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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Dia cheio

André Ventura - Inês Sousa Real - Debates - Legislativas 2024 - Informação  - Entrevista e Debate - RTP

Ao rescaldo das eleições regionais nos Açores, que a AD ganhou, sem condições de prescindir do Chega, mas com condições de não o ter de levar para o governo, seguiram-se os primeiros debates nas televisões com vista para 10 de Março. Foi um dia em cheio. Mas cheio de pouca coisa. E vazio de novidades.

Na sequência dos resultados eleitorais nos Açores, que deram a Luís Montenegro a melhor prenda que poderia desejar - dizer "que não, é não" é agora o às de trunfo -, a questão era se, sem a possibilidade de José Manuel Bolieiro garantir um governo com apoio de uma maioria parlamentar sem o Chega, o PS daria alguma indicação de viabilizar a governação nas ilhas das brumas para precisamente afastar a extrema direita da esfera do poder. 

E era delicada. Tanto que já se ouviam vozes antagónicas, no PS, mas mesmo dentro da "entourage" de Pedro Nuno Santos. O Chega deu uma ajuda, mas nem essa lhe valeu de muito. Depois de André Ventura ter reclamado presença no governo para apoiar Bolieiro, veio o líder regional garantir que nunca impediria uma solução governativa de direita. No PS respirou-se de alívio, mas não se terão tapado as feridas todas.

Ainda assim, Pedro Nuno Santos podia abrir os debates televisivos disfarçando esse incómodo. Mas com outros, frente a Rui Rocha, do IL. Que, por isso, ou por outras razões, não lhe correu lá muito bem. Mesmo sem que o adversário tinha sido brilhante. Nada disso.

Depois foi a vez de André Ventura e Inês Sousa Real. E foi o costume. O "patrão" do Chega falou por cima, interrompeu, fez anti-jogo, quando falou nada de acertado disse, mas ... já se sabe. Esse é o registo. E já se sabe que passa bem. 

A novidade foi ficarmos a saber que André Ventura gosta de animais?

Não. Até porque nos lembramos da falecida coelhinha Acácia... A novidade foi ficarmos a saber que as forças de segurança não colocarão em causa a realização das eleições. É tranquilizador sabê-lo. Assustador foi ouvi-lo!

 

Embaraços de um resultado embaraçoso

 

António Costa: “O PS/Açores goza de total autonomia” para a

 

Não sei como classificar a embaraçada reacção de António Costa aos embaraçosos resultados das eleições regionais dos Açores. Mas não encontro melhores adjectivos que patético e cínico. 

Já tínhamos visto muitas vezes o Costa cínico. E algumas vezes tão bem no papel que até lhe chamamos rara habilidade política. O Costa patético é que era raro. Mas começa a surgir-nos à frente com bastante frequência.

Depois de perder a maioria absoluta no Parlamento Regional, com resultados que não deixam vislumbrar maneira de formar qualquer outra, e com memória do que aconteceu nas legislativas de 2015, achar que não há mais nada a dizer que festejar a sétima vitória consecutiva do PS nos Açores não é habilidade política, é cinismo. Fazê-lo como o fez, é ridículo.

Bem podia ter entregado esse papel a outro. Até porque teria sempre a desculpa de ter bem mais que fazer.

 

Sem ciclone, sem surpresa...

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Nenhuma surpresa nas eleições regionais nos Açores. Nenhuma novidade na quinta maioria absoluta do PS - a segunda de Vasco Cordeiro. Nenhuma novidade na abstenção galopante - já está praticamente nos 60%. Se não preocupa ninguém, deveria preocupar toda a gente. Nenhuma surpresa no ar triunfal da Cristas. Nem sequer no bem preenchido séquito com que se apresentou a festejar não se sabe bem o quê. Que apenas realçou ainda mais a solidão de Passos Coelho na hora de mais uma derrota.

Passos, sozinho, também já não é novidade. E muito menos surpresa!   

ELEIÇÕES REGIONAIS NOS AÇORES

 Por Eduardo Louro

 

O PS, ao fim de 16 anos de poder e agora sem Carlos César, voltou a ganhar as eleições regionais e continuará a governar os Açores, abrindo um novo ciclo: o de Vasco Cordeiro!

Para o PSD - que já assumiu a derrota precisamente através de Pedro Passos Coelho – esta é, e disso sobram poucas dúvidas, apenas a primeira de uma longa série de derrotas eleitorais a que a desastrada e incompetente governação da sua actual liderança o condenou.

 

 

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