Maldição do MAI

O primeiro-ministro, e agora, depois da demissão de Maria Lúcia Amaral, também MAI, debaixo de chuva, depois de o dique do Rio Mondego ter rebentado, mas ainda antes de ter ruído o troço da A1, admitindo que se estava no limiar da capacidade para conter as águas do Rio Mondego, garantia que estava a ser feito tudo o que podia ser feito: “Do ponto de vista da gestão do caudal, do ponto de vista técnico e do ponto de vista da nossa interacção com os nossos vizinhos espanhóis" ...
O Mondego nasce na Serra da Estrela, e desagua na Figueira da Foz. Só se percebe que "os nossos vizinhos espanhóis" entrem aqui por maldição do MAI. Se calhar, ainda assim, a menor das maldições que se estão a abater sobre o país.