Ao assinalar os 60 anos da assinatura do Tratado de Roma, e o nascimento da Europa, os líderes europeus descobriram que, agora, as coisas passarão a andar á vontade do freguês.
Quem quer, vai. Quem não quiser ir, vai andando...Ou não, simplesmente manda ir os outros: "vão, vão indo... que a gente já lá vai ter!"
Também é capaz de ser assim que não se vai a lado nenhum...
Que a crise grega não deixaria nada na mesma, já se sabia. O que não se sabia é que Merkel e Schauble viessem tão depressa tornar pública tanta divergência. E o que nem se imaginaria é que embalasse definitivamente François Hollande a alta velocidade para liderança da Europa…
Uma Europa a duas velocidades – ou a três, ou até mesmo parada, como tem estado – é uma coisa. Velha, até… Outra é, para isso, recuperar estatutos ou invocar privilégios. De fundador ou de outra coisa qualquer… Esta não lembraria mesmo a mais ninguém que a um francês… pequenino!
A gente percebe, nem precisa de explicar muito...É a Senhora Le Pen, não é? Mas não é assim que as coisas se resolvem, pois não?
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