UMA DÚVIDA
Por Eduardo Louro
Tenho uma dúvida: a demissão de Relvas teve lugar ontem para abafar o que o Tribunal Constitucional vai hoje dizer; ou para que fosse rapidamente abafada pelo que o Tribunal Constitucional vai dizer?
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Por Eduardo Louro
Tenho uma dúvida: a demissão de Relvas teve lugar ontem para abafar o que o Tribunal Constitucional vai hoje dizer; ou para que fosse rapidamente abafada pelo que o Tribunal Constitucional vai dizer?
Por Eduardo Louro
Miguel Relvas demitiu-se, já não era sem tempo. O pilar de Passos Coelho cedeu!
Depois do seu último show - em que fez a primeira parte do espectáculo da vedeta Miguel Gonçalves, onde só lhe ficou a faltar cantar Grândola Vila Morena, o seu mais recente êxito – Relvas achou que, saindo agora, deixaria a ideia de sair pela porta. Antes que viesse a público o relatório da investigação à sua licenciatura - ao que se sabe, já anulada – que Nuno Crato foi mantendo na gaveta, e antes da inevitável remodelação do governo.
Tinha que dar a ideia que Relvas saía pelo seu pé. Sem ser remodelado e com algum ar de dignidade, quem sabe se à boleia da atitude de Carlos Cruz, quando ontem se entregou à prisão… Mas, por maiores que sejam os esforços de Miguel Relvas, se há coisas por que nunca será conhecido, é precisamente pelas que tenham alguma coisa a ver com dignidade. Nem que seja ao de leve!
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