E passou a haver outras coisas para contar... (II)
Por Eduardo Louro
No primeiro dia do Novo Banco - ainda bem que, ao que parece, já há registos com este nome - o mais curioso é ver como a opinião arregimentada trata do assunto. Desde uma vitória em toda a linha do Banco Portugal, a solução genialmente milagrosa, sempre, evidentemente, sem qualquer risco para os contribuintes, de tudo foi dito e apregoado pelas hostes situacionistas.
Aos poucos, e graças a intervenções lúcidas de alguns resistentes intelectualmente sérios, o país vai percebendo que aquilo que pretendem vender como a melhor das mais sofisticadas soluções, não é mais que uma fuga para a frente mal amadurecida e cheia de riscos. Se houvesse sociedades de advogados cotadas em bolsa, seria nessas acções que eu agora aconselharia investir!