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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

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UEFA PREMIER LEAGUE

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Pela primeira vez as finais das duas competições europeias de futebol vão ser disputadas por equipas do mesmo país. Acontecendo nesta altura, só podiam ser do país da melhor, mais competitiva e mais espectacular liga do mundo: a premier league - evidentemente - com quatro dos seus cinco primeiros classificados.Três delas de Londres!

Na final da Champions, em Madrid, estarão Liverpool e Tottenham, depois de duas sensacionais reviravoltas na segunda mão das meias finais. Em Baku, a final da Liga Europa terá um derbi londrino, entre Arsenal e Chelsea. O primeiro depois de evidenciar clara superioridade sobre o Valência. O Chelsea, mesmo sem se ter conseguido superiorizar ao adversário - a equipa alemã do Eintracht, que afastara o Benfica nas condições conhecidas -, acabou apurado nos penaltis, depois do Gonçalo Paciência ter falhado o decisivo, e o último que cabia à sua equipa.

 

 

A força da Premier League

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Era praticamente dado por axiomático que, porque a Premier League é a mais fantástica, forte e disputada competição de futebol do planeta, os clubes ingleses tinham reduzidas condições de sucesso na mais importante prova do futebol mundial, a Champions Legue, of course

Pois... Aí está a edição deste ano a desmentir isso mesmo, com o futebol inglês a ocupar metade das vagas nos quartos de final da prova. Mais significativo ainda, com todas as quatro equipas inglesas apuradas nesta adiantada fase da competição, situação que só por uma vez, há precisamente 10 anos, tinha acontecido na história da Champions.

Com o Manchester United e o Totteham como elos mais fracos da armada inglesa, e Ajax e Porto como outsiders, Liverpool, Manchester City, Barcelona e Juventus são claramente os mais favoritos para a final de Madrid. Isto, claro, se as bolas estiverem bem aquecidas no sorteio da próxima sexta-feira...

“You´ll never walk alone”

Por Eduardo Louro

 

Se o futebol é fantástico, o futebol inglês é ainda mais fantástico. O Liverpool vivia o sonho de, 24 anos depois, voltar a ser campeão. Tinha tudo a seu favor: jogava o melhor futebol da Premier League, gozava até de forma evidente dos favores da arbitragem e, a exemplo do Sporting por cá, e da Roma em Itália, ficara de fora das competições europeias, e por isso com bem menos desgaste que a principal concorrência.

Hoje recebia em Anfield Road o Chelsea, um dos principais concorrentes, que a inesperada derrota na última jornada, em casa com o último, o Sunderland, praticamente deixara sem hipótese… Que está no meio da meia-final da Champions, com o Atlético de Madrid e que por isso surgia bastante desfalcado. Bastaria ao Liverpool empatar, para se manter como favorito maior, com o título praticamente à mão!

Mas perdeu. Perdeu com o Chelsea do autocarro. Porque é assim mesmo: um autocarro é um autocarro, seja quem for que se meta lá dentro. É pena, mas é assim. Di Matteo começou a construir o terminal rodoviário – depois de ter visto que o Mourinho tirara a carta em Milão, com o Inter – a que Rafa Benitez deu seguimento. Mourinho, ao que se diz o melhor do mundo, limita-se a puxar dos galões que trouxe do Inter para, com toda a perícia, estacionar bem todos autocarros que lhe deixaram na garagem.

Porque o futebol é mesmo fantástico tudo começou com um erro enorme do já mítico Gerrard, lenda e capitão do Liverpool, que entregou a bola ao desengonçado Demba Ba, sozinho à frente da baliza. Foi o jogador que mais queria – e mais merecia – ser campeão que, no tempo de compensação da primeira parte, deitou tudo a perder. O golpe final, o segundo do Chelsea, aconteceu nos últimos instantes do jogo. Com os reds desesperadamente à procura do empate, é o ex-Chelsea Sturridge quem entrega a bola ao brasileiro Willian, que fica apenas com a companhia do espanhol e ex-Liverpool Fernando Torres e com todo o campo vazio à sua frente, até à baliza, onde chegam ambos sozinhos, lado a lado…

E assim, o City, que ganhou tranquilamente ao Crystal Palace, e tem larga vantagem no factor de desempate – diferença entre golos marcados e sofridos – não depende se não de si próprio para voltar, dois anos depois, a conquistar o título.

E aquela massa espectacular que nos deixa arrepiados a ouvir o “You´ll never walk alone” vai ter de esperar mais um ano. Passarão a ser 25 anos, mas nem por isso o entusiasmo arrefece naquelas bancadas!

 

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