O povo esteve sempre lá...
Ainda no intervalo - a segunda parte irá iniciar-se daqui a pouco, em Paris - pode já dizer-se que este 10 de Junho foi muito menos bafiento que de costume. O dia foi mais de Portugal que do regime, como Cavaco fazia dele...
Com um presidente sem teias de aranha, com um discurso desempoeirado, sem recados nem mensagens estranhas, sem necessidade de intérprete, adequado às circunstâncias. E às comemorações. À volta deste povo, sempre lá, no centro do discurso, como no centro da História.
Sem infindáveis filas de gente cinzenta do regime a oferecer o peito à condecoração. E sem chiliques!