Negócio relâmpago

Poucos negócios se terão feito em tão pouco tempo. E no entanto é um dos maiores de sempre, e certamente o mais importante.
Em 4 de Abril Elon Musk anunciou a compra de 9,2% do Twitter. Dez dias depois diz que afinal não chega, quer ficar com tudo só para ele. Oferece 43 mil milhões de dólares, e os accionistas dizem que se trota de uma OPA hostil. E onze dias depois, a 25 de Abril, o negócio é dado por fechado por 44 mil milhões.
O homem mais rico do mundo, de quem se diz que tem tudo o que quiser, quis ter o Twitter. Para ganhar dinheiro, talvez não. Diz-se que aquilo não dá... Não é a maior rede social, mas é a mais influente. É a que políticos e jornalistas de todo o mundo não dispensam.
O casamento do homem mais rico do mundo com a plataforma de comunicação mais influente do mundo, não é nada de espantar nos tempos que correm. Que o homem mais rico do mundo tenha as suas excentricidades, também não. Já se tem tanto de génio como de teórico da conspiração, as coisas podem correr mal. É mesmo muito provável que corra mal!
E não é porque depressa e bem não haja quem...