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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

11 Eusébios ... e mais qualquer coisa

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Há cinco anos perdemos o maior símbolo do Benfica. Há cinco anos o Benfica jogou com 11 Eusébios e, no arranque de 2014, virou o campeonato, derrotando o Porto sem apelo nem agravo. Depois de uma época dramática, onde perdera tudo nos últimos minutos dos últimos jogos, e de um arranque pouco menos que penoso, foi aquele jogo com 11 Eusébios nas camisolas, o jogo de arranque para o primeiro de quatro títulos consecutivos. Foi o jogo mãe do tetra, que só não foi do penta e do hexa porque entretanto alguém traiu Eusébio.

O momento actual é porventura mais dramático. Amanhã, com Bruno Lage ao comando, por que não, como há cinco anos, para acreditarmos - agora, sim - na retoma, um Benfica com 11 Eusébios?  

Com 11 Eusébios no campo, e alguém no leme sem complexos nem condicionamentos para dizer "basta" aos escândalos do VAR que se repetem em todos os jogos, ainda vamos a tempo!

Mas se calhar é pedir muito...

Portugal todo numa só fotografia

 

No dia em que nos despedimos de Mário Soares, o Pedro Santos Guerreiro deu-me a dica para esta fotografia do Rui Ochoa e do Expresso, onde cabe todo um país que é o nosso. Não por Mário Soares ser a última destas figuras maiores de Portugal a partir. Nem por, muito provavelmente, se vir a juntar-se-lhes no Panteão Nacional. 

Por muito mais do que tudo isso. É toda uma simbologia que retrata Portugal. No melhor, porque são do melhor que Portugal teve. E porque, enquanto mostra a gigantesca ponte com que Mário Soares uniu o país, esconde tudo o que de pior o país é capaz de fazer aos seus melhores... 

Eusébio, um ano depois...

Por Eduardo Louro

 

Eusébio partiu há um ano. Faz hoje... Ninguém o esqueceu, os fumos negros nos braços das camisolas encarnadas lembraram-no durante todo um ano. Ainda ontem lá andavam, mesmo que ontem as camisolas fossem também elas pretas...

E a partir de hoje tem o seu nome numa avenida de Lisboa, ali mesmo à beirinha do Estádio da Luz, a sua casa eterna.

O jogo da homenagem que faltava

Por Eduardo Louro

 

O minuto de silêncio foi estragado, a claque portista não respeitou a mais simples das homenagens a Eusébio. Como não respeitou a palavra do seu líder, que garantira antes do jogo respeitar o minuto de silêncio em memória de Eusébio. Ou como ele não respeitou a sua própria palavra!

Fora isso, o que não faltou foram homenagens a Eusébio. O jogo foi todo ele uma gigantesca homenagem à Pantera Negra. Foi o golo ao minuto 13, o número que celebrizou em Inglaterra, em 1966. Foi aquela fantástica arrancada no estilo inconfundível de Eusébio, com o número 50 na camisola, seguida de passe teleguiado para Eusébio que, já com o 19 nas costas, disparou de primeira como só Ele sabe. Foi aquela impetuosa cabeçada de Eusébio, então com o 24, mais alto e mais forte que quantos Mangala por aí andem…

Aconteceu hoje aquilo com que os benfiquistas sonham há muitos anos, e que muitos davam por impossível. Como hoje se viu era possível uma equipa de onze Eusébios e, como todos os benfiquistas sabiam, uma equipa dessas só pode ganhar. Ao Porto ou a quem quer que seja!

Eu sei que é difícil ver as faltas cometidas pela equipa do nosso coração. Eu sei que, para mim, muitas das faltas assinaladas contra o meu Benfica nunca existiram. Por isso, se fosse árbitro, não as assinalaria. Mas o Artur Soares Dias é!

Por isso não viu Jackson, em claríssimo fora de jogo, e que só não marcou porque não acertou com a baliza, naquele último lance da primeira parte… Não viu as inúmeras faltas de Lucho, Fernando e companhia. E às que viu não lhe viu gravidade para amarelar. Não viu o Mangala cortar a bola com a mão, dentro da área, mesmo à sua frente… Mas viu que toda gente viu que ele viu. E a partir daí…Não foi fazer bem sem olhar a quem. Foi fazer mal!

Eu compreendo, porque se fosse árbitro também não assinalaria nada contra o Benfica até perceber que tinha caído no exagero. A culpa não é dele. É de quem faz estas nomeações, que a toda gente pareceriam estranhas!

Um vintém é um vintém...

Por Eduardo Louro

 

Ontem escrevi aqui sobre aquilo a que chamei efeitos colaterais da morte de Eusébio, a propósito das desastradas declarações de Mário Soares. Que parecem ter dado o mote para a sucessão de disparates – que só não são tiros no pé porque nesta nossa miserável classe política já ninguém tem pé - que se viram e ouviram durante o dia de ontem.

A começar de novo por Mário Soares, que logo no dia seguinte – depois de casa roubada trancas na porta – se apressou a emendar o soneto na sua coluna no DN, dedicando em exclusivo a sua crónica a Eusébio, que rapidamente passou “a um patriota excepcional que fez tanto por Portugal e por Moçambique”.

À questão do Panteão Nacional ninguém resistiu. Logo que surgiu a ideia de que o destino dos restos mortais de Eusébio não podia ser outro que não aquele, foi um ver se te avias… Todos os líderes partidários desataram a correr para ver quem era primeiro a agarrar a ideia e a levá-la à Assembleia da República. Devem ter chegado todos ao mesmo tempo…

Assunção Esteves, a Presidente da Assembleia da República, achou que era ali, na hora, em pleno velório, que deveria pronunciar-se sobre o tema que tanto entusiasmara os seus deputados, pondo alguma água na fervura. Só que, não se sabe se simplesmente em maré de azar, ou se por manifestas dificuldades próprias da sua já longa condição de reformada, não teve mão na água e aquilo saiu pior que as ondas gigantes que então assolavam a costa portuguesa. Foi o despropósito total, não podia ter sido pior. Falou do que não devia e do que não sabia, e as centenas de milhares de euros, não eram afinal mais que escassas cinco dezenas, como o seu próprio gabinete teve de vir esclarecer. As parcerias que preconizou, e o apelo ao mecenato, só econtram paralelo no seu discurso do inconseguimento!

Nem Sócrates fugiu a mais um tesourinho deprimente, contando que o seu momento Eusébio acontecera a caminho da escola (onde fizeram uma festa), enquanto decorria o mítico Portugal - Coreia do Norte, no Mundial de 66, em Inglaterra. Que aconteceu às 15 horas de sábado, 23 de Julho de 1966, em plenas férias grandes escolares…

Adapatando de Manuel Machado: Um vintém é um vintém e um mentiroso é um mentiroso. Os cretinos é que são muitos!

Um efeito colateral, também lendo os outros...

Por Eduardo Louro

 

 

Mário Soares tem sido acusado por alguma imprensa de incontensão verbal, expressão do domínio do politicamente correcto. Fora desse domínio a expressão foi substituída por senilidade, arrogância, sectarismo, e até loucura.

A direita tem sido evidentemente mais cáustica, não lhe perdoando uma, e atirando-lhe directamente ao carácter. Percebeu-se que a esquerda se dividia entre os que reconheciam que o homem tinha ficado xé-xé, a não dizer coisa com coisa, e os que, esquecendo-lhe o passado, lhe aplaudiam o regresso à esquerda, imaginando-o a tirar da gaveta umas coisas que há muitos anos lá tinha metido.    

O que para a direita era uma questão de carácter e de princípios, era para a esquerda perdoável. Perdoável pela idade ou perdoável pelo pragmatismo dos fins justificarem os meios!

Um dos efeitos colaterais da morte de Eusébio, o mais colateral de todos, não tenho dúvidas, foi acabar com esta divisão entre os portugueses. Com as suas absurdas declarações a propósito da morte de Eusébio, Mário Soares acabou com esta divisão e uniu os portugueses. Infelizmente – especialmente para ele - à volta da ideia que dele fazia a direita!

“Num mar de declarações sentidas pela perda de um dos mais marcantes e famosos portugueses do séc. XX, sobressaiu o desastre proferido por Mário Soares, que destacou Eusébio como um "homem de pouca cultura", "que só percebia de futebol" e sobre o qual "não sabia estar doente", embora "soubesse que ele bebia whiskey todos os dias, de manhã e à tarde".

"Traduzindo, para Mário Soares, Eusébio era um bruto ignorante que sabia jogar bem à bola. Era um simples e modesto como compete aos inferiores de classe, e até comia (não almoçava, nem jantava, dadas as maneiras típicas daquela classe) nuns lugares onde ele Mário Soares almoçava e jantava. Agora não passava de um bêbado. E Mário Soares achava que gente daquela estirpe tinha um resistência fisica de um toiro e como tal, whisky de manhã à noite todos os dias não haveria de lhe fazer assim mal"

E torna tudo pior que Soares insulte no meio de outras palavras menos ofensivas e supostamente simpáticas, insultando em tom de quem elogia

Hoje, mesmo que haja quem simplesmente ache, embora defenda mal - muito mal - que “Mário Soares disse o óbvio”, poucos serão os portugueses que lhe desculpam o insulto com a senilidade. Hoje, grande parte dos portugueses acha que o que disse simplesmente “mostra bem o que é o homem”. “Alguém que não consegue conceber…que exista alguém maior que ele”. De “uma snobeira execrável”!

 

Eusébio (1942-2014)

Por Eduardo Louro

 

 

Cresci ao som dos golos de Eusébio. Dei por mim gente à luz da estrela mundial que era Eusébio. Dei por mim benfiquista sem saber bem distinguir Eusébio e Benfica, quando para mim – e para tantos outros - ambos eram a mesma e única coisa!

Lembro-me daquelas finais da Taça dos Campeões. Da inesquecível vitória de 62, obra sua, aos 20 anos. E que obra! E de todas as outras daqueles anos 60… Daquela de 68, em Londres, quando no último minuto, com Gordon Banks pela frente e Nobby Styles – um dos seus carrascos – no ombro, lhe rebentou em cima a maldição de Gutman… Daquele Mundial de Inglaterra, de 1966. Daquele mítico jogo com a Coreia do Norte, e das lágrimas no fim daquele jogo com cheiro a batota das meias-finais, com a selecção inglesa. Daquela maneira única de correr para a bola no livre que dava invariavelmente em golo. Da explosão e do poder de remate, únicos e imparáveis!

Lembro-me que os anos foram passando e deixando as suas marcas. Nele, marcas bem pesadas, que apressaram a hora do adeus aos campos de futebol. Deveria ter acontecido na Luz, aos 31 anos, pela porta grande daquele jogo de 25 de Setembro de 1973, que reuniu a fina flor do futebol mundial. Depois de mais uma época brilhante: o título sem derrotas - mais um tri - para o Benfica e a segunda bota de ouro de Eusébio, depois da de 1968. Mas não aconteceu, ao contrário do que merecia!  

Lembro-me que se seguiram alguns anos – anos de mais – que o Eusébio não merecia. Lembro-me daqueles anos negros da segunda metade da década de 70, quando todos os dias me cruzava com ele na João XXI, onde então eu morava e ele passava os dias. No início da década de 80 o Benfica começou a reparar os erros desse passado curto, mas penoso. Mas foi só com Luís Filipe Vieira que Eusébio viria a ocupar o lugar que sempre merecera no Benfica. Honrando-se, honrando aquela que foi a maior marca da sua marca!

Hoje ficamos na cama até um pouco mais tarde. Pouco tarde para um domingo de manhã, mas muito tarde para os compromissos que tínhamos fora de casa. Por isso agilizamos as tarefas matinais, apressamos umas rotinas e suprimimos outras. Trocamos o pequeno-almoço na sala, na companhia das primeiras notícias do dia, pelo pequeno-almoço em pé, rápido no silêncio da cozinha.

Entramos no carro, e no rádio – na Antena 1 como sempre – falava-se de Eusébio. Naquelas primeiras missões de cada início de viagem – apertar o cinto, pôr os óculos, abrir o portão fechar o portão – nem prestei atenção. Até a minha mulher se virar para mim: “Olha, o Eusébio morreu”!

- “Não, isto é um programa desses sobre as histórias do século passado”, respondi enquanto pelas colunas do rádio ouvia falar do Mundial de 66. “Que disparate, mulher. O Eusébio não morre, o Eusébio é imortal”!

 

 

O melhor

Por Eduardo Louro

 

A recente vitória de Rui Costa no campeonato do mundo de ciclismo de estrada de que aqui se deu na altura conta – a propósito, aqui fica a pitoresca narração em directo na televisão espanhola  – prestou-se a que se instalasse de imediato uma nova discussão, a que uma certa parte do país dá muita importância: seria ou não já Rui Costa o melhor ciclista português de todos os tempos?

Bem nos lembramos que, ainda há poucas semanas, bastou que Cristiano Ronaldo marcasse três golos em Belfast, e atingir e bater uma velha marca de Eusébio - lograda em bem menor número de jogos, mas não é isso que interessa – para ser aberta idêntica discussão à volta dos dois futebolistas, que foi até levada muito a sério por muita gente. Desde logo pelos adeptos, e em particular pelos chamados notáveis, de Benfica e Sporting, mas também por Luís Figo, certamente sentido – e avisado da velha máxima portuguesa de que “quem não se sente não é filho de boa gente” – por o terem deixado de fora, que decidiu a contenda sentenciando que king só há um: Eusébio e mais nenhum!

O Eusébio do ciclismo é, como se sabe, Joaquim Agostinho. O benchmarking de Rui Costa faz-se pois com Joaquim Agostinho que, sendo uma figura tão nacional como Eusébio é, para os adeptos leoninos, o Eusébio do Sporting, o que não deixará de ser irónico à luz da discussão com Cristiano Ronaldo.

São discussões que não fazem sentido, porque não faz sentido comparar o que não tem comparação tal a distância, no tempo e em todas as envolvências que determina, que separa cada realidade.

É uma discussão que - mesmo quando bem conduzida, como os interessados aqui poderão ver - não deixa de ser estúpida. Mas que é muito frequente entre os portugueses, que precisam sempre de encontrar o melhor, o maior… Perdem-se nesses exercícios, sempre condenados à parvoíce, ao disparate, ao non-sense

Quem não se lembra no que deu aquela do maior português?

Não nos preocupamos muito em honrar os verdadeiramente grandes. Nem em admirar sem condições os que dentre nós mais se distinguem. Parece que somos de coração pequeno, com apenas um lugar. Ali não cabe mais que um…

Isto poderá ter alguma coisa a ver com a nossa ancestral inveja, que nos condiciona no reconhecimento valor e mérito aos outros de nós. Se temos tanta dificuldade nisso poupamo-nos e reconhecemos apenas um – o maior!

Mas poderá também ter a ver com o individualismo e o espírito competitivo que se acentuou na sociedade portuguesa, particularmente nos últimos vinte anos. Tem sempre de se encontrar o melhor!

 

EUSEBIO CUP: E O JOGO DISSE TANTA COISA...

Por Eduardo Louro

                                                                      

Claro que era um Real Madrid cheio de remendos, mas não deixou de ser o Real Madrid…

Sabe sempre bem marcar cinco golos. Ganhar por 5-2 ao Real Madrid lembra anos de glória, mesmo não esquecendo que, daqueles jogadores que alinharam com a mítica camisola branca, pouco mais que meia dúzia terão oportunidade de entrar na equipa quando a época oficial começar. Mas disso não tem o Benfica culpa!

Para além dos cinco golos - todos de excelente execução, mas com particular brilho o primeiro de Enzo Perez (que fez o 3-2) e o de Carlos Martins (fazendo então o 2-2) –, da vitória e, a espaços, da exibição, o jogo confirmou algumas coisas que se vinham percebendo.

A primeira é que, numa época de poucas e discutíveis contratações, o maior reforço é Carlos Martins, que o ano passado foi mandado para Espanha e que tanta falta fez. Seguido de Enzo Perez, também o ano passado devolvido à procedência, quando se percebia ser um jogador de qualidade. Ou de qualidades. Quer dizer: os reforços só não estavam em casa porque foram mandados embora!

A segunda é que a aposta em Melgarejo para a lateral esquerda é para continuar. Não fosse a circunstância de estarmos em véspera de eleições e não teria qualquer dúvida que ninguém seria contratado para aquela posição. Como há eleições, haverá de aparecer por aí, mais dia, menos dia, um lateral esquerdo. O miúdo paraguaio é muito bom jogador, o que não quer dizer que dê para clone de Fábio Coentrão. Por enquanto esta insistência parece-me mais próxima de acabar com um belíssimo jogador do que de criar um lateral esquerdo razoável, o que, acredito, deve encher de pesadelos as noites mal dormidas de Melgarejo.

A terceira - e já que se fala de pesadelos - é que só de pensar na saída de Witsel fico eu com pesadelos. O belga é simplesmente insubstituível, e faz questão de nos mostrar isso mesmo em cada jogo.

A quarta tem a ver com o outro problema: o lateral direito. A estrutura directiva disse que não haveria qualquer contratação, que havia lá um miúdo vindo dos juniores - o João Cancelo - que supriria essa necessidade, contrariando manifestamente o pedido expresso de Jorge Jesus que, à entrada do quarto ano de Benfica, – coisa que não acontecia desde Hagan, no início dos anos 70, o treinador de todos os recordes – ainda não percebeu que esses (e todos) pedidos fazem-se à direcção em privado e não, nem aos jornais, nem pelos jornais.

Pois, mas parece que o miúdo continua pela equipa B. Pelos vistos o treinador está a esquecer-se dele, e ainda não o chamou para integrar os trabalhos de pré-época. Se calhar é preciso que alguém o lembre!

A quinta, e última, revela alguns pontos de contacto com esta. Direi que demasiados!

Também o presidente disse recentemente que “o Benfica está bem servido de centrais”. Mas também parece que o treinador não estará muito de acordo com isso: é que ainda não se viu jogar nenhum dos restantes três centrais do plantel nos cinco ou seis jogos de preparação já realizados. Rodou jogadores em todas as outras posições - neste jogo até já o Michel jogou, substituindo até um jogador (Kardec, um caso perdido) que havia sido substituto – excepto nas dos centrais. No torneio do passado fim-de-semana, na Polónia, o Luisão e Garay jogaram todos os 90 minutos dos dois jogos em dois dias – sábado e domingo.

Imagino que o Miguel Vítor, o Jardel e o Roderick estejam cheios de moral e confiança!

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