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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

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Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

No dia dos namorados ...

Expresso | E depois de Catarina? Mariana Mortágua é o nome mais provável  para liderar o novo Bloco

No dia dos namorados ficou a saber-se que o Bloco de Esquerda vai mudar de liderança. De Catarina para Mariana.

Não tem nada a ver com o dia que celebra essa coisa bonita - nem sempre, alguns jornais aproveitaram o dia para dar notícias sobre a violência no namoro, dizendo um deles que a PSP regista 10 queixas diárias desses actos indecorosos - que é namorar, mas terá certamente alguma coisa a ver com um namoro que se vê a olhos vistos por mau caminho. O namoro de António Costa com o eleitorado leva desavença a mais e amor a menos, e isso não passa despercebido ao Bloco. 

Tratando-se (o eleitorado) de alguém com muitos pretendentes, é natural que o Bloco se aperalte a preceito para tentar seduzir um namorado traído. E que já teve nos braços.

Catarina Martins, que até foi a mais bem sucedida em flirts antigos, percebeu que a "mudança (política) já aí está", e que, ao fim de dez anos, em que o melhor já ficou para trás, seria tempo de sair de cena. E deixar a outros esta nova oportunidade. 

Mariana Mortágua entende que esta é a sua vez. E é capaz de estar certa. Tão certa que ninguém se lhe atravessa à frente. É nova, tem notoriedade como ninguém mais, e jeitinho para a sedução também não lhe falta.

 

 

Debates - um cheirinho a Rúben Amorim

 

Ontem foi dia de um jogo só. Também para a Taça, mas agora o que conta é este campeonato.

PS e Bloco protagonizaram o único jogo do dia, que se previa quentinho. E foi!

Ambos jogaram ao ataque, mas sempre com muitas cautelas. Visíveis no jogo de António Costa, bem menos mandado para a frente que no jogo com Jerónimo de Sousa, agora fora do campeonato (na verdade, o seu, já era um mini-campeonato) para uma intervenção cirúrgica de urgência às carótidas. E, no de Catarina Martins, a travar ímpetos expostos em jogos anteriores, e a ter de contornar uns "obstáculos".

António Costa, naquele seu jeito meio trapalhão de conduzir a bola - "vamos lá ver": a comer palavras como quem come metros de relva em posse- -, foi procurando empurrar a adversária para ... a esquerda, tentando destapar-lhe um flanco radical que lhe permitisse entrar pelos seus territórios menos protegida, que basculam de eleição para eleição. Um espaço num território de "500 mil votos" que poderá ficar "livre". 

Catarina Martins, com um jogo mais directo, sem grandes trocas de bola, tentou manter António Costa lá atrás, destapando-lhe alguma inconsistência. Manteve o jogo directo sem nunca o deixar partir, e esse talvez tenha sido o seu maior mérito. Mas isso teve um preço. As cautelas para evitar que o jogo partisse limitaram-lhe a eficácia no contra-ataque, acabando por nunca o explorar após cada uma das sucessivas jogadas de ataque de Costa construídas a partir do chumbo do orçamento. E foi aí que saiu mais penalizada. 

As jogadas de construção, de ataque continuado, de Costa obedecem sempre à matriz do chumbo do orçamento. E a verdade é que, de tão treinadas, e de tão sistematizadas na matriz do seu jogo, resultam. É um pouco parecido com o Sporting de Rúben Amorim - os adversários sabem que joga sempre assim, mas nunca acertam no antídoto.

Catarina Martins seria até quem tinha mais antídotos - a recuperação de algumas pensões penalizadas versus a sustentabilidade da Segurança Social, e as cativações orçamentais, eram os mais fortes - mas, ao não conseguir aplicá-los com eficácia, acabou colhida pelo rolo-compressor do chumbo do orçamento.

E, de um jogo que teve muito mais "fel" do que "mel", ficou a certeza que muito dificilmente estes jogadores voltarão a partilhar o balneário!

 

Debates - dia de empat(e)(a)s

 

À medida que o campeonato avança os jogos vão perdendo interesse. Por desgaste das equipas, por demais evidente, mas especialmente por saturação das propostas de jogo. Já nada de novo têm para mostrar nesta altura do campeonato.

Ontem foi mais um dia cheio, mas não um dia em cheio. Foi um dia de empatas. E de empates. Pela primeira vez ninguém ganhou. Mas o empate também servia para toda a gente!

O jogo inaugural, entre o Bloco e o PAN, foi enfadonho. Tinha o aliciante de ser completamente feminino, mas nem isso lhe deu grande alma. Com tanta convergência, Catarina Martins e Inês Sousa Real acabaram por afunilar sempre o jogo, retirando-lhe versatilidade e encanto. Quando afunilaram, não remataram. E só conseguiram jogar ao ataque quando partiram o jogo. E já se sabe - quando o jogo parte ganha emoção, mas perde rigor e consistência.  Foi o que aconteceu, e ninguém ganhou com isso. Nem o espectáculo!

No jogo seguinte encontraram-se - não se confrontaram - PSD e IL, uma espécie de Porto - Portimonense. Aquilo pareceu muito mais um baile dos de antigamente - "a menina dança?" - do que um jogo de competição. E dançaram... dançaram ... 

Para Rui Rio não podia correr melhor. A dois dias do jogo do campeonato, o único que realmente tem que ganhar, e no qual há muito concentra todo o trabalho semanal de treino físico e táctico, nada melhor que um baile para descontrair. E foi até bonito de ver como, em vez de jogar, dançaram. Com os passos sempre acertados, e sem pisadelas. Ninguém se queria aleijar, e por isso tiveram muito cuidado com os pés. E com o sítio onde os colocavam. Às vezes Cotrim de Figueiredo dava um apertãozinho mais malandreco, entusiasmava-se um bocadinho e lá saía uma pisadelazinha. Mas nada de grave, e voltava a encostar a cabeça.

Não foi desagradável à vista, e um foi um bocado bem passado. Mas estávamos à espera de um jogo, de uma competição que se resolve com golos, e não de uma dança de engate, que nem notas dá para a competição.

Rasgadinho foi o último da noite, sem surpresa, de resto. Livre e CDS não podiam fazer a coisa por menos!

Esperava-se um jogo de contrastes, e assim foi. A maior capacidade técnica de Rui Tavares teria de se haver com o jogo duro de Francisco Rodrigues dos Santos - que não é Xicão por acaso - agora, depois da chicotada psicológica que afastou Lito Vidigal, em versão Sá Pinto.

Rui Tavares também já acusa algum desgaste. Foi a sua penúltima participação, a competição já vai longa, e isso notou-se. A ideia de jogo esteve lá, mas a condição física para a desenvolver já não é a melhor. Xicão não tem ideia de jogo - tem umas vagas ideias, com um ou dois séculos, do tempo em que o jogo nem sequer tinha ainda sido inventado - mas tem um novo fôlego (Sá Pinto que me perdoe...) que acrescentou uns truques (soundbytes) ao jogo de Lito Vidigal com que iniciou o campeonato. Continua a ser canela até ao pescoço, só que, em vez de cara fechada e dentes cerrados, é agora de riso aberto e boca escancarada. Pode até não doer mais, mas irrita ainda muito mais!

 

Debates - finalmente o espectáculo que valeu o bilhete

Ventura diz que vai tomar vacina perante acusações de Costa

 

No campeonato dos debates, hoje, houve apenas dois jogos - Jerónimo de Sousa, como já se sabe, não comparece aos jogos que se disputem no cabo. Um, o primeiro, aguardado com grande expectativa. Mas foi o segundo o que se revelou como o melhor do jogo do campeonato até ao momento. Valeu o bilhete!

Era grande a expectativa para ver como António Costa, em grande forma nos jogos anteriores, e especialmente no último, se apresentaria contra o Canelas. Conhecendo-se a sua versatilidade táctica, e em boa forma, como seria desempenho do principal candidato ao título naquele terreno pesado, contra um adversário que tem no confronto para além das regras o seu grande - e o único - trunfo?

Pois bem. O candidato ao título não se intimidou, e entrou ao ataque, com determinação e dentes cerrados. Não foi uma grande exibição, é certo. É sabido que, para além do que joga, uma equipa só pode jogar o que o adversário lhe permite. E este nunca lhe permitiria jogar o que o último lhe tinha permitido. E o coiso do Canelas, já se sabe, nunca deixa jogar. Costa jogou o que pôde,  e o que pôde foi suficiente para ganhar. Sem uma grande exibição e pela margem mínima, mas o que conta são os três pontos.

No segundo jogo defrontaram-se Catarina Martins e João Cotrim de Figueiredo - o Bloco e a Iniciativa Liberal. Dois adversários com propostas de jogo completamente antagónicas, mas que propiciaram o melhor espectáculo do campeonato, que já vai a meio. As equipas encaixaram bem uma na outra, interpretaram bem as suas tão antagónicas proposta de jogo, e acabou num daqueles jogos que nenhum merecia perder.

A Catarina acabou por ganhar, por meio golo. Porque foi mais rigorosa no cumprimento táctico. E foi-o por ter sido quem menos se afastou do seu padrão de jogo. Cotrim de Figueiredo teve que se afastar algumas vezes  do seu, talvez por ter tentado corrigir alguns movimentos que, fazendo parte da sua matriz de jogo, não lhe tinham saído muito bem na pré-época, em particular nas coisas da pandemia e da vacinação, ou até do salário mínimo nacional.

Debates - Três jogos, mas um foi para a Taça

Visão | Debates Legislativas: Rio quis que lhe lessem nos lábios o que não  tinha para dizer e deixou líder do BE gabar-se das contas do Governo

 

A jornada de hoje tinha um cartaz variado, com jogos potencialmente interessantes. Iniciou-se com o jogo entre equipas do mesmo campeonato, de resto o único dos três, mesmo que João Cotrim de Figueiredo diga que não. Ou que não é bem, mesmo que a Iniciativa Liberal e o CDS disputem-essa zona classificativa da direita ponto a ponto.

O jogo foi interessante, com o Xicão a insistir no estilo trauliteiro. Até parece que o treinador é o Lito Vidigal, mas a referência continua a ser o coiso. Já se percebeu que não tem outra táctica, com um sistema de jogo muito virado para trás. Nada para a frente, e deixa claro que dificilmente deixará a rectaguarda da tabela. Tão retrógrado, dificilmente poderia ser de outra forma. Ao contrário, Cotrim de Figueiredo apresentou-se com um jogo mais arejado, e mais virado para a frente. E mais tranquilo, também. O que fez toda a diferença, e por isso ganhou claramente..

O segundo do dia era um jogo entre equipas de campeonatos bem distintos. Parecia mais um jogo da Taça, e aconteceu Taça. Ganhou o mais pequeno. Rui Rio voltou a não jogar bem. E quando se não joga bem, o mais provável é perder-se. Entrou praticamente com um auto-golo, numa jogada demasiadamente repetida para ser por acaso. É aquela de fazer do coiso uma coisa normal. Uma jogada ensaiada nos Açores, há pouco mais de um ano, trazida a jogo anteontem, e repetida hoje. 

Em vez de defender a bola da prisão perpétua, nem que fosse a chutar para canto, agarrou-a com as duas mãos para normalizar o coiso. "O Chega não quer a prisão perpétua, mas uma coisa mitigada"! Não foi penalti, mas entrou com a bola nas mãos pela baliza dentro. E ficou baralhado: "sou católico, mas não sou crente. Não tenho fé"! 

E entregou o jogo à adversária. Acabou submetido, vergado à verbalização de "estou de acordo consigo". Catarina Martins nem queria acreditar!

A fechar a jornada, um jogo curioso, e de alguma forma surpreendente. Perspectivava-se que o coiso, no seu lamaçal, trucidasse o adversário. Só que o Rui Tavares.já não ia às cegas, e safou-se bem. E acabou por se superiorizar, no jogo jogado. Golos é que não. Mas só porque a bola do Rui Tavares nunca entra. Nem num Livre!

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Debates - Lamaçal

Jovens do Bloco (@jovensdobloco) / Twitter

 

O segundo debate desta primeira jornada não teve espectáculo. E o jogo foi disputado num autêntico lamaçal, como se esperava. É o terreno de eleição de André Ventura, num jogo de meia bola e força, com entradas por trás e muito jogo subterrâneo, que o árbitro não conseguiu evitar, por muito que tenha tentado.

Catarina Martins sabia que iria encontra estas condições. Preparou-se demasiado para elas. Tanto que acabou por abdicar da sua ideia de jogo, e apareceu completamente descaracterizada. Era tanta a lama que as balizas nem se viam, ficando difícil acertar lá com a bola. Não houve golos, aquele era um jogo que ninguém ganha.

O André Ventura saiu a achar que tinha ganho. Que não marcou golos, mas amassou a Catarina. Saiu a rir.

Mas ele sai sempre a rir. Mesmo quando não se sabe de quê!

Não vale tudo. Pois não!

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O PS ficou muito zangado, a Ana Catarina Mendes disse até "que não valia tudo",  que é o que os políticos dizem sempre que se fazem de zangados, porque a Catarina Martins disse que António Costa foi igual a Passos Coelho. Que sobre o sistema financeiro fez exactamente o mesmo que Passos Coelho..."

Não sei se fez exactamente o mesmo, sou até capaz de conceder que não tenha feito exactamente o mesmo. Mas não fez nada de substancialmente diferente, e como disse exactamente o mesmo, não ficam quaisquer diferenças para reivindicar. Pode, por isso, ficar muito zangado com a Catarina e o Bloco, mas não tem, por isso, ponta de razão. Pode ter razão noutras zangas. Nesta, não!

Evidentemente que António Costa, e  o seu governo, não têm as mesmas culpas no "cartório" do sistema financeiro português que Passos Coelho, Portas e  Maria Luís, com larguíssimas responsabilidades na forma como quiseram ser a cobaia da resolução bancária na União Europeia, com o BES, como deixaram arder o Banif, como assobiaram para o lado na Caixa Geral de Depósitos, que queriam privatizar, como entregaram a um dos seus boys ( e que boy saiu este Sérgio Monteiro) a venda do Novo Banco, ou até como reconduziram Carlos Costa no Banco de Portugal em cima das eleições, há quatro anos. Mas quando, ele como Centeno, repetem como Passos, Portas ou Maria Luís, que a tragédia do Novo Banco não custa um euro aos portugueses, ninguém mais pode dizer que não sejam exactamente iguais.

É que, neste caso, não é sequer preciso ser. Basta parecer!

Não dizer que os milhares de milhões de euros que o país tem de entregar ao fundo de resolução são milhares de milhões que são desviados das funções que o Estado não vai realizar, penalizando todos os portugueses. Não dizer que os bancos, ao longo dos 30 anos que têm para os pagar, não irão pagar - eles sim - um euro que não repercutam no custo dos serviços que nos prestam, e que, para além do que deixamos de receber de serviços do Estado, vamos ainda pagar tudo, até ao último cêntimo. Dizer que pediram uma auditoria, mas que não pode ser à gestão recente, porque isso seria até deselegante para o Banco de Portugal, e não dizer que isso quer exactamente dizer que o Novo Banco foi negociado sem que se saber bem o que se estava a negociar. E não dizer que o valor fixado para a garantia do Estado, a que preferem chamar mecanismo contingente, não foi estabelecido com transparência e que ficou exactamente para gastar à vontade do freguês. E não dizer que é essa garantia que faz com que o banco se não preocupe nada em valorizar activos de que se está a desfazer ao preço da uva mijona. E não dizer que muitos destes milhares de milhões que estão a ser sugados da nossa economia estão a ser transferidos para os negócios que vivem da carteira de crédito malparado dos bancos... é, para além de dizer, fazer exactamente como Passos Coelho.

Goste-se, ou não! 

A notícia e o feminino

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Quando notícia é a onda de calor que aí vem, a prometer bater recordes de temperatura, o aumento extraordinário das pensões mais baixas, que hoje entra em vigor, Madona na capa da Vogue, cheia de Portugal (descansem almas penadas da lusa inveja, os lugares do estacionamento ficaram pagos, e bem pagos...) ou o avião que caiu no México (não, a notícia não é a queda do avião - já quase não é notícia - a notícia é que o avião caiu com 98 pessoas a bordo e não morreu ninguém), são ainda os (e)feitos de Ricardo Robles que, por cá, ocupam o topo da actualidade.

Percebia-se que não seria fácil fazer desaparecer o tema das primeira páginas. Não era preciso o "mea culpa" de Catarina Martins, mas a verdade é que ajudou. 

Quando ontem à noite, em entrevista à Ana Lourenço, na RTP 3, Catarina Martins admitiu o erro de análise e assumiu, com toda a frontalidade, que a "contradição era grande" e impeditiva da continuidade de Robles na autarquia, fez de novo notícia. Porque notícia, como se sabe, é o homem morder o cão. E Catarina Martins "mordeu o cão". De "cão a morder o homem" é o que faz a generalidade dos seus pares, incapaz de auto-crítica.

Vejo muito de feminino nesta nobreza da líder do Bloco. Não que a tese da infalibildade seja mais masculina que feminina, ou que o "mea culpa" - ou o recuo como chamam muitos dos jornais - tenha hoje alguma coisa a ver com a distinção de género na política, muito marcada por comportamentos padronizados. Mas porque o erro de avaliação de que se penitencia não é mais que a reacção feroz, primária e instintiva de defender um dos seus.

Nas primeiras notícias - e Catarina Martins diz que desconhecia o negócio do seu colega de partido, que só teve conhecimento pelas notícias dos jornais - viu um ataque a um dos seus, e nada mais que isso. E o seu instinto de defesa, diria que maternal, da fêmea que salta em protecção da cria, sobrepôs-se à lucidez da análise, induzindo-a no erro.

E isto é profunda, genuína e instintivamente feminino!

 

Oliveira da Figueira

Por Eduardo Louro

 

 

Não foi desinteressante, este debate entre Portas e Catarina Martins. Paulo Portas mostrou logo ao que vinha, e confirmou que o cardápio argumentativo da coligação não tem surpresas. Não perdeu tempo a mostrar que a cartilha é limitada: bancarrota e a Grécia.

Não há volta a dar: a coligação rendeu-se à cassete. Ou ao disco riscado – não sai dali: “o país estava na bancarrota” e “olhem para a Grécia”. Quando isso se torna no argumento único, pronto a saltar a propósito de tudo e de nada, torna-se enfadonho. E perde evidentemente efeito.  

Não posso dizer que a porta-voz do Bloco de Esquerda me tenha surpreendido. Mas posso dizer que surpreendeu o número dois da coligação, que não conseguiu sequer chegar ao seu nível habitual de vendedor de banha da cobra – ou de Oliveira da Figueira, o Paulo Portas que Hergé antecipou.

Não está em grande forma, não senhor. Se calhar é por ter sido mandado para a segunda divisão!

 

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