobreviventes do nazismo marcam 80 anos de Auschwitz | Metrópoles

Passam hoje 80 anos sobre a entrada das tropas soviéticas no campo de concentração de Auschwitz, que os nazis construíram apenas nove meses depois de tomarem a Polónia, e para onde deportaram mais de 1,3 milhões de pessoas.

Dessas, 1,1 milhões morreram. Dessas, 900 mil eram judeus.

A 26 de Janeiro de 1945, quando as portas foram abertas, restavam lá 7 mil presos. Em absoluta debilidade física, incapazes para aguentar a marcha da morte imposta e organizada pelos comandantes nazis na retirada em fuga.

Hoje, muita gente vai estar em Auschwitz a assinalar a data, no mais perverso cenário dos mais hediondos crimes contra a humanidade. Ironia da História: lá estará Netanyahu, apesar do mandado de captura emitido pelo Tribunal Penal Internacional - o governo polaco decidiu incumprir o mandato -, também por crimes contra a humanidade.

 

 

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