Pinhal das Artes
Por Eduardo Louro
O Pinhal das Artes já aí está. Começou no dia 1 e acaba já no domingo. Depois, só daqui a dois anos…
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Por Eduardo Louro
O Pinhal das Artes já aí está. Começou no dia 1 e acaba já no domingo. Depois, só daqui a dois anos…
Por Eduardo Louro
Decorreu no passado fim-de-semana o VI festival das artes para a infância, em S. Pedro de Moel. Em pleno pinhal, num espaço privilegiado da natureza, numa excelente organização da Sociedade Artística e Musical dos Pousos (SAMP) e do seu mentor – o músico Paulo Lameiro.
O sucesso das anteriores cinco edições não se repetiu apenas porque foi amplamente superado. Atingiu a excelência: uma organização de excelência, com todas as infra-estruturas necessárias, e uma programação de excelência!
Os espectáculos sucedem-se ao longo dos dias em tendas temáticas espalhadas pelo pinhal, cada um para a sua faixa etária específica.
Passei por lá no domingo, com a minha netinha, precisamente no dia em que cumpria os seus oito meses de vida e só não fiquei mais encantado que ela própria porque me isso me pareceu impossível. Espantosa a forma como ficava pregada e envolvida nos espectáculos destinados à sua idade e como, logo de seguida, num outro com outros destinatários, se desligava daquilo tudo para se entregar exclusivamente aos seus impulsos. Sempre de rara e encantadora felicidade!
Este ano já passou. Mas deixo aqui a sugestão para o próximo: a melhor forma de passar um dia – ou vários, para quem puder – com a criançada que houver por perto!
Não há só dias cinzentos e deprimentes. Ainda há dias felizes… O Paulo Lameiro e a sua equipa encarregam-se disso. Por isso aqui ficam os meus parabéns, para ele e para a multidão de voluntários que faz do Pinhal das Artes um acontecimento único!
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