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Admitia-se que a ideia que Montenegro tinha por certa que, indo para eleições, resolvia todos os seus problemas, pudesse estar errada. As notícias não se vão limitando a confirmar que era mesmo errada, vão-se encarregando de destruir pela base os argumentos de Montenegro.
A de hoje, no Expresso, por exemplo, destrói o argumento "não posso ser culpado por ter trabalhado quando não estava em funções políticas". Ao revelar que a família Barros Rodrigues, dona da gasolineira em Braga a quem a Spinumviva facturou 200 mil euros em 2022, pelo dito trabalho de reestruturação financeira, não só é o principal doador do partido, como entregou a maior parte dos donativos depois de Luís Montenegro ter anunciado a sua candidatura à liderança, confirma a contaminação entre a actividade profissional e as funções políticas. Que Luís Montenegro sempre tem negado!