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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Toca a todos

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Porque isto toca a todos, os últimos líderes da bancada parlamentar do PSD foram constituídos arguídos no caso das viagens de políticos a França, para assistirem a partidas de futebol do Euro 2016, também eles indiciados da prática do crime de recebimento indevido de vantagem. 

Já se sabia que também eles - eles e mais uns quantos - tinham ido à bola "à conta". No caso, "à conta" de Joaquim de Oliveira, da vida da bola, da Olivedesportos, da Cosmos e de mais umas quantas coisas que já não se sabe bem se são ou se não são. Sabe-se é que foram dos que não pouparam nas balas quando a altura foi de atirar aos dois secretários de Estado do PS, que tinham ido à bola, à mesma bola, mas "à conta" da Galp. 

Poderia dizer-se que é preciso ter lata. Mas lata é coisa que bem sabemos que não lhes falta...

Que toca a todos já a Polícia Judiciária percebeu...

O meu onze do europeu

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Este seria o meu onze deste europeu. Com quatro portugueses, como o da UEFA e exactamente os mesmos. Para lá dos portugueses, desse onze só mais dois jogadores cabem no meu: Griezmann e Ramsey. Mas - confesso - o Ramsey só está naquela que seria a minha equipa ideal porque o Payet fez aquilo ao Cristiano Ronaldo. Só - e não é pouco - por isso não o quero na equipa, abrindo lugar ao galês.

Já agora, alguém que pergunte aos franceses se a selecção que tem mais jogadores no melhor onze da UEFA não merece ser campeã, quem é que eles acham que merece? 

 

 

 

 

Rui Patrício

 

 

  

 

 

 

 (P)

 

 

 

Kyle Walter

 

Pepe

 

Bonucci

 

R. Guerreiro

 (Ing)

 

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Iniesta

 

 

Ramsey

 

Sissoko

 

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Bale

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Griezmann

 

 

C.Ronaldo

 (G)

                                   (F)                                                     (P)

Fernando Santos: o revolucionário!

 

A selecção nacional de futebol conquistou finalmente, pela primeira vez, uma grande competição internacional. Depois de algumas tentativas de chegar à final, que por isto ou por aquilo, e pela França e pela Espanha, sempre falhara. E depois do grande caldeirão de água gelada que foi aquela derrota na final do Euro 2004, em pleno Estádio da Luz.

Depois de muitas gerações de grandes jogadores de futebol, que fizeram boas selecções. Que jogavam benzinho, aquele futebol bonito, bem português: o "Brasil da Europa", mesmo quando lhe faltavam os tais trinta metros de que já Pedroto falava há quarenta anos. Que ganhava sempre, sem que nunca ganhasse nada. Era o tempo das vitórias morais. Era o nosso fado, o destino. Com a sorte sempre a voltar-nos as costas. Que dá sempre muito trabalho, coisa a que nem sempre nos dedicamos da forma mais competente...

Foi apenas há duas ou três semanas que percebemos que isto mudou tudo. Que o fado, hoje, continuando fado, é já outro. Como os fadistas... Que, se tem destino, também diz que o podemos mudar. Que não há fatalidades absolutas, e que se o "destino marca a hora", podemos sempre trocar-lhe as voltas. Ou mudar a hora.

Percebemos tudo isto quando, na fase de grupos, logo no início do campeonato, a equipa rematava como mais nenhuma, mas não marcava. Quando os postes e as traves das balizas se atravessavam à frente das bolas, impedindo-as de entrar. Quando o Cristiano Ronaldo falhava o penalti, e até os remates. E quando, de repente, tudo o que parecia adversidade se transformou em motivação, na crença absoluta que o destino estava ali para ser agarrado.

Percebemos que em vez do futebol bonitinho, mas fatalista, havia agora um futebol rigoroso, feito de concentração e de espírito colectivo. Aquio de que se fazem as grandes equipas, um misto do rigor táctico italiano com a força mental alemã. 

Assistimos incrédulos a esta reviravolta, e tivemos até muita dificuldade em aceitá-la. Irónico é que, da mesma forma que o jogo de ontem foi decidido pelo mais improvável dos jogadores, esta revolução tenha sido feita pelo mais improvável dos treinadores.

Dir-se-ia que no panorama do futebol português só haveria um nome capaz de tanto. Mas não. Não foi Mourinho. O revolucionário está-lhe nas antípodas. É low profile, dizem até que pé frio, e tido por perdedor pela maior parte dos adeptos portugueses dos três maiores clubes que, caso que creio único, já treinou. Um conservador, a quem facilmente poderiam chamar bota de elástico. Um homem de fé, de culto ao sobrenatural, fora de moda, a quem ninguém entregaria tamanha encomenda.

É por isso que a primeira grande conquista da selecção nacional de futebol tem que ter um nome: Fernando Santos!

CAMPEÕES...CAMPEÕES!!!

 

Sentia-se. Sentia-se que desta é que era... Cheirava a campeão. Percebia.se que aquela era a fórmula do sucesso. Que aquela crença enorme que Fernando Santos injectou na equipa acabaria desta forma.

Chegara a vez de fazer história. Com tudo para ser mais uma epopeia lusa, digna da História desta nação velha de quase um milénio. Uma história de encantar, que começa com o drama de Cristiano Ronaldo e no seu estoicismo, na sua vontade indómita de voltar ao campo, de resistir à dor e ao sofrimento, de fintar a incapacidade. Que Rui Patrício prolonga, defendendo tudo o que havia para defender, tornando possível o impossível. E que atinge a dimensão mágica com Éder, o patinho feio que se transforma no mais explendoroso cisne. O herói impossível desta história que nos encanta e não nos deixa ir dormir nesta noite longa. Que não se sabe quando vai acabar! 

No euro até ao fim*

            Imagem relacionadaImagem relacionada

 

 

Não podia deixar acabar o euro – o do futebol, se bem que o outro também se acabe, e acaba-se cada vez mais cedo para muitos de nós – não podia deixar acabar o euro, dizia eu, sem aqui o trazer.

Quem me conhece sabe como eu gosto desse jogo…

Nem sempre gostei do jogo português, muitas vezes aquém  da qualidade que se desejaria. Mas gostei de tantas outras coisas que nem me lembro dos jogos menos conseguidos, se bem que sempre bem resolvidos.

Gostei da ambição, que como se sabe não é bem coisa portuguesa. Da ambição que as primeiras palavras do seleccionador carregaram para despejar por completo em cima dos jogadores. Começou bem cedo por dizer que íamos a França para ganhar e, quando aos primeiros empates as dúvidas se abateram sobre a equipa que nem espessas e carregadas nuvens negras, fez logo questão de informar que tinha acabado de avisar a família que só regressaria a casa a 11 de Julho: o dia seguinte à final. E para ser recebido em festa!

Muita gente, entre os quais me incluo – mea culpa, mea culpa… minha tão grande culpa – achou que o homem não estava bom da cabeça. Mesmo sabendo-se que Fernando Santos não é dado à fanfarronice…

Gostei da fibra do Pepe, de antes quebrar que torcer, a lembrar mais um transmontano de gema que um gingão da terra do samba. Gostei do Renato Sanches, a deixar o mundo de boca aberta, mesmo que nem sempre tenha entrado mosca. Gostei do Nani. Gostei do Quaresma. Do Rui Patrício. Do Cedric. Do Adrien. Do André Gomes. De todos… Que todos jogaram, menos os guarda-redes: Eduardo e Anthony Lopes. Sim, o Rafa também jogou. Muito pouco, menos certamente do que muitas vezes se justificaria, mas jogou…   

Mas gostei acima de tudo do capitão. Que para além do enormíssimo jogador que é, que não precisa nada dessa piroseira do melhor do mundo, mostrou ser um grande capitão. Não mostrou: mostraram-nos os espanhóis. Isso, foi preciso serem os espanhóis a mostrar-nos o grande capitão da selecção nacional que é Cristiano Ronaldo.

E agora lá vem o jargão: as finais não são para ser jogadas; são para ser ganhas!

 

* Da minha crónica de hoje na Cister FM. Só assim se percebe... É que para lá só levo o futebol quando ele é muito mais que "isso mesmo".

A história joga a nosso favor: nunca nos ganharam na final!

Euro2016: Griezmann festeja golo no França - Alemanha

 

No melhor jogo deste europeu, a sorte, os imponderáveis e dois improváveis erros colossais de dois jogadores alemães, decidiram que é com a França que vamos discutir o título de campeão da Europa.

A sorte que desde o jogo de abertura nunca voltou as costas à selecção francesa, voltou hoje a sorrir-lhe. Os imponderáveis - chamemos-lhe assim, mesmo que as decisões das arbitragens a favorecer os franceses tenham já pouco de imponderável - de um penalti no último segundo do minuto de compensação da primeira parte, que mudou o jogo. E dois erros individuais, raríssimos em jogadores da selecção alemã, que deram nos dois golos franceses. O primeiro com a imprescindível ajuda da equipa de arbitragem, e o segundo - verdadeiramente inacreditável - a não ser apenas um erro individual, mas três, sempre em sucessão...

Mas foi um grande jogo de futebol. A primeira parte foi, de longe, o melhor que se viu em toda a competição, com a Alemanha a fazer alarde da sua superioridade, sem dúvida a melhor equipa, mesmo sem os melhores jogadores, muito longe disso. A França não teve bola - a Alemanha teve então 70% de posse de bola - e sem bola não se pode jogar. 

Depois veio aquele penalti, já quando os jogadores se apressavam a sair para os balneários. Os alemães sentiram o golpe, e entraram mal no regresso ao jogo. Tão mal que só voltaram a mandar no jogo em reacção ao segundo golo francês, oferecido a Griezmann, que acabou por ser o melhor em campo. Mas então a sorte não quis nada com eles...

Deve no entanto dizer-se que o futebol da França melhorou significativamente ao longo da competição, numa progressão que não se afasta muito da que aconteceu com a selecção nacional. E dispõe de dois argumentos fortíssimos: está com níveis de concretização insuperáveis - aproveita cada oportunidade que lhe surja, criada ou oferecida - e tem as arbitragens na mão. Sempre!

A história diz que nos ganham sempre. E que nos tem afastado sempre das finais. Pois, mas agora é diferente. E nunca nos ganharam na final...

 

 

Estamos na final. Bora lá ganhá-la!

 

Na final! Portugal está na final do euro!

É certo que depois do apuramento, meio envergonhado mas a deixar perspectivas de um caminho a rasgar-se até Paris, começamos a achar não era sem tino que Fernando Santos dizia que o obejctivo era esse mesmo. Sabíamos que não era por fanfarronice que o seleccionador nacional falava desse objectivo, porque se há coisa que Fernando Santos não é, é fanfarrão. Era por crença, a crença que conseguiu transmitir aos jogadores e que os levou até ao fim.

Aconteça o que acontecer na final do próximo domingo, já ninguém pode roubar à selecção nacional o mérito de lá estar. Porque é com todo o mérito que lá chegou. Foi sempre superior aos adversários que lhe coube enfrentar. Mesmo quando jogou abaixo do que todos desejaríamos, jogou acima do que jogou o adversário.

Hoje não foi excepção. A excepção foi o resultado, uma vitória clara e apenas a primeira no fim dos 90 minutos. A selecção de Gales não teve condições de apresentar o seu futebol, um dos mais realizadores da competição, não conseguindo criar uma única oportunidade clara para fazer golo. É isto esta equipa portuguesa: rigor táctico, equilíbrio entre os sectores, espírito de equipa, anulação do adversário. E uma crença enorme.

Falta-lhe um grande futebol? Falta, mas o que é aquele golo de Cristiano Ronaldo se não um momento do melhor que o futebol tem?

Ainda não vimos o jogo da outra meia final, mas bastou o Alemanha - Itália para percebermos que não estamos em tempo daquele futebol de encher o olho. O tempo é de rigor e concentração, e isso, por muito que não sejam habitualmente atributos lusos, não falta a esta selecção. Que pode muito bem ser finalmente campeã europeia, mesmo que não parta como favorita para esta final. Nem de perto nem de longe.

Mas se Fernando Santos diz que as finais são para ser ganhas, depois de tudo o que disse e fez até aqui, quem é tem a coragem de duvidar? 

 

Tenham dó...

 

Era mais uma final antecipada. Que pena: um dos dois maiores colossos do europeu teria que sair. E lá ficavam Gales e Portugal. Uma pouca vergonha!

Não direi que não jogaram nada. Mas jogaram pouco, o jogo foi fraquinho... 

Fraquinho? Foi o que eu disse?

Nada disso, um jogo superlativo, com uma dimensão táctica do outro mundo, um autêntico duelo de titãs entre os dois maiores intérpretes do futebol ciência - diz a imprensa por essa Europa fora. Não é só alemã, que a essa ainda se podia desculpar.

Uma lástima, que nem nos penaltis se safam. Não sabem marcar penaltis? 

Nada disso: um jogo do outro mundo só poderia acabar com um espectáculo de suspense daqueles. O que se viu não foi uma sequência de falhanços que nem nos distritais de infantis se vê. Foi o requinte supremo da emoção a tornar histórico e inesquecível o jogo do europeu. Ou do século?

Tenham dó...

 

Já estamos nas meias. Mais uma vez!

 

Foi nos penaltis, e isso vai dar para continuar a alimentar uma imagem pouco simpática da selecção nacional. É verdade, uma selecção que habitualmente suscita simpatias generalizadas, arrisca-se a tornar-se na menos cativante da competição. O patinho feio deste Europeu.

Foi nos penaltis, abusando mais uma vez da saúde cardíaca dos portugueses. Mas podia não ter sido. Devia não ter sido, o que não quer exactamente dizer que a equipa nacional tenha merecido outro resultado. Quer dizer que Portugal teve tudo para partir para outro resultado.

Entrou mal, sofrendo um golo logo no primeiro minuto. Prolongou essa má entrada por quase meia hora, mas depois, e em particular depois de chegar ao empate pelo tal miúdo que não podia jogar de início, teve o adversário aos seus pés. Durante todo um outro jogo, nos 90 minutos que se seguiram.

 Pela posição que historicamente ocupa no ranking mundial. Pela condição - rara - de semi-finalista em quatro dos últimos cinco europeus, com o adversário a aceitar a subalternidade, a selecção portuguesa, mesmo sem futebol para isso, teria que puxar desses galões e teria de tudo fazer para ganhar este jogo.

A verdade é que não fez, e foi pelo caminho da Polónia. Que esperou pelos penaltis, enquanto os portugueses pareciam esperar pelo minuto 117. Ambos à espera que a história se repetisse!

Não se repetiu. Fez-se uma história nova!

A continuar assim, se a história se não voltar a repetir, para chegar à final Portugal terá de ganhar o jogo das mais finais. Já não há como empatar!

Vista para os quartos

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Dominaram a actualidade dos últimos dias. Uns porque surpreenderam - e ameaçam - o mundo ao bater com a porta na cara da Europa. Outros porque ameaçavam mudá-la, com as eleições que afinal não mudaram nada - deixaram tudo cada vez menos na mesma. Hoje fizeram jus ao protagonismo destes dias, e foram ambas porta fora ...  

A Espanha, juntando ao adeus a França o adeus ao ciclo de sucesso que iniciara há oito anos, e de que começou a despedir-se já há dois, no Brasil. Foi bom - dois campeonatos da Europa e um do mundo - mas acabou-se. Acabou-se - ironia do destino - às mãos da Itália, que clilndrara na final do último europeu, que atingiu - lembramo-nos bem - afastando a selecção portuguesa, nos penaltis (o deles bateu no poste e entrou, o nosso bateu na barra e saiu). Ficou demosntrado que já não justificava a condição de súper favorita de que gozava, na companhia da Alemanha e da França.

Não foi hoje cilindrada pelo adversário que há quatro anos esmagou. Mas não faltou muito, se calhar só faltaram os números. De resto esteve lá tudo, na imensa superoridade italiana que pôs a nu que esta Espanha, para além de um grande guarda-redes, vive já apenas de dois jogadores. De Iniesta - que já não se livra da tremenda injustiça que vai ser arrumar as botas sem uma bola de ouro (assim mesmo, o título é esse, sem a parolice dessa coisa do "melhor do mundo") - já órfão de Xavi, e vítima de uma condição física que Del Bosque não se preocupou em preservar; e David Silva, que hoje cedo desistiu de remar sozinho contra a maré italiana.

E a Inglaterra, mais uma vez cheia de excelentes jogadores mas sempre sem futebol, mais vítima de si própria que da sensacional Islândia, a reescrever, pouco mais de uma semana depois, a história da selecção portuguesa neste Euro 2016. Sem dúvida nenhuma que esta prestação inglesa ajuda de alguma forma a limpar a imagem que Portugal estava a deixar nesta competição. Não há mesmo comparação entre o que a selecção portuguesa   - que empatou, mas mereceu ganhar - e a inglesa - que perdeu, e mereceu perder - fizeram perante este mesmo adversário.

Sem honra nem glória, mais esta passagem inglesa por mais uma fase final de grande competição. A que chegara com o soberbo e raro registo de um apuramento totalmente vitorioso. 

Não deixa de ser curioso que o grupo de Portugal, tido unanimente pelo mais fraco de todos, tenha dois representantes nos quartos de final. Idêntico só o da Alemanha, com a Polónia, o nosso adversario, e o da Itália, com a Bélgica. Do grupo A resta apenas a súper protegida França. Do B, Gales, e do D (Espanha e Croácia), já não sobra ninguém! 

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