Um clássico
Por Eduardo Louro
Há sempre um Braga que vem a calhar para um Porto no fio da navalha. É sempre assim, já começa a ser um clásico e não há nada a fazer…
Quando, na primeira parte, os jogadores do Porto tremiam que nem varas verdes - e não era de frio, porque se a bola queimava seguramente que também aquecia – o Braga foi amigo, mesmo piedoso. Tudo fez para que o adversário percebesse que não estava ali para lhe fazer mal. E só descansou quando, logo no arranque da segunda parte, percebeu que eles já tinham percebido isso…