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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Subvenções vitalícias

 

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Claro que é escandaloso que o Tribunal Constitucional tenha declarado inconstitucional a norma que suspendera as subvenções vitalícias, sem condição de recurso, aos titulares de cargos políticos. Porque não é de um direito que se trata, é de um previlégio!

Um previlégio que trinta deputados não quiseram perder: 21 do PS e 9 do PSD. A fina flor... Todos e cada um deles em boa companhia, cada um melhor que o outro. Entre eles, e sem surpresa, uma candidata a Presidente da República. Para unir os portugueses...

Não dar ponto sem nó...

Por Eduardo Louro

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Quando Cavaco, mais de três semanas depois de se conhecerem os resultados eleitorais, começa finalmente a dar os primeiros passos do protocolo para a indigitação do primeiro-ministro, coisa que depois de tudo protocolado deverá dar governo lá para o Natal, sabe bem lembrar que já dá para contar os dias que lhe restam em Belém.

Só por isso dá vontade de virar a agulha para as eleições presidenciais que aí vêm. Dizem os comentadores encartados que a pulverização de candidaturas presidenciais à esquerda facilita a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa logo à primeira volta. Não há nada que suporte esta tese, que não resiste aos primeiros testes de validação.

Como é facilmente demonstrável, e sem necessidade de recorrer ao velho axioma que a maioria do eleitorado é de esquerda, Marcelo, sendo quem é, e depois de preparar e conduzir a candidatura como fez, não estará neste momento muito longe daquilo que será seu potencial de votos. A sua margem de crescimento é naturalmente já bastante limitada.

Os votos que tem já por garantidos serão, ou não, suficientes para lhe garantir a preferência de mais de 50% dos eleitores que forem votar. E isto é independente do que são e de quem são os adversários. Mais ou menos candidaturas à esquerda, para esse resultado, não aquece nem arrefece. O que aquece ou arrefece, o que é determinante, o que pode ser a variável crítica dessa equação é a abstenção.

Evidentemente que quanto maior for a abstenção maior será a expressão relativa daqueles votos. Mais fácil será transformá-los numa expressão maioritária. A matemática não engana… Ninguém terá grandes dúvidas que a abstenção tende a variar na razão inversa do número de candidaturas. Quanto maior for o campo da oferta, quanto maior for o apelo, menos razões haverá para que as pessoas se abstenham.

Ora aqui que está o que será, mais que a resposta chave, a resposta dupla. Enquanto demonstra que a ideia é falsa, explica por que é que a querem fazer passar por certa!

Outra coisa é dizer que a proliferação de candidaturas à esquerda pode facilitar a vitória de Marcelo, sim, mas na segunda volta. Mas essa, como não serve os mesmos interesses, não faz caminho.

Não custa muito a perceber que se, em especial as candidaturas do Bloco e do PCP, fossem até às urnas, a candidatura promovida pela direita – não é a de Marcelo, é a que já transporta Belém no nome – com o apoio que tem no aparelho do PS, teria boas possibilidades de ser a segunda mais votada numa primeira volta. Circunstância – provavelmente única – que, na eventual segunda volta, asseguraria a eleição de Marcelo.

É o que se chama não dar ponto sem nó...

 

Uma questão de Belém

Por Eduardo Louro

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Maria de Belém é quem é. Maria, que já é de Belém, é candidata a Belém porque o aparelho assim quer. Não entusiasma ninguém, mas enerva muita gente... E se calhar separa águas!

Os dois candidatos da sua área política reagiram. Henrique Neto com toda a legitimidade, e ragiu bem na entrevista ao i. Sampaio da Nóvoa sem qualquer legitimidade, e reagiu mal na entrevista ao Expresso.

Sampaio da Nóvo devia ter ficado calado, e falou. Henrique Neto não podia ter ficado calado, e falou. Henrique Neto ganhou. Sampaio da Nóvoa perdeu. O problema é que voltou a perder... O problema é que cada vez que fala perde sempre mais do que ganha!

 

UMA BOA ESCOLHA

 

Por Eduardo Louro

 

 

 

Maria de Belém Roseira será a presidente – não presidenta – do PS. Acho bem! 

Mais do que a primeira mulher a presidir ao PS… é uma senhora a presidir ao PS. Esteve bem António José Seguro nesta escolha e esteve bem a nova entourage socialista a confirmá-la. Belém fica bem no Rato! Também cor-de-rosa!

 

 

 

 

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