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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Pronto. Esta já está!

 

Pronto. Já está. Se no jogo jogado as coisas nunca correram bem, não nos podemos queixar de nada do que nos era alheio. Aí, naquilo em que nada podíamos fazer, que dependia apenas do que os outros fizessem, não podia correr melhor. 

Se antes de a selecção entrar em campo para este último jogo da fase de apuramento as coisas já corriam de feição, depois, no outro jogo que opunha os dois restantes adversários do grupo, tudo correu ainda melhor. Autêntico jackpot, com aquele golo da Islândia, no último minuto do seu jogo com a Áustria...

Mais uma vez, naquilo que lhe competia, a selecção falhou. E só não falhou em toda a linha porque se salvou o apuramento. E, ironia do destino, nas melhores condições possíveis para quem, contra todas as evidências, continua a dizer que quer ser campeão europeu. Num jogo louco em que, também mais uma vez, a sorte não queria ajudar, foi com sorte que, quando, pela terceira vez, a Hungria ia desfazer o empate que a equipa nacional acabava de alcançar, o poste desta vez foi nosso amigo.

Uma sorte que acabou por compensar o azar nos três golos sofridos. Para quem acredita nessas coisas da sorte e do azar, porque na verdade o que os três golos sofridos fizeram foi penalizar a equipa pelos erros defensivos. Bem mais que três!

Bem mais - também - que falta de sorte, a equipa tem falta de futebol. Isso é que é indisfarçável. Não é provável, mas até poderá eliminar a Croácia nos oitavos de final. Se o fizer, afasta "apenas" o mais forte adversário que se perfila até à final, em razão daquele bónus do golo "suicida" da Islândia. Que atirou com os islandeses que nem um microfone para o lago dos tubarões.

Quer dizer que, mesmo sem futebol para ir a lado nenhum, se a probabilidade for uma batata e eliminar a Croácia, a selecção nacional pode até chegar à final. Mas continua a ser muito improvável que uma equipa que não conseguiu ganhar à Islândia, nem à Áustria, nem à Hungria consiga ganhar a alguém daqui para a frente. 

Mas pronto. Esta já está, como diz o presidente. Omnipresente!

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