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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Diálogos curtos

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- O Verão já chegou, e hoje é o maior dia do ano.

- Então? E é por isso que o gasóleo vai aumentar?

- Não, não. Os jornais dizem que "fontes do sector" explicam que os mercados internacionais ficaram hoje muito nervosos quando viram o Trump a gritar: "agarrem-me se não eu vou-me ao Irão"...

- Ah... Percebo... As "fontes do sector" gostam de levar depressa as más notícias às bombas de gasolina...

 

 

Cortinas de fumo

Aumenta a tensão entre EUA e Irão.

 

Tudo serve a Trump para destabilizar o mundo, e torná-lo num sítio muito perigoso. Nem que seja apenas para desviar as atenções... 

Paul Manafort, o responsável da campanha campanha de Trump entre Março e Agosto de 2016, vai a julgamento já depois de amanhã. E para que não se saiba o que se vai ficar a saber ... ameaça o Irão!

São as famosas cortinas de fumo. Só que o fogo que Trump usa para fazer fumo é perigoso de mais...

 

 

 

 

Rússia 2018#5 Nos oitavos... mas, mau de mais!

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A selecção nacional segue para os oitavos de final do mundial, na Rússia. Imerecidamente, sem qualquer dúvida!

Portugal foi claramente a pior equipa do grupo, sempre, em qualquer dos três jogos, claramente inferior a todos os adversários. Dir-se ia que este último jogo, com o Irão, não fez mais que confirmar os primeiros dois, e especialmente o segundo, o único que ganhou, com Marrocos. Mas fez. Confirmou também muita da "porcaria" do futebol português... Da velha.

Fernando Santos introduziu três alterações na equipa, com Adrien no lugar de Moutinho, Quaresma no de Bernardo, e André Silva no de Gonçalo Guedes. Manteve os laterais, e provou-se que mal. Manteve Fonte e Wlliam, incumbido de sair com a bola, coisa que tinha flagrantemente falhado nos jogos anteriores.

Comecemos por aí, por onde o jogo começa. E por onde o jogo de hoje começou por funcionar, enquanto os jogadores do Irão ainda só queriam defender e deixavam aquele espaço todo sem incomodar ninguém. Depois, bem... depois foi outra música, os iranianos subiram e William desapareceu. 

Dizia-se que era necessário alguém no meio campo que segurasse a bola. Pois... se calhar não seria Adrien o jogador mais indicado para esse desiderato. Também a reclamada entrada de André Silva tinha por objectivo - dizia-se - ter um jogador na área, num jogo - dizia-se - em que a selecção portuguesa teria sempre bola, e massacraria em ataque continuado. Nem foi nada disso, nem André Silva nunca esteve na área, acabando até na ala esquerda. Falhou tudo. Em toda a linha...

Resultou a entrada de Quaresma. Resultou porque marcou o golo - e que golo! - mas porque foi o único a jogar, a cruzar e até a rematar. Na primeira parte, porque, depois, viria a ser o primeiro a perder as estribeiras, o que também não surpreende ninguém.

O resultado de todas estas coisas foi um jogo que não teve nada de novo em relação aos anteriores. As mesmas diifculdades tácticas, técnicas, físicas e mentais. E até a mesma sorte, com o golo a surgir mesmo no fim da primeira parte, quando era já o Irão a mandar no jogo. 

Antes disso a selecção não fizera mais que dar confiança à equipa do Irão, empurrá-la depressa para a parte de cima do jogo. Para ilustrar isso nada melhor que lembrar aquele período inicial em que o guarda-redes iraniano andou literalmente à bofetada com os seus colegas da defesa, aos papéis a sair aos cruzamentos, e a largar bolas sucessivas. Pois, ou ninguém na selecção portuguesa percebeu que havia que explorar aquele momento, ou simplesmente não teve capacidade para mais. Nem um remate de longe, nem um cruzamento para tirar partido daquela tremideria toda.

Com o milagre do golo de Quaresma, Portugal foi para o intervalo a ganhar. E se um golo daqueles vale por um jogo, a verdade é que o jogo da selecção não merecia um golo daqueles.

Logo no recomeço, há mais um penalti que cai do céu. Um penalti de VAR, que lançou os iranianos no desespero, completamente perdidos. A perder por dois golos, e de cabeça perdida, o Irão seria então um adversário pacificado. Pois, mas hoje nem Cristiano Ronaldo havia, e o penalti que deveria transformar a equipa do Irão num tapete persa, serviria apenas para os ir buscar ao fundo do abismo.

E a partir daí só deu Irão e, em vez de tapete persa, o relvado foi coberto por um tapete de Arraiolos. Sem que Portugal nada fizesse por merecer a sorte que lhe sorria do Espanha-Marrocos, onde os "nuestros hermanos" andaram sempre a correr atrás do resultado. Acabaram por empatar no último minuto, num golo anulado e depois validado pelo VAR, quando o Irão chegava também ao empate, num duvidoso penalti de VAR. Merecido, pelo que mais uma vez não fez a selecção nacional, e pelo que fez a equipa do irascível e ressabiado Carlos Queiroz.   

A Espanha, em primeiro, e por isso a ficar do lado certo do sorteio, com os mesmos pontos e a mesma diferença de golos - o que não abona em nada o seu favoritismo - e Portugal, em segundo, seguem para os oitavos. Pelo caminho ficaram, não os melhores, mas os que se portaram melhor!

 

 

 

Para já, o petróleo sobe ...

 

 

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Sabe-se que Trump não lê. Não lê nada, nem relatórios de segurança, nem sequer pequenas notas ... Nem ouve, especialmente conselhos avisados. Não ouviu Macron. Nem Merkl. Nem May. Mas ouve Netanyahu. E ouve Salman. E gosta do que ouve, soa-lhe bem...

E então, pois claro - rasgou os acordos de desnuclearização assinados com Irão, em Viena, há menos de três anos, como de Telaviv e de Riade reclamavam. E é isso: um ultra fanático israelita e o não menos fanático, sanguinário e terrorista regime árabe manipulam como uma marioneta a figura a quem o mais poderoso país do mundo entregou o seu destino. E põem e dispõem da paz mundial!

Para já, o petróleo sobe... Mas isso é o que de menos mau aí vem!

Nus. Ou sem cuecas...

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Não houve tempo a perder. Uma semana depois de terem sido levantadas as sanções o presidente iraniano fecha negócios de dezenas de milhares de milhões por Itália e França. Pelos milhões, e para que nada pudesse beliscar a obscura sensibilidade de Hassan Rouhani, os italianos mandaram tapar todas os nus das obras de arte espalhadas pela capital. Já em França, onde os milhões dos negócios eram ainda mais milhões, com muitos aviões e ainda mais petróleo, o vinho falou mais alto que os nus... E Hollande cancelou o almoço com o comprador de bolsos cheios: não há vinho, não há almoço.

Assim é que é. À italiana é que não: quando se baixa muito mostra-se o cu. Nem precisa de estar nu. Basta não ter cuecas... Mas disso o senhor gosta!

Uma boa notícia

 

Não sei se, como Obama garante, os Estados Unidos terão por tão certo que o Irão em circunstância alguma venha a usar a bomba atómica. Mas sei, sem qualquer dúvida que, nos tempos que correm nas economias ocidentais, um mercado de 80 milhões de consumidores, ainda por cima alimentado a petróleo, não se pode desprezar. Por muito que sauditas e israelitas se irritem com isso...

Mas, por mera hipocrisia da política externa, por pragamatismo da economia política ou por absoluta convicção, esta é sempre uma boa notícia. A abertura de regimes como o do Irão nunca se fará sem espaço no concerto internacional. E quanto mais fechados sobre si próprios mais perigosos se tornam. E, com armas nucleares, mais ainda... 

 

Brasil 2014 XII

Por Eduardo Louro

 

 

Jogou-se o grupo F, que fechou a segunda jornada e deixou a Argentina apurada, com 6 pontos. Porque ganhara, mesmo que sem grande brilho, o primeiro jogo à Bósnia e voltou agora a ganhar ao Irão, de Carlos Queiroz. Que hoje não foi assobiado, antes pelo contrário!

Na primeira parte, que não chegou ao fim sem a equipa de Queiroz mostrasse, mesmo no fim, o que iria fazer depois do intervalo o jogo resumiu-se à Argentina a atacar, mal e o Irão a defender, bem. Depois, bem … depois foi o Irão a criar oportunidades de golo e o guarda-redes Romero a valer à equipa de Messi. E o árbitro, o mesmo senhor sérvio do jogo da passada segunda-feira, que voltou a mostrar que só vê os penaltis que quer. E contra a Argentina, tal como contra a Alemanha, nunca quer, certo que, assim, por lá continuará, a arbitrar jogos!

Só não a marca golos porque … seria de mais… E porque para isso lá está o Messi, que pode  até não jogar nada – o que é difícil, tem de dizer-se – durante todo um jogo, mas há sempre o momento em que resolve. Em que faz o que mais ninguém é capaz de fazer…

Foi o que aconteceu, mais uma vez. Já nos descontos, mesmo no fim, tirou da cartola um remate de longe e fez um grande golo. E pronto a Argentina ganhou, mesmo que não o merecesse. O que, quando se tem Messi, não interessa mesmo nada!

No outro jogo a Nigéria ganhou (1-0) à Bósnia, que fica fora do apuramento, confirmando que só as grandes selecções europeias conseguem seguir em frente neste mundial. Apuramento que nigerianos e iranianos disputarão na última jornada, depois de terem empatado entre si na primeira jornada.

Jogou-se também no grupo de Portugal - num jogo que opôs os manos Boateng - com a super Alemanha a mostrar que não é afinal assim tão super. Pareceu-o contra Portugal, mas é a velha máxima do futebol: uma equipa joga o que a outra deixa

E o Gana deixou pouco. Mesmo abaixo da vertigem que pôs no jogo anterior, com os Estados Unidos, foi suficiente para emperrar a máquina germânica. O jogo terminou empatado a dois golos, com ambas as equipas a desfrutarem de vantagem, que não conseguiram manter por muito tempo. Quase nenhum, a Alemanha, um pouco mais o Gana, que nessa situação teve oportunidade clara de fazer o 3-1 e porventura matar o jogo.  

Foi o melhor resultado que podia ter acontecido para a selecção nacional, que não depende agora de resultados de terceiros. Só que também foi o melhor que aconteceu aos americanos. O que pouco nos importa porque, a partir do momento em que perdeu por quatro no primeiro jogo, a selecção está obrigada a ganhar os dois jogos que lhe faltam. Não há outra hipótese, pelo que, com os americanos mais moralizados ou menos moralizados, Portugal só tem que ganhar. 

Mas logo à noite é que vai ser. Nem a sorte que tem estado ao lado dos americanos impedirá a vitória portuguesa! 

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