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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

No euro até ao fim*

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Não podia deixar acabar o euro – o do futebol, se bem que o outro também se acabe, e acaba-se cada vez mais cedo para muitos de nós – não podia deixar acabar o euro, dizia eu, sem aqui o trazer.

Quem me conhece sabe como eu gosto desse jogo…

Nem sempre gostei do jogo português, muitas vezes aquém  da qualidade que se desejaria. Mas gostei de tantas outras coisas que nem me lembro dos jogos menos conseguidos, se bem que sempre bem resolvidos.

Gostei da ambição, que como se sabe não é bem coisa portuguesa. Da ambição que as primeiras palavras do seleccionador carregaram para despejar por completo em cima dos jogadores. Começou bem cedo por dizer que íamos a França para ganhar e, quando aos primeiros empates as dúvidas se abateram sobre a equipa que nem espessas e carregadas nuvens negras, fez logo questão de informar que tinha acabado de avisar a família que só regressaria a casa a 11 de Julho: o dia seguinte à final. E para ser recebido em festa!

Muita gente, entre os quais me incluo – mea culpa, mea culpa… minha tão grande culpa – achou que o homem não estava bom da cabeça. Mesmo sabendo-se que Fernando Santos não é dado à fanfarronice…

Gostei da fibra do Pepe, de antes quebrar que torcer, a lembrar mais um transmontano de gema que um gingão da terra do samba. Gostei do Renato Sanches, a deixar o mundo de boca aberta, mesmo que nem sempre tenha entrado mosca. Gostei do Nani. Gostei do Quaresma. Do Rui Patrício. Do Cedric. Do Adrien. Do André Gomes. De todos… Que todos jogaram, menos os guarda-redes: Eduardo e Anthony Lopes. Sim, o Rafa também jogou. Muito pouco, menos certamente do que muitas vezes se justificaria, mas jogou…   

Mas gostei acima de tudo do capitão. Que para além do enormíssimo jogador que é, que não precisa nada dessa piroseira do melhor do mundo, mostrou ser um grande capitão. Não mostrou: mostraram-nos os espanhóis. Isso, foi preciso serem os espanhóis a mostrar-nos o grande capitão da selecção nacional que é Cristiano Ronaldo.

E agora lá vem o jargão: as finais não são para ser jogadas; são para ser ganhas!

 

* Da minha crónica de hoje na Cister FM. Só assim se percebe... É que para lá só levo o futebol quando ele é muito mais que "isso mesmo".

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