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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

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O Sporting é diferente, dizem. Ou diziam, porque agora a diferença já não é suficiente para cobrir tanta bizarrice, muitas delas verdadeiros anacronismos.

A última aconteceu ontem à noite, com o treinador despedido  a anunciar o que o vem substituir. Isto depois de ambas as notícias - despedimento de Silas e contratação de Rúben Amorim - circularem durante quase uma semana na comunicação social. Sem uma palavra dos dirigentes ... Talvez para não terem de explicar por que fazem de um treinador com pouco mais de um mês de experiência na I Liga e, tal como o agora despedido, sem as qualificações requeridas para a função, o treinador mais caro da sua História. Que já contava com o treinador mais caro do futebol em Portugal!

Mas ainda acabarão a esclarecer que tiveram de o ir buscar para que ele não fosse para o Benfica...

 

"As grandes equipas não perdem dois jogos seguidos"

Braga vence Benfica na Luz, 65 anos depois, e pode deixar FC Porto a um ponto da liderança

 

O Benfica regressou hoje á Luz, cheia que nem um ovo para ouvir a equipa  dizer que aquilo de sábado já tinha passado, e que iria retomar o rumo vitorioso que seguira durante dezassete jornadas. Pela frente o sensacional Braga do sensacional Rúben Amorim. O mesmo Braga que os rivais insinuam que estende a passadeira ao Benfica.

Logo que o árbitro Hugo Miguel - pela segunda vez em duas semanas na Luz - apitou pela primeira vez o Braga tratou de mostrar que vinha à Luz para jogar à bola e que vinha cheio de confiança, como seria de esperar. Nos primeiros quatro ou cinco minutos parecia que a bola estava apaixonada pelos jogadores do Braga, não os largava e não queria nada com os do Benfica. 

À passagem dos cinco minutos as coisas mudaram, o Benfica pegou no jogo e partiu para uma boa exibição, a prometer fazer na partida aquilo que ultimamente tem feito nos jogos com este adversário. O mote foi dado por Rafa, numa belíssima jogada que deixou a Luz a ver o golo. Sozinho à frente do guarda-redes bracarense desviou-lhe a bola para a baliza, mas esta acabou por sair uns centímetros ao lado do poste direito.

Com esta oportunidade de golo o Benfica partiu para 40 minutos de bom nível, criando e desperdiçando oportunidades de golo. Não quer isto dizer que o jogo tivesse sentido único. Nada disso, o Braga esteve sempre dentro do jogo, e contribuiu sempre para o excelente espectáculo de futebol a que se estava a assistir. Só que, em oportunidades de golo, só dava Benfica.

Esgotados os 45 minutos, já com os dois de compensação dados pelo árbitro a decorrer, o Braga cria a sua primeira oportunidade para marcar. Vlochodimos brilhou pela primeira vez e negou o golo a Fransérgio. Só que, do canto, entre Rúben Dias e Ferro, Palhinha saltou mais alto e marcou.

Injustiça no marcador ao intervalo. Pois, mas sabe-se que o jogo é assim. Não foi a primeira vez, nem será a última, que uma equipa cria uma série de oprtunidades e não marca; e que a outra aproveita a única que tem.

O golo do Braga foi um balde de água gelada que caiu sobre a Luz. Como a equipa de Rúben Amorim estava a jogar, com grande acerto defensivo, com a defesa muito subida e colocando os avançados do Benfica facilmente em fora de jogo, e com a facilidade com que saía para o contra-ataque, percebia-se que não seria tarefa fácil virar o resultado.

Mas as grandes equipas não perdem duas vezes seguidas, não é?.

Pois, mas aquele empate em Famalicão é que tinha vindo a seguir à derrota... Não importa, as grandes equipas não perdem dois jogos seguidos para o campeonato. E esta era a crença a que a Luz se queria agarrar ao intervalo.

O Benfica entrou bem na segunda parte, a querer alimentar a fé dos adeptos. E tudo seria provavelmente diferente se o remate de Vinícius, logo aos 4 minutos, tivesse batido na rede em vez de no poste. Percebeu-se aí que, definitivamente, a equipa não estava com aquela pontinha de sorte que era indispensável para ganhar a este Braga. Mesmo que ainda se tivessem sucedido mais duas grandes oportunidades de golo, dez e vinte minutos depois, (Rafa e Pizzi) o futebol do Benfica entrou em rampa descendente, acabando praticamente nessa grande jogada de Pizzi, aos 69 minutos. 

Quando se diz que as grandes equipas não perdem duas vezes seguidas quer-se dizer que não cometem os mesmos erros duas vezes seguidas. E foi isto que Bruno Lage não conseguiu evitar ao repetir as mesmas três substituições do Dragão. Seferovic, está por demais visto, não vale a pena. E três pontas de lança a atrapalharem-se na frente, sem saber o que fazer e sem gente para lá fazer chegar a bola, é um disparate sem pés nem cabeça.

E por isso a segunda parte acabou por servir apenas para justificar um resultado que ao intervalo era terrivelmente injusto. O Benfica acabou por ter mais oportunidades de golo, mas isso deveu-se apenas à imensa vantagem que trouxera da primeira parte. O Braga acabou mais e melhores remates e por se superiorizar em todas as restantes variáveis do jogo.

E fica a sensação que com a insistência nos mesmos erros, a cheirar a teimosia, Bruno Lage está a criar um Benfica à Rui Vitória ... a precisar de um Bruno Lage. Veremos se vem a tempo de evitar a  eminente tragédia de entregar o campeonato ao Porto!

Perder seis dos 7 pontos de vantagem em apenas dois jogos é simplesmente inacreditável.

A arbitragem foi o costume. Cumpriu a regra: na dúvida sempre contra o Benfica. Mesmo que, verdadeiramente grave e com impacto directo no jogo, "apenas" haja que registar, os 23 minutos,  o cartão vermelho por mostrar a um defesa do Braga por "ceifar" Rafa num ataque prometedor. Mas, como se costuma dizer, não foi pelo árbitro...

 

 

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