A espécie de polémica criada – ou pelo menos criada de forma tentada – à volta do sintético do Bessa, levou o Petit a apresentar alguns argumentos de defesa: a aprovação com classificação máxima pela FIFA e, o mais relevante, que durante os dois anos que lá jogou como jogador-treinador do Boavista não teve conhecimento de qualquer lesão grave.
Pareceu premonitório. Bastou que por lá passasse Ruben Amorim… O azarado jogador do Benfica, a quem as sucessivas lesões cortaram certamente as asas de uma carreira de nível mundial, não resistiu mais de meia hora: rotura completa de ligamentos … e mais sete ou oito meses de calvário!
Força Ruben. Vá campeão, já venceste tantas, vence mais esta… por nós e por ti!
O que eu não consigo perceber é como é que o Ruben Amorim foi parar ao Braga!
Não havia mais ninguém, em Portugal ou no estrangeiro, que o quisesse?
Para o Braga? Por que carga de água?
E nem é tanto porque seja um concorrente. É pelas poucas vergonhas que sistematicamente se passam nos jogos com o Braga. Pela pressão, pela hostilidade, pelas inventonas que armam, pelos cortes de energia… É pelo alinhamento óbvio e evidente – autêntico conluio - com principal rival do Benfica…
Não faz o mínimo sentido! Pode resultar das relações entre os presidentes do Benfica e do Braga, mas essas são relações que nenhum benfiquista entende. Poderão defender interesses particulares ou empresariais de Luís Filipe Vieira, mas não os do Benfica, certamente!
Para os benfiquistas isto é apenas entregar o ouro ao bandido!
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