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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

É isto!

Rui Calafate aconselha Essugo e todos os jogadores: «É preciso bom senso  nas redes sociais» - Sporting - Jornal Record

Dário Essugo, um miúdo de 16 ou 17 anos, que já joga na equipa principal do Sporting, e promete - não é ele, o próprio, que promete, porque, isso sim, não seria "bom senso" - ser grande no futebol, entusiasmado com a final do mundial de futebol, e com Messi, "postou" no seu Instagram "Messi goat".

Foi trucidado por um arrastão de energúmenos, e obrigado a apagar o que escrevera. Sabe-se como estes arrastões são o "pão nosso de cada dia" das redes sociais. Trate-se do que se tratar. Sabe-se como a clubite tomou conta do assunto. E como nem quem tem responsabilidades na comunicação lhe escapa. Não se imaginaria era que chegasse ao ponto de se colocarem ao lado da estupidez e da intolerância da turba das redes sociais. Que, perante a brutalidade, escolhessem acusar a vítima de falta de "bom senso"!

É (ainda) isto! 

 

O mundial (da despedida) de Ronaldo & Messi

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi juntos em campanha de marca de luxo

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi têm pouco em comum. Só que é muito, o pouco que têm em comum - o génio que os colocou no topo do futebol mundial durante década e meia, somando 12 bolas de ouro nesse período, com vantagem (7-5) para o génio argentino. Entre 2008 e a actualidade, só por três vezes um deles não foi "o melhor do mundo": em 2018 (Modric, em ano de mundial), em 2020 (Lewandowsky, no tributo ao golo) e neste ano (Benzema, no tributo à persistência). Durante 11 anos consecutivos ninguém se intrometeu entre eles!

Tinham, até ontem, também o insucesso comum de, ambos com o recorde de cinco presenças em fases finais, nunca terem sido campeões do mundo. O título que faz a diferença entre os melhores de sempre. Faltando o título de campeão do mundo falta sempre qualquer coisa a uma grande carreira. Faltando uma presença marcante numa fase final de um mundial, fica ainda mais a faltar. Messi já tinha sido o melhor do mundial do Brasil, em 2014. Mas não era suficiente. A Cristiano Ronaldo até isso faltava. Ambos contavam apenas com um título continental de selecções.

  Este Campeonato do Mundo do Catar era a última oportunidade para ambos.O argentino já tinha avisado que seria o seu último. Ronaldo, sem tal pronúncio, terá 41 anos no próximo...

Nada mais têm em comum. São personagens e personalidades completamente diferentes, fisicamente diametralmente opostos, e jogadores totalmente distintos na sua relação com a bola e com o jogo. Messi levita no campo, Ronaldo é tracção total. Ronaldo é um atleta que ataca o espaço e a bola, Messi é um artista no espaço que pisa com uma bola colada aos pés. Ronaldo é explosão a atacar o espaço, e rapidez e potência a atacar a bola. E isso exige condições físicas e atléticas no máximo. Messi, inventa espaço onde ele não existe através do drible e do passe. Para isso Messi não precisa, nem nunca precisou, até porque nunca teve, condição atlética de topo.

Os anos pesam de forma completamente diferente nos atributos de um, e de outro. E, depois, na confiança. Como se viu. Messi continua a fazer o que sempre fez. E a marcar golos que só ele consegue. Ronaldo já não marca os golos que só ele conseguia. E, sem confiança, nem os que qualquer um marca. Para Messi, o parágrafo anterior continua a conjugar-se no presente do indicativo. Para Ronaldo tem que utilizar o pretérito perfeito.

Só por isso, dificilmente Cristiano Ronaldo poderia chegar a este Mundial em condições para fazer o que não fez nos anteriores, no apogeu do seu ciclo bio-desportivo. Não é por acaso que já passaram cinco anos sobre a sua última bola de ouro, a quinta. Então, tantas quanto Messi, que depois disso venceu mais duas e, pelo que se viu, poderá ainda voltar a ganhar a próxima.

Ao natural ciclo da vida. e às características do desempenho desportivo acrescem, depois, os traços de personalidade de cada um. Ambos terão à sua volta uma estrutura de gestão das suas carreiras pessoais e desportivas. Pouco se sabe da do discreto Messi - apenas mais um distinto traço de personalidade. Da de Ronaldo sabe-se que funcionou na perfeição durante anos, mas que não funciona mais. Tudo o que constitui a desastrosa gestão de carreira dos últimos meses, que liquidou qualquer possibilidade de sucesso na participação neste mundial,  mostra que não já não funciona.

Não é nada de inédito. É da dinâmica das organizações que equipas de sucesso acabem esgotadas. Mas, e mais uma vez por traços de personalidade, não será de excluir que o "ego" de Ronaldo tenha transformado a sua estrutura, na sua corte. Que, em vez de aconselhamento lúcido e sensato, passar a dizer ao soberano apenas o que ele quer ouvir. E garantir as mordomias cortesãs.

Daqui sai a última peça do puzzle que fecha a história de dois génios da bola que chegaram ao Catar à procura do título que lhes faltava. Messi com toda a equipa ao seu lado, e com 46 milhões de argentinos atrás de si. E a encher estádios. Da Argentina saíram 45 mil. De outros pontos do mundo terão chegado mais de uma dezena de milhar. E Ronaldo a dividir a equipa, dentro e fora de campo. E a dividir o país!

Entre quem acha que Ronaldo está a arruinar uma carreira brilhante, e quem acha que quem acha isso é ingrato. E invejoso. Entre quem gostaria que Ronaldo soubesse sair dignamente de cena, e quem quer reduzi-lo à simples expressão da clubite. Entre quem lamenta que um grande jogador de futebol de expressão mundial se recuse a aceitar a lei da vida, e quem lhe exalta o ego à dimensão do fanatismo religioso. 

Messi - o símbolo

Messi: ″PSG tem grande plantel e equipa técnica. Quero conquistar muitos  títulos″

 

Messi não é hoje apenas, para muitos, o melhor jogador de futebol de sempre. É, ao transitar de Barcelona para Paris, o maior símbolo do que é o futebol de hoje. 

Hoje o Paris Saint Germain deu um passo gigante rumo à sua afirmação mundial. Entrou na dimensão galáctica. Pelo contrário, e quando estamos ainda longe de conseguir avaliar todo o impacto da perda de Messi, o Barcelona deixou à vista muito mais do que gostaria de mostrar.

O resto só os resultados dirão.

Quando Messi...

Por Eduardo Louro

 

Quando de um lado estão Neymar e Messi, no outro nota-se mais a falta de Alaba, Ribery e Roben...

Quando Messi aparece e faz dois golos em três minutos... Quando Messi deita Boateng em plena grande área e oferece um chapéu daqueles a Neuer... Quando o Bayern de Guardiola perde o norte e se expõe aos erros a que sempre obriga os outros...

Quando vemos Guardiola em Camp Nou e temos a sensação que nunca dali saiu, que sempre ali esteve, naquela mesma posição... Quando em apenas 15 minutos tudo aquilo lhe cai em cima, e o céu passa a inferno...

Quando o Barcelona perde na posse de bola para o adversário... Quando o Bayern não acerta com um único remate à baliza... Quando - isto sim - é champions... 

Quando este grande jogo de futebol deveria ser o da final!

 

 

Uma vitória que ninguém sabe donde caiu

Por Eduardo Louro

 

Nada como enfatizar o duelo Ronaldo/Messi para esconder que a selecção não joga nada. Não joga nada, não tem rotinas, os jogadores não sabem muito bem o que ali andam a fazer... Se isto é assim com o seleccionador no banco, como seria se estivesse a cumprir o castigo?

A selecção fez dois remates no jogo todo: o primeiro por Cristiano Ronaldo, e sem ponta de nexo,  a meio da primeira parte; o segundo foi na última jogada, e deu o golo do miúdo. Do Raphael Guerreiro, o mais baixo em campo, de cabeça, no único movimento intencional - e desempoeirado - em toda a jogada. O que é ainda mais extraordinário se tivermos em conta que a equipa dispôs de quatro ou cinco livres próximos da área argentina. E de outros tantos cantos, tudo sem resultar um único remate... Claro que, com um ponta de lança como Éder, essa coisa do remate é muito complicada. Isso não é bem para ele...

Mas pronto. Na história lá fica mais um desses duelos que pôem os media em delírio. E uma vitória portuguesa, que ninguém sabe donde caiu!

Brasil 2014 IV

Por Eduardo Louro

 

 

O primeiro jogo do grupo E - o tal, feito por encomenda - entre a Suiça e o Equador, terá sido o mais morno de todos, a convidar mesmo a uma soneca, mesmo ao jeito da hora do jogo, a que nem mesmo os fusos horários trocaram muito as voltas. Ia mesmo dando o primeiro empate da competição, o resultado normal destes jogos que dão sono… Mas acabou por não dar, a quinze segundos do final do jogo que teve três minutos de compensação a Suiça, que ao intervalo perdia por 0-1, marcou o segundo golo e desfez o empate, provavelmente o resultado que mais se ajustava ao jogo. Fraco, repito!

Curioso é que a Suiça, sem que aí nunca atinja prestações dignas de qualquer realce, está quase sempre presente nas fases finais das grandes competições. Quase sempre em razão de sorteios muito simpáticos, como aconteceu na fase de apuramento (com a Islândia, Chipre, Albânia, Eslovénia e Noruega) e se repetiu agora. Depois desta vitória, caída do céu nos últimos segundos, sobre um adversário acessível como é o Equador, restando-lhe as Honduras e a França, tem praticamente garantida a presença nos oitavos de final. O facto da FIFA estar sedeada na Suiça e de Blatter ser um cidadão suíço – e Platini, francês – não são mais que simples coincidências. Nem a tragédia que foi a participação francesa no último mundial – e no antepenúltimo – tem nada a ver com a constituição deste grupo. É apenas sorteio!

A França, de Platini, mas também, lá dentro, de jovens como Varane, Pogba, Matuidi, Cabayé, Valbuena, Griezmann... tudo de primeira água, ganhou facilmente às Honduras, uma selecção assim para o fraquinho, mas das rijas. Durinha, mesmo. Talvez por isso tivessem sido dispensados os hinos… Para evitar que os hondurenhos, que aguentaram até mesmo à beira do intervalo, levassem a coisa ainda mais a sério!

Resistiram até onde puderam, e a sorte – duas bolas na trave da sua baliza – ajudou. Depois, já com a praia ali tão perto, foi o penalti e a expulsão de Palácios. Porque um azar nunca vem só, o segundo golo surgiu logo no arranque da segunda parte, quando a sorte de uma bola do poste vira logo azar, ao bater no guarda-redes hondurenho e entrar. Sem dúvidas, porque agora já há chip na bola!

A segunda parte foi, por isso, um treino de ataque da equipa francesa. Os hondurenhos aproveitaram também para treinar… mas foi mais afinar a pontaria às pernas dos adversários. No fim, a França com 3-0 e Benzema em grande, entrou bem no Mundial. Como se pretendia, e não acontecia desde 1998, em França!

Mas o momento alto do dia foi a estreia de duas entidades míticas. O momento M, de Maracanã e Messi, juntos pela primeira vez! 

Messi chegou tarde ao encontro, com mais de uma hora de atraso, e valeu à Argentina a estranha generosidade que se abateu sobre os defesas neste mundial. Mais um auto-golo, logo aos dois minutos, ditou a vantagem imerecida da selecção das Pampas ao intervalo. Porque surpreendentemente a Bósnia foi melhor, e foi mesmo a única equipa a criar oportunidades de golo. Dos dois guarda-redes, apenas o argentino teve trabalho!

Não se sabe muito bem o que terá passado pela cabeça do seleccionador argentino quando escalou a equipa inicial. Apresentou-se com três centrais, um dos quais o Garay, que vale por dois. Mas, com Mascherano à frente deles, e com o Rojo na esquerda, passam a ser cinco. Com Zabaleta, na direita, passam a ser seis os defesas. Como inventou ainda o regresso do velho Maxi Rodriguez, que apenas andou por lá, nada mais, sobravam Messi, Di Maria e Aguero para agarrar no jogo. Não dava. Nem estavam para isso!

Ao intervalo o treinador argentino mudou, e nem precisou de reparar que tem lá um rapaz no banco chamado Enzo Perez. Bastou passar para quatro defesas, meter um jogador no meio campo e outro na frente. Para que o jogo mudasse e aparecessem as estrelas... E chegasse Messi ao jogo, para fazer o segundo golo. Que só não arrumou com a questão porque a Bósnia, se bem que em circunstâncias mais esporádicas que as da primeira parte, ainda marcou, a pouco mais de cinco minutos do fim.

O SUPER CLÁSSICO

Por Eduardo Louro

 

O jogo que de há uns anos a esta parte se transformou num clássico planetário, mobilizando paixões por todo o mundo, teve hoje mais uma edição. Desta vez em Barcelona, e servia para apurar um dos finalistas da Taça de Espanha, por lá chamada de copa do Rei. Mas isso é sempre o que menos importa!

Importa o jogo e as emoções que desperta, importa o resultado e …importam Cristiano Ronaldo e Messi!

O Real Madrid ganhou por 3-1, e porque tinha empatado em Madrid (1-1), há cerca de um mês, irá disputar a final. O Barcelona continua sem conseguir ganhar ao rival de Madrid, nesta que é claramente a pior do Real de Mourinho: não deixa de ser curioso que é na sua pior época que a equipa de Mourinho se superioriza claramente ao Barcelona.

E se o jogo acabou em 3-1, o duelo especial entre C. Ronaldo e Messi acabou em goleada. Das antigas: dez a zero para o CR7!

O Cristiano Ronaldo, o único jogador a marcar sempre em Camp Nou, marcou dois golos – os decisivos primeiros dois (Varane, o francês de 19 anos que é já um dos melhores centrais do mundo, e que já fora decisivo no jogo de Madrid, marcou o terceiro) –, manteve sempre a defesa catalã em pânico, atacou, defendeu, construiu e marcou… Messi, não fez nada. Rigorosamente!

E sábado há mais. Dizer que será um jogo diferente não é mais que um lugar-comum. Dizer que será um jogo sem história, é blasfémia. É um jogo para o campeonato, que o Barça tem no bolso e que para o Real já não conta. Surge na véspera de dois jogos decisivos para ambos na Champions – se o Real se desloca a Manchester com necessidade absoluta de ganhar, parte com um empate a um golo, tal e qual como no jogo de hoje, o Barcelona recebe o Milan obrigado a recuperar de uma derrota de 0-2 – mas pensar  que as duas equipas o abordem em regime de poupança, é desconhecer o que é este super clássico.

São jogos que cansam só de ver. Não há volta a dar-lhe!

E O MELHOR DO MUNDO É...

Por Eduardo Louro

 

...É... Não: continua a ser... MESSI!

Injusto. Injusto em especial para o Cristiano Ronaldo.

Como pode ser Messi o melhor do mundo, se simplesmente não é deste mundo?

Quando é que esta gente percebe isto? Já são quatro e ainda só tem 25 anos...

Ah... Mourinho... Esse tem mau feitio. Faz tudo para não ganhar estes prémios. Nem lá pôs os pés: sabia que não ganhava...

OS DEUSES JÁ ESCOLHERAM*

Por Eduardo Louro

 

Os deuses já escolheram. Independentemente do que se passe amanhã na outra meia-final, no Real Madrid – Bayern, os deuses já escolheram o campeão europeu: o Chelsea!

Depois da forma como afastaram o Benfica, e acabam agora de eliminar o Barcelona, não há volta a dar. Nem o facto de irem jogar a final desfalcados de Ramires, Terry e Raúl Meireles constituirá obstáculo a essa vontade dos deuses. Quem, depois de reduzida a dez jogadores (expulsão de Terry) ainda na primeira parte, depois de, logo no início do jogo ter perdido por lesão o outro defesa central (Cahill), a perder por dois a zero e eliminada, consegue no último dos minutos de compensação da primeira parte marcar e inverter a sorte da eliminatória está, abençoado pelos deuses. Quem aguenta toda a segunda parte a defender em frente à baliza, tem a sorte de duas bolas nos ferros e a rara felicidade de ver Messi falhar um penalti, está abençoado pelos deuses. Já o golo do empate, obra do mesmo Fernando Torres que não marca há não sei quantos meses, é apenas … futebol. Como o do Raúl Meireles ao Benfica. Mas abençoado pelos deuses!

O que já não será tanto obra dos deuses é a forma como o futebol que há poucos meses apaixonava o mundo, arrebatava corações e arrasava, um a um, todos os adversários, perdendo velocidade e espontaneidade, se transforma no futebol mais entediante, previsível, aborrecido e, pior que tudo, pouco mais que inofensivo. De repente o Barça perdeu o encanto e até Messi parece resignado ao regresso do título de melhor do mundo às mãos de Cristiano Ronaldo. Que agora tem tudo para se desforrar deste dois últimos anos: uma final da champions e um campeonato da Europa. Tudo o que Messi não tem!

 

*Também aqui

OS MELHORES DO MUNDO (JÁ NÃO FALAM PORTUGUÊS)

Por Eduardo Louro 

 

Messi continua a ser o melhor do mundo. Pela terceira vez consecutiva, igualando o Platini de outros tempos, quando o galardão não vinha da FIFA, mas da revista France Football!

Só que Messi não é deste mundo e, com apenas 24 anos, impedirá, nos anos mais próximos, que os melhores jogadores deste mundo cheguem a este título.

Não há dúvidas que Cristiano Ronaldo tem azar nesta contemporaneidade. Parece-me que se justificaria atribuir um prémio a Messi – talvez se lhe pudesse chamar o melhor jogador daquém e dalém galáxia – mas afastá-lo deste processo de eleição do simplesmente melhor jogador de futebol do mundo!

Guardiola sucede a Mourinho como melhor treinador do mundo. Naturalmente… O homem que comanda a melhor equipa futebol de todos os tempos só podia ser considerado o melhor treinador do mundo, seja lá isso o que for! 

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