Depois das "negas" de Vítor Gaspar e Ricardo Reis, e de revertida pela pressão mediática a tentação de reconduzir Centeno, conforme prometido para hoje, o governo acabou por anunciar Álvaro Santos Pereira para governador do Banco de Portugal.
É (pelo menos) terceira escolha. Mas o que é isso importa?
Nada. Nada mesmo, comparado com o bullying a que foi sujeito na sua passagem pelo governo de Passos Coelho. Ah ... e a foto escolhida para ilustrar o texto não é para virem agora dizer que foi uma nomeação do Observador. Parece. Mas talvez só pareça ...
De repente a compra da nova sede do Banco de Portugal passou para a ribalta mediática. Não domino a matéria, não possuo quaisquer dados, não investiguei coisa nenhuma. Não faço a mínima ideia se alguma coisa ali cheira mal. Se alguma coisa ali não bate certo.
Pode ser que venha a interessar-me pelo assunto, e tente perceber alguma coisa daquilo. Para já, para as primeiras impressões, apenas me ocorre que, depois de terem sido alvitrados tantos nomes de pessoas próximas do governo de Montenegro para governador o Banco de Portugal que, pelos vistos, foram ficando pelo caminho, nos últimos dias os jornais têm vindo a revelar que, afinal, Centeno poderá ser o seu próprio sucessor. Montenegro até já veio dizer que Centeno reúne todos os requisitos para continuar no cargo.
Ao ocorrer-me isto, ocorre-me que alguma coisa bate certo. Diria mais - bate tudo certo!
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