Catedral cheia, cheia de 65 mil, a vibrar para atacar o último degrau de acesso à Champions. A vibrar tanto que até a águia Vitória se assustou, e enrolou o voo.
O Benfica, com a equipa habitual, com Akturkoglu, e com Barreiro - que não foi surpresa no onze, só foi surpresa na exibição, absolutamente fantástica durante toda a primeira parte -, entrou de mãos dadas com os 65 mil nas bancadas, disposta a saltar para cima do Fenerbahçe para, dali, atacar esse último degrau.
Bruno Lage, que não é realmente grande especialista em comunicação, tinha falado desta ligação entre a equipa e as bancadas da Luz estabelecendo uma dicotomia entre emoção e razão. À emoção vinda das bancadas juntou a equipa a razão trazida para o jogo. E lá se juntaram ambas, razão e emoção, numa noite memorável, e numa das mais categóricas exibições dos últimos tempos.
O Benfica - reconheceu Mourinho, referindo-se à primeira parte do jogo - não foi melhor; foi muito melhor. E foi. Na primeira parte, de forma absolutamente esmagadora. Mas também na segunda, só que sem ser esmagador.
O jogo começou logo com o grito de golo a soltar-se das 65 mil gargantas, a dar o mote para o que seriam aqueles 45 minutos de futebol demolidor, feito de razão e paixão. Bola recuperada em zona adiantada, Pavlidis assiste para a desmarcação e o remate de Barreiro, na cara do golo. Era golo, era golo ... mas Livakovic fez valer a sua enorme categoria para uma defesa incrível.
Não tardaria muito para se voltar a gritar golo, e festejá-lo a preceito. O relógio assinalava 11 minutos e, desta vez, não havia Livakovic que valesse. Canto do lado direito, cobrado por Dahl, com António Silva, bem no centro da área, a desviar de cabeça para Pavlidis desviar para dentro da baliza.
Não valeu Livakovic, mas valeu outro croata - o árbitro Slavko Vincic, que tinha sido anunciado como amigo de Mourinho, que não lhe poupara elogios. Que, depois de ter apontado para o centro do campo, e depois de prolongada espera pela confirmação do golo, se deslocou ao monitor para de lá vir com a decisão de anular o golo, conforme Mourinho se apressara a reclamar. Assinalou um livre indirecto, que tanto poderá querer dizer que, ou houve um fora de jogo (no caso de Barreiro, que não tocou na bola, nem interferiu em coisa nenhuma e, mais ainda, nada provou que estivesse e fora de jogo), ou qualquer falta por "jogo perigoso", que nenhuma imagem valida.
Portanto, golo anulado só porque sim. Porque Mourinho pediu, e o árbitro é amigo dele. Ao que dizem...
Nada que fizesse o Benfica parar, e muito menos desanimar. Por isso continuou, impávido e racional, a desbaratar a equipa turca. Bastaram mais 11 minutos para a cena se repetir. Desta vez é na magistral cobrança de um livre, na esquerda, que Akturkoglu coloca a bola ao segundo poste, onde surge Barreiro a finalizar com qualidade para o fundo da baliza de Livakovic.
Desta vez foi o próprio árbitro a anular de imediato o golo. Como ninguém viu razão para isso, ela ficou à mercê da imaginação de cada um. E, como se sabe, a imaginação dá para tudo. Dá para dizer que o Barreiro terá empurrado o Brown antes de rematar; ou até que o Otamendi terá bloqueado a acção da defesa de um defesa do Fenerbahçe.
Portanto, novo golo anulado novamente só porque sim. Desta vez Mourinho nem teve que pedir, o árbitro é amigo ...
Novamente, o Benfica continuou. A ganhar todos os duelos, a mandar no jogo ... Os jogadores do Fenerbahçe respondiam com faltas duras. Os do Benfica com sucessivas oportunidades para voltar a marcar. Só o conseguiu por uma vez, 11 minutos depois do segundo, e apenas 5 depois de se ter voltado a gritar golo, quando Pavlidis falhou clamorosamente o golo que Akturkoglu lhe tinha oferecido. Ao terceiro golo - que tinha de ser marcado por Akturkoglu, depois de tudo o que se passou não podia ser de outra forma, num grande remate, a concluir uma jogada com créditos a atribuir a Aursenes e a Barreiro - já não dava para anular ...
O intervalo não chegaria sem mais duas grandes oportunidades de golo, ambas criadas por Barreiro, o jogador mais influente da primeira parte. Uma, desperdiçou ele próprio, a outra foi mais um desperdício de Pavlidis. Chegaria sim com uma das maiores mentiras escritas no resultado!
Na segunda parte o jogo mudou um pouco de tom. O Benfica continuava dominador, mas reduzia a intensidade posta no jogo. Os jogadores da equipa turca aumentaram a agressividade e a dureza, com a complacência do árbitro amigo, em acentuado desnorte. Ainda assim continuou a única equipa a criar oportunidades para alterar o marcador. E só um guarda-redes tinha trabalho - Livakovic. Que, à saída do primeiro quarto de hora, voltaria a fazer uma defesa notável, a negar o golo a António Silva.
A meio da segunda parte Mourinho fez duas substituições (Muldur e Archie Brown por Aydin e John Durán) que deram algum fôlego à sua equipa, permitindo-lhe equilibrar o jogo durante cerca de 10 minutos. Não mais. Valeram-lhe, esses 10 minutos, um remate de cabeça tipo chouriço que levou a bola, caprichosamente, a esbarrar no ângulo superior direito da baliza de Trubin (não fez uma única defesa!), um remate de cabeça de Talisca por cima da barra, e outro, de pé direito, ao lado do poste direito.
A oito minutos do fim Talisca imitou Florentino, na primeira mão, e fez duas faltas para amarelo em três minutos. Nem um árbitro amigo o salvaria da expulsão, que ditaria o baixar final de braços do Fenerbahçe.
O homem do jogo foi Richard Rios, com um nível exibicional simétrico ao de Barreiro. Enorme na primeira parte, mas caiu bastante na segunda.
No fim fez-se a festa na Luz. Merecidíssima. O Benfica está onde tem que estar. Na Champions, entre os melhores!
Benfica e Fenerbahçe não tiveram mesmo sorte no sorteio que alinhou os jogos do play-off da Champions, que definem o acesso à fase de liga. Quis a sorte, ou lá o que é, que tivessem de decidir entre si quem vai ter acesso aos 75 milhões de euros que estão em jogo, que é, mais coisa, menos coisa, aquilo a que poderão aspirar. São, de longe, as duas melhores equipas deste play-off , e uma delas vai ficar de fora, quando lá entrarão, garantidamente o Bodoe/Glimt (Noruega), certamente o Qarabag (Azerbaijão) ou, provavelmente, equipas como o Kairat Almaty (Cazaquistão), ou o Pafos (Chipre).
Nesta primeira mão, em Istambul, disputou-se um jogo de futebol num tabuleiro de xadrez.
Tudo começou com a novela da contratação de Akturkoglu, que o Fenerbahçe utilizou para destabilizar o Benfica, numa manobra bem ao jeito de Mourinho, tenha ele tido ou não intervenção directa no processo. Desta vez ninguém estava a dormir no Benfica que, percebendo a manobra, e sem grandes alaridos, tratou de escalar a equipa com Akturkoglu e mais 10.
Para além da entrada do internacional turco, no lugar de Ivanovic, Bruno Lage jogou ainda com a de Florentino, na vez de Schjelderup, partindo para a colocação das peças no tabuleiro. Mourinho manteve a fórmula que tão bem resultara com o Feyenoord, mantendo o onze com que goleara a formação neerlandesa no acesso a este play-off , e que o tinha deixado de peito cheio.
Poderia pensar-se que Bruno Lage até poderia ganhar um jogo de futebol a Moutinho. Que lhe ganhasse um jogo de xadrez, poucos admitiriam. Mas foi isso que aconteceu: transformaram o jogo de futebol num de xadrez, e Lage ganhou.
O Benfica teve sempre mais bola e conseguia anular as iniciativas ofensivas da equipa de Mourinho. Dominou e controlou o jogo. Sempre. Percebia-se que todos aqueles equilíbrios só deixariam de funcionar se um qualquer grão de areia que ali entrasse. A não acontecer qualquer incidente que perturbasse aquela harmonia - não, não era um grande jogo aquele que a equipa estava a fazer, era o jogo necessário e, nessa medida, perfeito - o Benfica só poderia ganhar aquele jogo.
Foi esse o sentimento durante mais de uma hora de jogo. O Benfica tinha mais posse de bola, toinha a iniciativa do jogo, e era a única equipa a criar a ideia que, em qualquer momento, poderia chegar ao golo.
A meio da segunda parte Bruno Lage lançou Ivanovic para o lugar de Barrenechea, que viera amarelado da primeira parte. Uma substituição que, ao mesmo tempo que precavia o risco de um segundo amarelo, relançava as peças do tabuleiro para o formato comum. A ideia que ficava era que, ganha a primeira batalha, a do equilíbrio e do controlo do jogo, passava para a segunda, a de o ganhar.
Parecia perfeito. Mas o incidente que se temia aconteceu a 20 minutos do fim. Em apenas dois minutos Florentino viu dois amarelos. O primeiro sem qualquer razão, nem falta fez. Apenas porque os jogadores da equipa turca tinham apostado tudo no condicionamento do árbitro, forçando a nota a cada falta, ou a cada simples contacto (o lado do xadrez de Mourinho). Só que injustos ou injustificados, ou não, os amarelos contam da mesma maneira, e não é aceitável que, dois minutos depois de levar um amarelo, um jogador pense, sequer, em agarrar um adversário que lhe vai fugir.
A jogar com 10, e com tanto tempo para jogar, pensou-se que todos os equilíbrios ficariam desfeitos. Bruno Lage voltou ao tabuleiro de xadrez e, lançando Leandro Barreiro e Tiago Gouveia, retirando Akturkoglu e Pavlidis, regressou à fórmula inicial (Aursenes derivou para direita para o centro do meio campo). Com menos um era impossível dominar o jogo, mas era possível controlá-lo.
E foi isso que aconteceu, com sucesso, até ao fim do jogo. Até porque no segundo incidente, no que seria um frango descomunal de Trubin, o golo de En-Nesyri foi imediatamente invalidado por fora de jogo.
Quando, daqui a uma semana, as equipas se voltarem a encontrar na Luz, para aí se decidir tudo, será um outro jogo. Certamente difícil, porque este Fenerbahçe tem muitos bons jogadores. E cada vez mais. Hoje já teve mais Nelson Semedo. Na próxima semana terá ainda mais um ou dois.
E queria ainda ter Akturkoglu, por tudo isso a figura do jogo desta noite.
Com fome de Catedral cheguei à Luz bem cedo. E não correu bem!
Aquela ideia do autocarro entrar com os jogadores pela Praça do Centenário até é capaz de fazer sentido. Mas, com as portas do Estádio fechadas, quem andava ali descansado pela Fun Zone, de repente, ficou completamente bloqueado por um mar de gente que se apinhava à espera dos jogadores ... apenas avistados por quem estivesse encostado às baias. Desconfortável, o suficiente para quebrar a boa disposição.
Ultrapassada a indisposição, e bem cedo sentado no lugar - desta vez com a pouco habitual companhia da companheira de vida - deu então para matar a fome. Quando se trata disto, de matar a fome, e nesta altura do calendário a que chamam pré-época, o jogo em si, com as suas nouances, estratégias, tácticas e opções passa para segundo plano. Prioritário é, na circunstância, celebrar Eusébio - "tu és o nosso rei, descansa eternamente" -, depois sentir o bater da Catedral, depois, ainda, sentir as caras novas. Só no fim vem o jogo.
Eusébio esteve lá. Esteve lá sempre, do início ao fim. A Catedral bateu com mais de 55 mil a vibrar, e uns quantos, poucos, a fazer tristes figuras: um petardo (insistem, não vale a pena avisar, nem se importam com as penalizações ao clube que dizem amar) e uns assobios, em determinada fase do jogo ao Samuel, só porque dois lançamentos longos - que faz como poucos (lembram-se do Ederson?) e que víramos treinar com 100% de sucesso ao intervalo, antes de entrar - não correram bem. As caras novas ficaram bem na fotografia: Richard Rios é craque, e não é preciso dizer mais; Enzo Barrenechea equilibra (o maior elogio que se lhe pode fazer é dizer que se sentiu bem a sua falta na fase mais complicada da segunda parte); e Dedic encheu-me a alma.
Faz lembrar Carreras, de que já sentimos saudades. Na forma como sai com a bola, na facilidade em atacar em slaloms difíceis de parar, na intensidade, na disponibilidade para o jogo, sem medo.
Das caras novas do Seixal o destaque vai para João Veloso, o miúdo de Albufeira que se estreou no onze titular. Não será um portento de técnica mas é lutador, faz lembrar Gonçalo Ramos na forma como pressiona a defesa adversária, e revela já uma visão de jogo acima da média, bem visível na forma como descobriu Pavlidis, no início da jogada do segundo golo.
Gonçalo Oliveira e Joshua Wynder, baixo mas, sem dúvida, um enorme centralão a curto prazo, que até entraram no período mais difícil do jogo, logo a seguir ao Fenerbaçe ter empatado, formam uma dupla de centrais respeitável.
Henrique Araújo (será que ainda vai a tempo?) teve um regresso feliz à sua casa, com dois golos plenos de oportunidade, se bem que só um deles tenha contado. Foi o miúdo que conhecemos do Benfica, e da selecção nacional de sub 21, e não o que nos mostraram de Famalicão, e de Arouca.
O jogo mostrou-nos um Fernerbaçe mais adiantado na preparação, muito competitivo, e extraordinariamente agressivo (perante a complacência de mais uma lamentável arbitragem, desta vez do conhecido Hélder Carvalho) com os jogadores sistematicamente a baterem forte e feio, especialmente em Richard Rios. Mas também com muitos bons jogadores, de renome mundial. E com duas caras tácticas, bem à imagem de Mourinho.
Um jogo que o Benfica dominou na primeira parte, com espaços de bom futebol que, mesmo sem criar uma enormidade de ocasiões para marcar, poderia ter terminado com uma vantagem bem mais alargada que o 2-1 ao intervalo. Com o golo da equipa de Mourinho, logo a seguir ao 2-0 (Akturkoglu, aos 38 minutos, e autogolo de Archie Brown aos 42 minutos, depois de Livakovic ter negado o golo de estreia a Richard Rios), e mesmo em cima do intervalo, a surgir na sequência de uma perda de bola de Enzo Barrenechea, na fase inicial de construção, que permitiu a Kahveci o remate certeiro à entrada da grande área.
O Benfica voltaria a entrar bem na segunda parte, com duas boas oportunidades por Akturkoglu, mas foi sol de pouca dura. Não durou mais de 5 ou 6 minutos até o vice-campeão turco tomar conta do jogo. Chegou ao empate - golo de Youssef En-Nesyri, o internacional marroquino que assinou a eliminação da selecção portuguesa no último mundial - no final do primeiro quarto de hora quando, tal foi o seu domínio naqueles 10 minutos, já o justificava.
Imediatamente a seguir - não foi reacção ao golo, já estavam preparadas - Bruno Lage, que ao intervalo já tinha trocado Trubin por Samuel Soares, Enzo Barrenechea por Leandro Barreiro, Dedic por Leandro Santos, e João Veloso por Bruma, substituiu Pavlidis, Akturkoglu, Richard Ríos, Aursnes e Dahl, por Obrador, Schjelderup, Prestianni, Henrique Araújo e Diogo Prioste.
Pouco depois, Bruma, que não estava particularmente feliz, lesionou-se gravemente. Tão gravemente - rotura completa do tendão de Aquiles esquerdo - que poderá significar o fim da carreira. E foi substituído por Tiago Gouveia, muito aplaudido.
Admitia-se que tantas trocas, e com a saída de figuras de primeiro plano, no período em que a equipa de Mourinho estava tão por cima do jogo, ficasse mais difícil ganhar o jogo e o troféu da homenagem a Eusébio. Mas aconteceu o contrário, e o Benfica retirou o domínio ao adversário e voltou a colocar-se por cima do jogo.
Henrique Araújo colocou justiça no marcador, ao marcar o terceiro, aos 81 minutos, num lance de antecipação ao (excelente) guarda-redes Livakovic, em movimento de ponta de lança. Idêntico - e não é por acaso, é porque quem sabe, sabe - ao do quarto golo, festejado exuberantemente, por ele e por todo o Estádio, mas anulado, depois, pelo VAR.
E como o jogo também foi arbitragem, não há como não falar dela. Hélder Carvalho, que das bancadas até parecia o Luís Godinho, é mais um desta nova ordem lagarta. Já conhecíamos os seus serviços do Benfica-Farense, de há pouco mais de três meses, ou do Sporting-Estoril, pela mesma altura. Não esteve sozinho neste jogo inaugural da Luz, a mostrar aos novos jogadores o que é a arbitragem em Portugal. Na cidade do futebol estiveram Paulo Barradas (VAR) e Pedro Felisberto (AVAR) também com lugar proeminente nesta nova ordem do futebol português. Cada golo do Benfica, sem que qualquer sombra de irregularidade pairasse, demorou uma eternidade a ser validado. Até que ao quarto, ao que me dizem, sem linhas e com o pé esquerdo do defesa contrário a deixar Joshua Wynder em jogo, conseguiram mesmo anulá-lo. Pelo contrário, o segundo golo do Fernerbaçe, foi prontamente validado.
Tudo isto já sem falar de nem um amarelo, para amostra, nas sucessivas faltas, muitas delas maldosas, sobre o Richard Rios. Ou nas duas vezes em que Otamendi foi agarrado dentro da área adversária.
Continua um caso sério, esta arbitragem portuguesa. Ver como o Sporting ganhou ao Villa Real os seus "cinco violinos" incomoda. Mas incomoda muito mais o que já se sabe que aí vem. Outra vez!
O Benfica ainda não está na Champions, mas deu hoje, em Istambul, um passo indispensável para lá chegar. Agora falta o PAOK, na minha opinião, menos forte que esta equipa do Fenerbace.
O empate (a um golo) desta noite foi suficiente, tal como a exibição. O Benfica controlou boa parte do jogo, foi quem na maior do tempo mandou no jogo. Faltou então aquele bocadinho extra de qualidade que resolve os jogos, e que faz toda a diferença na Champions.
Em muitas circunstâncias, faltou a alguns jogadores aquele bocadinho mais para que resultasse aquela variação de jogo, aquele último passe, mais ainda que a própria finalização. Não fosse isso, e o Benfica tinha ganho este jogo com grande à vontade.
Mesmo assim, sem esse toque extra de qualidade, poderia tê-lo ganho. Teve mais oportunidades para isso que o adversário, num jogo em que o miúdo Gedson voltou a ser a figura maior. Grande jogo, onde o golo foi apenas a cereja.
Quando afinar o momento para soltar a bola, e o último passe, ficará um jogador fabuloso. Do melhor que se vê aí pelo mundo fora!
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