Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Quinta Emenda

Tenho o direito de ficar calado. Mas não fico!

Lidar com a bazuca

Após proposta de Merkel e Macron, Comissão Europeia anuncia fundo ...

 

A Comissão Europeia definiu e apresentou a bazuca, ainda com mais poder de fogo do que a revolucionária proposta franco-alemã, de há pouco mais que uma semana.

É uma bazuca de 750 mil milhões de euros, dois terços - 500 MM - de financiamento a fundo perdido, e o restante de financiamento reembolsável. Um camião de dinheiro, mas com menos rodas do que Centeno projectara, que falava em doze. Só tem nove. 

Não é um camião com doze rodas mas, nas contas da resposta à pandemia, está colado ao de  540 mil milhões de ajuda imediata já aprovada, ambos na coluna de três camiões de doze rodas que integra ainda o camião do novo quadro comunitário 2021-2027, ou Quadro Financeiro Plurianual, como agora se chama, de 1.100 milhões de euros. 

Independentemente do número de zeros, e da forma de os olharmos, todos juntos ou compartimentados entre quadro comunitário e fundo de recuperação, o que importa é que a União Europeia percebeu que este era o momento decisivo, o ponto onde não poderia falhar. E está a responder com imprevisível convicção! 

Esta proposta da Comissão Europeia seguirá agora para o Conselho Europeu (onde terá de enfrentar o bando dos quatro, ou os quatro frugais - como carinhosamente lhe chamam, como poderiam chamar os quatro "tios patinhas" - a realizar em apenas em Julho, três meses depois de lá terem nascido os seus pressupostos. E depois para aprovação no Parlamento Europeu, caso os ditos quatro não furem as rodas do camião.

Destes 750 MM caberá a Portugal cerca de 26 MM de euros, 15 MM a fundo perdido e 11 MM de empréstimo. É curto, não dá para festa nenhuma. Basta lembrar que na intervenção da troika o pacote foi de 72 MM. Ou que o impacto financeiro das medidas de combate à pandemia no Orçamento de Estado para este ano está avaliado em 13 MM de euros.

Por isso vai ser duro, independentemente da semântica da austeridade. E vai ser necessário que nem um cêntimo seja desperdiçado ou mal gasto. Mas essa é, como se sabe, sempre a nossa maior dificuldade!

 

UE - agora é que é!

Merkel e Macron querem fundo de 500 bi de euros contra crise

 

Tudo aponta para que desta é que seja. Que desta vez a União Europeia faça prova de vida, e se relance como projecto de futuro. Ou, pelo menos, para já com futuro.

O plano de financiamento à economia europeia de 500 mil  milhões de euros, que ontem Macron e Merkel apresentaram, confirma isso mesmo; que desta vez é que é. Porque, em cima de todas as esperanças que têm vindo a ser semeadas pelo BCE, e especialmente pela nova líder da Comissão Europeia, a alemã Ursula von der Leyen,  sai agora directamente das duas maiores potências da União.

Não sei se é o dinheiro suficiente, mesmo que seja muito. Mas o compromisso da Alemanha com um financiamento desta ordem, obtido por mutualização de dívida e a distribuir a fundo perdido pelas economias mais profundamente atingidas pela pandemia, é verdadeiramente revolucionário. É a própria revolução: "de cada um conforme as suas possibilidades, a cada um conforme as suas necessidades"!

Macron e Merkel não falaram de mutualização, nem de fundo perdido. É certo que não, sabem que essas são ainda palavras proibidas. São palavras que chocam os suspeitos do costume, e que requerem por isso certos cuidados. Mas as coisas são o que são, independentemente das palavras utilizadas para as descrever.

Tal como a Alemanha é o que é. E, sem ela, os suspeitos do costume não são o que são!

 

Fisgas e bazucas

Covid-19: António Costa precisa de saber se UE disponibiliza “um ...

 

Hoje só não é um novo dia D para a Europa porque - todos o sabemos - nada hoje ficará decidido no aguardado Conselho Europeu. Mas será o princípio do dia D, daqui sairá a resposta da União à depressão económica mundial em curso e, dessa resposta, a sentença do seu futuro. A bazuca ou a fisga - nas palavras do primeiro-ministro - para combater as crises sanitária, económica e social em que o coronavírus nos fez mergulhar.

A retórica a que temos assistido nos últimos dias aponta para a bazuca. As palavras da Srª Merkel, de voz própria, e as da Srª Van der Leyen, fazem-nos acreditar que desta vez será diferente. Mas também sabemos que são retórica, e que o governo holandês só persiste na fisga porque está apoiado pelas instituições alemãs. Sabemos que é a Alemanha a desviar-se para o lado e a mandar a Holanda para a frente.

Mesmo que a retórica aponte para a bazuca ninguém sabe do que na realidade se trata. Não se sabe do seu poder de fogo, quer dizer, do número de zeros que transporta, nem da forma de a transportar. Se tiver pouco poder fogo não deixa de ser fisga na mesma. Se tiver a capacidade de um míssil resolve muita coisa, mas fica em aberto o destino e o transporte até esse destino. Os zeros têm de ser bem distribuídos por quem mais precisa, e esses são sempre os mais pobres. Os mesmos de sempre. E como esses são também os mais endividados, se esses zeros lhes chegarem em cima de dívida, ajudam. Mas dificultam logo a seguir.

Só sabemos que, muitos zeros, os onze de Mário Centeno, a fundo perdido, é coisa que não existe. Não sabemos mais nada. Nem nós nem António Costa, que está à espera disso para responder à questão da austeridade, que os profetas da desgraça insistem em transformar no alfa e no ómega da actualidade política.

Era uma vez um anão*

Era uma vez… uma “Branca de Neve” escravizada, sem o seu beijo ...

 

A ideia de que o futuro da União Europeia depende da resposta que conseguir dar à actual crise provocada pelo coronavírus, começa a ganhar cada vez mais nitidez. Poucos serão os cidadãos por esta Europa fora com dúvidas que todo este projecto de paz e prosperidade começado a desenhar no Tratado de Roma, há 63 anos, acabados de fazer no passado dia 25, cairá que nem um castelo de cartas se a União Europeia não for capaz de dar capaz resposta a esta crise.

As primeiras indicações não são animadoras. E são tanto menos animadoras quanto mais claramente vamos identificando os factores de bloqueamento com os próprios cidadãos europeus. Era tudo muito mais fácil quando pensávamos que a origem de todos os males estava na arquitectura do edifício do poder europeu. Quando olhávamos para Bruxelas e facilmente apontávamos o dedo a uma elite burocrática virada para dentro de si mesma.

Esta crise actual é novidade também nisso. Eventualmente porque também agora as instituições europeias estejam mais bem servidas de liderança, com gente de muito mais qualidade, como parece particularmente claro na presidência da comissão europeia. Mas acima de tudo porque deu a conhecer a toda a gente que o problema não é este ministro das finanças holandês, exactamente igualmente ao anterior, aquele primeiro-ministro finlandês, ou aqueloutro ministro austríaco. O problema é que os seus povos, os que neles votam, se estão nas tintas para a solidariedade com quem quer que seja. Pensam neles e no seu próprio bem-estar ao nível do mais básico, mais elementar e mais imediato do pensamento humano. E que falta às respectivas lideranças políticas estatuto e dimensão para lhes mostrar que as fronteiras não são trincheiras de defesa do seu superior bem-estar.   

Em mais de 60 anos os europeus não conseguiram lidar com a política. Permaneceram reféns das soberanias nacionais, e entenderam que tudo se resumia a negócio. A mercado, primeiro, e a moeda para melhorar o negócio, depois. E criaram um gigante económico num corpo de anão político.

Bastou uma pandemia para mostrar como tudo foi errado. Como um anão político transforma rapidamente em anão um gigante económico. Não foi sequer preciso que desabasse a ameaça militar, cada vez mais visível no horizonte!

 

* A minha crónica de hoje na Cister FM

Acesso bloqueado

Sérgio Godinho - O Acesso Bloqueado - YouTube

 

Adivinhar o futuro
É muito duro, é muito duro ...

Adivinhar o passado
É mais seguro, é mais seguro ...

Agora adivinhar o presente
Mesmo se fosses vidente
Isso é que é mais complicado
Tem o acesso bloqueado

Estas são as palavras com que Sérgio Godinho fez a canção a que fui roubar este título, que espelham o que se está a passar na Europa, com o bloqueamento do eurogrupo. Primeiro, Alemanha, Áustria, Finlândia e Holanda, bloquearam qualquer forma de dívida conjunta para financiar o ataque à pandemia e à recessão por ela provocada. As eurobonds, ou coronabonds como agora lhe quiseram chamar para lhe dar novidade e cortar qualquer ligação com o passado recente da crise das dívidas soberanas, propostas por Espanha, França, Grécia, Itália e Portugal morreram aí. Por muito que Itália, mas também a França, continuem a insistir na ideia. 

Não havia alternativa, e o financiamento para esta encruzilhada em que nos encontramos teria de ser encontrado no chamado mecanismo europeu de estabilidade (MME), o mesmo que tinha sido utilizado para os chamados programas de ajustamento em Espanha, e na Grécia e Portugal,  com a troika. Apuraram-se os montantes e tudo parecia que parecesse avançar. Os montantes eram claramente insuficientes, mas poderia argumentar-se que era para as primeiras impressões. Depois haveria mais...

E o grande bicho de sete cabeças do MME estaria afastado.

Na Europa tudo tem nomes bonitos, e até a um bicho enorme e monstruoso com sete cabeças, se chama, com alguma ternura, condicionalidades. Ou outros nomes igualmente ternurentos como "condições económicas". Ninguém lhe chama austeridade brutal para pagar com língua de palmo esse financiamento.

Portugueses e gregos sabem bem o que é isso. E os italianos viram-no bem de perto.

Quando Centeno esfregava as mãos, e já pegava no copo para brindar, o senhor Wopke Hoekstra - mais um nome impronunciável, de mais um ministro das finanças holandês, porque só as moscas mudam - diz que não senhor. Quem recorrer ao MME tem de se sujeitar "às condições económicas". 

A Holanda - e não é porque o senhor Wopke Hoekstra assim o queira, é porque assim quer o Parlamento holandês, e porque assim querem os holandeses, que votam - não aceita sequer que qualquer país membro recorra a estes financiamentos sem ficar obrigado a um programa de intervenção que garanta o regresso a curto prazo ao cumprimento dos critérios do défice e da dívida. 

É cada vez mais claro que este problema, único e sem precedentes, não se resolve apenas com dívida, é também necessário imprimir dinheiro. Isto, a que estamos a assistir, é como alguém, numa emergência, ter que sair de Lisboa para chegar ao Porto impreterivelmente duas horas depois e ficar bloqueado ali em frente ao Ralis.

 

 

O nó górdio europeu

A lenda do nó górdio - Motivação e Foco

 

A reunião do Eurogrupo donde sairia a resposta europeia à devastação que a pandemia vai criando nos seus países ficou em nada. E só não acabou em nada porque está suspensa, está inconclusiva, não acabou ainda. Mas sabe-se que o melhor a que se poderá chegar é a activação dos meios do mecanismo europeu de estabilidade (MEE) com condições, mesmo que mitigadas, do que, pelo menos Finlândia e Holanda, não estão dispostas a abrir mão. E que esse melhor será dificilmente aceitável, particularmente para a Itália. Mas também para Espanha e Portugal.

É no entanto notória, pela primeira vez visivelmente notória, uma diferença de posições entre os órgãos que representam e vinculam da União e os que, na União, representam os países que a integram. Tivemos oportunidade de, pela primeira vez, percebermos claramente que a Comissão Europeia, da Senhora Van der Leyen, e o Banco Central Europeu, da Senhora Lagarde, têm uma visão europeia do problema, e que o Eurogrupo se guia pelos interesses particulares dos países, de cada país, com mais propriedade.. 

E é esta a contradição central da União Europeia, o nó górdio do bloqueamento da construção europeia. Que não se reduz à simples dimensão do tabuleiro do xadrez institucional da União. Antes fosse. Isso seria resolúvel, com maior ou menor dificuldade. Mas não é. O pior é que são na realidade os cidadãos europeus que bloqueiam o processo de integração que, evidentemente, não tem por onde progredir sem passar pelo federalismo. E este é o círculo vicioso que alimenta o nó: os cidadãos desconfiam da União e, por isso, não lhes dão condições para demonstrar que merece a confiança que lhe negam.

Não é por serem governados por gente ignorante, mal formada e egocêntrica que os países mais ricos do norte não querem partilhar coisa nenhuma com os mais pobres do sul. É apenas por democraticamente serem governados por políticos que precisam dos votos dos seus cidadãos para serem eleitos!

Alguém fez com que, ao fim de mais de meio século, as coisas chegassem aqui. E somos bem capazes de ficar surpreendidos quando começarmos a pensar nisto, a passar o filme atrás e a ver passar nas imagens muitos dos que nos habituamos a chamar grandes estadistas europeus.

O vírus

Hungria. Orban vai governar por decreto, por entre críticas da ...

 

Entretanto na Hungria o Parlamento reforçou poderes a Viktor Orbán. Que, à boleia do coronavírus, perpetuou o estado de emergência. Vigora enquanto quiser, sem qualquer limite de tempo. E enquanto vigorar, isto é, enquanto quiser, Orbán poderá governar por decreto, sem qualquer necessidade de consultar o Parlamento. Pode adiar ou cancelar a realização de eleições e alterar todas as leis que quiser. 

Em tempos passados a democracia era condição indispensável para a entrada na União Europeia. Nos tempos que correm não é já condição necessária para a permanência. Se fosse já teríamos provavelmente visto algum ministro holandês a recomendar que se investigasse o que há mais de dez anos se está a passar na Hungria. Ou alemão, ou austríaco, ou finlandês... Ou até - quem sabe? - se um qualquer primeiro-ministro, de um qualquer país do sul, não estaria já a achar isto repugnante. 

Se calhar querem convencer-nos que é só uma estratégia de confinamento do vírus ...

 

Repugnante

Holanda nacionalizou quarto maior banco do país - Mundo - Correio ...

 

Alemanha, Áustria, Finlândia e Holanda estão prontas para assinar a certidão de óbito da União Europeia. Repugnante. Tal e qual António Costa chamou ao discurso do ministro das finanças holandês, o velho conhecido Dijsselbloem. Está de volta o tal nome impronunciável de um repugnante imbecil. E aldrabão, tanto quanto se diz...

Pessimista, eu?

Resultado de imagem para van der leyen, merkel e lagarde

 

Percebemos que o governo tinha de rapidamente anunciar qualquer coisa que pudesse ajudar-nos a pensar que o país não vai colapsar, e que vamos resistir a este primeiro embate com o monstro que anda à solta. Como começamos a perceber que anunciou uma mão cheia de nada, e que na realidade o governo apenas tratou de ganhar tempo, porque não havia tempo para perder.

Percebemos isto na sexta-feira à noite quando, estando anunciada uma conferência de imprensa para a hora dos telejornais para anunciar novas medidas - o que por si só já confirmava que as primeiras anunciadas, dois ou três dias antes, tinham apenas por destino satisfazer o tempo -, vimos que foi sucessivamente adiada (novamente o tempo) até, já noite dentro, ter acabado em ... nada a declarar. Nada a declarar, e nada a revelar que não o estado de exaustão da ministra Mariana da Silva, a quem nem a juventude valeu.

É claro que o governo está à espera da União Europeia, donde nada chegou até agora. Espera agora que alguma coisa possa vir da reunião do Eurogrupo, amanhã. Ironicamente presidido por Centeno. 

É este o drama da (falta) liderança europeia. Quando tinha que haver uma voz a fazer-se ouvir, vemo-los todos a olhar uns para os outros, sem ninguém a perceber que nesta altura, hoje precisamente, a União Europeia só tem um caminho: reforçar-se, reforçando de vez e irreversivelmente, todos os mecanismos da união. Não há outro caminho, fora desse simplesmente desaparece. 

Se a União não conseguir dar uma resposta colectiva a esta crise desaparece. E sem deixar saudades... Porque, se não serve para um momento como este, não serve para mais nada!

A primeira coisa que a Srª Lagarde fez foi dizer que isto não é problema do BCE. Depois emendou a mão, mas já o Banco Central Alemão tinha dito que sim senhor, assim é que é falar... E ficou dito. A Srª Van der Leyen veio dizer que suspendia as regras orçamentais, e que os países - nunca a União - poderiam gastar o que quisessem para enfrentar a crise sem quaisquer preocupações com o défice, como se não soubesse que os países não podem gastar dinheiro que não têm. E que não têm condições de pedir emprestado, como é o caso de Itália, de Portugal e até de Espanha. 

A Srª Merkel - vejam bem, já é a luz ao fundo do túnel -  veio dizer o óbvio, que a resposta, como o seu financiamento, têm de ser europeus. E abrir agora a porta às eurobonds. Que o seu Parlamento nunca autorizará.

Teme-se até que já não sejam a solução. Não há sequer tempo para preparar toda a legislação e de dar resposta a toda a carga burocrática que as ponha de pé. A solução estará apenas e só na injecção de liquidez do BCE: emprestando dinheiro directamente aos governos, através do Banco Europeu de Investimento (BEI), com protocolos de cobranças com as Autoridades Tributárias dos países, para não envolver os bancos (ainda em convalescença, é bom não esquecer) nisto; ou, eventualmente mais ajustado nesta altura, pondo as rotativas a trabalhar.

Provoca inflação? Sim, e ainda bem. Faz falta, como se tem visto. 

Os alemães nem querem ouvir falar nisso? Nem nisso, nem noutra coisa... É para isso que servem as lideranças.

Reparem que só falamos em três líderes. Em três senhoras. Das três só conhecemos uma, e não gostávamos muito dela. As outras duas não começaram nada bem... 

Pessimista, eu?

Dear Ursula

Resultado de imagem para nova comissão europeia

 

Não sei qual virá a ser o desempenho de Ursula von der Leyen, a nova Presidente da Comissão Europeia, sei apenas que não lhe será muito difícil fazer melhor que os seus dois últimos antecessores. E sei também que não há milagres...

Mas - confesso - fiquei impressionado com a sua entrada. Pode não ter qualquer significado,  nem romper com coisa nenhuma, mas escrever uma carta a cada comissário a dizer-lhes quais são as suas atribuições, o que têm para fazer no seu mandato, é diferente de um simples despacho de delegação de competências. É diferente de um caderno de encargos. É a assertividade da job description num registo intimista, completamente descolado da fria tecnocracia de Bruxelas.

Não passará provavelmente de um toque pessoal, que em nada venha alterar a vista do poder a partir de Bruxelas.  Mas fica sempre alguma esperança que seja desta que alguma coisa comece a mudar nas estruturas do poder da UE e na sua relação com os europeus. Na democracia europeia, que é disso que se trata!

E que tem de ser o alfa e o ómega da defesa do modo de vida europeu, enunciado como desígnio desta comissão. Sem democracia não há modo de vida europeu, e isso tem que ser absolutamente inequívoco no funcionamento da União.

Ah... não falei de Elisa Ferreira? 

Pois não!

 

 

Acompanhe-nos

Pesquisar

 

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D

Mais sobre mim

foto do autor

Google Analytics