Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Antes e depois

Costa diz que Champions em Portugal é um "prémio merecido aos ...

 

Se antes daquele anúncio, daquela forma e naquelas condições, da final a oito da Champions League deste ano em Lisboa, que deveria fazer corar de vergonha os seus intérpretes - mas não faz, porque Marcelo não tem vergonha de nada, e Costa terá prováveis problemas de ruborização de rosto - se percebia que muita coisa estava a mudar na relação dos portugueses com a pandemia, depois, essa mudança ficou ainda mais clara.

O ponto de viragem nem será exactamente o daquele acontecimento idiota, mas nunca deixará de ser esse o momento mais simbólico da viragem assinalada pelo ponteiro do medo. Antes, para os portugueses, mais importante que a doença era o medo.

O medo tinha sido o alfa e o ómega do chamado sucesso português, supostamente reconhecido na decisão da UEFA celebrada naquela patética sessão de propaganda. Fora por medo que os portugueses tinham até antecipado muitas das regras do confinamento. Fora por medo que tinham cumprido todas as indicações de protecção, e todas restrições que lhes tinham sido impostas. 

Depois perdeu-se o medo. E, perdido o medo, acabaram-se as preocupações de protecção, acabou-se o civismo, acabaram-se os bons exemplos, as lições de humanidade que todos os dias por aí  corriam e, por fim, todo o s tipo de restrições. 

O fim de semana encarregou-se de mostrar isso, com festas e mais festas de jovens inconscientes por todo o país. E com hospitais a serem inundados por adolescentes e jovens infectados. 

Antes, profissionais de saúde comoviam-se com os idosos infectados que lhes chegavam, mobilizavam-se para os salvar, com o que tinham e o que não tinham e, no fim, emocionavam-se e emocionavam-nos nas vitórias e nas derrotas que connosco partilhavam. Hoje, ao verem chegar estes jovens infectados, porventura ainda a tresandar a álcool, terão vontade é de lhes dar uns pares de estalos ou - vá lá - meter-lhes qualquer coisa pelo rabo acima. Ou pela garganta abaixo. 

 

 

Parolice e irresponsabilidade*

Expresso | Marcelo não quer público nos jogos da Champions

Não sei, ainda não consegui perceber, se estamos cada vez mais perto de uma segunda vaga da covid, ou se, simplesmente, o vírus continua apenas a fazer o seu percurso, nunca interrompido.

Depois de semanas a crescer na grande Lisboa, em ambientes de degradação e precariedade, surgiram novos surtos noutras zonas do país, mas também com outro enquadramento. No Algarve, em Lagos, com origem numa festa clandestina. No IPO, em Lisboa. E em novos estabelecimentos para idosos, noutras zonas do país, entre as quais a nossa, aqui em Aljubarrota.  

Há países onde isso se distingue claramente, e outros onde nem sequer se pode falar de segunda vaga no ressurgimento do vírus. Na China, por exemplo, tudo parece apontar para o surgimento de uma segunda vaga, desta vez e ao que parece, prontamente enfrentada. Na Alemanha o recrudescimento em curso está identificado em unidades de tratamento industrial de carnes, em trabalhadores do leste europeu de manifesta precariedade socioeconómica. Já na Nova Zelândia, semanas depois da irradicação do vírus, a fantástica primeira-ministra Jacinda Ardem teve de voltar a fechar o país, perante o surgimento de umas centenas de novos casos. Mas não é uma segunda vaga, decorre apenas uma falha, de uma quebra nas regras e procedimentos em vigor quando, por razões humanitárias (vinham despedir-se de um familiar às portas da morte), os serviços do aeroporto permitiram a duas cidadãs britânicas, acabadas de chegar, que acedessem ao país antes de conhecidos os resultados dos testes. Estavam infectadas, e espalharam o vírus por onde passaram, atingindo três ou quatro centenas de pessoas.

É por isto, por tudo isto, que tenho alguma dificuldade em compreender a festa pimba e parola que anteontem aconteceu no Palácio de Belém, e que juntou o Presidente da República, o Presidente da Assembleia da República, o Primeiro-ministro, o Presidente da Câmara de Lisboa e o da Federação Portuguesa de Futebol, não para beberem uns copos mas para, entre entre bacocas trocas de elogios e presunçosas exaltações de méritos, anunciarem a realização dos jogos da Liga dos Campeões em Lisboa. 

A parolice ainda percebo. A irresponsabilidade é que não. De todo!

 

* A minha crónica de hoje na Cister FM

Diário do regresso à vida

Registados 27 novos casos suspeitos de coronavírus nas últimas 24 ...

 

O país vai-se abrindo. Entramos ontem na terceira fase de desconfinamento, e a malha vai esticando. Já não há praticamente sectores fechados - os centros comerciais na área da grande Lisboa são a excepção, que não sei se faz a regra se a ponta do icebergue.

Os voos começam a aterrar nos aeroportos e, ao que se diz, sem grandes constrangimentos restritivos. À vontade, à vontadinha... Mas também a levantar voo e, ao contrário de tudo o resto, sem quaisquer restrições de lotação, sem distâncias entre os passageiros. Distâncias indispensáveis ao ar livre, nas praias e parques, mas desnecessárias dentro de um avião. Os espectáculos já recomeçaram, e até o futebol já não quer regressar sem público. Ontem, com o primeiro-ministro na plateia, Bruno Nogueira abriu a temporada no Campo Pequeno, com um espectáculo esgotado em 11 minutos. Hoje repete a dose, desta vez com a presença garantida do Presidente da República.

Entretanto nos hospitais as coisas vão-se complicando, sem que ninguém fale muito disso. As transmissões do vírus não baixam, estão mesmo claramente a subir. Na grande Lisboa, mas não só. Testa-se mais, muito mais agora que anteriormente, é certo. E sempre se soube que quantos mais se testassem mais positivos surgiriam. Como quanto maior for a abertura maior é o contágio, porque a "estória do civismo dos portugueses" está mal contada. O bom comportamento dos portugueses durou enquanto durou o medo. E esse acabou!

Acresce que, ao contrário do que se andou durante  muito tempo a dizer, o vírus não é democrático. Não toca a todos da mesma maneira. Bate muito mais nos mais desfavorecidos, e instala-se e circula com muito mais à vontade entre a pobreza e a miséria. Nos bairros mais degradados, nas casas mais insalubres, nos trabalhos mais precários... Entre aqueles que se deslocam para o trabalho em transportes públicos sobre-lotados, como sardinha em lata...

As urgências dos hospitais, até aqui vazias e a permitirem inteira afectação de recursos aos covidários, voltaram a encher-se. Injustificadamente, na maioria dos casos. E as mesmas estruturas têm agora, em vez de uma, duas frentes activas. Porque na propagação do vírus o planalto mantém-se, a altitude é que não. Essa é cada vez maior! 

 

 

Passos atrás?

COVID-19: o plano de desconfinamento para Portugal – Jornal ...

Chegados à terceira fase de desconfinamento as coisas parecem complicar-se. Os números dos novos casos de infecção na grande Lisboa activam sinais de alarme e sugerem passos atrás. Os números, mas também as circunstâncias da propagação do vírus. 

A taxa de transmissão da doença nas zonas suburbanas da grande Lisboa está fora de qualquer padrão nacional e o vírus está, final e claramente, a revelar a dinâmica de desigualdade social, de miséria e de pobreza que se sabia que arrastaria consigo. Situações de pobreza, de habitação degradada e de precariedade social aceleraram a taxa mas também o paradigma da transmissão da doença: aos idosos, em lares, do Norte há algumas semanas, sucedem-se agora, na grande Lisboa, adultos jovens em contexto laboral, como no concelho da Azambuja, ou de bairros degradados, como nos de Loures ou do Seixal.

Não são apenas realidades sócio-sanitárias muito diferentes, são realidades com riscos muito distintos. E esta é bem mais perigosa!  

As regras que o governo se prepara para anunciar para esta terceira fase de desconfinamento terão naturalmente isso em consideração. Poderão não dar alguns passos atrás, mas anularão certamente outros passos em frente. Sobre o aprofundamento das desigualdades sociais que se desenham a traço grosso é que não poderão fazer muito. Talvez os 26 mil milhões de euros que se espera que aí venham possam fazer alguma coisa...

Não se esqueçam!

Destinos e delírios

Twitter classifica publicações de Trump como 'potencialmente ...

 

Em plena guerra das máscaras, Trump foi apanhado por um dos seus mais usados instrumentos de guerra, o Twitter. 

Na sua delirante visão da covid-19, Trump encontrou nas máscaras novos moinhos de vento alinhados contra a sua reeleição e, no país mais atingido pelo vírus, já à beira dos 100 mil mortos, transformou o uso de máscara numa questão político-ideológica. Em mais um factor de divisão dos americanos, que agora também se dividem entre os que usam e os que não usam máscara. 

Andava Trump entretido de espada em riste contra as máscaras quando o Twitter entendeu reforçar as suas regras para combater a desinformação e as fake news, criando sinalizações que identificam os conteúdos  como "potencialmente enganosos" e associando-lhe links para informações sobre o tema. Onde, como não poderia deixar de ser, Trump foi apanhado logo à primeira.

O governador da Califórnia, o democrata Gavin Newsom, decidiu enviar boletins de voto por correspondência a todos os eleitores registados no Estado, como medida excepcional para a votação no contexto da pandemia. Porque isso era dar importância à pandemia que continua empenhado em desvalorizar, Trump correu a postar contra o voto por correspondência, com supostas consequências fraudulentas. 

O Twitter não deixou passar sem sinalizar com a mensagem "aceda aqui a todas as informações sobre a votação por correspondência". Foi o suficiente para Trump acusar a rede social de "interferência directa nas eleições", e de  "sufocar completamente a liberdade de expressão", o que ele nunca permitiria.

É esse o seu ponto de chegada. A um ponto em que nunca, nada nem ninguém o impeça de mentir, como lhe apetecer, à medida dos seus interesses ou simplesmente à dos seus delírios... Esperemos que fique pelo caminho, e nunca lá chegue!

 

Diário do regresso à vida

Covid-19. Itália está preparada para uma eventual segunda vaga da ...

 

Passou já a primeira semana da nossa experiência de desconfinamento. O balanço dessas experiências está ainda por fazer, até porque a agenda mediática está especialmente ocupada com o que aí vem. E nada preocupada com o que já veio, como correram as coisas...

Já se sabe como vai regressar o futebol. Ou talvez não porque, olhando com atenção para o que se ouve e se lê, percebem-se uns ziguezagues que trazem água no bico. Como vão regressar os restaurantes, que estão a encontrar nas esplanadas uma escapatória de viabilidade. Como vão reabrir as creches, com as mais contra-natura das regras: isolar crianças e impedi-las de partilhar. E até como vai ser a abertura das visitas a idosos nos lares, mesmo que não se perceba como vai ser. 

Já se sabe tudo isso mas, no fim, percebemos que não se sabe nada disso. Como não se sabe nada do acesso às praias, que estava para ser divulgado há uma semana e entretanto ficou congelado. Porventura pela temperatura da água do mar, ainda bem fria, imagino.

Sabe-se que é grande a ânsia do regresso. De todos os regressos, mesmo dos que não acontecerão mais. E que a única certeza que temos é que tudo é incerto. 

Cientistas dizem que não está fácil encontrar forma de derrotar o vírus. E que a vacina que as cabeças mais tolas deste mundo anunciavam eminente, pode até nem surgir. Boris Johnson - parece outro, o homem, e não será por entretanto ter sido pai, que a isso já ele estava habituado - alerta até para que possa nunca vir a haver vacina. 

Ele, que estará agora bem informado. Também quer que os britânicos regressem à rua, mesmo que não tenha a certeza que quer. Foi isso que explicou ontem no Parlamento, para que ninguém percebesse...

“Isto não acaba até acabar”, alertou o Presidente sul-coreano, Moon Jae-in, onde tudo tinha corrido tão bem até ter já começado a correr mal. A China volta a não dizer nada, mesmo que baixinho se vá ouvindo qualquer coisa parecida com segunda vaga. Em mandarim, claro!

 

Cabeça no lugar*

PENSANDO IMPUNIMENTE: COLOCAR A CABEÇA NO LUGAR

 

Com o passar dos dias, semanas e já meses, a abertura à vida é inevitável. As pessoas já não têm mais tolerância para o confinamento e a economia não pode esvaziar-se mais.

Temos que sair de casa. E a economia tem que ser reaberta. Porque já não aguentamos lá mais tempo, e a falta de ar na economia sufoca. E mata, mais que o vírus...

Daí o fim do estado de emergência, já amanhã. Que, mais do que para qualquer outra coisa, serviu para o Presidente da República apanhar o comboio que tinha perdido. Que partira enquanto ele estava fechado em casa, pensando que tinha o maquinista no bolso.

Serviu Marcelo, não serviu o país. Nada do que foi feito durante o estado de emergência teria deixado de se fazer. E o que era necessário fazer estava já a ser feito, com os portugueses já em auto decidido confinamento.

Acabar agora, quando as pessoas começam a esgotar a resiliência e têm que começar a regressar á vida, reforça ainda mais essa ideia. Que não serviu mesmo para nada, que simplesmente andou sempre a reboque da disponibilidade das pessoas. Só que transmite também a ideia que, se não passou já tudo, passou pelo menos o pior. E essa é neste momento uma ideia perigosa.

A abertura será feita em três fases, com a primeira a iniciar-se já no início da semana. A segunda duas semanas depois, a 18 de Maio, e a última mais duas semanas depois, a 1 de Junho. Se tudo correr bem, e não for preciso dar passos atrás, como referiu o primeiro-ministro.

Que tudo corra bem. E que o grupo de investigadores da Universidade de Singapura, que aponta já o fim da pandemia em Portugal para próximo dia 17 de Julho, não se tenha enganado em conta nenhuma…

Uma boa semana. E todos com a cabeça no lugar, já com os cabelos todos certinhos no seu sítio.

* A minha crónica de hoje na Cister FM

Emergências

Acionador Manual / Botoeira de Alarme e Emergência Quebra Vidro ...

O presidente da República, anunciando que não iria ser renovado, anunciou ontem o fim do estado de emergência. Que, conforme opinião que abundantemente aqui expressei, nunca deveria ter sido declarado. 

Serviu apenas para o Presidente Marcelo apanhar o comboio em andamento que tinha perdido na estação, por se ter fechado em casa sem ninguém saber bem por quê. Serviu Marcelo, não serviu o país!

 Não serviu o país porque, como é hoje absolutamente evidente, nada do que foi feito durante o estado de emergência teria deixado de se fazer na sua falta. Tudo o que foi necessário fazer tinha sustentação legal fora do quadro do estado de emergência. Mais, e mais decisivo ainda: o confinamento já estava em curso, auto-imposto pelos portugueses.

Não serviu o país mas, pior, abriu um gravíssimo precedente. Porventura uma caixa de pandora. E era esse o ponto, o fulcro da minha oposição à lamentável e anti-patriótica iniciativa do Presidente Marcelo. Não que, por uma vez, tivesse algum receio que este Presidente, este governo, ou este Parlamento pudessem ferir a democracia de morte neste estado de emergência. É pela caixa aberta que fica para o futuro, à mão de um outro presidente, de outro governo ou de outro Parlamento. É pelo exemplo vivo, e bem à vista de todos, do que se está a passar na Hungria e do que Viktor Órban fez com o estado de emergência.

E não serviu o país, e pode prejudicá-lo severamente, ainda pelas consequências do seu levantamento. É uma medida tão excepcional que não pode ir para além de períodos de quinze dias. Foi renovada por duas vezes, e não o poderia ser por muitas  mais. Não o permitiria nem a situação económica do país nem a resiliência dos portugueses.

Ao ser levantado transmite a ideia que, se não passou já tudo, pelo menos o pior já passou. E esta ideia, exactamente quando a resiliência das pessoas começa a rebentar por todas as costura, é altamente inflamável. Ao ser levantado numa altura em que o número médio de contágios por cada pessoa infectada (indicador R0) está pior do que há algumas semanas, mais alto do que seria recomendável para o início do desconfinamento, e ainda  mais alto do que estava nos países que já começaram a iniciar esse processo, tem tudo para se poder transformar no detonador de uma segunda vaga. Como, de resto, vai avisando a comunidade médica!

A "emergência" de Marcelo quando se viu em terra, e com o comboio a partir, deu nisto. 

 

 

Ordem para desconfinar

Desconfinamento, uma estratégia com riscos

 

Com o passar dos dias, semanas e já meses, a abertura à vida é inevitável. As pessoas já não têm mais tolerância para o confinamento e a economia não pode esvaziar-se mais.

Tudo se encaminhou para parecer que bate certo. A curva achatada, o Ro abaixo de 1 e, the last, not the least, começou a haver máscaras... Mesmo que o planalto se mantenha, e se não veja ainda lá ao fundo o início da rampa de descida. Que o Ro tenha acabado de passar de 1. E que as máscaras que já há possam voltar a não resolver tudo...

Temos que sair de casa. E a economia tem que ser reaberta. Porque já não aguentamos lá mais tempo, e a falta de ar na economia nos sufoca. E mata, mais que o vírus...

Como vamos fazer? 

Por apalpação, diz o primeiro-ministro: se a determinado momento tivermos que dar um passo atrás, daremos. Prendendo os velhos, dizem os especialistas mais economicistas: apenas os grupos de risco se devem manter confinados, fechados em casa ou nos lares, agora RPI - residências para idosos. 

Primeiro-ministro, Presidente, deputados e até membros do Conselho de Estado reúnem-se hoje com a comunidade científica à procura de respostas. Que não podem fugir muito desta espécie de simbiose: velhos fechados em casa e tudo o resto a apalpar. 

Cuidado no momento do passo atrás: sem ver, e sem querer, podem esmagar os velhos a fugir de casa...

 

Brilhante ignorância infinita

 

Trump usa processo de impeachment como estratégia de campanha e ...

 

De ignorância infinita e estupidez ilimitada Trump, com o país a bater todos os recordes de infectados e a encher valas comuns de mortos, descobriu, num neurónio escondido, a cura para a covid-19 e arrasou por completo a comunidade científica mundial.

A teoria é tão simples que até custa a perceber como ninguém lá chegou primeiro: se os desinfectantes que utilizamos matam num minuto o vírus nas nossas mãos, também o matam dentro do nosso organismo. Se os injectarmos desinfectantes no organismo farão o mesmo que fazem nas nossas mãos, ou seja, matam o vírus num simples minuto - concluiu brilhantemente o presidente da América.

Pena que não possa ele mesmo testar a sua brilhantes descoberta. O mesmo se não poderá dizer dos seus seguidores, que esses estarão certamente já estar a correr para a salvação.

Acompanhe-nos

Pesquisar

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

Mais sobre mim

foto do autor

Google Analytics