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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Continuam a acontecer coisas...

Taças - Troféus - Medalhas - Brindes Publicitários - Lisboa

Enquanto no Parlamento se vai debatendo - debate-se pouco e "bate-se" muito, mas é assim que chama - o programa do governo, o "país político" não pára. Continuam a acontecer coisas...

A Polícia Judiciária fez buscas na C.M. Cascais por suspeitas de utilização de recursos públicos na campanha do agora ministro Miguel Pinto Luz à liderança do PSD. O presidente da Câmara, Carlos Carreiras, veio de imediato dizer que nada tinha a ver com o agora ministro, que era dele, e exclusivamente dele, toda a responsabilidade pelos contratos assinados. Tanto que, naquela altura - da pandemia - estava toda a gente em confinamento, excepto ele próprio. Porque alguém tinha de trabalhar... E assinar contratos... No caso, com uma agência de comunicação que precisamente assessorou Pinto Luz nessa campanha. Não é a assinatura do contrato que está em causa, em causa está a utilização de recursos públicos para campanhas partidárias.

Pode parecer estranho que o primeiro a levantar a voz, e a agitar a bandeira da corrupção, quando coisas destas vêm a público, esteja desta vez caladinho. Mas não é. Porque "sim, a aliança é possível"

Ontem, o jornal Público anunciou que Marcelo atribuíra, em Julho do ano passado, uma condecoração secreta a Spínola. Hoje, com a maior das canduras a que nos habituou, o Presidente Marcelo diz ter sido alertado pelo jornal que essa condecoração não tinha sido publicada na Página da Presidência da República.  

Também poderia parecer estranho que o Presidente Marcelo se tivesse esquecido de tornar pública uma condecoração. Até porque se uma condecoração não for tornada pública de pouco serve. Mesmo aos mortos. A não ser que haja condecorações que só possam ser feitas em segredo.

Pantominices

Miguel Pinto Luz

Os resultados das eleições gerais em Espanha, com o partido mais votado impossibilitado de formar governo, ao contrário (por maiores que sejam as dificuldades) do segundo em votos, voltaram a agitar (más) consciências em Portugal. 

Toda a gente sabe que numa democracia parlamentar poderá não bastar ser o mais votado para governar. Que, para governar, é preciso uma maioria parlamentar de suporte à solução governativa, seja ela de um partido só, ou de vários.

Admitamos no entanto que nem toda a gente saiba isso. Que há quem ande distraído e entenda que baste um voto a mais que à concorrência para a legitimação democrática de governar.

Admitindo isso, poderíamos aceitar que seria por simples distracção que grande parte da actual cúpula dirigente do PSD vem, agora, reclamar a legitimidade de Feijóo para constituir governo em Espanha. Da mesma forma que há oito anos considerara uma traição à democracia que António Costa tivesse formado governo em Portugal.

Só que, entretanto, e já lá vão três anos, o mesmo PSD formou governo (regional) nos Açores nas mesmíssimas condições - não tendo sido o partido mais votado. O PS obteve então mais de 39% dos votos, e o PSD menos de 34. E cai pela base a tese da distracção.

Os dirigentes do PSD, com o vice-presidente Miguel Pinto Luz à cabeça, não andam distraídos. Fazem-se de distraídos. E isso tem nome - chama-se aldrabice, pantominice e má-fé!

Não são distraídos, mesmo que se façam de distraídos quando se lhes lembra que até a linha vermelha do Chega pisaram quando a janela se lhes abriu. São impostores, pantomineiros e trapaceiros, entre outras adjectivações que os qualificam para o exercício da actividade política em Portugal.

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