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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Barça, naturalmente...

Por Eduardo Louro

 

 

Justificando o favoritismo o Barça ganhou á Juve e conquistou a Champions. A quinta da sua história na competição, uma história que começou em 1961, justamente quando disputou, e perdeu, com o Benfica a sua primeira final. Uma história que só começou a conhecer a glória das vitórias há pouco mais de 20 anos…

Foi um grande jogo de futebol como, com Iniesta, Xavi – em jogo de despedida -, Messi, Neymar, Suarez e Companhia, de um lado, e Buffon, Pirlo, Pogba, Tevez, Morata e Companhia, do outro, teria de ser. Grandes jogadores dão grandes espectáculos de futebol. Vale a pena carregar ali em cima e ver o primeiro golo, logos aos 4 minutos…

Ganhou o Barcelona, como ganhou tudo o que este ano tinha para ganhar. Porque é de novo a melhor equipa de futebol do planeta. Sem precisar dos golos de Messi: três, e nenhum da sua estrela maior. Se não é inédito, não estará muito longe…

 

O mordomo em maus lençóis

Por Eduardo Louro

 

O mordomo falhou... E é a vechia signora que vai à festa a Berlim... às costas de um miúdo - mais um - que o mordomo mandou para lá: Morata. Que marcou dois dos três golos - e que não festeja, o que é sempre bonito - que trazem a vechia signora, muitos anos depois, de volta aos grandes palcos. À segunda tentativa, um ano depois de ter sido o Benfica a impedir-lhe esse regresso...

Chegou ao Olímp(ic)o de Berlim. Vai ter de se haver com o Messi, Neymar, Suarez... Mas já é bom lá ter chegado.  

mordomo, é que fica em maus lençóis... Um ano depois tudo é diferente. Como muda tanta coisa em tão pouco tempo?

Se calhar vai vagar alguma coisa em Madrid. Ah...pois, o Lopetegui... 

 

 

 

“E prontos, não há mai nhuma”!

Por Eduardo Louro

 

 

Épico!

Esta jornada de Turim, que lá nos leva de volta, vai ficar como uma das mais brilhantes da gloriosa história do Benfica. Teve tudo. Teve a categoria imensa dos jogadores, um imenso querer, um crer ilimitado e muito, muito sofrimento …

O jogo era difícil, de elevadíssimo grau de dificuldade. Porque a Juventus, grande no orçamento, é também uma grande equipa, como mostrou. Mais na Luz que hoje, em casa… Porque a final era ali no seu estádio, e a perspectiva de jogar a final em casa era factor de motivação suplementar. Porque, seja a UEFA, seja Platini ou seja lá o que for, a verdade é que o árbitro inglês não foi nada inglês. Foi italiano, foi descaradamente caseiro. Expulsou o Enzo, sem qualquer justificação, e cedo deixou o Benfica a jogar com dez, naquilo que foi o pleno das três meias-finais que ultrapassou com sucesso. Distribuiu amarelos numa gritante dualidade de critérios, e mais um incompreensível vermelho a Markovic, já no banco. E nunca mais dava o jogo por terminado, deixando-o chegar mais perto dos 10 minutos de compensação do que dos seis anunciados, todos com o Benfica reduzido a nove jogadores, já sem Garay…

Mas este Benfica é, como nunca se esperasse que pudesse ser, uma equipa solidária e unida numa confiança e numa crença que provavelmente só encontrará paralelo no Atlético de Madrid de Simeone. Resistiu por isso a todas as adversidades e ainda teve tempo, mesmo com dez e depois com nove, para aqui e ali deixar espalhadas no relvado manchas de enorme categoria.

Também porque a Juventus nunca primou exactamente pelo desportivismo, antes, durante e depois do jogo, esta vitória com direito a regresso a Turim tem ainda mais significado. É ainda mais épica!

 “E prontos, não há mai nhuma”

Respect

Por Eduardo Louro

 

Não sei o que irá acontecer na próxima quinta-feira em Turim, onde o Benfica retribui a visita da passada quinta-feira da Juventus, num jogo com vista para a final da Liga Europa. Literalmente, porque é mesmo ali, em Turim, no Del Alpi, que se irá realizar. Mas sei que o que já está a acontecer …

A Juventus de Platini, la vechia signora, que em português se traduziria por puta sabida, com uma história tão salpicada de glória quanto de batota, queixou-se à UEFA de Platini de uma atitude de Enzo Perez no jogo de Lisboa. Não se queixou da provocação do Chielini, que induziu o argentino do Benfica àquela reacção. Nem da arbitragem do senhor que veio da Turquia para, às ordens do Sr Platini, começar, logo na Luz, a afastar o Benfica da final.

A UEFA de Platini, contra todas as rotinas, antecipando-se a tudo o que é a sua prática corrente, antecipando a reunião de avaliação da queixa e deixando apenas 24 horas para o Benfica apresentar a defesa, tudo está a fazer para dar provimento à queixa italiana, e impedir a utilização do fundamental Enzo Perez.

Não sei o que irá acontecer. Mas sei que Platini teve a lata e o descaramento de anunciar publicamente que gostava de ver a equipa italiana na final. Que, se o Benfica atingir e ganhar a final, Portugal garante o terceiro lugar no ranking europeu, justamente por troca com a Itália. Que Platini tem atrás de si, em impunidade total, um largo rasto de batota. Que nem sequer esconde que usa arbitrária e mafiosamente o poder. Que as cúpulas dirigentes do futebol europeu e mundial há muito trocaram a independência e a transparência pelos interesses obscuros, pelo negócio torpe e pela corrupção. Que Platini e Blatter, como antes Avelange, são tudo menos gente respeitável...

Gente que, atrás de campanhas de fair play, repect ou no to racism, conspira permanentemente contra todos os valores da verdade. Gente que come a bananamas que lança a casca para o chão...

 

Que jogo intenso!

Por Eduardo Louro

 garay e tevez

 

Na primeira metade da primeira parte só deu Benfica. Depois começou a emergir a Juventus, mostrando aqui e ali que é uma grande equipa, recheada de jogadores de categoria extra. E o árbitro, mostrando o que é uma arbitragem habilidosa, perfeitamente identificada com as práticas uefeiras.

A segunda parte confirmou isso mesmo, com o árbitro a deixar por marcar um penalti claro sobre o Enzo Perez, ali mesmo nas suas barbas. Poderia ter sido ali o 2-0!

Não foi, e a Juventus começou a procurar o empate, enquanto o Benfica defendia a magra mas preciosa e justíssima vantagem conquistada logo no arranque do jogo. A espaços o jogo partia-se, sempre em altíssima intensidade, que o Benfica começava a acusar.

Faltava muito pouco para o jogo entrar no seu último quarto de hora quando Tevez, com um autopasse feliz, fez o golo do empate por que a Juve aspirava. Por isso, por ter alcançado o seu desiderato, mas porque tendo pouco corpo tinha ainda muita alma, o Benfica voltou a tomar conta do jogo. E com um belíssimo golo de Lima chegou à vitória. Curta – e temos de voltar a lembrar o penalti por assinalar, mas também as oportunidades de golo desperdiçadas, incluindo a última, de Markovic, logo depois do golo de Lima – mas mesmo assim importante. Pelo que tem de simbólico – a Juve, como de resto o Benfica, não tinha perdido qualquer jogo na Liga Europa – mas também porque uma vantagem é sempre uma vantagem.

Para a história fica o resultado, mas também um grande jogo de futebol, de grande riqueza táctica. Uma grande primeira parte do Benfica, e a forma como conseguiu evitar faltas naquelas zonas que Pirlo transforma em golo.

Já agora não posso deixar de dizer que tive pena de ver a Luz assobiar o jogador de futebol  que mais admiro. Mas Pirlo pôs-se a jeito e fez tudo para o merecer!

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