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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Os nossos génios

Por Eduardo Louro

 

Vivemos num regime que se alimenta de génios, e em particular de génios da economia e das finanças. E o seu mais básico instituto de sobrevivência leva-o a apostar na sua produção intensiva o que, não se tratando de bens transaccionáveis, não deixa de se contraproducente. É que não servem para nada, ninguém os quer em lado nenhum, servem apenas para consumo interno.

Tinha a impressão que Daniel Bessa era um desses génios da nossa produção intensiva. Agora tenho a certeza!

 

TSU A GOSTO

Por Eduardo Louro

 

Tenho manifestado aqui em diversas oportunidades a minha oposição à ideia de reduzir a Taxa Social Única (TSU) como medida de compensação da competitividade perdida pela possibilidade de lançar mão da desvalorização cambial. Esta medida de desvalorização fiscal rapidamente evoluiu de uma simples ideia, lançada à pressa e sem que se soubesse bem do que estava a falar, para um dogma irrefutável. Mais dogmática e mais irrefutável a partir do momento em que passou a integrar o memorando da troika!

Muita gente continua a defendê-la: pelos méritos próprios e intrínsecos – redução dos custos do factor trabalho como apport de competitividade externa, nas exportações e na substituição de importações – e pelos efeitos colaterais da sua compensação na receita fiscal – o aumento das taxas de IVA que, garantem eles, produz um efeito dissuasor de consumo e, consequentemente, de redução das importações.

Não vou repetir os argumentos que aqui tenho apresentado para contrariar esses méritos, próprios e alheios. Vou apenas chamar a atenção para um artigo de Daniel Bessa publicado suplemento de Economia do Expresso deste fim-de-semana, precisamente uma das vozes que sempre defendeu, desde a primeira hora, esta ideia, hoje dogma. Demonstra que as ideias não podem ser lançadas para o ar e deixá-las seguir como um balão ao sabor do vento. Que têm de ser pensadas e validadas! E prova que a honestidade intelectual nos impede de ficarmos agarrados a uma ideia apenas porque, à partida, ela nos soou bem.

Convido-vos a ler!

 

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