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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

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André Ventura pode continuar a ser líder do Chega se for eleito ...

"Um homem sem (nenhumas) qualidades?
Conhecemos o currículo deste “rapaz” de 42 anos, o seu percurso académico, a ligação à igreja católica, a “carreira” de “comentador desportivo” e a intervenção política. Percebemos o seu perfil psicológico, a maneira como pensa e aquilo que o move.
Só por patetice ou ignorância é que alguém pode dizer que o “rapaz” é fascista. Dizer isso é tão primário e tão básico que nem merece resposta.
O rapaz tem qualidades?
Tem!
É inteligente, imaginativo, determinado e lutador.
O maior defeito que tem é a hipocrisia. Não acredita em nada do que que diz. Não há ali ódio ao cigano, ao imigrante ou ao “corrupto”. São apenas “alvos” da estratégia do hipócrita para atingir os seus objectivos. Escavando no pior que existe dentro de cada um de nós, fazendo vir ao de cima sentimentos que existiram sempre na comunidade:
A desconfiança contra o estrangeiro, sobretudo o que tem cor de pele diferente e contra os ciganos, que há 500 anos são ostracizados e rejeitados.
Essa é que é essa!
E com estes chavões, rodeado de uma massa amorfa de “militantes, uma salada russa de frustrados, ressabiados, escorraçados, semi-analfabetos, ambiciosos que não olham a meios, e até alguma gente de boa fé, que o seguem com o mesmo entusiasmo, com que idolatram o treinador ou presidente do seu clube da bola, única coisa que lhes interessa, único motivo que anima e dá alegria às suas vidas cinzentas. É uma milícia que suscita mais troça e gargalhadas do que receios ...
Aquela falta de educação, aquela gritaria, aquela permanente contradição, dizendo isto hoje e amanhã o seu contrário, não é inata no rapaz. É falsidade. Bem o “baptizou” o Pedro Abrunhosa: “aldrabão de feira”.
Mas é um fingidor dotado de qualidades.
Tem arregimentado uma espécie de tropa fandanga, que pelos casos, casinhos, notícias e investigações já conhecidos, permite perceber a base sociológica da patusca sucia, a que ele chama “partido” e militantes. É uma “maltinha” que não é flor que se cheire ... Só uma trupe destas, é que está sempre disposta a ir atrás de um demagogo qualquer, que berre muito e lhes prometa tudo. Isto, aquilo e o seu contrário.
Sim meus amigos, repito aquilo que venho escrevendo há vários anos:
Não levo o rapaz da coelhinha a sério. Ali não há nem “fascismo”, nem ódio, nem violência. Há apenas falsidade. Um ego gigantesco, aliado a uma inteligência superior. Um fenómeno merecedor de estudo psicológico.
No dia 8 atingirá a cota máxima, como as barragens neste tempo de tanta chuva. No dia 9 começa o seu princípio do fim.
Vai tentar derrubar o rapaz T6 de Espinho, para provocar eleições antecipadas. Mesmo que o derrube não vai ter sucesso. Subiu ao pico sem ir aos Açores.
E depois aparecerão outros rapazinhos com coelhinhas ou gatinhos, a vender a mesma banha da cobra, a prometer os mesmos impossíveis, a vender raiva e a espalhar ódio. Aos berros!
E não lhes faltarão seguidores. É essa a nossa genuína natureza. Gostamos de andar sempre atrás de alguém… Que berre muito. Quanto mais alto melhor, porque somos duros de ouvido e muito custosos de entender…"
 
 
 

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Espanha.jpg

"São assim as primeiras páginas dos principais jornais desportivos espanhóis, hoje. Fosse em Portugal e a A Bola e o Record tinham o Amorim na primeira página, e o O Jogo o Samu ou uma treta qualquer do Pinto da Costa. É a diferença entre futebol e futebolite, entre uma das melhores e mais competitivas ligas do mundo e uma liga insignificante, uma liguilla".

José Simões - Der Terrorist

 

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Como escrever bem: 39 dicas que você não pode ignorar!

 

Nas 24 Horas de Le Mans que cumpriu durante o fim-de-semana, tentando a ubiquidade para acudir ao povo socialista nos vários congressos e encontros federativos de norte a sul do país, António Costa deixou passar que as trapalhadas e trafulhices em que os seus ministros e secretários de Estado foram apanhados é a oposição que não se conforma com a maioria absoluta do PS. E isto dá o prefácio para um lindo funeral.

José Simões - Der Terrorist

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Como escrever bem: 39 dicas que você não pode ignorar!

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"Depois de ser condenado em primeira instância, o Tribunal da Relação confirmou o que já todos suspeitávamos: André Ventura é um criminoso. E o criminoso bem pode ficar incrédulo e desiludido, e fazer o seu teatro calimerico, mas qualquer ser unicelular percebia o óbvio: não podes chamar “bandido” a pessoas que nunca cometeram um crime, entre as quais se incluía uma criança pequena, em prime time e perante uma audiência de milhões, usando essas pessoas como arma de arremesso num debate político. Agora, o arrogante é presunçoso Ventura, mais o seu partido de extrema-direita, terão que pedir desculpa à família Coxi. E o não cumprimento da sentença dará origem a uma multa de 500€ por dia de atraso. E cada reincidência terá o custo de 5000€. Portanto ou pedem desculpa, ou vão à falência, ou fazem como os outros neofascistas europeus e pedem ao tio Putin ou ao tio Bannon para bancar.

O ódio e o extremismo perderam, a democracia e o Estado de Direito ganharam. Venham mais dias assim."

 

João Mendes - Aventar

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Como escrever bem: 39 dicas que você não pode ignorar!

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"... Acho muito bem que o Movimento Europa e Liberdade (MEL) faça uma convenção com os seus; acho muito bem que convide quem entender; acho muito bem que, se Sérgio Sousa Pinto, Álvaro Beleza e Luís Amado se sentem bem lá, devem ir; acho muito bem que se o MEL quer Ventura lá, o convide; e acho que a clarificação que daqui resulta é positiva para a política portuguesa. O caso de Rui Rio fica para o fim.

A clarificação vale muito e a lista de pessoas vale muito mais. No seu núcleo duro está a tribo. Este núcleo vem da comunicação social, em particular do principal think tank da direita radical em Portugal, o grupo de comunicação social do Observador, online, rádio e revistas, que pelos seus financiamentos é claramente um braço armado de um lóbi empresarial, e assenta numa lógica política sectária. O jornal tem qualidade e, de novo, ainda bem que existe. Mas convém não ter a ilusão de que se trata de um projecto de comunicação social – é um projecto político da ala mais radical da direita portuguesa e o que verdadeiramente nele conta é a opinião e a mobilização da tribo pelos comentários. E é essa opinião que está em peso no MEL, Rui Ramos, José Manuel Fernandes, Helena Matos, Jaime Nogueira Pinto, Alexandre Homem Cristo, João Marques de Almeida, Vítor Cunha, etc."
 
Esta lista comunica com blogues, alguns actualmente muito próximos do Chega e da extrema-direita, que não é a mesma coisa que a direita radical. E tem uma presença muito activa nas redes sociais, a que se acrescenta a opinião no PÚBLICO (Fátima Bonifácio, João Miguel Tavares) e no Jornal de Negócios (Camilo Lourenço, Joaquim Aguiar), na imprensa económica em geral, e nas televisões em sinal aberto, com Portas e Júdice. Só a lista de nomes e posições revela como a vitimização da direita sobre o acesso aos órgãos de comunicação social é apenas isso, vitimização, para se apresentarem como perseguidos quando têm vindo a aumentar significativamente a sua presença nos jornais, rádios e televisões. O problema não está tanto na opinião, está na crescente influência na agenda editorial. De novo, para não haver mais daquelas confusões intencionais, acho muito bem na opinião, até porque alguns deles são gente com qualidade. Agora não me venham com histórias da carochinha sobre vitimizações.
 
A Maçonaria está também presente, a do PSD e a outra, da direita radical. Depois há gente do PSD, e da Aliança, na sua esmagadora maioria opositores de Rui Rio, vindos do “passismo”, reciclado em nostalgia da troika, como Morgado, Pinto Luz, Paulo Sande, Nogueira Leite, etc. Do mesmo modo, a esmagadora maioria dos presentes que não são do PSD andaram nessas águas durante o governo Passos-Portas-troika e são agressivos opositores de Rio, que tratam como uma espécie de traidor serventuário de António Costa e do PS. Para eles, o que é preciso é correr o mais depressa possível com Rio para “reconfigurar a direita” com o único partido que tem votos, o PSD.
 
Há outra questão. O MEL não está a fazer um colóquio ou um debate, está a fazer uma “convenção”. Isso significa que há pertença, e é por isso que tem sentido falar de uma espécie de “congresso” de uma certa direita, a direita que inclui o Chega, a Iniciativa Liberal, o CDS e… parte do PSD.
 
Depois, o resto é o que se espera. Nenhum problema do país, e da sua realidade de atraso, pobreza, exclusão, desigualdade, injustiça, exploração, desequilíbrio nas relações laborais, baixos salários, débil protecção social, ambiente, corrupção, estará presente nas intervenções, ou, se não estiver ausente, será de forma perversa, para falar de outras coisas. Nem nenhum problema sério da direita conservadora, democrática e liberal será lá discutido. Compreende-se que seja assim, não é para isso que eles vão lá.
 
Os três problemas desta direita serão iludidos. O primeiro problema da direita é a ineficácia eleitoral, não é o adormecimento das pessoas pelas habilidades de Costa, nem a “perseguição” de que são “vítimas”, nem o esmagar das liberdades do povo português manipulado pelo PS a pretexto da pandemia. Tretas. O segundo problema, que é a causa do primeiro, é a sua radicalização e tribalização. Criam grande identidade e militância, para dentro, mas marcam fronteiras de ferro e fogo para fora. Para além da sua fronteira, todos são comunistas ou idiotas úteis da esquerda. E a tribo está longe de ser grande, daí o desejo de capturarem o PSD e o estarem à vontade com o Chega, porque precisam do populismo agressivo. Desprezam-no como gente fina que são, mas precisam de alguma rua. O terceiro problema, que deriva do segundo e explica o primeiro, é a errada análise da realidade política, com uma aproximação ideológica e política que tem medo de dizer ao que vem, com uma enorme ambiguidade em relação à ditadura e à guerra colonial, com contradições profundas entre um nacionalismo de bandeira e a aceitação do poder não-democrático da Europa, se lhes servir de reforço para a TINA, entre o reaccionarismo de costumes, a agenda evangélica à portuguesa e às modas a que são sensíveis pela idade e pelo corpo, entre o machismo, a xenofobia, o racismo e o autoritarismo para que tendem, e a perversão da palavra liberdade.
 
Tenham, pois, uma boa convenção. Mas, o que é que Rui Rio está a fazer lá?»
 
José Pacheco Pereira - Público.
 
 

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Como escrever bem: 39 dicas que você não pode ignorar!

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"E porque é que isto não abriu, abre telejornais, não motiva comentário dos liberais donos da democracia, e nem sequer desperta a ira dos "portugueses de bem"?

"A uma semana de receber mais de 400 milhões de euros do Fundo de Resolução (que é financiado pelos bancos do sistema português e cujas despesas têm impacto no défice orçamental), o Novo Banco pode, a partir de Janeiro próximo, vir a comprar outros bancos.""

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