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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Bom Ano de 2020

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Fecha-se um ano e uma década. Uma década que teve de tudo um pouco. Teve troika, e muitos sacrifícios. Teve incêndios. Teve BES. Teve Sócrates. Teve revolta, muita revolta, ainda assim menos revolta do que se justificaria. Mas também teve momentos de euforia e de exaltação colectiva, alguns únicos e irrepetíveis. 

E teve Quinta Emenda, que deseja a todos os leitores e visitantes um bom Ano de 2020!

 

Um presidente de fazer inveja!

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Chamem-lhe o que quiserem. Achem o que acharem. Por mim, "curto bué" ter um Presidente que tem a "pancada" de se mandar ao mar no primeiro dia do ano, de dar umas valentes braçadas e de, no fim, dizer que lá é que está bem: só ele e o mar. Nem me interessa se não é exactamente assim, como não me interessou nada que Marcelo tivesse estado, ou não, na primeira sessão da Cornucópia...

E acho até que que aqueles turistas todos que lhe interrompiam cada passo de regresso casa por uma selfie morrem de inveja de nós. Eu, no lugar deles, roía-me de inveja!

Bom 2016!

 

Está a acabar... Mais umas horas e, entre rolhas a saltar, foguetes a ribombar, luzes a voar e copos a tilintar, vai-se desta para melhor. Já toda a gente anda farta dele, mas é sempre assim: os últimos dias já quase não contam para mais nada que não seja para contar os que ainda faltam. Tudo se adia, tudo se empurra para o ano novo, engrossando-lhe as responsabilidades. Porque, ano novo, vida nova... mesmo que a vida seja a mesma de sempre.

Queremos acreditar que naquelas doze passas cabe toda uma vida nova. Que naqueles abraços se abraçam todos os sonhos que se renovam na magia de cada meia noite de 31 de Dezembro... 

Um bom 2016 para todos!

Feliz Ano Novo

Por Eduardo Louro

 

Não vale a pena esperar muito deste novo ano, como não valeu a penas esperar muito destes últimos. Mas os últimos dias deste que está acabar deixaram-me a estranha sensação de que já acomodamos a crise, que com ela encontramos formas de convivência. 

Acredito que isso nos possa deixar mais confortados, e que até os votos de feliz ano novo façam algum sentido...

ADEUS 2012

Por Eduardo Louro

 

Há um ano deixava aqui uma curiosa mensagem para o ano novo, este que agora está velho e acabado. Escrevia que, “tendo como certo e adquirido que 2012 vai ser o nosso annus horrbilis, é de admitir que, bom mesmo, seria … que passássemos para 1 de Janeiro de 2013. Ou de 2014. Ou de 2015! … Se não conseguimos trocar as voltas este ano novo, se ele vai ser o que se anuncia - e já que, contra crenças, profecias e mitos, o mundo não irá acabar em 2012 - então que seja mesmo o pior. Que não voltemos a ter mais nenhum como este, que seja o da remissão definitiva dos nossos pecados, para que possamos voltar a ter a esperança de anos melhores para todos!”

É triste a nossa sina! Poderia voltar a escrever tudo de novo, com o mesmo a propósito… Foi aqui que chegamos, desesperadamente encurralados: sem esperança e sem futuro. Apenas com medo!

Olhamos para 2013 e distinguimos dois vultos. Um algures ali por Abril, tenebroso. Chama-se execução orçamental do primeiro trimestre, e todo ele é desgraça. Outro lá mais para frente, em Setembro, e chamam-lhe – vejam bem - eleições na Alemanha!

Do primeiro só temos razões para ter medo. Muito medo. Do segundo… medonho é pensar do que nos deixamos reféns!

VAMOS SAIR DO EURO?

Por Eduardo Louro 

 

Vamos sair do euro?

Estamos a acordar – uns mais ressacados que outros – da noite que dedicamos à chegada deste que nos irá responder a esta pergunta, que nos assalta de há largos meses a esta parte!

Claro que traz mais respostas, mas é esta que lhe dá importância. Até pode ser que, à boa maneira de quem sabe como gerir o alinhamento do espectáculo, a guarde para o fim. Mas, como em muitos espectáculos, o público pode levar a profundas alterações de alinhamento…

Também traz no bolso a imposição (final?) do acordo ortográfico. Para já começa por impô-lo em tudo o que seja documento oficial. O Quinta Emenda não é nem tem nada de oficial. É resistente e não se entrega sem luta…

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