MENSAGEM FATAL
Por Eduardo Louro
A mensagem de Natal do primeiro-ministro (alguém me sabe dizer qual foi o efeito do apagão?) não surpreende pela novidade. Ainda há bem pouco tempo Sócrates fazia exactamente o mesmo, vendia-nos um país imaginário, que não existia em lado nenhum.
Mas francamente, o que isto me traz mesmo à memória é aquele ministro iraquiano, aqui há uns anos, em 2003: já a estátua do Sadam era arrastada pelas ruas e continuava a dizer que o inimigo estava a ser repelido e que a vitória era certa…
Uma mensagem fatal!