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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Francesco*

O mito do homossexualismo na Grécia Antiga | Logos Apologetica

Não era propriamente novidade que o Papa Francisco não ignorava a homossexualidade, nem dela se escondia atrás de qualquer dogma. E era até conhecido que, enquanto servia como arcebispo de Buenos Aires, defendeu a união civil para casais homossexuais, mesmo que fugindo sempre a expressões como “casamento” e “família”.

No entanto, na qualidade de Papa, nunca se tinha manifestado tão assertivamente sobre o assunto como o fez agora, num documentário cinematográfico (Francesco) acabado de estrear no Festival de Cinema de Roma, chocando o mundo conservador, e em particular o conservadorismo da Igreja, ao defender uma lei civil que enquadre as uniões entre pessoas do mesmo sexo.

Não é o casamento como sacramento da Igreja, mas o casamento enquanto quadro legal de relacionamento familiar, e o casal de pessoas do mesmo sexo como embrião de uma família. Mesmo que que nunca pronuncie a palavra “casamento”, enfatiza o termo “família: "Os homossexuais têm direito a ter uma família, são filhos de Deus [...]. Ninguém pode ser expulso de uma família, e a vida dessas pessoas não pode se tornar impossível por esse motivo", diz.

É mais uma oportunidade para que a Igreja Católica, pela mão deste Papa, dê mais um passo de aproximação às pessoas e à sua realidade, e se afaste de um mundo de trevas, cada vez mais remetido às profundezas da ignorância e até da barbárie.

Oficialmente a Igreja Católica continua a advogar que a homossexualidade é uma “desordem intrínseca”, e os actos homossexuais pecaminosos. Mas, agora, já sem legitimidade.

* A minha crónica de hoje na Cister FM

Habemus presidente

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Marcelo quebrou o tabu, e anunciou no Panamá a sua recandidatura, a mais de um ano de distância do que, pela sua própria boca, se esperava. A razão de o ter feito agora não se conhece, poderá até - sabe-se lá - ter a ver com os mecanismos da lógica ... da batata. Ficou a conhecer-se o mais importante - a razão da decisão. E essa não podia ser mais forte: quer receber o Papa Francisco em Lisboa, em 2022!

 

Quando a estrela se apaga

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Todos temos a nossa estrela, cada um à sua dimensão. Todas empalidecem, mesmo as (dos) maiores, mais cedo ou mais tarde, mesmo que todos achem cedo de mais. Vão perdendo brilho, o brilho que nos emprestam, mas que julgamos nosso, e deixam-nos desamparados num caminho antes largo e aberto, despido de obstáculos, e agora turvo e de destino incerto.

Quanto mais alto se sobe, maior é o trambolhão. Quanto maior e mais brilhante for a estrela, quanto mais alto nos tiver levado, mais perdidos ficamos à sua partida.

Poderia estar a pensar em Mourinho. Mas estou mesmo a pensar no Papa Francisco. 

A estrela de Jorge Bergoglio começou a empalidecer, porventura quando menos se esperaria, ao contrário da de Mourinho. Também ao contrário do que se poderia esperar, são a pedofilia e os escândalos sexuais na Igreja que lançam o primeiro e decisivo ataque à estrelinha papal.

Parecia um tema fácil de abordar. Pensar-se-ia até que seria matéria de reforço da sua imagem e das suas posições. Parece que não é, parece que se trata de terreno altamente escorregadio, onde Francisco revela dificuldade em manter o equilíbrio.

Em dois dias, tantos quanto durou a sua visita à Irlanda, no fim de semana, tudo isso veio ao de cima. Quando o Papa pediu perdão pelos inqualificáveis  e vergonhosos abusos sexuais dos membros da sua Igreja neste país, levantou um pedregulho que escondia muito mais do que se esperava. 

É que, ao contrário do que esperaria, e perante as monstruosidades conhecidas, ao Papa não basta pedir perdão. Isso não faz a diferença, nem faz diferença nenhuma. Fica curto, tão mais curto quanto, ao mesmo tempo, era acusado (pelo arcebispo Carlo Maria Viganò, antigo núncio apostólico nos Estados Unidos) por encobrir graves suspeitas que lhe teriam sido denunciadas e agora já confirmadas por conhecidas acusações públicas. 

Já no avião de regresso, aquele conselho para que os pais levem os filhos ao psiquiatra logo que lhes percebam tendências homosexuais, apenas confirma a dificuldade de Francisco em manter o equilíbrio!

 

 

Um Papa diferente...

Por Eduardo Louro

 

 A viagem do Papa Francisco ao Brasil, no âmbito da  28.ª Jornada Mundial da Juventude, que hoje termina, confirma a popularidade ímpar deste a quem chamam já o Papa do Povo. E reforça-a, tornando-o já, ainda em início de mandato, no mais fascinante de todos os Bispos de Roma.

Há frases que dizem mais do que aquilo que dizem. Quando ditas pelo Papa dizem ainda mais. Quando ditas pelo Papa, e em português…

- “Gostaria de bater a cada porta, beber um copo de água, tomar um cafezinho … mas não um copo de cachaça…” – dita na favela da Varginha, pelo Papa, diz bem mais do que dizem as palavras que a compõem. Diz proximidade, em vez distanciamento. Calor, em vez de frio. Afecto, em vez de indiferença!

Dizer a jovens que “nunca desanimem, não percam a confiança, não deixem que se apague a esperança” e que “não fiquem na parte de trás da fila, cheguem-se para a frente … porque são vocês os agentes da construção do futuro” poderia não passar de palavras de circunstância. Ditas pelo Papa Francisco dizem mobilização. Mobilização para a mudança, em vez de conformismo e alheamento!

Este é um papa diferente. Parece-me a mim, que sou laico, um papa que faz falta neste mundo actual, à solta, desregulado e desenfreado!

Curioso é que a próxima Jornada Mundial da Juventude esteja já marcada para Cracóvia, na Polónia. A Cracóvia natal de João Paulo II, outro campeão de popularidade. Mas diferente…

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