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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Sem pressa

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Mantêm-se altas as expectaivas sobre o novo treinador do Porto, que  demorou uma semana para fazer as contas com Lopetegui, que não perdoou um cêntimo. Uma coisa se percebe: o Porto não tem pressa!

Até domingo não há novidades. Nem pressa. É apenas tempo de ir alimentando a short list dos candidatos, cada vez mais short e cada vez mais com o nome de Sérgio Conceição. Cada dia mais favorito. Até domingo, como é fácil de entender...      

O manto protector da inteligência

Por Eduardo Louro

 

 

Fica a ideia de um Lopetegui muito pouco inteligente... Que ainda não percebeu que está a ser a alavanca para levar Jorge Jesus a aceitar, finalmente, um dos sucessivos convites de Pinto da Costa para treinar o Porto... 

É que, ao fazer o que faz e dizer o que diz, só desperta em Jorge Jesus o mais primário dos instintos de vingança. Servida bem fria, com Lopetegui a sair com o rabinho entre as pernas, substituído por Jesus, sem dúvidas em chegar lá e começar a ganhar...

Se o Lopetegui pudesse estar sob o manto protector da sua própria inteligência, perceberia os riscos de se reduzir ao manto protector da inteligência dos outros... 

E pensávamos nós que já se tinha visto de tudo!

Por Eduardo Louro

 

 

As conferências de imprensa de Lopetegui, independentemente de cada vez mais ridículas, não mostram apenas um homem perdido, desacreditado e à beira da loucura. Mostram também um homem perdido, desacreditado e à beira da loucura que só vê pela frente uma plateia cheia de inimigos. Gente “com ganas” de prejudicar, sempre pronta a convocar todos os demónios contra o Porto, a quem ele responde à imagem e semelhança da maior personagem da literatura do seu país. Só que sem educação…

Como não há regra sem excepção, para que as conferências de imprensa de Lopetegui não fujam à regra, há sempre uma excepção. Surge sempre um convidado especial, devidamente arregimentado e de identidade escondida, para colocar a questão pertinente. A questão inteligente, a questão amiga que permite a Lopetegui longos minutos de insane - e pelos vistos impune - agressão a Jesus e ao Benfica, ódios de estimação transformados em moínhos de vento. 

Ontem, na conferência de imprensa do Benfica-Penafiel, alguém perguntou a Jorge Jesus se pensava fazer a festa já hoje, ao que o treinador do Benfica respondeu que não, que não lhe passava pela cabeça que o Porto perdesse hoje com o Gil Vicente.

Alguém esperaria outra resposta? Alguém conseguirá ver nesta resposta alguma ponta de provocação?

Claro que não. Mas, á falta de melhor, lá estava o convidado especial do costume a fazer desta resposta inócua e irrepreensível o rastilho para Lopetegui ter mais dez minutos de discurso miserável. Do mais miserável que se tem visto. E pensávamos nós que já se tinha visto de tudo!

À campeão

Por Eduardo Louro

Gil Vicente vs Benfica

 

Com cinco golos de Capela, o Benfica arrumou com o primeiro dos quatro últimos jogos que o separavam do título... Não, temos pena sr (F)LOPetegui... Não foi assim, eu é que ainda estava com o balanço da sua miserável conversa da treta. Não foi assim porque esse tal Capela passou o tempo todo, por tudo e por nada - a maior parte das vezes por nada -, a assinalar faltas aos jogadores do Benfica, e não lhe sobrou tempo para mais nada.

Não foi com golos do Capela, mas foi com golos do Maxi. O primeiro aos quinze minutos - onde o finalmente reaparecido Sulejmani foi pouco menos que brilhante - e logo roubado ao Jonas, que alcançaria o Jackson na lista dos melhores marcadores. Mas não faz mal, Maxi. Só faz bem, porque os golos só fazem bem, mesmo o primeiro, que já fez tão mal. E o Jonas não é o Cristiano Ronaldo...

Até porque não foi preciso esperar muito mais de cinco minutos para chegar a sua vez. E que golo. Um golo à Jonas, já se pode dizer assim. Simplesmente fantástico, de primeira, como tinha de ser. Com a bola a ir direitinha ao sítio onde a coruja dorme. O golo do jogo, porque foi um grande golo, daqueles com marca... Porque deixou finalmente o Jonas no topo da tabela dos marcadores...Mas acima de tudo porque foi o segundo, que acabava com aquela mala pata do primeiro golo marcado cedo, que tão maus resultados tinha já dado. 

Mas nem assim, nem com o segundo golo os rapazes do Gil Vicente quebraram. Tinham as pilhas bem carregadas, percebia-se. Pena que as gastassem mais a fazer teatro que a jogar à bola. Compreende-se a ideia: os jogadores da casa terão tido ordem para acrescentar um espectáculo de teatro ao do futebol, como forma de justificarem o absurdo preço dos bilhetes. O dobro dos preços praticados na recepçâo ao Sporting e ao Porto, com o mais barato em 30 euros. Por isso os estádio não esgotou, por isso algumas clareiras... Porque nem todos os benfiquistas estão dispostos a pagar tanta distinção!

No reinício, logo no primeiro minuto da segunda parte, o capitão Luisão resolveu tudo com o terceiro, e pôs um pedregulho em cima do resultado, como diria aquele comentador que a gente conhece. 

O Gil Vicente desapareceu do jogo, entregou-se exclusivamente ao teatro e dexou espaços por onde o Benfica passou a entrar para fazer o que queria. Pintou a manta. Fez mais dois golos e só não fez muitos mais porque a bola passou a não entrar. E porque o Gaitan, depois de tanta pancada que levou, tinha sido obrigado a abandonar o jogo ainda na primeira parte. Ah... com aquele espaço todo, se lá estivesse lá o génio do argentino...

Tem sido sempre assim. Quando foi preciso aparecer o Benfica afirmativo, sem deixar dúvidas a ninguém, ele apareceu. Assim mesmo, á campeão. O resto é conversa da treta, como diria o Jorge Jesus...

 

Não pode continuar a valer tudo!

Por Eduardo Louro

 

 

Não há volta a dar-lhe: o Porto não conhece outros métodos. Não consegue aceitar que as coisas se decidam dentro de campo, e não abdica dos velhos métodos.

Que depois dos jogos inventem favorecimentos, critiquem, pressionem ainda vá que não vá. Que antes dos jogos, antes que haja o que quer que seja para comentar, criticar ou inventar, façam o que o Sr Lopetegui anda a fazer é intolerável. O que esse senhor está a fazer com o nome do árbitro João Capela é inqualificável. Não deixa de ser um mau caracter que não sabe perder, mas é claro que está apenas uma vez mais a emprestar a voz. Só alguém sem a mínima dignidade pessoal se presta desta forma à miserável condição de voz do dono.

 Ninguém conseguirá perceber que o intolerável comportamento do treinador do Porto passe impune.

Se esta não é a República das bananas que Lopetegui quer fazer crer que é, se a Liga e a Federação têm alguma coisa a ver com a administração do futebol; ou se Fernando Gomes e Luís Duque não existem apenas para servir outros interesses que não os do futebol português, Lopetegui tem que ser clara e severamente punido.

Não vale tudo. Não pode continuar a valer tudo!

Como Luís Filipe Vieira não pode continuar em silêncio. Nenhum benfiquista lhe perdoará que perante isto continue calado… E entregue ao abraço do urso!

 

É Benfica, não são "ellos". Pode ser?

Por Eduardo Louro

 

 

Foi uma correria, cansou só de ver. Cada um correu para seu lado, sempre o contrário do do outro!

O Porto entrou a correr para não deixar o Benfica jogar, descaracterizando a equipa. Percebeu-se desde logo a ideia: impedir que o Benfica pudesse pegar no jogo e fazer mossa em cima de uma convalescença bem congeminada. Que começou logo na noite do desastre, com aquela encenação no aeroporto de Pedras Rubras, continuou com aquela outra à chegada ao Altis e acabou no escalonamento da equipa inicial – incluindo a ressurreição de Helton na crucificação do Fabiano –  e na estratégia de abordagem ao jogo. Tudo bem engendrado, digno da famosa estrutura.

O que não podia acontecer era o Benfica entrar e impor o seu jogo. E para isso era necessário encher o meio campo de gente capaz correr daquela forma. E para ter gente capaz de correr daquela forma eram indispensáveis aquelas encenações, bem preparadas.  Depois, atingido esse objectivo inicial e equilibradas as coisas, trataria então de tentar gradualmente restaurar o seu figurino e procurar então ganhar o jogo.

Pelo contrário, o Benfica entrou dentro da sua estrutura habitual. Mas sem Salvio, que não recuperou, e com Talisca no seu lugar. O que faz toda a diferença!

Obrigado a correr e a lutar o Benfica viu-se impedido de jogar. Nem sequer deu para perceber se a ideia tinha alguma vez sido a de entrar forte, na tentativa de aproveitar as maleitas do adversário. Só quando na segunda parte o Porto mudou de registo, o jogo deixou de ser uma correria louca e uma sucessão de choques e faltas, para passar a ter alguma qualidade em cima da intensidade que nunca perdeu.

Nos últimos minutos passou a ser o Benfica a tomar os cuidados que, como os caldos de galinha, não fazem mal a ninguém. Não sendo bom, o empate não era mau de todo. Mau só para Lopetegui, que mais uma vez demonstrou o seu mau perder (não há ninguém que o ensine a dizer BENFICA, em vez de "ellos"?), deixando a sua assinatura em mais um momento de arruaça. Com a agravante de o ter feito por cima de uma outra, de respeito profissional e de fair play. Que acabou por deixar irreconhecível, completamente apagada!

E lá interrompeu o Benfica a notável série de 92 jogos sempre a marcar na Luz. E lá fiquei eu sem a minha prenda. Logo quando abandonei os meus na minha própria festa, com o argumento de ali estarem uns rapazes de vermelho para me dar a prenda de anos...

Comunicação por encomenda

Por Eduardo Louro

 

 

Uma das variantes por que a máquina portista – a célebre estrutura – é exaltada é pela comunicação. Desde o célebre e já decadente sarcasmo e a velha ironia dita arguta de Pinto da Costa, passando pelas mais variadas formas de pressão sobre a comunicação social, incluindo a agressão física, pela gestão dos tempos de comunicação, incluindo os famosos blackouts, até á distribuição e ocupação dos espaço mediático da opinião e do comentário.

Peça chave no processo é o famigerado Director de Comunicação, Rui Cerqueira, que é uma espécie de pau para toda a obra. Dá para tudo e presta-se a tudo, como se tem visto…

A conferência de imprensa de Lopetegui – a peça nova da máquina que chega a meter dó – no final do jogo de ontem com o Paços Ferreira veio mais uma vez mostrar como, por ali, se fazem as coisas. Não há limites e é pouco menos que assustador!

Tive o azar de a seguir através da RTP Informação que, espanto dos espantos, a transmitiu via Porto Canal. Exactamente, no canto superior do ecrã lá estava a identificação da estação que sem que o seja é o canal do clube – ou que nuns momentos é e noutros deixa de ser – e no rodapé lá informava da “transmissão em simultâneo com o Porto Canal”. Mas isso foi apenas o início do susto. Depois, deu para ver que o tal Rui Cerqueira chamava pelo nome próprio cada um dos interpelantes que, convidados dessa forma a colocar a sua questão, não precisavam de se identificar, ao contrário do é norma e uso em qualquer outro lado. E depois lá surgiam as pertinentes e objectivas questões dos jornalistas convidados. Perguntas - que não são perguntas - ora laudatórias ora encomendadas para respostas preparadas e postas na ponta da língua do treinador no papel de mete dó. Para não dizer outra coisa…

Se a pergunta – que não era pergunta – sobre o treinador que disse que os adversários têm de olhar para cima, para que fosse buscar as competições europeias, e o afastamento do Benfica, ainda tem alguma ponta por onde se pegue, já a pergunta – que não era pergunta – de um tal Miguel sobre uma antiga afirmação do treinador Manuel José, na qualidade de comentador, é verdadeiramente emblemática.

Há tempos, a propósito do plantel do Porto, o Manuel José disse que no ano passado, ao Paulo Fonseca tinha sido dado carapau e, este ano, ao Lopetegui tinha sido dada lagosta. Mais de três meses depois, o director de comunicação do Porto achou que devia encomendar esta pergunta para pôr Lopetegui, depois de trocar carapaus por tremoços, a bater no treinador agora comentador, falando de um campeonato, em 1995, em que Manuel José teria ficado a 25 pontos do Porto…

 

Lá vamos, cantando e rindo ... às vezes tristes...

Por Eduardo Louro

 

 

O Porto ganhou (3-1) em Penafiel. Com dois golos irregulares e com um penalti contra por marcar. Pelas contas que por aí se fazem, a verdade do resultado seria 2-1 a favor do Penafiel... E menos 3 pontos para o Porto!

Mas está tudo bem: o árbitro Soares Dias não viu e Lopetegui também não. Nem a Sport TV, sem linhas para o fora o jogo, e com o lance do penalti bem escondido no fundo de uma gaveta, não fosse alguém ver...

Ninguém perguntou a Lopetegui se estava triste com a arbitragem. E, como já se sabia, também ninguém se preocupou com Quiñones...

Tudo com dantes... E o quartel general?

Por Eduardo Louro

 

Com a desvantagem de 6 pontos para o Benfica a manterem-se teimosamente desde que, há 4 jornadas atrás, os campeões nacionais foram ganhar categoricamente ao Dragão, o Porto decidiu fazer ressuscitar Pedroto e renascer Pinto da Costa. 

Pretendendo fazer ignorar que esses seis pontos de diferença se devem à claríssima vitória do Benfica no Dragão, que não fosse esse resultado e ambos estariam com os mesmíssimos pontos, na contingência de não conseguir por si só evitar o bi-campeonato do rival, a estrutura do Porto volta-se para os jogos de bastidores da arbitragem, donde verdadeiramente nunca saiu. Tudo como dantes... 

O aniversário do falecimento de Pedroto, o mentor da estratégia, já lá vão quase 40 anos, e o regresso de um dos seus agentes comunicacionais a um programa televisivo ao serviço da causa, foram a alavanca deste regresso em força aos velhos métodos. Lopetegui, que tanto demorou a entender o futebol de cá, e que tanto tempo perdeu em experiências com  jogadores que tinha obrigação de conhecer bem foi, desta vez, muito rápido a perceber a coisa. Não diz palavra (em) que não (se) meta árbitros!

Há quatro anos atrás, a última vez que o bi-campeonato poderia ser hipótese, trataram de tudo logo no início, e á quarta jornada já levavam 9 pontos de vantagem... No ano seguinte deixaram para mais tarde, e a coisa começou a dar resultados em Coimbra, com Carlos Xistra - justamente o árbitro para este jogo do Benfica no Funchal, o último da primeira volta - para acabar em beleza com o inevitável Pedro Proença no jogo do título, na Luz. E há dois anos foi já mesmo no fim, com Paulo Batista - por mera coincidência o árbitro do penúltimo jogo, em Penafiel (e, já agora, Rui Costa, do Porto, foi o árbitro escolhido para o último jogo, com o Guimarães). No ano passado aquilo foi tudo tão mau que não havia nada a fazer!

Com o campeonato a virar para a segunda volta e com o calendário do Benfica a apertar, numa sequência que começou em Penafiel para prosseguir, na Luz, com o terceiro classificado, na Madeira, com o Marítimo, em Paços de Ferreira e com Alvalade já aí, quando o Benfica exibe níveis exibicionais e de confiança em ascensão, este é o momento escolhido para este ano. 

Faixas, atrasos a ocupar as bancadas, repetir incessantemente benefícios alheios e prejuízos próprios em jornais e televisões até que passem a verdades, tudo vale para condicionar arbitragens e respectivas nomeações. Nada portanto de novo nesta estratégia portista. Sempre assim foi, quando não foi muito pior, como todos nos lembramos e o "apito dourado" haverá de guardar para a posteridade.

Poderia até pensar-se que entretanto muita coisa mudou, que a máquina portista está velha e gasta, e que no quartel general há gente séria, sem medo e imune a pressões. Mas aí está Carlos Xistra, já amanhã...  Com quem o Benfica, sempre com erros grosseiros, conquistou apenas 17 pontos (perdeu 10) nos 9 jogos que disputou, e com quem o Porto conquistou 36 nos (perdeu 6) nos 14 jogos que lhe arbitrou ...

E Artur Soares Dias em Penafiel, onde o emprestado Quiñones não jogará. Sem ponta de polémica, evidentemente... 

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