Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Niki Lauda (1949-2019)

 

Imagem relacionada

 

Partiu um grande campeão, e uma das  maiores lendas da fórmula 1. Campeão mundial em 1975, veria o "bi" desfazer-se no meio das chamas que consumiam o seu corpo e o Ferrari que conduzia em Nurenberga, em Agosto de 1976. Renasceu das cinzas e foi ainda discutir o título desse ano, que só perderia na última corrida, no Grande Prémio do Japão, para voltar a ser campeão no ano seguinte, em 1977, ainda na Ferrari.

Depois afastou-se das corridas por alguns anos. Até ser desafiado pela Mclaren a regressar, para fechar o seu "tri" em 1984, em competição frenética com o seu colega de equipa Alain Prost, outro grande campeão, fadado para ter nos colegas de equipa os seus maiores adversários. Senna estava a chegar... 

Adeus campeão!

 

 

Desporto a alto nível

Resultado de imagem para alonso vettel e hamilton 2018

 

Acaba de terminar, de forma espectacular, o grande prémio do Abu Dhabi, e com ele a septuagésima edição do campeonato do nundo de fórmula um. 

Nada estava já em disputa. Lewis Hamilton tinha já assegurado o título de pilotos, na antepenúltima etapa, no México. O quinto, como Fangio, só atrás de Schumcher, com sete. E a Mercedes também já confirmara o título de construtores no último grande prémio,  no Brasil.

Hamilton voltou a ganhar, com Vettel na segunda posição, como na classificação final do campeonato, e o extraordinário e irreverente Verstappen em terceiro, quarto no campeonato, atrás de Raikkonen.

Este campeonato do mundo foi espectacular, teve de tudo o que um grande espectáculo de automobilismo tem que ter. Emoção, coragem, força mental, sangue frio, estratégia, sorte e azar, que também fazem parte do desporto. E se Hamilton foi quem teve mais disto tudo, Verstappen, o autor das mais fantásticas recuperações ao longo da época foi, de longe, quem mais aportou  emoção,  coragem, sangue frio e ... até loucura e mau feitio. Um grande campeão na forja, sem dúvida!

Mas, o que mais de espectacular teve este último grande prémio da época, que já nada tinha para decidir, foi a despedida de Fernando Alonso, o decano campeão e provavelmente o exemplo máximo desta disciplina de élite do que é estar no sítio certo na hora errada. Concluída a última volta da corrida, não sei se programado, se espontâneo - pouco importa -, os dois primeiros esperaram por Alonso e fizeram uma derradeira volta em escolta, ao logo da qual brindaram o público com séries de manobras espectaculares acabada num abraço a três, no mais arrepiante gesto desportivo numa das mais competitivas modalidades individuais do desporto mundial, num abraço que unia os três campeões mundiais que terminaram a corrida. Faltou Raikkonen, o quarto campeão, que não pôde terminar o grande prémio. Não fosse isso, e teria sido ainda mais bonito!

Como bonito foi o desportivismo entre os dois grandes rivais dos últimos anos - Hamilton e Vettel. Bonito como foi juntar-se-lhes Verstappen, o fantástico bad boy!

Para a próxima época a fórmula entra mais pobre, com menos um campeão. Já só três!

 

Resultado de imagem para alonso vettel e hamilton 2018

Dia negro na fórmula 1

Por Eduardo Louro

  

 

O dia de ontem ficará assinalado como mais um dia trágico da fórmula 1, mesmo que a morte não tenha regressado à pista. Mesmo que a última morte em competição, a do saudoso e mítico Senna, tenha já mais de 20 anos...

O francês Jules Bianchi, de 25 anos, está entre a vida e a morte depois de ontem ter sido vítima em Sususka, no Grande Prémio do Japão, de um dos mais estúpidos acidentes da fórmula 1. E o antigo piloto Andrea de Cesaris, de 55 anos e retirado há vinte, faleceu vítima de uma acidente de mota!

 

Uma lenda

Por Eduardo Louro

 

 

Ayrton Senna da Silva faria hoje 54 anos, e morreu há vinte. Foi para muitos, entre os quais me incluo, o maior piloto de sempre da fórmula um. Sem ele, a disciplina máxima do desporto automóvel nunca mais foi o mesmo. Com ele, morreu a paixão da fórmula um, que não, evidentemente, o negócio. Esse permaneceu em mãos que o souberam e sabem fazer prosperar...

Foi sobre a sua morte que se ergueu o maior sucesso da história da fórmula um, o heptacampeão Michael Schumacher, agora também atingido pela tragédia, que nunca conseguiu mobilizar as ondas de paixão que o brasileiro suscitou. Com Senna, dificilmente Schumacher teria ganho tanto… E com Senna, por muito injusto que possa parecer, e por muito politicamente incorrecto que agora possa parecer, dificilmente largaria o papel de vilão que lhe parecia reservado…

Houve Schumacher, há Vettel... Mas como Ayrton Senna não há ninguém!

BATOTA

Por Eduardo Louro

 
Hamilton ganhou o Grande Prémio dos Estados Unidos, à frente de Vettel e Alonso, ficando a decisão do título adiada para a última corrida da época, no Brasil.

Vettel, que se ganhasse garantiria o tri, com o segundo lugar reforçou a liderança, aumentando a diferença para o espanhol que hoje o acompanhou no lugar mais baixo do pódio, mercê de mais uma lamentável manobra anti-desportiva da Ferrari, mesmo que legal. Que, para que Alonso subisse um lugar na grelha de partida penalizou, mais uma vez, Felipe Massa, que tinha ficado à frente do seu colega de equipa.

É batota. Mas infelizmente não é novidade!


FINALMENTE PERFEITO

Por Eduardo Louro

 

Há mais de um quarto de século que se não via este carro chegar à frente. Ganhar e ocupar o lugar mais alto do pódio.

A última vez que um Lotus ganhara aconteceu nos Estados Unidos, em 1987, pela mão e pelo talento único de Ayrton Senna…

Depois de anos de afastamento, a Lotus regressou o ano passado ao circo da fórmula 1. Com o verde, o very british Jaguar green… Este ano voltou ao seu preto e dourado – como Raikkonen, depois de dois anos perdido pelos ralis, regressou à especialidade máxima do desporto automóvel, a sua praia – ganhou, e tudo ficou finalmente perfeito!

REGRESSOS

 

Por Eduardo Louro

Parece que a competitividade está de volta à fórmula 1. Pode parecer irónico afirmá-lo precisamente quando Vettel e a Redbull sobem ao primeiro lugar da tabela classificativa do Mundial – de pilotos e de construtores – mas não passa disso: quatro grandes prémios, quatro vencedores diferentes, pilotos e carros, quatro líderes diferentes, e apenas dez pontos a separar os primeiros cinco pilotos!

E, se já foi bonito assistir no ano passado ao regresso da mítica Lotus, mais bonito foi vê-la regressar este ano ao preto e dourado. E, mais bonito ainda, foi ver a Lotus na frente, a discutir a corrida, e a colocar os dois carros no pódio – há quantos anos se não via uma coisa destas? – com Kimi Raikkonen - também ele de regresso depois de uma experiência falhada nos ralis, a mostrar que a fórmula 1, a disciplina máxima, é que é mesmo a sua praia – a fazer segundo e Grosjean terceiro.

 

ARRANQUES

Por Eduardo Louro

 

Com a Primavera aí à porta, a sugerir a dinâmica de renovação que atravessa a Natureza, este foi um domingo de arranque de novas épocas. De renovação também!

Arrancou a época da Fórmula 1 - juntando pela primeira vez seis campeões mundiais em pista -com o Grande Prémio da Austrália. E com a Maclaren Mercedes deixar a sensação que este ano vai dar luta à Red Bull Renault. Ganhou Button, Vettel foi segundo e Hamilton completou o pódio.

Arrancou também a época de toiros. Estive lá, em Santarém, na bonita praça Celestino Graça. A meio-gás, com uma corrida murcha, própria de início de época, e com pouco público. Salvou-se uma boa lide de João Ribeiro Telles Jr, no seu segundo, e as pegas, a cargo dos grupos de Montemor e Santarém, com estes últimos uns furos acima.

Mas perdemos um campeão. António Leitão partiu, com apenas 51 anos. Uma partida que não é um arranque. Já não é Primavera!

 

Acompanhe-nos

Pesquisar

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

Mais sobre mim

foto do autor

Google Analytics