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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Final com final anunciado

 

O Real Madrid conquistou hoje em Kiev a sua 13ª Taça dos Campeões Europeus. E a terceira consecutiva na nova era Champions. Tudo feitos difíceis de igualar.

Real Madrid e Liverpool, dois senhores do futebol europeu, proporcionaram uma grande final. Os reds entraram por cima, a superiorizarem-se à custa da tremenda pressão sobre o adversário, como Klopp gosta, e mandaram no jogo até ao momento chave do jogo: a lesão do egípcio Salah, a estrela maior do Liverpool, nesta altura, por volta da meia hora de jogo, num lance onde Sérgio Ramos - sempre ele - não fica bem na fotografia.

Pouco depois também o lateral direito madrileno, Carvajal, foi obrigado a sair, por lesão. Que, não tendo a mesma influência no jogo, não foi de menor carga emocional. É que Carvajal vai provavelmente falhar o Mundial, como já falhou o último, no Brasil, por lesão igualmente contraída na final da Champions, então na Luz.

Sem Salah, e mesmo transferindo as suas funções para Mané, que confirmou toda a sua enorme categoria, o Liverpool passou a ser outra equipa. E deixou fugir o domínio do jogo para o adversário.

Os golos só vieram na segunda parte. O primeiro, para o Real, oferecido pelo guarda-redes Karius a Benzema. Caricato! O Liverpool reagiu bem à asneira do seu guarda- redes e, menos de 5 minutos depois, restabelecia o empate, pelo inevitável Mané, e depois, disfarçado de Cristiano Ronaldo, entrou Bale, o homem do jogo!

Dois minutos depois de entrar assinou um golo espectacular, numa réplica à bicicleta de Cristiano Ronaldo, em Turim. Vinte minutos depois voltou a imitar o "melhor do mundo", num grande remate de longe que o pobre Karius decidiu transformar em golo. E pronto, ficava escrito o último capítulo de uma história com final anunciado. Porque nisto de Champions é mesmo assim: no fim ganha o Real Madrid!

A figura desta final poderia ter sido Salah, mas a sorte não quis nada com ele. E a figura da equipa foi Mané, com Firmino a passar ao lado do jogo. Como Isco, do outro lado. E até mesmo Cristiano Ronaldo, que não gostou nada de ter ficado em branco e sido ofuscado por Bale, como se viu pelo amúo que revelou no final do jogo, deixando no ar a ameaça de sair...

 

  

Ilusório é isto mesmo

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O desfecho final da eliminatória pode até sugerir grande equilíbrio de forças, muita incerteza no resultado e invugar emoção até ao apito final. Mas não foi nada disso que se passou na outra meia-final: o 5-2 de Liverpool foi, antes e durante praticamente todo o jogo, 5-0. Do massacre à displicência foi uma questão de minutos: os minutos finais que tornaram um resultado vexatório - se é que isso existe - num 2-5 que não era nada pior para a Roma que os revertidos 1-4 de Barcelona.

O 4-2 de hoje, em Roma, não tem uma história muito diferente. O Liverpool voltou a mostrar ser imensamente superior, só que, mais uma vez, rapidamente passou da superioridade à displicência. Enquanto foi a valer o domínio da equipa inglesa foi indiscutível; os romanos apareceram quando, por muito que fizessem, já não podiam fazer coisa nenhuma. O Liverpool esteve grande parte do tempo a ganhar, depois tolerou o empate e, no fim, nos últimos minutos - a 4 dos 90 e outros 4 depois dos 90 - o resultado acabou a um só golo do prolongamento. Que nunca passou pela cabeça de ninguém!

Mas, claro e sem dúvida nenhuma, a Roma foi uma equipa rija, caiu de pé e com honra. E teve sempre o grande mérito de não se deixar abater. De, à beira do precipício, se agarrar à vida. Mas nada que tenha a ver com o espectacular 7-6 que fechou a eliminatória.

O Liverpool foi muito superior. E será um osso bem duro para o Real Madrid roer em Kiev, no próximo dia 26!

Onze contra onze, e no fim...

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Mudou o velho paradigma do futebol. Agora é: onze contra onze e no fim ... No fim ganha o Real Madrid!

Os madrilistas estão na terceira final consecutiva da "Champions". Na quarta nos últimos cinco anos. E no entanto hoje foram completamente dominados pelos alemães (pois é - o paradigma) do Bayern de Munique. Muitas vezes atropelados, e algumas mesmo cilindrados. 

Já nos quarto de final tinha sido o que foi, com a Juventus. Desde os oitavos que, em Madrid, o Real sofre a bom sofrer, sempre muito abaixo do nível dos adversários. Ganhou ao PSG, apesar de dominado. Perdeu depois com a Juventus, e só não ficou de fora porque, no último minuto, lá apareceu um penalti salvador.

Hoje foi o que se viu: o Bayern confirmou por completo a superioridade que já exibira em Munique. Mas na "Champions" é mesmo assim - no fim ganha o Real Madrid! 

Em Kiev, dentro de três semanas, é provável que isso se confirme de novo.

Pronto. Contas (des)feitas!

 

O Benfica desfez hoje, em Moscovo, todas as contas que teimosamente se andavam a fazer. Voltou a perder - cinco jogos, cinco derrotas - e voltou a deixar uma  confrangedora imagem de incapacidade.

Voltou a não ter uma pontinha de sorte, é certo, sofrendo um golo muito cedo, em posição de fora de jogo, e depois um auto-golo, de Jardel, que começa a ficar especialista. Foi, também é verdade, mais uma vez penalizado pela arbitragem. Mas nem isso são atenuantes: a equipa mostrou em campo que, ao contrário do que toda a gente disse, incluindo José Mourinho, foi a pior equipa do grupo, em que entrara como cabeça de série.

O CSKA não tinha ganho qualquer jogo em casa. Contou com o Benfica para ganhar o primeiro. Ia em seis anos, e 42 jogos da Champions, sempre a sofrer golos. Contou com o Benfica para quebrar esse enguiço.

Foi este o Benfica europeu desta época. Pior que uma equipa sem sorte, uma equipa sem qualquer capacidade para a procurar. Sem alma, sem chama e sem futebol!

Miserável. Outra palavra seria tretas...

 

Nova derrota - a quarta, em quatro jogos na Champions. Miserável campanha!

Esta noite, em Old Trafford, até se poderá invocar essa coisa da sorte e do azar. E a arbitragem. Que foi deplorável, negando um penalti claro ao Benfica para, no minuto seguinte, assinalar um, inexistente, a favor do Manchester United. Que o miúdo defendeu. 

A sorte e o azar de uma bola no poste. Que sai pela linha de fundo, quando o remate foi do Raul Jimenez. Ou vai contra as costas do guarda-redes, e daí para a baliza, quando foi Matic, agora na equipa de José Mourinho, a rematar. É certo que que foi assim. Que a equipa não tem sorte, mas também parece que não faz por a merecer. Também tem que haver revolta contra a falta de sorte. E revolta é coisa que não se vê no Benfica. Não faz parte do discurso, não se sente em ocasião nenhuma...

Pelo capricho dos resultados, os 6 pontos que ainda estão em disputa poderiam chegar para o segundo lugar, e o consequente apuramento para os oitavos. Seria inédito, mas não deixa de ser uma hipótese. Também poderão dar para a Liga Europa. E também poderão não dar para coisa nenhuma, o mais provável do improvável cenário. Não ter conseguido um único ponto em quatro jogos, e achar que consegue todos os pontos dos dois jogos que faltam, é pouco credível.

Mesmo assim, mesmo que desse para acreditar, era ainda preciso que, quem em quatro jogos marcou apenas um golo, e sofreu dez, marcasse agora um mínimo de seis, sem sofrer nenhum. Deixemo-nos de tretas!

Ainda há dúvidas?

 

Este jogo de entrada do Benfica na Champions tinha de ser ganho. Porque era em casa, perante um adversário directo, digamos assim, porque era o primeiro, e é sempre importante ganhar o primeiro jogo nestas fases curtas de apuramento, e porque o Benfica vinha de dois jogos que deixavam muitas dúvidas quanto à real capacidade da equipa.

A equipa tinha de ter assimilado todas estas condicionantes, e entrar afirmativa, sem dar grandes chances ao adversário. Não se pode dizer que o Benfica tenha feito uma má primeira parte, mas esteve longe de ser bem conseguida, e muito mais de ser convincente. E, oportunidades de golo, apenas naquele remate de Grimaldo - que regressou muito bem, a fazer com Zivkovic uma ala esquerda de grande categoria - ao poste. Porque os dois penaltis que o árbitro não quis assinalar foram só isso: penaltis por assinalar.  

A equipa entrou para a segunda parte com  vontade de resolver o jogo. Os primeiros minutos tiveram quase tudo o que era preciso para ganhar o jogo, com o CSKA de Moscovo encostado lá atrás. Até o golo, logo aos 5 minutos.

Só que pareceu que os jogadores pensaram que, feito o golo, estava tudo feito. A equipa perdeu intensidade e, de repente, duas carambolas dentro da área mostraram uma defesa do Benfica de manteiga. Nada que não se soubesse. O resto fê-lo o árbitro espanhol, que quis ser a figura do jogo. Não lhe bastando os penaltis que não assinalou, resolveu inacreditavelmente assinalar um contra o Benfica, que deu o empate à equipa russa sem nada ter feito por isso.

A equipa intranquilizou-se ainda mais e, na segunda vez que o adversário chegou à área, de novo com a defesa aos papéis, sofreu o golo que ditaria a derrota. A partir daí, e falltavam ainda mais de 20 munutos, deu para tudo. Para mais erros do árbitro, para entrar o Gabriel à espera de um milagre... Para tudo menos para oportunidades claras para ganhar o jogo: uma, e pronto!

Não há dúvidas que a equipa não está bem. Nem que aquele futebol sempre ali dentro da meia lua não é coisa que se apresente. Nem que Rui Vitória precisa de parar para pensar. E para se acalmar. Parece sem ideias e está claramente sem discurso. Já não dá para ouvir.

A pouca sorte do rigor

 

Benfica, FC Porto e Sporting já conhecem rivais na Champions

 

 

"Sorte diferente para as equipas portuguesas no sorteio da Champions" - lê-se e ouve-se na comunicação social desportiva, comparando os adversários de Benfica, Porto e Sporting, deixando no ar que o Sporting teve azar, e Benfica e Porto, sorte. Esquecem-se que se estão a esquecer do pequeno pormenor que, no sorteio, o Sporting estava pote 4, o último, o dos menos credenciados. E que o Benfica estava no primeiro e o Porto no segundo, os dois potes com as mais fortes equipas europeias. Esquecem-se sempre de alguma coisa. Normalmente daquilo que é fundamental.

No pote 4, o Sporting nunca poderia evitar duas das melhores equipas europeias, uma do pote 1 e outra do 2. No pote 4, a sorte ou o azar do Sporting apenas poderia ser comparada no que respeita ao adversário saído do pote 3, o único que continha potenciais adversários comuns às três equipas portuguesas. Pois bem, desse pote 3, saíram, para o Benfica, o Basileia, para o Porto, o Besiktas, e para o Sporting, o Olimpiakos. Será que foi o Sporting o mais azarado? NInguém o dirá.

Ao Benfica, do pote 2, calhou o Manchester United. Ao Sporting o Barcelona. Para o Porto, do pote 1, saiu o Mónaco, o melhor que lá havia. Se pudesse, não escolheria melhor. Para o Sporting saiu a Juventus.

No pote 4, das equipas mais fracas, a sorte não foi madrinha nem para o Benfica nem para o Porto: respectivamente CSKA, da longínqua e fria Moscovo, e Leipzig, a surpresa da Budesliga na época passada.

Diz-se que a sorte dá muito trabalho. O rigor também. Se calhar dá mais...

 

 

Desolador

O mais e o menos do Dortmund-Benfica (e um P.S.)

 

 O Benfica saltou fora da Champions. Não conseguiu, desta vez, chegar aos quartos de final, que é mesmo o máximo que o futebol actual permite às melhores equipas que não sejam espanholas ou alemãs. Ou inglesas, vá lá... 

Era esperado. Em boa verdade, se o resultado da primeira mão, na Luz, podia legitimar algumas esperanças, a exibição, não. E mais esperado se tornou quando, logo na abertura do jogo, o Borússia marcou, e anulou a única vantagem que o Benfica trazia.  

Desolador é o resultado, 4-0 é uma derrota pesada. Sem atenuantes, mesmo que o jogo não tenha tido nada a ver com o da primeira mão. Mesmo com aquele golo logo de entrada, o Benfica não foi trocidado, como então tinha sido, dividiu o jogo com o Borússia, e equilibrou até as diferentes variáveis estatísticas do jogo, em particular a posse de bola e os remates. Chegou até a superiorizar-se à equipa alemã em grande parte do jogo, durante os três quartos de hora que mediaram entre o primeiro e o quarto. Aí, à entrada do segundo quarto de hora da segunda parte, em dois minutos o Borússia fez dois golos. De rajada, sem dó nem piedade, como que a apresentar a factura da Luz!

O Benfica acabou por pagar, com juros, a ineficácia de Aubameyang na Luz. Hoje fez três, não perdoou nenhuma. Até em fora de jogo valeu...

Mais desolador que a goleada, é ficarmos com a ideia que, maior que a diferença entre as individualidades, é a diferença para o colectivo. E essa diferença resulta de trabalho táctico, de mentalidade, e de dinâmica de jogo. E isso não custa tantos milhões como os jogadores!

Uma nota para a sensacional remontada do Barça: virou em Barcelona, com 6-1, a derrota de 0-4 de Paris. Nunca tinha acontecido. Mas aconteceu. O impossível aconteceu com três golos aos 88, aos 91 e aos 95 minutos. Mas também com a mão do árbitro, com inequívoca participação no milagre.

Em Dortmund, também se deu pelo árbitro, que poupou a expulsão a Dembèlé, e deixou um penalti por marcar a favor do Benfica. Mas nada que se parecesse com o passou em Barcelona... 

 

Sangue, suor e lágrimas

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Grande ambiente na Luz, à Champions. Grande jogo, intenso até mais não. Sofrido até não poder ser mais, neste regresso da Champions, no 500º jogo oficial de Luisão com o manto sagrado colado ao corpo.

O Borussia Dortmund é uma grande equipa, e tem um grande futebol, com uma dinâmica praticamente imparável. Ao Benfica restou resistir, sofrer e, tanto quanto possível, contrariar aquele futebol demolidor.

O Benfica sabia ao que vinha. Sabia que logo que a equipa alemã impusesse o seu futebol ficaria difícil contrariá-lo. E sabia que só tomando conta do jogo, e impondo o seu futebol próprio futebol, poderia retardar a entrada em funcionamento da máquina alemã.

Conseguiu-o durante os primeiros dez minutos, chegando a deixar pensar que conseguiria verdadeiramente discutir o jogo em todas as sua vertentes. E em todo o campo.

A verdade é que os restantes 35 minutos da primeira parte mostraram que não. O Dortmund encostou a equipa benfiquista à sua área, como no pugilismo se encosta o adversário às cordas. O Benfica não conseguia secar a fonte do futebol alemão, que alimentava as torrentes de ataque que apanhavam a equipa lá atrás, com as sucessivas vagas a rebentarem-lhe em cima.

Na segunda parte Rui Vitória deu a volta a este estado de coisas. Com a saída de Carrillo - não por ser Carrillo, nem porque estivesse pior que os outros - e a entrada de Filipe Augusto (o Samaris a perder espaço) permitiu que Pizzi subisse no terreno e, mesmo sem a secar, condicionar a nascente do futebol do Borussia, ali pelos lados do central Bartra. E assim o Benfica voltou a entrar melhor, voltou a discutir o jogo e, com a sorte que nestas coisas faz sempre falta, chega ao golo.

Este período voltou a não durar mais que dez minutos. Mas a torrente do futebol alemão nunca mais foi a mesma. E depois surgiu Ederson em todo o seu explendor, defendendo tudo. Até um penalti. E garantindo um resultado que é tão obviamente bom quanto provavelmente insuficiente para repetir os quartos de final da época passada.   

No fim ficou uma alegria imensa. Como a chama. E as lágrimas do capitão, do senhor 500, a juntar ao suor de todos, e ao sangue de Lindelof e Ederson...

 

Sem brilho

 Benfica - Nápoles - Liga dos Campeões

 

O Benfica apurou-se para os oitavos de final da Champions. Sem brilho, não há outra forma de o dizer.

Sem brilho porque o fez com apenas 8 pontos. E isso nunca é brilhante. E sem brilho porque perdeu o jogo, na Luz, com o Nápoles, repetindo o 1-2 da Madeira. E desta vez, ao contrário da última, perdeu bem: sem espinhas. A equipa italiana foi melhor. Na segunda parte foi mesmo muito melhor. E sem brilho porque fê-lo à custa de terceiros: o surpreendente Dínamo de Kiev, que despachou o Besiktas com um resultado improvável na Champions: 6-0!

O apuramento é importante. Muito importante, mesmo, mas o jogo não deixa razões para festejar. Deixa é preocupações. Porque é a segunda derrota consecutiva, porque o rendimento da equipa baixou assustadoramente, e porque há jogadores - e não são poucos - que, de repente, deixaram fugir a grande forma que exibiam. E porque deixa vir ao de cima aquela ideia terrível que, nos grandes jogos, nos mais exigentes, a equipa encolhe-se. Não se consegue impôr.

Vai agora ter de desmentir tudo isso, já no domingo, onde a liderança do campeonato ficou subitamente em jogo. Não é normal o Benfica perder dois jogos consecutivos. Três é impensável! 

 

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