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Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

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Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Símbolos e terrorismo

Ataque a faca deixa 3 mortos em Nice, na França; 1 vítima foi decapitada |  Mundo | G1

 

A França foi de novo vítima de mais um ataque do terrorismo islâmico, agora numa nova onda de ataques solitários a alvos indiscriminados, mas simbólicos.

Este de ontem, na Basílica de Notre-Dame, em Nice - e entre mais duas tentativas, uma em Avignon e outra na própria embaixada francesa na Arábia Saudita -, matando três pessoas, entre as quais uma mulher degolada, é carregado de simbologia. E não é por, numa casa de um Deus, se matar em nome de outro. É pela própria notícia do acto terrorista praticado por um jovem tunisino de 21 anos. Nuns jornais, chegado a França no início do mês. Sem mais. Noutros, aportado em Lampedusa, em mais uma onda de refugiados, antes de entrar em França.

Não faz diferença nenhuma, mas é flagrantemente simbólico.

Tiroteios?

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A América voltou a ser palco de terrorismo, do seu terrorismo interno, alimentado a ódio e racismo, e servido pelo livre acesso a armas. Com um intervalo de escassas horas, no Texas e no Ohio, pelo menos 30 pessoas foram assassinadas. Mais de 50 ficaram feridas e há ainda um número indefinido de desaparecidos. 

Trump poderá não ser o responsável directo por estes actos de loucura criminosa que, na verdade, sempre aconteceram na América, sob qualquer presidência. Mas a forma como alimenta tensões sociais e espalha ódio, e como continua a defender o livre acesso a armas, a todo o tipo de armamento, alinhado com o lóbi da National Riffle Association, tornam difícil dissociá-lo por completo destes actos terroristas. Que, para Trump, nunca passarão de efeitos colaterais da sua purga rácica e, para a imprensa, de meros tiroteios à velha maneira do Far West.

O que se vai sabendo do Sri Lanka

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O número de vítimas mortais da matança da Páscoa no Sri Lanka já vai nos 310 e, com 500 feridos, não parará por aqui. Começamos por saber que entre as vitimas havia um jovem português, recém casado em lua de mel, estilhaçado ali à frente da mulher, à mesa do pequeno almoço. E três dos quatro filhos de uma família dinamarquesa...

E ficou a saber-se que, a 9 de Abril, os serviços de informação locais enviaram um memorando ao Conselho de Segurança Nacional, alertando para a possibilidade de estarem a ser preparados ataques a templos católicos na Páscoa. E que essa informação não chegou ao governo, marginalizado pelo presidente da República, e que não tem assento naquele órgão.

E ficamos a saber que estes atentados, e estas centenas de mortos, não resultaram apenas de incompetência. Que neste país longínquo, com tanto Portugal lá dentro - o cristianismo é apenas uma das heranças portuguesas - a omissão do presidente da República, em guerra aberta com o governo (em funções depois de demitido pelo presidente mas reconduzido pelo Supremo Tribunal), tornou-o cúmplice e responsável por este acto hediondo. No mínimo tão responsável como quem o preparou, ou como cada bombista que se fez explodir para matar.

 

Linguagem do terrorismo

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Para além do terror, da brutalidade e do ódio, o ataque terrorista de há dias a duas mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia, impressiona pela capacidade do seu autor no uso da internet e pela competência no domínio das técnicas de comunicação nas redes sociais.

Este é de resto um traço comum ao terrorismo actual. Onde quer que seja, independentemente dos fins que prossiga, o terrorismo faz da internet e da comunicação a sua mais potente e destrutiva arma. Tudo é pensado, todos os movimentos e todos os gestos são estudados para mais longe e mais fundo levarem a mensagem do ódio e o ritual de terror. E para fazerem do extermínio impiedoso um espectáculo de dimensão planetária, passível de ser replicado onde quer que seja,  por quem quer que seja. 

Como acaba de acontecer em Utrecht, na Holanda... 

 

 

 

 

Tudo assustadoramente igual

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Em França, outra vez. O terrorismo voltou à rua, desta feita espalhando sangue e morte num mercado de Natal, em Estrasburgo. 

Tudo igual a tantas das anteriores ocorrências. Um cidadão francês de origem marroquina, nascido e criado em França. Um criminoso comum que acaba por migrar para o campo do terrorismo islâmico. Um terrorista já referenciado pelas autoridades francesas, que mais uma vez chegaram tarde: ou porque se atrasaram, ou porque permitiram que o terrorista se antecipasse. Que mata e foge por entre os dedos da polícia...

Sempre tudo assustadoramente igual! 

Terrorismo na América

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Uma escola na Florida foi ontem palco de mais uma inexplicável chacina (17 mortos), perpetrada por um rapaz de 19 anos na posse de, pelo menos, uma espingarda semi-automática.

Estamos habituados a notícias de tiroteios em escolas nos Estados Unidos. Tanto que nem damos conta da dimensão da tragédia. Este foi o 18º tiroteio numa escola deste ano, que nem mês e meio ainda leva. Vale a pena comparar: nos últimos cinco anos registaram-se trezentos, à média de 60 por ano, de 5 por mês ou de 1 por semana!

É esta a face mais visível da miserável política americana subjugada ao lobby das armas. É este o mais tenebroso terrorismo instalado na América!

 

Estupidez *

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No dia em que se assinalava um ano sobre os atentados de Bruxelas, que alguém resolveu comemorar praticando um outro em Londres, voltando a deixar a Europa em estado de choque, o país chocou-se com as palermices de um bronco holandês, que ocupa um lugar importante no desgoverno da União Europeia.

O bronco – chamemos-lhe assim porque, se o seu nome era impronunciável por dicção agora é-o também por desprezo – não disse que gastávamos o dinheiro deles em gajas e copos, porque apenas é parvo. Fê-lo porque também é ignorante, misógino, preconceituoso, racista e xenófobo. E fê-lo ainda por achar que seria assim que defenderia o seu tacho. O tacho que perderia por ter sido arrasado nas eleições do seu país, e com isso perder a necessária condição de ministro. Necessária condição que pretendia que o seu padrinho Shauble fizesse tornar desnecessária.

Quando há dias o tenebroso ministro alemão se voltara a meter connosco, a sugerir-nos que pedíssemos um novo resgate, não fez nada que não fosse, mesmo que com todo o despropósito, abrir a boca ao bronco.

Vai bonita esta Europa, com gente desta. Desta e daquele euro-deputado polaco, que acha aquelas coisas todas das mulheres. E que nem assim não chegou a tanto como este bronco, ao dá-las como objecto em que se gasta dinheiro.

Com gente desta a Europa está morta. Nem entendo como os terroristas não percebem que não precisam de ser eles a matar-nos. Bem me parecia que são mesmo estúpidos. Os terroristas também!  

 

* A minha crónica de hoje, na Rádio Cister

Suicídio

  

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Agora foi em Londres, e nem terá sido para comemorar Bruxelas, há um ano. 

Mas nem percebo como é que os terroristas continuam interessados em acabar com a Europa. Ela é bem capaz de fazer isso sozinha!

Estão até cada vez mais parecidos: sem armas de fogo, sem bombas nem granadas... Basta-lhes as pequenas coisas do dia a dia e um terrível apelo suicida!

 

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